Categoria: Depoimentos

Work & Travel nos Estados Unidos: confira o depoimento de nossa intercambista 

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 75 0

O nosso conteúdo de hoje é um pouco diferente – mas muito especial. Uma de nossas intercambistas, a Gabrielle Pimenta, que é estudante de Engenharia Automotiva, fez um depoimento super interessante contando sobre tudo o que ela aprendeu em suas experiências de intercâmbio Work & Travel nos Estados Unidos. Esse é um programa que possibilita trabalhar em outro país no período de férias da faculdade e ela gostou tanto que já viajou duas vezes conosco. 

Não deixe de conferir o relato super completo com informações importantes sobre o destino! E aproveite também para dar uma espiadinha no perfil da Gabi no Instagram. Aliás, ela está super disponível caso você queira tirar mais dúvidas!  

“Quero compartilhar o máximo das minhas experiências para que você aproveite o máximo da sua!” 

 

Ao longo desse depoimento vou apresentar como é essa experiência nos Estados Unidos, e o que precisa saber para sanar suas dúvidas e até as de seus pais – colocando minhas aventuras como exemplos. De início, as principais informações que deve saber é que para participar desse programa é necessário estar matriculado em uma universidade, ter um inglês intermediário ou avançado e ter em mente que o investimento total é entre US$ 3.000,00 e 4.000,00. 

PASSO INICIAL 

O programa oferece vários empregadores espalhados pelos EUA, a maioria são resorts em locais para esquiar. Não tem ideia para onde quer ir? Talvez a cidade mais próxima de um local que sonhe em conhecer. Sugiro fazer uma pesquisa dos empregadores – a agência lhe fornece uma lista com todos os empregadores e vagas disponíveis assim que o programa é contratado (Job Offer) – para saber onde estão, procure fotos para ver como se identifica, tanto com o local de trabalho quanto com a cidade. No mapa veja o que tem para fazer na cidade e nos arredores. 

Lembre-se que ficará quatro meses, e o mais legal da viagem é vivenciar a cultura. Então, anote o que tem de diversão, pontos turísticos, eventos que acontecerão enquanto estará lá, como os X games em Aspen, por exemplo. Até supermercado é bom saber – nunca pensei que a existência de um Walmart me reconfortaria. 

Cidades pequenas também têm muita coisa para fazer, procure onde é a Main Street, geralmente é cheio de bares – local onde irá conhecer muitos americanos, disparado – e restaurantes. As famosas house parties acontecem com frequência. Tenha em mente apenas que se tiver afastado de uma cidade maior, depois de uma semana corrida de trabalho às vezes não terá energia para dirigir 3-4 horas para visitar outras cidades. Mas como o mais empolgante é aproveitar a montanha, é impossível faltar diversão. É importante verificar  como é o passe com o seu empregador, alguns oferecem sem custo e outros cobram uma porcentagem. Geralmente está descrito na Job Offer, um documento fornecido pela agência com as informações sobre as vagas disponíveis.

A cidade que escolhi foi Park City, um dos maiores lugares para se esquiar dos EUA. Tem uma Main Street recheada de bares e restaurantes, outlet, ônibus gratuito da cidade. E o mais sensacional que uma vez por mês tem uma balada que faz um baile funk, dia de matar a saudade de casa e falar muito português! Todo ano acontece o festival Sundance de cinema, onde nossos astros favoritos circulam pela cidade. Um detalhe: para entrar em bares, baladas e comprar bebida no mercado tem que apresentar passaporte e a idade é 21. 

Tem ônibus de linha que leva para Salt Lake City, capital de Utah, por menos de cinco dólares e apenas 40 minutos de viagem; tem aquário, museu, Shopping center, é a cidade dos Jazz, ou seja, jogos da NBA, East High (senário de High School Musical), entre muitas outras coisas que uma capital oferece. 

A ESCOLHA 

 

Com tantos lugares maravilhosos na sua lista de pré-seleção, listo aqui alguns questionamentos e dicas que talvez lhe ajudem a escolher. Por exemplo: consigo juntar todo o dinheiro investido? Como é a prática do inglês? 

A escolha de com quem será a sua viagem acho que é a decisão mais pessoal que irá fazer. Eu escolhi ir sozinha, minha primeira viagem internacional, e fui eu comigo mesma. Meu foco era praticar o inglês e mergulhei com tudo na experiência.  

Não sei expressar o quão gratificante, provei-me ser capaz de tudo; a maior adrenalina foi em menos de 48 horas: tive que encontrar os portões das conexões (para quem já passou por aeroportos internacionais sabe o desespero), tirar dúvidas, pegar os transportes certos para chegar na casa e encontrar o RH do hotel – até pegar no tranco o inglês sai um pouco embolado. 

Para ser mais desafiador, escolhi um hotel que tinha poucas vagas para brasileiros e o trabalho com mais contato com os hóspedes possível; resultado: falei apenas inglês por quatro meses e de bônus aprendi espanhol, pois todos da minha equipe eram Peruanos ou Argentinos e morava com Mexicanos. 

Sei que não é a decisão mais fácil, então se não se sente confiante, e até mesmo disposto faça aquele grupinho maroto de amigos e combinem de ir para o mesmo lugar, a oportunidade de falar inglês vai aparecer – principalmente com uma vaga que tenha contato com turistas e nativos. E se estava com dúvida de ir sozinho, sou a prova viva que conseguirá! 

Beleza Gabi, mas tem muitas vagas que envolvem diretamente esquiar e eu nunca nem vi neve; pois eu também nunca tinha visto, muito menos sabia sobre equipamentos de esqui ou como eram as coisas na montanha. E o meu trabalho era de Ski Valet, todos os dias recepcionando pessoas do mundo inteiro, ajudando a colocar os equipamentos, dando orientações para o dia na montanha, na volta guardar todos os equipamentos. A primeira semana é um pouco “overwhelm”, pois leva um tempo até aprender os esquemas, lembrar de todos os termos em inglês e se acostumar com a rotina, mas nada complicado, tudo que fazemos pela primeira vez leva um tempo para nos adaptarmos. 

O dinheiro é a parte que pega para você? Para a viagem foi me emprestado o dinheiro, ou seja, ao longo das temporadas tive que separar o que era economia, despesas e lazer. A forma mais eficiente, eu diria, de saber se a vaga que deseja vai pagar as contas, ou ficar no zero a zero, é entrar em contato com pessoas que já foram – a agência tem o contato dos participantes de outras temporadas que se disponibilizam a tirar dúvidas.

No Waldorf, hotel em que trabalhei, cada setor tinha um esquema para hora extra, por exemplo, o meu não permitia. Mas Gabi, o que é hora extra? Quando na semana suas horas de trabalho ultrapassam 40 horas, essa quantidade extra você receberá 1,5 do valor por hora; se sua vaga permitir, muitas vezes é mais vantajoso do que procurar um second job. 

Trabalhando próximo de 40 horas por semana, ganhando uns 12 dólares por hora você provavelmente terá juntado todo o valor das despesas no final da temporada, incluindo apenas os gastos antes de embarcar, alimentação e moradia dos 4 meses (eu pagava S$ 500 de aluguel). 

