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Intercâmbio de curta duração? Nós temos opções perfeitas para você

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 23 0

Você sonha em fazer um intercâmbio e viver momentos únicos e já até se imagina passando pelas mesmas aventuras que leu ou ouviu de outras pessoas que viveram essa experiência. Mas, de repente, a realidade bate à sua porta: você não pode largar toda a sua vida e se aventurar por muito tempo, e quando olha para sua conta bancária também se dá conta que a grana tá curta. Então, você percebe que talvez não seja para você, já que pensa que é preciso ficar um longo período no exterior para absorver ao máximo o que essa oportunidade tem a oferecer, correto? Não! Existem vários cursos de curta duração que podem se encaixar perfeitamente nessa sua realidade, e isso não significa, de forma alguma, que essa experiência seja menos proveitosa e interessante que as outras.

Então, se você se identificou com alguma das situações acima, continue conosco que vamos te apresentar possibilidades incríveis de intercâmbio de curta duração. 

Dá mesmo pra aproveitar um intercâmbio mais curto? 

Às vezes, quando alguém pensa em uma experiência mais curta de intercâmbio, acredita que pode não valer a pena, que talvez seja desperdício de dinheiro, e que talvez esse período reduzido não seja o suficiente para aproveitar os lugares para aprimorar o idioma.

Mas nós precisamos discordar disso. Primeiro de tudo, qualquer contato que você tenha com outras culturas e novas maneiras de pensar, agir e se comunicar, trará enormes impactos na sua vida. Um intercâmbio é capaz de transformar as pessoas de verdade, independente da duração que ele tenha. Sim, mesmo que você passe uma semana no exterior, vai conhecer outros lugares, abrir a cabeça e começar a pensar diferente, agregando vários conhecimentos para sua vida.

Você precisará se relacionar com os seus professores e seus colegas, e, assim como você, os outros intercambistas também estão fora de sua zona de conforto, por isso é totalmente normal que, logo no primeiro dia de aula, você faça várias amizades. A maioria dos intercambistas viaja sozinho, e, naturalmente, buscam conhecer pessoas novas, então é muito comum criar esses laços mesmo em viagens que duram um curto período de tempo. 

O medo de voltar para o Brasil com o mesmo nível de idioma só vai se concretizar se, durante o intercâmbio todo, você se relacionar apenas com brasileiros. Porém, isso é muito pouco provável de acontecer, pois seus professores serão pessoas locais e seus colegas certamente serão de diferentes lugares do mundo, então, isso quer dizer que você terá que se comunicar em outro idioma. Se você for ao mercado e quiser saber onde fica o corredor dos chocolates, vai ter que perguntar em inglês e receberá respostas na mesma língua, ou seja, não há como você passar um período no exterior sem que coloque o idioma em prática.

 

Então, vale mesmo a pena fazer um intercâmbio de curta duração? 

 

Sim, vale muito a pena e você jamais vai se arrepender de passar por essa experiência! Talvez o único arrependimento seja justamente não ter feito isso antes, por receio. 

É claro que quanto mais tempo você vivencia a cultura, os costumes e o dia a dia do país, mais conhecimentos você absorve. Mas isso não invalida, de forma alguma, os aprendizados que você terá em um intercâmbio de curta duração, pelo contrário, você vai perceber que a experiência é tão incrível que vai querer repeti-la, pois é impossível não voltar pra casa com uma bagagem recheada de motivação, entusiasmo e uma nova perspectiva de como encarar as situações.

Viver um intercâmbio e passar um período, por menor que seja, em outro país é extremamente enriquecedor e traz um enorme crescimento para a vida no âmbito profissional, já que é um diferencial para o currículo, mas, principalmente, no âmbito pessoal, pois quando saímos de nossa zona de conforto, experimentamos uma nova maneira de olhar para a vida e para tudo o que está a nossa volta. 

 

Quais são as opções disponíveis? 

 

Aqui na TravelMATE nós oferecemos destinos incríveis, ideais para quem pensa em fazer um intercâmbio curto. Você pode viajar por países da América do Norte ou Oceania para estudar inglês, pela América do Sul para estudar espanhol ou pela Europa para estudar as mais diversas línguas. Mas hoje, especificamente, queremos falar sobre dois deles: África do Sul e Malta, que são lugares fantásticos e cheios de surpresas para quem quer fazer um intercâmbio de curta duração. Confira!

