agosto 2018

intercâmbio

Como definir a duração ideal do seu intercâmbio?

Postado por: Sirius/ 73 4

Os programas para intercâmbio oferecidos atualmente são bastante variados. Para definir o tempo ideal do seu intercâmbio, a melhor maneira de começar é ter em mente qual é o objetivo principal a ser alcançado com um passo tão marcante e relevante na sua trajetória de vida, que é o seu intercâmbio. Portanto, ter uma meta traçada facilita a sua conclusão sobre qual é o período ideal para o seu intercâmbio.

 

Na maioria dos casos, a questão vai depender principalmente de dois fatores: o curso que você irá realizar (curso de língua, curso universitário ou curso técnico) assim como a fluência que você deseja alcançar na língua estrangeira.

 

Além do curso e da fluência almejada, é preciso levar em consideração outros fatores importantes, como o seu momento de vida, seus projetos atuais e futuros, o orçamento disponível, e claro, o país que você deseja viver essa experiência toda.

 

Reflita sobre questões como:

 

– O que você vai estudar e quais são as condições para isso?

– Qual é o seu nível de conhecimento no idioma e qual é o nível que você pretende alcançar?

– Qual é o objetivo do seu intercâmbio?

– Qual é a sua disponibilidade e comprometimento para se dedicar ao curso ou ao trabalho que você vai exercer?

 

Para aqueles que desejam estudar e trabalhar ao mesmo tempo, é importante ter em mente que normalmente, o intercâmbio terá uma duração mínima de 3 meses. Se o seu objetivo for apenas estudar e se aprofundar em uma língua estrangeira, é possível começar com cursos intensivos de 2 semanas por exemplo. Se você estiver em um nível de iniciante ou intermediário, o período aconselhável para um resultado satisfatório é de seis a nove meses. Esse tempo é suficiente para garantir a assimilação e familiaridade com a língua estrangeira.

 

Se o seu objetivo é, além de aprender uma nova língua, estudar um período da graduação ou cursar uma parte do ensino médio no exterior, o ideal é que a permanência seja de 6 meses a 1 ano, permitindo que você conclua, no mínimo, um semestre escolar no exterior.

 

Seja qual for o tempo de duração do seu intercâmbio, o esforço e dedicação tem um grande peso para a intensidade do seu intercâmbio e para o seu aprendizado final, seja ele acadêmico, profissional ou pessoal. O conselho que você não pode deixar de considerar é sempre buscar otimizar os momentos em sala de aula, os momentos em que você está tentando construir frases, contar histórias, fazer perguntas, assim como os momentos em que você estiver vivendo algo totalmente diferente do que já vivenciou antes. Viver intensamente e prestar atenção em cada um desses momentos fará com que o seu intercâmbio seja transformador para a sua vida.

 

Consultar um especialista em intercâmbio é fundamental para quem deseja tomar decisões acertadas e compatíveis com o seu momento de vida. A Travelmate conta com os melhores profissionais para te guiar nesta trajetória, do começo ao fim do seu intercâmbio. Clique aqui e fale com um de nossos consultores.

 

 

 

 

 

 

 

austrália

5 dicas para quem vai estudar e trabalhar na Austrália

Postado por: Sirius/ 65 0

A possibilidade de estudar e trabalhar ao mesmo tempo, é um dos fortes motivos que levam cada vez mais estudantes a optar por um intercâmbio na Austrália. O país oferece sob algumas condições mas de forma descomplicada, a possibilidade de visto de trabalho para estudantes internacionais. O visto de estudantes é concedido para aqueles que realizarão cursos no país cuja duração mínima é de 14 semanas.

Em resumo, o visto de estudante permite as seguintes condições:

– Para estudantes de cursos de inglês, cursos técnicos e cursos universitários como graduação, pós graduação e MBA, é possível trabalhar 40 horas quinzenais durante o período de estudos.

– Para estudantes de cursos universitários como mestrado ou doutorado, é possível trabalhar sem um limite de horas previamente especificadas.

Segundo o Australian Census, os brasileiros estão entre os imigrantes mais qualificados da Austrália, considerando que mais de 60% dos que vivem no país possuem diploma de graduação. Para os presentes e futuros intercambistas do país, é importante ter em mente que, se tratando de procurar e conseguir um trabalho, nem sempre o diploma vai determinar e direcionar para um emprego previsível, isto é, da sua área de formação.