Não se assuste por poucas vagas pagarem mais de 10 dólares por hora, nos EUA é cultural dar gorjeta, principalmente na área de alimentação, a média de gorjeta por hora pode ser até maior que o quanto recebe por hora, mas fique atento a isso. Eu sei que irá querer aproveitar o país, socar as malas de roupas e eletrônicos. E aqui entram as horas extras ou second job; quem tem moradia e/ou alimentação pelo empregador tem alguns dólares de vantagem. 

Em outlet muitos conseguem second job pois eles encaixam suas horas disponíveis, eu fiz alguns turnos de duas horas. Muitos restaurantes contratam também (alguns pedem Food Handler Permit, custa aproximadamente 30 dólares, dura 3 anos e pode tirar online). Se a cidade escolhida tiver vários resorts, é uma boa dica para procurar. 

“Nossa Gabi, mas até agora só falou em trabalho, não quero mais ir só vou trabalhar”! Calma que a parte do Travel eu já conto! Pense, 40 horas são oito horas por dia com dois dias de folga. Só coloquei as informações detalhadas para quem realmente quer uma garantia que é possível pagar toda a viagem e aproveitar. Em minha primeira temporada, trabalhei pela manhã na Old Navy como second Job e de tarde no Waldorf. Por dois meses trabalhei entre 10 e 12 horas por dia. Dediquei-me para ao final da temporada devolver o que me emprestaram, realizar a viagem que tinha marcada e as 3 malas lotadas de roupas que comprei; mesmo assim aprendi a esquiar, sai frequentemente para conhecer os restaurantes e aproveitar a cidade. E ainda fiz uma viagem bem legal pela Califórnia. 

A PARTE DO TRAVEL 

Acredito que todos que pretendem ir para os EUA querem também conhecer os cenários dos filmes, pegar o famoso taxi amarelo, ver o Hoolywood Sign, visitar a Golden Gate, andar de limusine em Vegas, alugar um conversível e fazer uma road trip

Claro que o próprio programa já é uma viagem em si, só de viver na neve é surreal – até hoje ver a imensidão de neve que brilha com a luz do sol me trás uma emoção; mas como uma boa Brasileira, de tudo que listei a única coisa que não fiz foi a parte da limusine. 

Existem várias formas de viajar durante a temporada, mas primeiro vou contar como funciona o visto, pois está tudo interligado, o visto de trabalho para esse programa tem como datas o primeiro e último dia de trabalho. Porém, pode entrar no país antes da data que está no visto e ficar até 30 dias depois do seu último dia de trabalho, chamado de grace period

Antes do começo da temporada aproveitar para viajar vai depender do teu calendário da faculdade, pois as datas geralmente são muito próximas; mas quem sabe uma escala em alguma cidade que queira conhecer e ficar 1 ou 2 dias. Durante o período de trabalho é bem comum fechar um grupo de 5-8 pessoas, alugar um carro no dia de folga e conhecer lugares próximos. É tranquilo conseguir que alguém te cubra (todo mundo se ajuda) ou trocar a escala da semana comunicando o chefe antes para que ele coloque sua folga no dia da viagem. 

Durante a semana, não sendo próximo de feriado ou próximo do fim de ano; pedindo um bom tempo antes, os chefes permitem tirar 2, 3 dias de folga seguidos para fazer alguma viagem mais elaborada.  Por exemplo, meu aniversário é no final de fevereiro, pedi folga de terça a quinta e fui comemorar em Vegas. 

E a viagem no fim da temporada é a que terá mais liberdade, o único limitante é o início das aulas de volta no Brasil. Eu fiz aquela sonhada road trip de melhores amigas pela Califórnia de carro por 12 dias. 

SOLUÇÃO DE (QUASE) TODAS AS DÚVIDAS 

 

Acredito que a primeira coisa é saber que tem pessoas que amam o que fazem te dando o suporte, para mim, essa pessoa foi a Andreia da TravelMATE Juvevê. Ela sempre esteve disponível para todas as dúvidas que eu tinha, até lembro uma vez que me respondeu em pleno domingo. 

Procure grupo de WhatsApp com quem já foi, o grupo South Park City 19/20 tem 125 Brasileiros que estavam na temporada, além de alguns que moram lá, pessoas que foram pela segunda vez – melhor meio de conseguir qualquer tipo de ajuda voltada para a cidade, como funciona, onde morar, onde vai ser as festas, encontrar pessoas nos aeroportos para dividir Uber; foi no grupo que consegui meu second jobFacebook também tem vários grupos da cidade onde publicam aluguel de casas e ofertas de emprego. 

Job Offer é um documento fornecido pela agência com a lista com todos os trabalhos disponíveis para a temporada. Nela tem a descrição das posições disponíveis, valor pago por hora, nível de inglês necessário, fornecimento ou não de moradia. 

As entrevistas para as vagas iniciam por agosto, antes de realizá-las terá que fazer uma prova de inglês na empresa mesmo ou apresentar a nota de teste de proficiência. Pratique para entrevista, pode ser o diferencial para ser escolhido na sua primeira opção. Assim que sair a sua seleção, você terá alguns documentos para preencher e entregar como carta de recomendação. 

Lá no início falei a média de gasto, aquele valor se dá pelo fato de que além do pacote da agência tem os custos com: passaporte (se ainda não tem); passagem de avião; visto e custo da viagem até uma cidade com consulado americano. 

Provavelmente antes de ir, ou chegando lá, terá que pagar o aluguel, então é mais um dinheiro para entrar na conta; taxa SEVIS, uma reserva para gastos das primeiras semanas com alimentação, transporte, roupas de frio, plano de celular do país, dinheiro reserva, roupas de frio – até receber o primeiro pay check. E também, se for ficar mais dias do que a data final de trabalho, tem que lembrar de avisar a agência para fazer o seguro saúde desses dias extras. 

É bom esperar que os documentos do empregador para tirar o visto (DS) cheguem para comprar a passagem – use alertas de passagens em uns 4 aplicativos diferentes, às vezes é mais barato comprar para um aeroporto internacional como LAX ou EWR e comprar separado a escala dentro do país. 

Mas, tenha certeza que tem espaço suficiente para imprevistos; então coloque várias opções de aeroportos nos alertas. Só com o DS em mão consegue agendar o visto; o visto é muito difícil de ser negado e, e é comum fazê- lo em menos de um mês antes de viajar. Com isso em mente, planeje-se na faculdade, há chances de estar em semana de provas na data de ir ao consulado. 

Outra coisa bem comum, não desespere-se, é o passaporte chegar em suas mãos na semana da viagem. Na hora de agendar o visto coloque o endereço de um lugar que terá alguém para receber – eu mandei para a agência. 

Deixe sua mala bem reconhecível, use faixas com desenhos diferentes, tie wraps coloridos, algo que teu olho encontre de longe; ainda mais se tiver escala de 1-2 horas, mesmo que pareça muito tempo, se tiver que ir para outro terminal; até se orientar de como chegar, pegar o metrô certo e/ou ônibus (às vezes com as 3 malas!) pode ser mais desafiador do que pensa. 

Roupas de frio, do que comprei aqui no Brasil, só as segundas pele realmente me foi útil, o resto não era apropriado, mesmo o produto sendo para neve. Se você não tem roupas apropriadas para o inverno, compre lá, leve o que tem de mais quente só para um ou dois dias até comprar. 

