Categoria: Work & Travel

BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Manu Cavalli/ 954 0

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

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  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

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  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

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  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

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Como escolher o seu intercâmbio?

Postado por: Manu Cavalli/ 2276 0

Uma hora chega o momento de decidir: Vou fazer um intercâmbio! Mas por onde começar? Para onde eu vou? O que posso gastar? Veja os principais passos para você escolher o seu intercâmbio.

  • Que idioma você quer aprender?

Antes de mais nada, o principal é saber qual idioma você quer aperfeiçoar e assim decidir o país de seu destino. Existem países que possuem várias línguas, por ser povoado por diversas culturas, como o Canadá, normalmente as pessoas vão até lá para falar inglês, mas caso você queira estudar francês, você terá muita facilidade em encontrar pessoas que falam a língua, principalmente em Montreal e Quebec.

como escolher o seu intercambio

  • Que país quer conhecer?

Talvez a parte mais difícil e a mais legal, escolher o país é uma decisão que vai mudar a sua vida! Sim, é meio radical, mas escolher o país, principalmente para seu primeiro intercâmbio, é escolher o destino onde você vai realizar seu sonho e conhecer lugares que você sempre quis.

Quem nunca sonhou em conhecer o Grand Canyon ou a Torre Eifel. Então, para sua viagem ser perfeita, escolha o lugar do seus sonhos e embarque no avião.

Dica: Se você não possui condições financeiras em escolher o local que você desejaria, alguns lugares são incríveis e ainda você vai sair economizando, como Malta, Canadá, Irlanda e Argentina.

  • Em que cidade quer morar?

Sim, quando você acha que a parte difícil de escolher o país acabou, vem a parte de escolher a cidade, óbvio. Normalmente as cidades mais famosas tem todos os tipos de cursos de intercâmbio, então a escolha também vai ser feita um pouquinho com o coração.

Recomendamos que você escolha uma cidade com vários lugares legais e com muitas atrações (Quase todas são assim, então complica mais um pouco), como Nova York que tem a famosa Estátua da Liberdade ou a Times Square, ou Toronto, que possui uma das maiores torres do mundo e também possui parques de diversão incríveis como o Canadá’s Wonderland.

malta

  • Qual tipo de curso de idioma no exterior quer fazer?

O próximo passo é escolher qual o tipo de programa que você quer fazer. Existem programas para estudar, trabalhar ou fazer ambos. Clique neles para saber mais informações.

Estudar:

Trabalhar:

Ambos:

high school

 

  • Quanto tempo estudar no exterior?

O tempo que você vai ficar no exterior é influenciado por várias coisas, como o tipo de curso escolhido e a sua condição financeira.

Outro fator importante é o seu tempo disponível, normalmente as pessoas que trabalham fazem um intercâmbio de 4 semanas, já as pessoas que apenas estudam têm a disponibilidade das férias do fim de ano, podendo chegar até 3 meses.

Dependendo do curso, você pode fazer um intercâmbio com até 2 anos de duração.

  • Onde ficar durante o intercâmbio?

Também dependendo do seu destino e o tempo, saber escolher onde ficar no intercâmbio é muito importante.

Se for ficar entre 4 e 12 semanas recomendamos ficar em uma casa de família, além de você treinar seu inglês com as pessoas da casa, você também pode optar por fazer as refeições na própria casa, assim dedicando seu tempo inteiro ao estudo e em conhecer os lugares da sua cidade, e o melhor, é o mais econômico.

Outra opção de moradia é a residência estudantil, que na maioria oferece quarto individual. Banheiro e cozinha são coletivos. Pode ficar dentro da escola/universidade ou em prédios (geralmente) próximos ao local de estudo.

Se for ficar mais de 6 meses, você provavelmente (depende das regras do país) poderá trabalhar, sendo assim fica mais fácil para alugar uma casa.

intercambio

  • Entrar em contato com a melhor agência de todas

Você pode resolver todos esses passos sozinhos, mas caso queira alguma ajuda pode saber que a Travelmate vai te auxiliar do começo ao fim. Para entrar em contato clique aqui e converse com nossos representantes.

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Depois de tudo resolvido, basta pegar sua bagagem e partiu viajar!

Marcelo Gomes - Work&Travel

Marcelo Gomes – Work&Travel

Postado por: Juliana Teixeira/ 358 0

Já pensou em passar suas férias trabalhando em um resort no EUA? O Marcelo embarcou nessa aventura e fez um vídeo contando a experiência!

Aspen é, literalmente, cenário de filme ?

 

Ruan Silva – Work&Travel

Postado por: Manu Cavalli/ 584 1

O Ruan Ribeiro Silva é de Campinas, e realizou o programa de Work&Travel na cidade de Billings, nos Estados Unidos. Olha só o que ele contou sobre a viagem:

 

“Com certeza uma das melhores, senão a melhor viagem da minha vida. Essa experiência fora do Brasil deveria ser obrigatória a todos os jovens, pois com ela evoluímos e descobrimos que o mundo tem muito mais a nos oferecer. O programa superou todas as minhas expectativas e me trouxe muitas vantagens profissionais, pois uma vivência fora do Brasil conta muito para o currículo, não só pela mudança drástica do inglês, mas também pela experiência empresarial em outro País.
Se você quer ter uma vivência fora do Brasil, conhecer outra cultura, se divertir e puder fazer tudo isso se mantendo financeiramente fora no exterior, esse é o programa certo para você. O único problema dessa viagem é que talvez você não queira voltar.”