Como o visto de trabalho para cursos mais populares como graduação, pós graduação, cursos técnicos e cursos de inglês, estabelece um limitador de carga horário para trabalho, é bastante comum que muitos estudantes acabem encontrando e topando um trabalho fora de sua área de formação. Na Austrália, muitas empresas contratam intercambistas para trabalhos de meio período.

As vagas de emprego na Austrália atendem aos mais diversos setores do mercado de trabalho, mas as vagas mais comuns para os intercambistas acontecem nos setores de varejo, turismo, vendas, turismo e hotelaria. Para alguns setores, como turismo e hotelaria, comumente são exigidos certificados específicos obtidos através de cursos rápidos realizados no país.

Considerando que um emprego durante o intercâmbio é um desejo da grande maioria dos intercambistas, e que por ser remunerado, ajuda (e muito) nos gastos, a Travelmate listou 5 promissórias dicas que podem ser decisivas na hora de encontrar um emprego na Austrália.

1. Procure por empregos compatíveis com a quantidade de horas permitidas pelo seu visto

Se você tiver essa limitação, vai ser muito difícil conseguir uma vaga de trabalho que demande grandes responsabilidades ou um engajamento técnico muito alto. Geralmente, as ocupações para quem pode trabalhar somente meio período rondam um mercado um pouco mais informal.
2. Invista em cursos rápidos para se especializar

Determinados empregos na Austrália demandam alguns certificados específicos que podem ser conseguidos de forma rápida e sem tanto esforço. Investir neles irá te impulsionar ao encontro da vaga de trabalho que você deseja pois seguramente fará você se destacar entre os outros candidatos.

3. Ter a própria bicicleta pode fazer a diferença

Alguns empregos, como delivery em empresas como Deliveroo ou Foodora, pedem que os trabalhadores tenham a sua própria bicicleta. A boa notícia é que empresas assim estão constantemente procurando por trabalhadores ocasionais. Boa chance de levantar uma boa graninha.

4. Se cadastre em agências de recrutamento

As agências ou plataformas de recrutamento podem ser decisivas na hora de encontrar um emprego. Muitas empresas na Austrália as utilizam como apoio para preencher as vagas de trabalho. As plataformas mais comuns da Austrália são: Hays, Randstad Australia ou Adecco.

5. Além de se cadastrar em plataformas esperando um contato chegar, procure você mesmo pelas vagas

É possível expandir as buscas através de alguns outros canais. Os empregos part time e trabalhos ocasionais estão listados por toda a parte, basta procurá-los. Sites como Seek, Gumtree, Adzuna ou Career One apresentam diversas vagas para os mais diversos interesses.

Outra dica imprescindível para quem procura emprego, é estar sempre verificando comunicados públicos, como aqueles que ficam expostos nas universidades, supermercados, bibliotecas ou nas vitrines de lojas. Não esqueça ainda, de sempre externar a sua busca e necessidade para as pessoas próximas. Alguém pode acabar de ajudando nessa.

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Vancouver

Vancouver resumida em 10 interessantes curiosidades

Postado por: Sirius/ 75 0

Vancouver pode ser traduzida de várias maneiras. Mas suas características atuais revelam que o melhor adjetivo para definir a cidade é uma palavra que une diversas outras por definição: multiculturalidade. Vancouver se faz presente em qualquer ranking que ouse elencar as melhores cidades para se viver do planeta. Cosmopolita, moderna e multicultural, a cidade é ainda rodeada por montanhas, recheada de praias, florestas, belas paisagens e habitada por um povo pra lá de acolhedor.

Abaixo, estão listadas 10 interessantes curiosidades sobre Vancouver que comprovam, das mais diferentes maneiras, que Vancouver é de fato, um lugar especial.

1. Clima
Considerando que o Canadá tem fama de ser um país gelado nos tempos de inverno, em Vancouver a situação funciona um pouquinho diferente. O clima da cidade é mais ameno. Na realidade, podemos traduzir o clima de Vancouver como “nem tão frio, nem tão quente” considerando os parâmetros canadenses, é claro. No verão, o clima é fresco e bastante úmido, e a temperatura raramente atinge os 30ºC. No inverno, é mais comum que a temperatura chegue a zero graus. Se atingir linha negativa, não deve passar de -10ºC.