Busque se tem brechó na cidade; em Park City tem um lugar chamado Christian Center e sempre tem roupas de marcas, muitas vezes pouco usadas, onde é bem mais barato do que em loja, às vezes até com a etiqueta você encontra. Se você já tem como comprar antes pela internet (lembre do IOF) e mandar para onde irá morar, ou conhece alguém que irá antes e pode receber, é uma boa alternativa. Ou uma escala com tempo suficiente para sair do aeroporto e ir em outlet. 

COMO CRESCI E ME DESENVOLVI COMO PROFISSIONAL NAS MINHAS EXPERIÊNCIAS DE WORK & TRAVEL NOS EUA 

 

É um programa que acredito que todos deveriam ter, todos os aspectos da sua vida irão evoluir, pois: sair de casa, aprender a cuidar de si mesmo, ter uma experiência profissional; tudo isso são responsabilidade que desenvolve as suas habilidades de entrar no mundo adulto. E ainda com um bônus de viajar junto. 

Sempre fui de fazer bem feito os trabalhos que eu me proponho a fazer. Quando acabou a minha primeira temporada meu chefe já falou que eu fiz tudo direitinho e que gostaria que eu voltasse. Quando entrei em contado com o hotel para ir a segunda vez minha vaga já estava garantida. Assim que cheguei em Park City meu chefe me promoveu a supervisora da minha equipe, então era responsável por sete pessoas que faziam Work & Travel, novamente todas falavam espanhol, mas dessa vez foi diferente. Presenciei as pessoas evoluírem como aconteceu comigo na primeira vez. Começar meio perdido no que é para fazer, perceber as diferentes personalidades em um ambiente de trabalho, com o tempo familiarizando-se com o trabalho e ganhando responsabilidade.

Liderar uma equipe, vendo tudo que eu tinha vivido de uma forma diferente, passando minhas dicas, facilitando o trabalho, e às vezes confundindo, pois ninguém pensa igual ao outro ao se deparar com uma situação. A segunda vez me trouxe mais contato com pessoas do hotel, americanos. Eu não tinha apenas que atender os hóspedes, mas também me comunicar com os outros setores. Isso porque meu chefe encerrava as atividades antes do final do turno da minha equipe. Conhecia todos os bellman’s até o GM do hotel. As novas aventuras, com maior responsabilidade me permitiram o sentimento de “Gabi, mais uma vez você conseguiu! E com obstáculos ainda maiores.” Foi incrível mais uma vez. 

Mesmo voltando para mesma cidade, as experiências foram completamente diferentes. Na segunda vez não precisei de second job, pois o salário era maior. Aproveitei mais a cidade, os amigos que fiz, alguns que também foram uma segunda vez. Dessa vez meu roommate era brasileiro, moramos em uma casa de uma família americana, então vi muito o dia a dia deles. Aliás, a dona da casa foi sensacional com a gente, tudo que tinha de interessante na cidade, desde competição de ski até festa na casa com amigos, elas nos convidava; até o carro me emprestava. 

E mesmo com todos os conhecimentos, faz parte da vida, imprevistos acontecerem, mas não deixe de aproveitar bastante sua viagem! Vai ser inesquecível, sempre terá o apoio de muita gente, da agência, amigos que já foram, pessoas no grupo. Portanto, não deixe suas inseguranças lhe impedirem de ir, tudo que te desafia te transforma em uma pessoa melhor. 

Estava no programa quando a Covid surgiu, não pude viajar no final. Muitos receios surgiram e não tinha certeza se iria conseguir voltar para o Brasil, com calma, resolvendo as questões conforme surgiram, voltei. E já vou avisando que o próximo W&T eu irei pois é maravilhoso. Quem sabe nos encontramos por lá! 

Emilim Schmitz – Viagem para Dubai

Postado por: Tatiana Serbena/ 4315 1

#1 – Vamos viajar para Dubai e Austrália?

#2 – Dubai voando Emirates – Vlog de viagem nos Emirados Árabes

#3 – Um dia em Dubai – o que fazer? | Burj Al Arab | Dubai Marina | Souk Madinat Jumeirah

#4 – Abu Dhabi e Dubai – Mesquita | Emirates Palace | Burj Khalifa | Dubai Mall

#5 – Intercâmbio em Dubai – por que estudar inglês nos Emirados Árabes?

#6 – O que fazer em Dubai? – Vô | Burj Khalifa | Mercados

#7 – Australia – O que fazer em Sydney – Opera House, Darling Harbor e mais – Ep.01 | Mercados

Austrália | Melbourne

Duda Flores fala sobre sua preparação de intercâmbio

Postado por: Tatiana Serbena/ 855 0

A Duda vai viajar para a Austrália com a Travelmate e fez um vídeo falando sobre a preparação dela.

Confira:

Juliane Paula Trevisol na Nova Zelândia

Postado por: Tatiana Serbena/ 2327 0

Esse é um relato de experiência pessoal, onde posso garantir que após um intercâmbio você nunca mais será o mesmo, você não terá as mesmas ideias sobre as coisas, você se tornará uma pessoa melhor em todos os aspectos pessoais.

Bom, meu nome é Juliane Trevisol, nasci na cidade de Itá Santa Catarina, cidade a qual vivi por toda minha vida até o ano de 2016 quando dei uma reviravolta em minha vida. Planejando casar, vivendo em uma cidade pacata de apenas 5 mil habitantes, onde tudo acontecia de uma maneira rotineira e a qual não me fazia sentir realizada e completa, faltava adrenalina, faltava emoção, tinha um sentimento que dizia: “vai guria, você pode mais do que isso, vai desistir dos seus sonhos por medo? Pelo que as pessoas dizem? “Eu sabia que não encontraria felicidade se continuasse reclamando da minha vida sem fazer nada para muda-la. Foi o que eu fiz.

Sempre tive um sonho de infância que era realizar um intercâmbio, comentei sobre a ideia com meu futuro marido na época, o mesmo me respondeu: “ Esse é um sonho seu e não meu” Lembro como se fosse hoje, isso significava que eu estava com uma pessoa que não compartilhava dos meus sonhos, e foi exatamente isso me impulsionou a tomar minha decisão, vi que nossos caminhos não estavam indo para mesma direção, decidi terminar o relacionamento, pedir demissão do meu trabalho, vender minhas coisas, resolver assuntos pendentes, e contar para minha família sobre minha decisão, isso foi o que eu fiz. Estava certa do que eu queria e nada e nem ninguém iriam fazer eu desistir. Manter o foco no objetivo é fundamental, não levar em conta as influencias, pois muitos tentaram fazê-lo desistir, ou desejar o seu fracasso, nessa hora você identifica quem são seus verdadeiros amigos, e são aqueles que ficaram ao seu lado quando ninguém mais está.

Após um planejamento e dicas de uma boa agencia de viagens chamada Travelmate de Chapecó, que me orientou sobre a melhor escolha, e quais as possibilidades seriam as melhores para mim eu decidi optar como destino a Nova Zelândia, um pais a aproximadamente 18.000 quilômetros da minha cidade Itá Santa Catarina. Arrumei as malas e com muita vontade de fazer acontecer, embarquei rumo ao desconhecido.

Chegando em Auckland uma das maiores cidades da Nova Zelândia me deparei com um mundo desconhecido, mas cheio de oportunidades, e eu precisava fazer com que as pessoas que aqui viviam percebessem que eu estava aqui, fazer o diferencial.