 

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6 programas de intercâmbio para trabalhar no exterior

Postado por: Manu Cavalli/ 1464 0

Nessa terça-feira, a EXAME.COM publicou uma notícia sobre programas de intercâmbio para trabalhar no exterior. Camila Pati, a autora, listou seis tipos de programas para trabalhar no exterior e o que cada um deles tem a oferecer.  Se você tem vontade de fazer intercâmbio e quer investir em sua carreira, essa é a oportunidade! Sem contar o salário, né?

Programas de intercâmbio que incluem trabalho têm feito sucesso entre os brasileiros. Em muitos casos é possível, além de recuperar o dinheiro investido, ainda garantir recursos para viajar e se manter durante a estada no país.

Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, França, Alemanha e Holanda são alguns dos países para os quais há opções de trabalho que pode ser remunerado ou não.

Confira alguns dos programas que o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann, cita entre os mais procurados na agência.

 

TRABALHO NOS EUA

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O Work & Travel nos Estados Unidos é programa de trabalho mais procurado da Travelmate, segundo Eduardo Heidemann, diretor de intercâmbio. Ele é realizado durante as férias de verão aqui no Brasil e é voltado para universitários entre 18 e 28 anos com conhecimento intermediário, no mínimo, de inglês.

Os jovens passam entre três e quatro meses trabalhando em estações de esqui, hotéis, resorts e restaurantes. A média salarial fica normalmente entre 7,25 e 12 dólares por hora, variando conforme empregador e função.

Heidemann aponta o custo, que não é alto, como o principal atrativo do programa. “Além disso, trabalhando, o jovem consegue recuperar o dinheiro investido e se manter enquanto está lá, além de não prejudicar as aulas no Brasil”, diz.

 

TRABALHO E ESTUDO

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Muitos brasileiros estão preferindo países que permitem que estudantes estrangeiros trabalhem. É o caso de Canadá, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia (foto), em que é possível frequentar uma escola de idiomas, por exemplo, e também trabalhar nas horas vagas.

A busca de emprego fica por conta do estudante, mas há algumas escolas que dão auxílio aos seus alunos interessados em trabalhar. Na Travelmate, programas desse tipo são chamados Work & Study.

 

ESTÁGIO NOS EUA E AUSTRÁLIA

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Interessados em adquirir experiência profissional e que tenham nível avançado de inglês podem optar por fazer estágio. Programas dessa modalidade são para universitários, estudantes de pós-graduação e recém-formados há, no máximo, um ano.

Há vagas em diversas áreas nos Estados Unidos e também na Austrália (foto), segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. “Tem estágio em engenharia, administração, tecnologia, recursos humanos. Mas há maior número de oportunidades nos dois países para trabalhar com hospitalidade e gastronomia”, diz Eduardo Heidemann.

O processo seletivo é feito no Brasil, o jovem já sai daqui sabendo para quem vai trabalhar e há opções remuneradas e não remuneradas que duram de três a 18 meses nos Estados Unidos.

Na Austrália há também estágios pagos e não pagos e a duração pode variar entre um mês e seis meses. Há limite de idade de 35 anos para estágio nos Estados Unidos e 30 anos para estágio na Austrália.

 

AU PAIR E DEMI PAIR

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Os dois são programas de trabalho remunerado, em que o estrangeiro mora com uma família e ajuda no cuidado com as crianças da casa. Nível, ao menos, intermediário de inglês ou do idioma do país de destino é um requisito, assim como experiência prévia no trabalho com crianças.

O trabalho como au pair é integral e há oportunidades nos Estados Unidos, Alemanha, França e Holanda, segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. O estrangeiro recebe, além da remuneração, estadia e alimentação. Nos Estados Unidos, a passagem de ida e volta também é paga pela família contratante. O programa dura, geralmente, um ano, mas pode chegar a dois anos, período máximo permitido. É para quem tem entre 18 e 26 anos, é solteiro e não tem filhos.

Já o programa de demi pair é realizado na Austrália é de meio período de trabalho cuidado de crianças e meio período de estudo obrigatório em escola de inglês. Podem se candidatar solteiros sem filhos que tenham entre 18 e 35 anos.

De acordo com Eduardo Heidemann, mulheres geralmente têm a preferência das famílias, mas homens que sejam qualificados também podem ser aceitos. ” Já tivemos casos de sucesso com candidatos homens também”, diz.

 

TRABALHO NA FRANÇA

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Jovens universitários entre 18 e 26 anos podem participar de programa de trabalho na França voltado para a área de hospitalidade e gastronomia. Dura entre dois e três meses e é feito durante as férias de verão aqui e de inverno lá.

É preciso ter nível de francês no mínimo intermediário para trabalhar em bares, restaurantes, hotéis e estações de esqui francesas.

 

CURSOS PROFISSIONALIZANTES E TRABALHO NO CANADÁ

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“Temos visto aumentar o número de interessados em emigrar do Brasil”, diz o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann.

O país que mais atrai atualmente, de acordo com ele, é o Canadá. O caminho escolhido, geralmente, passa pela matrícula em curso profissionalizante de longa duração nos chamados Colleges, que permitem trabalho durante meio período. “Depois deste curso, o estrangeiro pode ficar até dois anos trabalhando no país e então pode dar entrada no pedido de visto permanente”, diz Heidemann.

Ele explica que muita gente tem levado a família junto. E que a vantagem é que o acompanhante pode trabalhar período integral e os filhos podem ser matriculados no ensino público canadense durante o programa.

 

Se você quiser ver a matéria na íntegra, é só clicar aqui.