 

África do Sul 

 

intercâmbio de curta duração

 

A África do Sul, país do líder Nelson Mandela, reconhecido mundialmente por combater as desigualdades sociais, se tornou um local em crescente desenvolvimento e uma verdadeira potência econômica. O legado deixado por Mandela faz do país um verdadeiro palco para intervenções e manifestações culturais, que o tornam ainda mais rico para quem pretende fazer um intercâmbio por lá. Os cursos de idioma acontecem sempre em Cape Town, ou Cidade do Cabo, como também é conhecida, e o tempo mínimo de curso é de uma semana.

Para quem gosta de esportes radicais e belezas naturais, a África do Sul é um prato cheio, pois conta com paisagens montanhosas exuberantes e praias de tirar o fôlego. Justamente por isso, algumas das opções oferecidas pela TravelMATE unem o aprendizado do idioma com experiências incríveis, como é o caso da Travelling Classroom, onde você aprende inglês e passeia por Cape Town e arredores junto com seus professores e colegas. Nessa modalidade os alunos vivem novas aventuras e, ao mesmo tempo que praticam o inglês, aprendem sobre a história local, tudo com o suporte de um guia que possui vasto conhecimento sobre a região.

Há também a possibilidade de fazer um curso de inglês e curtir a vida selvagem africana em um safari. Isso mesmo: dá pra ver de pertinho animais como girafa, rinoceronte branco, leão, elefante, búfalo, kudu, zebra e gnu, todos eles em seu habitat natural. Mas, se você não for do tipo aventureiro, pode escolher um curso de idiomas tradicional e aproveitar o tempo livre para passear pela cidade.

 

Malta

 

 

Malta é um país europeu pequeno… bem pequeno! Para que se tenha ideia, a população de Malta é menor do que a da cidade de Curitiba. Porém, as belas paisagens naturais, arquitetura, cultura e história são mais do que suficientes para provar a todos que tamanho não é documento. Por ser um arquipélago localizado no Mar Mediterrâneo, é de se imaginar que seja rodeado por praias sensacionais, não é mesmo? 

Esse pequeno e encantador país, além de sua beleza e charme, possui excelentes opções para quem quer aprender inglês. Em Malta, nós oferecemos cursos de idiomas tradicionais em Gozo, St. Julian e Sliema, mas você também pode fazer um curso junto com atividades de mergulho, todos eles com duração mínima de uma semana. 

 

Trouxemos essas duas opções para você por termos a certeza de que vale muito a pena fazer um intercâmbio de curta duração. Pois, é totalmente possível aproveitar cada local, fazer novas amizades e voltar com o inglês muito melhor do que você foi. Porém, caso você não tenha gostado das opções que citamos, que tal entrar em contato com um de nossos consultores para encontrar a opção perfeita para você? 

Existe um mundo de possibilidades te esperando e nós teremos um enorme prazer em fazer parte dos momentos mais inesquecíveis de sua vida. Então, bora fazer as malas? 

Qual o melhor intercâmbio para aprender inglês?

Qual o melhor intercâmbio para aprender Inglês?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 44 0

 

Você já deve ter ouvido falar que viajar para o exterior é a melhor maneira de aprender outro idioma. Pois bem, isso é uma grande verdade, mas, quando alguém começa a pensar sobre isso, rola aquele conflito interno: ao mesmo tempo que você quer, você tem alguns receios: “Será que vale mesmo o investimento? Eu vou conseguir aproveitar? Qual é o melhor intercâmbio para aprender inglês?” 

Isso tudo é muito compreensível, já que você tem medo de se dedicar para que isso aconteça, e, no final das contas, não ter aquele retorno que esperava. A boa notícia é que nós vamos te ajudar a encontrar essas respostas no conteúdo de hoje, e vamos te apresentar várias das possibilidades existentes. Se você tiver um direcionamento de quem entende de intercâmbio de verdade, certamente vai poder aproveitar ao máximo essa experiência incrível. Boa leitura! 

Por que fazer um intercâmbio para aprender inglês? 