Após 2 meses procurando por trabalho, distribuindo currículo de porta em porta, consegui meu primeiro emprego em uma loja de cafés chamada Starbucks. Na época eu trabalhava três dias por semana, incluindo sábado e domingo, e estudava de terça a quinta, durante um ano e meio, na mesma empresa fui promovida a supervisora, e a dois meses consegui emprego em um dos maiores bancos da Nova Zelândia.

Recebi muitos nãos, mas a cada não que eu recebia me fortalecia ainda mais, eu sabia que eu conseguiria, eu acreditei em mim. Viver em um país que não é o seu é desafiador, e você precisa manter o pulso firme para não desistir, manter o pensamento positivo e acreditar que o amanhã será melhor que o hoje ajuda muito a equilibrar as emoções, essas que são muitas. A falta da família, dos amigos, da comida que sua mãe preparava, da sua cama, das festas, você irá enfrentar um turbilhão de emoções, mas mantendo o foco é possível ir em frente. A cada vitória é uma conquista, conquista que é somente sua e de mais ninguém.

Hoje sou um ser humano melhor, fazer um intercâmbio faz com que você aceite as diferenças, faz com que você aprenda a pedir ajuda, a dizer obrigada, agradecer e agradecer. Encarar os desafios e medos é muito mais fácil após um intercâmbio, é uma maneira de receber um aprimoramento pessoal vivenciando na pele, você literalmente precisa correr atrás dos objetivos e fazer acontecer, não é como no Brasil que ter uma boa classe social te ajuda em algumas situações, aqui não importa quem você é, se é rico ou pobre, filho de presidente ou não, aqui você é igual a todo mundo, buscando lugar ao sol.

Atualmente estou noiva de um indiano, com quem tenho casamento marcado para o próximo ano além de planos futuros. Ao longo da minha jornada conheci vários lugares e países ao redor do mundo como: França, China, Holanda, Amsterdã, London, Bélgica e claro não poderia faltar a Índia que era o meu maior sonho.

Hoje tenho amigos de toda parte do mundo, vivo um dia após o outro, e com uma nova descoberta a cada dia, a declaração acima é apenas um pequeno exemplo do que um intercâmbio pode trazer e mudar a sua vida, basta acreditar que desbravar o mundo é possível pra quem quer, arriscar sem medo de falhar, aprender com os erros irão te permitir ser feliz.

Certamente a decisão de fazer o intercâmbio foi o investimento mais proveitoso e assertivo que eu poderia ter feito na minha vida, encontrei minha felicidade e minha realização aonde eu jamais pensei que poderia encontrar. Tenho certeza que essa é somente a primeira página do meu livro da vida, tem muito mais por vir, basta lutar e se dedicar para isso.

Malta: Uma Ilha de Amigos – Lígia de Castro

Postado por: Tatiana Serbena/ 1987 0

Olá, sou Lígia, a menina do meio dessa foto. Todas essas pessoas encontrei nessa ilha que, há 6 meses atrás, nem imaginava que seria o destino mais feliz e abençoado.

Tudo começou no ano de 2016, quando a ideia de realizar um intercâmbio voltava de novo à cabeça, fui em uma, duas, cinco agências até que conheci a Luiza, na Travelmate.

Decidida a viajar e estudar, tinha algumas opções em mente: Irlanda, África do Sul e até Estados Unidos. Até que Luiza apresentou a combinação perfeita: praia + calor + preço acessível e paisagens paradisíacas. Fechamos uma experiência única ali!

Quando o avião aterrissava ao meio dia, em uma ilha, em pleno verão europeu, só pensei: “Essa foi a melhor decisão da minha vida”. E, realmente, foi.

A ilha de Malta é linda, água azul cristalina, vida noturna agitada, muitos turistas de todos os lugares do mundo, vento (muito vento) e maioria dos prédios e casas são construídos com pedra calcária, o que dá à ilha a mesma cor.

Fiquei no bairro Swieqi, próximo do centro, de mercados, restaurantes e das festas. Uma vizinhança de estudantes. Obrigatoriamente tranquila, até mesmo porque os guardas noturnos estavam sempre alertas.

O transporte público tem ótima estrutura e o ticket (2 euros) vale por duas horas, o que é muito bom para fazer o trajeto de um ponto turístico a outro. Mas não pense que o tal “horário britânico” se estende por toda a Europa. O ônibus demora.

Em relação aos preços, mercado (exceto, carne e salada) é mais acessível comparado ao Brasil, passagens aéreas, roupas, calçados e, claro, chocolate, também.

Para quem gosta de festa, não deixe de passar pelo bairro de Paceville, uma rua/escadaria repleta de casas noturnas com diversos estilos musicais. E, o melhor, entrada gratuita e vários “free drinks”.

Depois da balada, em qualquer dia e horário, não se preocupe em caminhar pelos bairros, Malta é extremamente segura.

Na ilha, o idioma oficial é o maltês, mas 99% de sua estadia você irá ouvir inglês, afinal, todo mundo fala inglês e muito bem. Assim, caso seu objetivo seja como o meu, aprender o idioma britânico, Malta é o ambiente perfeito: variedade de sotaques e professores qualificados.

E, para finalizar, não poderia deixar de indicar os locais mais bonitos do país e suas ilhas: Comino/Blue Lagoon (travessia por barco), Gozo (travessia por ferry), passeio de barco por Blue Grotto, a belíssima capital Valleta, a noite romântica em Mdina, a feirinha de Marsaxlokk, a prainha de Paceville, a pitoresca Popeye Village, o bairro de Saint Julian’s e algumas das 360 igrejas distribuídas por toda ilha.

Para auxiliar no transporte, uma sugestão é alugar um carro (30 euros/dia) ou quadriciclo (50 euros/dia) e atravessar a ilha, são apenas 316 km². Mas atenção, em Malta o trânsito é mão inglesa e os motoristas não têm muita paciência com os novatos condutores.

Lígia de Castro – Jornalista

Larissa Cavallini em Cape Town

Postado por: Tatiana Serbena/ 1576 0

Eu gostaria de compartilhar com todos a experiência que eu tive a oportunidade de vivênciar,  um intercâmbio para Cape Town na África do Sul. Confesso que meu único mês lá me fez crescer muito como pessoa.

Eu não tinha muito dinheiro para fazer essa viagem mas era uma necessidade para prosseguir na minha carreira.  Então a Travelmate me deu uma grande oportunidade por uma quantia acessível ao que eu teria na época. Fui com o único e exclusivo objetivo de aprender inglês,  nem sequer procurei pontos turisticos ou passeios porque eu pensava q meu dinheiro não seria o suficiente.

A aventureira dentro de mim não me deixou sentir medo em momento nenhum. Conseguia sentir a adrenalina correndo nas veias,  a ansiedade de pegar o avião e viajar pra tão longe tomava conta de mim.

Cape Town me trouxe o modelo de paraíso em cada pôr do sol,  me trouxe o verdadeiro sentido de irmandade,  fiz amigos lá que mesmo longe sempre estarão presentes na minha caminhada,  seja relembrando uma foto de um momento engraçado ou organizando uma visita surpresa pra alguém.

A LAL me ensinou que você nunca é inexperiente demais para ensinar assim como nunca experiente demais para aprender. Meus colegas lá me ensinaram sobre suas culturas,  sobra suas religiões,  sobre suas comidas e esportes,  e a cada momento eu me apaixonava mais e mais pelo nosso mundo,  pelas nossa pessoas,  nossos irmãos.