2. Grandes tempestades são raras
Já que estamos falando de clima, aqui vai uma curiosidade interessante: é bastante raro escutar raios ou grandes trovoadas em Vancouver, ao contrário do que se está acostumado na área central e leste do Canadá.

3. Qualidade de vida
Em termos de qualidade de vida, Vancouver por diversas vezes foi considerada a cidade com a melhor qualidade de vida do Canadá. O mais interessante disso tudo, é que o próprio Canadá já foi considerado o país com a melhor qualidade de vida do mundo. Em outras palavras, estamos falando da cidade de melhor qualidade de vida dentro de um país com a melhor qualidade de vida do mundo. Nada mal para Vancouver, nada mal para o Canadá.

4. Falou em cruzeiro? Vancouver é especialista
Vancouver possui um dos maiores terminais de cruzeiro de passageiros do mundo. Principalmente entre os meses de maio a outubro, a cidade recebe navios diariamente, e a maioria deles tem endereço certo: chegar ao Alasca. Nos dias de maior movimento, em torno de 15 mil pessoas embarcam e desembarcam nos terminais de cruzeiros de Vancouver.

5. Culinária vasta
Diante de tantas opções, seria necessário uma grande quantidade e diversidade de povos diferentes vivendo em Vancouver para consumir essa vasta oferta gastronômica na cidade. E não é exatamente isso que acontece? A cidade oferece uma quantidade praticamente imensurável de restaurantes servindo pratos típicos da culinária de todos os cantos do planeta. Viva a multidiversidade de Vancouver.

6. Cenário de cinema
Muitos não sabem, mas Vancouver é palco para grandes filmagens do cinema mundial. Inúmeros filmes americanos que pensamos serem filmados por lá, na realidade, aproveitam as lindas e diversificadas paisagens que a cidade e o país oferecem para registrar o cenário e encantar os telespectadores mais exigentes. Prova disso, é o posto de Vancouver no segundo lugar como maior produtor de filmes da América do Norte, perdendo apenas para a praticamente imbatível, Los Angeles. A boa notícia, além da exposição evidente, é que muitos empregos são gerados em função dessa característica da cidade.

7. Vancouver concentra riquezas
Se tratando de Vancouver, o termo riqueza pode ser perfeitamente utilizado em todas as vertentes possíveis para caracterizar a cidade. Mas neste caso, estamos nos referindo a riqueza financeira. Em Vancouver estão os bairros mais caros e as pessoas mais ricas do Canadá. Para se ter uma ideia, ninguém estranha casas sendo vendidas por mais de R$ 20 milhões de dólares.

8. O Greenpeace foi criado em Vancouver
O Greenpeace, organização em defesa do ambiente mais famosa do mundo, é cria de Vancouver, precisamente de um bairro considerado um dos mais simpáticos dos arredores da cidade: Kitsilano.

9. Maior piscina do Canadá
Aproveitando que citamos o adorável bairro de Kitsilano, existe uma outra característica que o traz de volta. É lá que está localizada a maior piscina do Canadá. Curiosamente, a piscina é abastecida com água salgada e possui por volta de 137 metros de comprimento.

10. Um parque imenso, o Stanley Park
Para se ter ideia do tamanho do principal parque da cidade de Vancouver, vamos utilizar como parâmetro um parque que talvez detenha o posto de mais famoso do mundo, o Central Park em Nova York. Gigante, não? Pois é, o Stanley consegue ser em torno de 10% maior. São em torno de 4km2 de área total, o tornando o maior parque urbano do Canadá. No entanto, o Stanley Park vai muito além do seu grande tamanho. Diversos atrativos dão fama ao parque, como as belíssimas paisagens em qualquer época do ano, a vista de um belo skyline de Vancouver, passeios de barco, passeios de trem, piscinas, grandes ciclovias e muito mais.