Eu vivi coisas lá que eu nunca imaginei viver,  sendo sobre conhecer o vinho que servirão em minha taça até acariciar um pinguim ou ir a um show de um cantor famoso no mundo inteiro.

Eu agradeço a Luiza da Travelmate que fez com que a pior barreira não me impedisse de fazer essa viagem. Sinto por ter estado na sua presença apenas uma única vez mas te agradeço por não ter feito a distância entre nós um obstáculo para a venda.

Cape Town é o paraíso que todos podemos ter nas mãos nem que seja apenas por 30 dias. Um dia irei retornar,  porque lá deixei um pedaço de minha alma.

Larissa R Cavallini

Lucas Paes em San Diego

Postado por: Tatiana Serbena/ 1246 0

Meu intercâmbio foi uma experiência de aprendizado e auto-conhecimento, fui morar em San Diego por seis meses para realizar 4 cursos profissionais oferecidos pela Stafford House. Só pelo fato de eu ter escolhido ficar em um quarto compartilhado já era um desafio, antes da viagem já começam a surgir aqueles pensamentos “e se eu não gostar da pessoa com quem eu vou dividir o quarto?”, “e se ela for muito porca?”, acredito que todo mundo se pergunta essas coisas, mas no meu caso deu tudo muito certo, acabei virando melhor amigo da pessoa e ainda mantemos contato, então recomendo muito essa experiência, porque ela te faz sair da zona de conforto. Como eu disse no início, meu motivo principal eram os cursos, mas fiz muito mais que isso, fiz amigos que eu vou levar pra vida toda, vivi coisas incríveis e histórias que quem não estava lá provavelmente não vai acreditar, ganhei uma carta de recomendação da minha professora por um trabalho de marketing, adquiri experiências e habilidades novas, aprendi a conviver com pessoas de outras partes do mundo, respeitar todas suas culturas e melhorar ainda mais minhas habilidades no inglês.

Sou muito grato especialmente a Luiza e a Renata da Travelmate que estavam praticamente 24h a minha disposição, sempre perguntando se estava tudo certo ou se eu precisava de algo e prontamente resolveram todos os pequenos problemas que eu tive lá e me deixaram muito seguro de tudo. Desde a primeira reunião que tivemos quando eu ainda estava decidindo meu intercâmbio, mesmo sendo jovens, elas me passaram muita segurança, confiança e experiência, além de serem muito modernas hahaha, não teria escolhido outra empresa para ter me levado pros EUA, recomendo muito a Travelmate, para quem está pensando em fazer um intercâmbio, dê uma passada lá pra conversar com as gurias, que sempre tem cafezinho e as vezes chocolate. Deixo aqui meu muito obrigado por tudo! E até a próxima!

Lucas Paes.

Depoimento Amanda Coletti | Voluntariado África do Sul

Postado por: Marketing Travelmate/ 2863 0

A Amanda fez um intercâmbio para trabalhar como voluntária na África do Sul e contou um pouquinho da experiência:

 

“Fazer parte do projeto Big 5 foi com certeza a melhor escolha que eu poderia ter feito. Ser voluntário foi sair da zona de conforto, acordar cedo todos os dias com um objetivo a ser cumprido e ir dormir eternamente grata por todo o aprendizado, experiências e momentos de vida que só poderiam ser vividos lá! Foi acordar todos os dias no meio da noite escutando os leões rugindo e no 15• dia ainda ter um sorriso no rosto achando isso a coisa mais sensacional no mundo. Foi uma mistura de sotaques, aprendizados e  experiências. Volto pra casa com mais de 40 amigos espalhados pelo mundo (já estamos planejando a próxima viagem juntos!), sensação de dever cumprido e vontade de contribuir muito mais, afinal quem mais aprendeu com tudo isso fui eu mesma.. um pedacinho de mim ficou na África do Sul!”

 

 

  

  

Depoimento da Andressa e Laressa Basseti | Intercâmbio em Vancouver

Postado por: Tatiana Serbena/ 1196 0

A Andressa Basseti e Laressa Basseti fizeram seu intercâmbio em Vancouver e contam um pouco de como foi a viagem:

“Nós passamos um mês em Vancouver no Canadá e foi uma experiência incrível! Acredito que por ser um país multicultural as pessoas estão acostumadas a receber gente de fora. Todo esse ambiente facilita muito na hora que de praticar o inglês, pois todos são bem receptivos e prestativos. A cidade é linda, é bem diferente do que estamos acostumadas e acho que é isso que deixa tudo mais apaixonante: ver o sistema de transporte funcionando, ver as pessoas respeitando as leis, cuidando da própria cidade, praticando cidadania de verdade. Tivemos a chance de visitar duas cidades próximas (Victoria e Whistler- tivemos a chance de ver neve pela primeira vez) e ambas não decepcionaram! Existem várias opções de passeio, não ficamos um dia sem conhecer alguma lugar novo, um lugar mais espetacular que o outro. Todos as pessoas que possuem chance de fazer um intercâmbio, independente se for durante 1 mês, 6 meses ou 1 ano, devem fazer, é uma experiência riquíssima, inspiradora e que nunca será esquecida.”

Os intercâmbios de Caroline!

Postado por: Marketing Travelmate/ 1571 0

Quem já fez intercâmbio sabe, sempre dá vontade de ir de novo, né? A Caroline Rissi concorda e, por isso, realizou dois intercâmbios pela Travelmate Chapecó! Em 2016 foi à Nova Zelândia, para o famoso High School. Dois anos depois, como presente de aniversário de 18 anos, ganhou um mês de curso de inglês na Cidade do Cabo, com a prima Nathália. Olha o que ela achou:

 

“Um presente que se transformou em uma viagem inesquecível! Ter tido a oportunidade de conhecer uma nova cultura, entender toda a historia e o sofrimento de uma nação com o apartheid, foi com certeza algo que fez com que eu refletisse sobre a vida e entendesse melhor pelo que realmente passaram. Além de conhecer uma nova cultura, ter feito amigos de vários lugares do mundo foi incrível! Fui com o objetivo de aprimorar meu inglês, mas na verdade voltei com uma bagagem MUITO maior, cheia de memórias e aventuras sensacionais e pessoas que fizeram desse 1 mês maravilhoso!!! Além de tudo isso, Cape Town é uma cidade encantadora e cheia de contrastes. A vibe africana não tem igual, as praias, paisagens, a natureza em geral é única, cada lugar com sua beleza particular. Com certeza é um lugar que eu voltaria para conhecer melhor e criar novas memórias e viver mais aventuras que ficarão para sempre na minha vida! Uma experiência maravilhosa, com a melhor companhia de todas e vai deixar saudade!!”

 

Tá esperando o que para fazer o seu? Entre em contato!

  

   

 

 

mates pelo mundo

MATES PELO MUNDO #2 Arieta em Auckland.

Postado por: Tatiana Serbena/ 1455 0

No segundo post da série Mates pelo Mundo, a nossa amiga Arieta foi para a Nova Zelândia, conhecer a maravilhosa Auckland.

Viajou com a Travelmate e quer fazer seu relato? Preencha o formulário no fim do post.

Agora vamos saber tudo sobre a viagem da Arieta.

Informações

  • Nome: Arieta da Fonseca Arruda
  • Idade: 32 anos
  • Profissão: Jornalista e hoje coordenadora de Marketing do Grupo Expoente (setor: Educação).
  • Programa que escolheu fazer: Study & Work travel
  • Cidade que viajou: Auckland – Nova Zelândia
  • Data da ida e volta: agosto de 2016 a fevereiro de 2017

 

  • Por que decidiu fazer intercâmbio? 

Decidi fazer um intercâmbio, pois desde adolescente tinha esse projeto como um sonho, mas ainda era distante para mim pela questão financeira. Acreditava ser muito caro, difícil e distante de mim. Foi quando me decidi construir esse projeto com meu investimento, me planejando e deu certo, depois de dois anos de construção.  Queria ter essa experiência no exterior, pois percebia a necessidade de saber inglês e juntar o fato de que viajar ser uma das grandes minhas paixões.

 

  • Como foi a reação da sua família ao saber que queria viajar? Te apoiaram?

Eles me apoiaram muito, pois perceberam que era meu sonho sendo realizado.

 

  • Por que escolheu a Travelmate?

Por indicação de uma amiga, pois a confiabilidade neste segmento é super importante, pois trata-se de um serviço de risco e que mexe com os sonhos das pessoas.

 

  • Como chegou a decisão da cidade escolhida?

Pesquisando as cidades que falavam inglês e que permitiam estudar e trabalhar 20h semanais, e que fosse um destino menos comum que Europa e Estados Unidos, por exemplo. Cheguei na pesquisa em Auckland e me apaixonei pelo país da Nova Zelândia, pela cultura, natureza e pessoas acolhedoras. Não errei. Sou apaixonada por aquele país e tenho muito carinho e saudades de lá.

 

  • Por que você escolheu o programa que você fez no intercâmbio?

Para poder estudar inglês, que era o meu maior foco e também ter a oportunidade de trabalhar para custear o restante da viagem. E o período foi a decisão pelo custo que era possível ser custeado.

 

  • Como foi sua adaptação no país? Tem alguma curiosidade que gostaria de contar?

Foi incrível. Tenho facilidade de me adaptar e amei as pessoas por lá, o país e a natureza do local. Mas a comida foi um choque por ter muita influência da Ásia, o que não estava acostumada e não me agradou o paladar. Mesmo assim amei a experiência, pois trabalhava em um restaurante lá e aprendi muito sobre gastronomia, que também sou apaixonada.

 

  • Conheceu novos amigos?

Fiz muitos e valiosos amigos do mundo todo, conhecendo culturas, histórias de vida e perfis de todos os jeitos. As pessoas que cruzaram meu caminho foram incríveis e me fizeram ainda mais feliz nesta experiência. Muita gente me ajudou, me acolheu, me ofereceu amizade e ensinamentos que jamais ganharia se estivesse parada em minha zona de conforto. Ganhar o mundo me deu ainda mais confiança de que precisamos olhar fora de nós mesmos e sermos humildades diante da grandeza que os nossos olhos podem conhecer e ao mesmo tempo perceber o quão forte e valorosos somos quando acreditamos em nosso potencial.

 

  • Sua experiência foi como você imaginava?

Foi muito mais intensa, para o lado bom e o lado difícil, foi um grande desafio trabalhar uma área totalmente diferente da que eu tinha experiência. Sou jornalista formada há 10 anos, trabalho com Marketing e sou especialista em Gestão da Criatividade e Inovação. Amo minha área, mas queria um desafio novo e avançar no idioma: inglês. E isso foi uma área de muito aprendizado. Muito pesado, difícil, desafiador, mas hoje vejo o quanto estou mais forte para enfrentar os desafios da vida, pois trabalhei muito minha resiliência, meu foco, meu profissionalismo. Me dediquei muito mesmo fazendo algo que não me fazia realizada no dia a dia. Limpava o chão, lavava louça, fazia comidas e tirava o lixo. Fiz isso com muito respeito, humildade e dedicação. Hoje admiro ainda mais quem faz isso diariamente para se sustentar. Fiquei feliz com o resultado em minha vida e com as amizades que fiz no trabalho. Aprendi o verdadeiro significado do trabalho em equipe. Foram pessoas valiosas que encontrei.

No aprendizado de inglês evolui muito e fiquei extremamente feliz com isso, pois tinha dificuldade. Também lá aproveitei para estudar business e inovação na educação. E, claro, viajar por aquele país que é espetacular, visitei lugares que jamais pensei que existissem. A Nova Zelândia tem uma força, uma natureza incríveis, cenários cinematográficos e intocados. Um país extremamente seguro e com pessoas maravilhosas.

 

  • Pretende fazer intercâmbio de novo? Para onde e por que?

Ainda não tenho nenhum plano. Mas viajar para o exterior, com certeza. Próximo destino deve ser Ásia e, depois, Havaí.

 

  • Qual a mensagem que você daria para quem sonha em fazer intercâmbio?

Invistam e se planejem neste projeto que vale a pena cada centavo, pois é na experiência de vida que temos o nosso maior patrimônio.  Conhecimento, experiência, amigos e background ninguém tira da gente. Isso nos faz melhores como seres humanos e é uma grande contribuição para a carreira profissional.

Confira fotos da travel:

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mates pelo mundo

MATES PELO MUNDO #1 – Ana Paula Sartorelli, um sonho em Toronto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 1715 0

Hoje começamos a nova série de postagens, que vai ter como objetivo conversar com nossos mates e saber tudo sobre a viagem deles: Seja bem-vindo ao Mates pelo Mundo!

No primeiro relato do Mates pelo Mundo, conversamos com a Ana Paula e fizemos algumas perguntas para ela que decidiu realizar o sonho dela e ir para uma das cidades multiculturais do Canadá, Toronto! E melhor ainda, foi com seu namorado.

Conheça um pouco mais sobre a história da Ana Paula e toda a sua aventura pelo Canadá.

Viajou com a Travelmate e quer deixar seu depoimento em nosso blog? Basta preencher o cadastro no formulário que está no fim do post, mas antes disso, vamos ver tudo sobre a viagem da Ana Paula!

 

Mais Sobre a Ana

  • Nome: Ana Paula Sartorelli
  • Idade: 29 anos
  • Programa que escolheu fazer: Curso de Idiomas
  • Cidade que viajou: Toronto – CA
  • Data da ida e volta: 08/12/2016 – 31/12/2016

 

  • Por que decidiu fazer intercâmbio?

Meu namorado queria muito fazer curso de inglês fora, e como eu também estava em um momento no qual necessitava aperfeiçoamento no inglês resolvi aproveitar a oportunidade de estudar e conhecer um país no qual sempre ouvi falar bem.

 

  • Como foi a reação da sua família ao saber que queria viajar? Te apoiaram?

Minha família ficou muito feliz e me apoiaram muito.

 

  • Por que escolheu a Travelmate?

Meu namorado e eu fizemos muitas pesquisas e quando fomos à Travelmate ficamos muito satisfeitos com o atendimento, foi o local que mais nos falou sobre o programa e ainda tinha o melhor valor.

 

  • Como chegou a decisão da cidade escolhida?

Minha irmã já esteve em Toronto há dois anos e falou muito bem da cidade e também fizemos pesquisa na internet e acabamos decidindo por Toronto por ser uma onde precisa de profissionais da minha área (enfermagem) e do meu namorado (T.I).