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intercambista

5 itens indispensáveis para a mala (e vida) de um intercambista

Postado por: Sirius/ 95 0

Independente se a duração do seu intercâmbio for de 1, 6 ou 12 meses, fazer a mala não costuma ser tarefa fácil. Não está sozinho quem pensa que 2 malas de 23kg ou até mesmo 2 de 32kg não são o bastante para levar tudo o que precisamos (ou pelo menos achamos que precisamos). O momento de fazer as malas já marca o início do seu intercâmbio e nós vamos te ajudar a não esquecer do primordial.

 

Os itens essenciais podem variar de acordo com o destino do seu intercâmbio, como por exemplo, se o país escolhido for muito frio ou muito quente. Considerando que o Brasil é um país de clima tropical, e portanto, raramente é atingido por temperaturas negativas, na Europa, Estados Unidos ou Canadá, essa situação é bastante comum. É por isso que aqui vale uma atenção. Vá prevenido! Se no país do seu intercâmbio estiver fazendo muito frio na hora que você for chegar, contrariamente ao que muitos pensam, você não precisa se encher de roupa até ficar praticamente imóvel pra se proteger do frio. É por isso que aí vai a primeira dica:

 

  1. Leve roupa térmica

Acredite, roupas térmicas são as responsáveis por deixar você confortável na hora do contato com o frio extremo. Além disso, elas permitem que você não fique refém de vestir tantas peças que prejudiquem inclusive a sua locomoção. Geralmente, é satisfatório o uso de calça e blusa térmica como segunda pele e apenas alguma peça mais grossa por cima. E mesmo que você não vá para morar em um país tão frio, é provável que você faça viagens que peçam roupas térmicas. Seja comprando a roupa térmica aqui no Brasil ou lá no exterior, não deixe que o frio te pegue de surpresa.

 

  1. Adaptadores

Às vezes, a falta deles pode acarretar em uma desagradável surpresa. Não é sempre que sabemos detalhes do país que estamos indo viajar, como o modelo da tomada utilizado por lá. Porém, ter essa informação facilita. Dessa forma, você já pode levar daqui o adaptador ideal para cada tipo de caso.

 

  1. Remédios regulares

Algumas pessoas fazem uso de medicamentos de forma regular. Esquecê-los não é muito bacana quando você está em um país estrangeiro que muito provavelmente não oferece o mesmo medicamento que você está acostumado, seja pela fórmula, laboratório ou dosagem. Além disso, o preço de remédios no exterior, principalmente na Europa, costumam ser mais caros. Essa questão, no entanto, precisa ser melhor verificada com a companhia aérea, que pode ser a melhor alternativa para indicar a quantidade que pode ser transportada por você.

 

  1. Mochila ou mala pequena para viagens curtas

Durante o intercâmbio, você vai fazer não só uma como várias viagens para lugares próximos de curta duração. Às vezes o destino não será tão próximo assim, mas a demanda por bagagem será pequena. A tendência, durante o seu intercâmbio, é que você desapegue de itens materiais e passe a levar com você cada vez menos itens e peças de roupas. Além disso, levar sempre uma mala de bordo, possibilita os voos low cost. Você vai acabar se apaixonando por essa modalidade de viagem, que no exterior é bastante comum. Ela permite que você voe barato (às vezes tão barato que você quase nem acredita) levando apenas uma bagagem de mão.

 

  1. Kit de segurança

Você deve planejar o seu kit de segurança antes mesmo da viagem começar. É imprescindível que você proteja a sua mala de alguma forma, seja lacrando ou com cadeado. Jamais guarde itens de valor em bolsos externos sem proteção. Caso contrário, infelizmente, não estranhe se eles sumirem. Os cadeados, ainda são importantes e bastante úteis até mesmo depois de você aterrissar e a sua viagem terminar. Eles serão fundamentais para você proteger os seus pertences se você estiver se hospedando em algum hostel, por exemplo, onde a rotatividade e circulação de pessoas é bastante intensa.

 

Por fim, o conselho é obvio mas não custa reforçar: cheque quantas vezes forem necessárias para garantir que você não se esqueceu do seu passaporte, da sua passagem, do visto e de qualquer documento burocrático exigido para a sua entrada no país estrangeiro. No mais, é curtir a sua viagem e garantir que o importante está junto com você!

 

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