 

  • Por que você escolheu o programa que você fez no intercâmbio?

Pelo valor e também para conseguir conciliar o curso de inglês com momentos de folga para explorar a cidade.

 

  • Como foi sua adaptação no país? Tem alguma curiosidade que gostaria de contar?

Nossa adaptação foi muito boa, é uma cidade muito acolhedora, as pessoas são simpáticas e recebem muito bem os turistas. Como viajamos em dezembro lá era inverno, então pegamos aquele frio com muita neve (que por sinal é muito linda), apesar de sofrer muito no frio eu consegui aproveitar cada minuto, pois a cidade é realmente maravilhosa.

 

  • Conheceu novos amigos?

Conheci muitas pessoas, Toronto é uma cidade repleta de turistas do mundo todo. Entre tantas pessoas, em nosso homestay tinha um casal de francês Paul e Hèlenè pessoas bacanas, simpáticas, engraçadas, este casal nos acolheu como irmãos, como já estava há um mês lá nos acompanharam por vários lugares.

 

  • Sua experiência foi como você imaginava?

Minha experiência foi muito melhor do que eu esperava. Tivemos a oportunidade passar o natal com a família canadense do nosso homestay foi inesquecível. A pessoa que nos recebeu em casa foi um paizão já no primeiro dia nos levou conhecer o bairro, nos mostrou onde era a escola como chegar até ela, enfim resume-se em um pai mesmo. A experiência pode resumir em INESQUECÍVEL.

 

  • Pretende fazer intercâmbio de novo? Para onde e por que?

Assim que possível pretendo fazer novamente, pois o período que fiz agora foi curto, para que eu possa ter o inglês fluente preciso ficar mais tempo. Eu a princípio voltaria para Toronto mesmo, foi realmente encantador. No entanto, como gosto de conhecer novos lugares: Nova Zelândia, Vancouver pode ser outra opção.

 

  • O que mudou depois que você voltou do intercâmbio? Mercado de trabalho, pensamentos, ideias, etc.

Meu inglês apesar do pouco tempo melhorou um pouco. Mercado de trabalho por enquanto não. No entanto, aquela vontade de viajar e conhecer novos países tornaram-se um desejo constante.

 

  • Qual a mensagem que você daria para quem sonha em fazer intercâmbio?

Primeiramente o melhor presente que podemos nos dar é VIAJAR.

Viajar é a única coisa que compramos e nos faz mais ricos, pois uma viagem seja de um final de semana, um mês ou um ano, é sempre enriquecedor. Conhecer novos lugares, pessoas, culturas é ter uma vida rica em referências, ter coisas boas para compartilhar. Então só posso dizer a quem sonha em fazer intercâmbio: vai sem medo de ser feliz, aproveite cada minuto que a experiência do intercâmbio vai te proporcionar. Aprenda, divirta-se, faça novas amizades, porém, não esqueça as velhas e quando você voltar terá muitas coisas boas para compartilhar.

Confira as fotos da Ana Paula no seu intercâmbio:

Acho que estava frio lá, ein?

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Adriane Bavaresco em Barcelona | Depoimento da ganhadora do Chef Ver Mais

Postado por: Tatiana Serbena/ 2603 0

A Travelmate participou do Chef ver Mais e como premio para o ganhador, estava dando uma viagem para Barcelona, com um curso de espanhol + cooking por 1 semana, e a ganhadora foi a Adriane, que deixou o depoimento dela e algumas fotos.

Palavras são pequenas para descrever o quão eu sou grata pela oportunidade de viajar com a TravelMate. Os momentos vividos neste viagem estão eternizados em minha memória, pois foi uma experiência única. Existem coisas na vida que acontecem por acaso, uma delas foi a oportunidade de fazer o curso de Técnico em Cozinha na escola Cedup. Juntamente com essa oportunidade, veio a de participar do Chef Ver Mais que era um concurso no qual deveríamos demonstrar nossas habilidades culinárias e, aquele que mostrasse ser o melhor, ganharia uma viagem internacional com um Curso  de culinária mediterrânea e um curso de espanhol da agência TravelMate.
Eu resolvi participar do concurso para dar um apoio ao professor Rafael e não imaginava que seria a vencedora do mesmo.
A oportunidade de conhecer outras culturas, adquirir novos conhecimentos e ter contato com novas pessoas foi maravilhosa. Eu fiquei muito lisonjeada perante a tudo isso e sou muito grata a TravelMate por ter me proporcionado esta viagem inesquecível.
 
Bjos
Confira as fotos da viagem:
Nada melhor que cozinhar em Barcelona, não é mesmo?
Quer realizar esse sonho? Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e faça seu intercâmbio!

Depoimento de Work&Travel em Aspen

Postado por: Tatiana Serbena/ 1554 0

Minha experiência com o Work&Travel foi incrível. Eu fui para Aspen, Colorado, e acho que foi a melhor escolha possível. Eu trabalhei em uma loja e morei com outras três meninas da América do Sul, o que me ajudou a melhorar tanto meu inglês quanto meu espanhol. Tive uma experiência incrível. Aprendi a fazer snowboard e também tive a oportunidade de viajar para outros lugares. Ir para as montanhas é algo que todos deveriam fazer um dia. Eu conheci pessoas muito legais e fiz amigos para a vida toda. Ter uma experiência tão cultural é algo único e um must-do. Eu fiquei muito feliz de voltar, mas mais feliz ainda em saber que tive uma segunda casa em um lugar tão bonito e especial. Eu aconselho esse tipo de programa para quem gosta de aventuras e gostaria de melhorar um idioma, vale muito a pena e é inesquecível. Se eu pudesse, sem dúvidas, faria de novo.

Obrigada Mirtes, por tudo, quero te encontrar e contar tudo!

Tais Danieli Paris, temporada 2016/2017.

Veja algumas fotos da viagem:

work&travelwork&travel

work&travel em Aspen

work&travel

 

Quer saber como funciona o Work&Travel? Clique aqui!

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malu

Malu Tulio – Último post!

Postado por: Marketing Travelmate/ 1210 0

Como tudo que é bom dura pouco, o intercâmbio da Malu chegou ao fim :'(  Mas o lado bom é reencontrar a família e dormir na nossa própria cama, né 😀

A Malu mostrou o último dia dela em Denver e sua volta pra casa!

 

A Travelmate espera que todos tenham gostado de acompanhar a aventura de nossa intercambista, sentiremos saudades dos seus vídeos, Malu!

malu tulio

Malu Tulio – High School EUA

Postado por: Marketing Travelmate/ 1484 0

Sempre teve curiosidade em saber como é a vida de um intercambista? A Malu fez um tour pela escola e pela casa para a gente acompanhar de pertinho a experiência dela! Olhá só:

 

 

 

Thiago Sotto - Work&Study

Thiago Sotto – Work&Study

Postado por: Marketing Travelmate/ 1122 0

O Thiago se aventurou em um programa de Work&Study na Irlanda e estudou na ISI General English, tudo isso com a ajuda da TM Maringá! Olha o que ele achou:

 

“Há quatro meses eu nunca pensava que o que aconteceu comigo aqui na Irlanda aconteceria. Foram tantas coisas, tantas amizades que conquistei, tantos lugares que fui, tantas experiências. E quem diria que tudo isso teria um começo quando eu decidi que queria viajar para o exterior. Entrei em contato com a Minds que me passou o contato da Débora da Travelmate. Foram muitas opções até vir a Irlanda. Confesso que não conhecia o país e mesmo assim fui para essa aventura e, quem diria, de tudo que aconteceu parece até que se passou um ano. Primeiro mês tive a oportunidade de estudar na ISI, uma escola muito boa em que aprendi muita coisa, além também de procurar emprego e acomodação. Segundo mês conquistei algo que nunca pensei que pudesse conquistar. Um cargo dos sonhos em uma empresa multinacional. Foi de lá que passei um dos melhores momentos na minha vida em que conversei com gente de todo mundo, além também de ter tido a oportunidade de viajar para outro país. Posso dizer que me sinto realizado depois de tudo isso. Quem diria que vir para a Irlanda era a escolha certa. Voltarei em breve ao meu país com o sentimento de dever cumprido. Certamente nunca esquecerei do que passei aqui na terra do Leprechaun.”

 

 

Thaís Bandeira - Curso de idioma

Thaís Bandeira – Curso de idioma

Postado por: Marketing Travelmate/ 1128 0

A Thaís, com a ajuda da Debora, da TM Maringá, foi aprender inglês na Omnicom Toronto, no Canadá! Olha o que ela achou:

“Minha viagem a Toronto foi surpreendente! Confesso que nunca tive um interesse especial no Canadá ??, mas esse belo país conquistou meu coração pela educação das pessoas e pela grande importância dada à acessibilidade, mostrando que o Canadá dá oportunidade a todos. Estive por um mês na Omnicom School of Languages / Stafford House estudando Business English com meu prof Rob e meus colegas do Japão, do Brasil e da China e pude expandir meu vocabulário e corrigir defeitos que “todo brasileiro comete quando fala inglês”, como dizia Rob! “A diferença de quem completou um curso de inglês e de quem tem fluência é a pronúncia e o vocabulário”, e disso saí satisfeita e instigada a continuar a aperfeiçoar meu inglês. Além disso, temos a oportunidade de conhecer lindos lugares como Niagara Falls, Algonquin Park, Quebec, Montreal, Ottawa, Nova Iorque, Chicago e a divertida Wonderland. Fiz quase todos os passeios, para deixar a viagem ainda mais inesquecível! Pretendo voltar o quanto antes, quem sabe da próxima vez para estudar francês em Ottawa, mas com certeza dando um pulinho em Toronto pra matar a saudade.

Obrigada à Minds / TravelMATE por toda assistência prestada. Só tenho elogios à equipe, meus parabéns!”

 

 

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Antonia Furlanetto – High School

Postado por: Marketing Travelmate/ 1230 0

A Antonia está em Ottawa, no Canadá. Com a ajuda da Gabriela, da TM Chapecó, ela está realizando o sonho de fazer High School no exterior!

“Oi, meu nome é Antonia! Estou fazendo intercâmbio em Ottawa, no Canadá, e tem sido uma experiência incrível! Cheguei aqui a uma mês e meio, e desde o início minha família tem sido muito acolhedora, assim como o pessoal da escola, que diferente do que eu estava pensando, sempre estão fazendo eu me sentir bem no colégio. Eles também são bem abertos a novos relacionamentos, mas quem precisou dar o primeiro passo e ir falar com eles fui eu (confesso que foi um pouco difícil)!

Por mais que todo mundo fale que não seja bom sair com brasileiros durante o intercâmbio, tenho saído bastante com eles, e não vejo que isso tenha prejudicado meu inglês. A maioria da galera é de Curitiba, e os conheci no início do intercâmbio mesmo. São pessoas muito legais, e espero continuar a amizade depois da viagem.

Minha família é composta por uma mãe, um pai e outra intercambista italiana. Eles são maravilhosos, e sempre proporcionam coisas que sabem que eu gosto. Sempre gostei muito de culinária, meus hosts sempre pedem pra eu cozinhar algo do Brasil, e isso é muito legal! Eles amaram brigadeiro, minha host já comprou leite condensado umas três pra eu fazer de novo pra ela.

Meu primeiro dia na escola foi um pouco difícil, porque não conhecia ninguém, mas aos poucos foi melhorando. Minha aula começa 9:05 e termina 15:15. Sobre as disciplinas, tô tendo que fazer matemática, química e inglês pra poder validar no Brasil, e a quarta, que eu pude escolher, é fitness class (gosto muito, mas tô sempre morta no fim do dia ahaha).

Nesse último fim de semana fui na casa de uma amiga canadense com mais outras duas amigas (canadense e espanhola) esculpir abóbora, pois está chegando o halloween e eles levam muito a sério aqui (mal posso esperar pelo dia 31)!

Sou muito grata a minha família por ter me proporcionado essa experiência incrível, assim como à equipe da travel, que foi maravilhosa em todos os momentos!”

 

Sue Ellen Cruz - Curso de Idiomas

Sue Ellen Cruz – Curso de Idiomas

Postado por: Marketing Travelmate/ 1125 0

Tem lugar melhor no mundo para aprender francês do que a terra do Croissant? A TM Campinas levou a Sue Ellen para aprender na escola France Langue, em Lyon, França. Olha o que ela achou!

 

“Un coup de foudre: é um fascínio súbito, uma revelação repentina de beleza, ou do carácter extraordinário de algo ou alguém.”
Foi assim na minha primeira aula de francês.
Fiquei encantada com a melodia e a elegância da língua. Foi assim a primeira vez que estive em Paris.
Era como estar em um sonho: voltei completamente apaixonada pela cidade. E foi assim também nesse intercâmbio de verão em
Lyon: uma cidade linda, acolhedora e encantadora. Lá, eu descobri que o meu “coup de foudre” é mais forte do que eu imaginava, não é só pela língua ou por Paris, é pela França e tudo que ela pode proporcionar: a cultura, a história, a arte, a arquitetura, a música, a língua e seu povo. Aprendi a admirar ainda mais os franceses, por sua gentileza, simpatia, pelo apreço pela arte em suas diversas formas e pela coragem para superar e sobreviver às dificuldades. E em meio a todas às dores vividas por eles, eu, como estrangeira, me senti o tempo todo bem acolhida por todos.
Durante todos os longos e deliciosos dias de verão, eu vivi intensamente a língua francesa e em pouco tempo já me sentia íntima dessa língua que eu já admirava tanto. Na escola, eu conheci pessoas de diversos países e culturas e aprendi muito com elas.
Também pude compartilhar sobre meu país, meu povo, minha cultura, sempre sem preconceitos e com muito respeito. Como se tudo já não fosse o suficiente para ser uma ótima experiência, estudar na Europa ainda traz como vantagem a facilidade de viajar e conhecer outras cidades e países!
O que faz com que um mês de estudos tenha ainda mais cara de “férias”.
Enfim, após esse intercâmbio, tudo que me resta é a saudade – da cidade, dos amigos, de viver um sonho – e a gratidão a todo pessoal da Gisele Travelmate Intercâmbio que tornou esse sonho possível.
A atenção, preocupação e apoio de vocês foi indispensável para que tudo fosse perfeito!!!! Muito Obrigada mesmo!!! E agora, sem dúvida, há a vontade imensa de voltar!!”

 

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