O principal motivo, sem dúvidas, é o fato de você ficar T-O-T-A-L-M-E-N-T-E imerso na cultura do país escolhido.

Vamos supor que você, depois de muito pesquisar, definiu que a Austrália é o local certo para se aventurar. Você vai viver, de forma intensa, toda a cultura dos australianos. Seus costumes, seus hábitos, o modo como vivem e encaram as mais diversas tarefas do dia a dia. Mas a vida deles acontece em inglês, não é mesmo?  Afinal, esse é o idioma oficial do país. Então, até as coisas mais simples, como comprar o pão quentinho do café da manhã, por exemplo, serão feitas em inglês, ou seja, qualquer comunicação sua, por mais corriqueira que seja, terá de ser feita em um idioma que não é o seu

É claro que você vai ter contato com brasileiros durante o seu intercâmbio, pois é fato que nós estamos presentes pelo mundo inteiro. Mas, de um modo geral, você “obrigatoriamente” terá que se comunicar em outra língua, e isso, por si só, já vai fazer com que você pratique muito o inglês. 

Durante a sua estadia, você terá contato com pessoas de diversos cantos do mundo, além da população local. Isso quer dizer que, sendo o inglês a língua universal, é de se imaginar que será nesse idioma que vocês irão se comunicar. Seus professores irão ensinar em inglês, seus colegas vão se relacionar em inglês e os próprios funcionários da instituição passarão todas as orientações em inglês. Então, mesmo que você não queira ou que tenha vergonha, você vai ter que sair da zona de conforto e se comunicar nesse idioma. 

Então, mesmo que você tenha receio de não aprender, como foi citado lá em cima, vai ser só questão de tempo para você se acostumar e tratar isso com naturalidade. Mas, é claro que as diferentes opções que você tem podem colaborar para que você extraia ainda mais todos os aprendizados possíveis dessa experiência. 

Quais são os tipos de intercâmbio para aprender inglês?

 

Existem várias possibilidades com diferentes abordagens, destinos e tempo de duração. Nós vamos apresentar cada uma delas para que você entenda melhor sobre as oportunidades disponíveis aqui na TravelMATE: 

 

Cursos de idiomas

Os cursos de idiomas no exterior são desenvolvidos para que os estudantes estrangeiros (de diferentes nacionalidades) possam aprender uma outra língua. Cada pessoa possui uma familiaridade maior ou menor com o inglês, e, por isso, as instituições aceitam estudantes de todos os níveis e possuem métodos específicos para que se possa aprender de forma rápida, sem que se perca a qualidade de ensino. Alguns destinos disponíveis para esse tipo de curso são: 

 

 

A duração do intercâmbio para aprender inglês pode variar de acordo com o destino e a escola escolhida, assim como as regras e exigências para aplicação do visto. Vale dar uma olhada em cada uma das possibilidades para descobrir qual irá atender mais a sua necessidade atual. Mas, de um modo geral, o tempo mínimo é de 2 semanas de curso

Teen Program

Essa modalidade também é conhecida como Summer Camps ou Winter Camps. É voltado especialmente para crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos e tem duração que varia entre 2 e 4 semanas. Nessa experiência, os jovens aprendem o idioma ao mesmo tempo que se divertem nas diversas atividades disponíveis. Por serem programas que acontecem durante as férias escolares, não atrapalham de forma alguma o ano letivo, muito pelo contrário, apenas agregam ainda mais conhecimento e vivência. A TravelMate possui intercâmbios nessa modalidade em grupo no Canadá e na Inglaterra, e o melhor de tudo é que os intercambistas contam com acompanhamento de um guia TM durante toda a viagem.

 

Idioma + Atividades

Nesse tipo de intercâmbio, é possível combinar as aulas com atividades que sejam de interesse do estudante. Essa integração varia de acordo com o destino, com a escola escolhida, com a idade e o nível de conhecimento do idioma.  

 

Study&Work

Essa é uma excelente opção para quem pretende aprender inglês e ainda ter uma oportunidade de trabalho. É uma maneira muito interessante de praticar o idioma, pois o aluno pode extrair todos os ensinamentos das aulas e colocar em prática durante o período que estiver trabalhando. É como se uma situação complementasse a outra: a teoria e a prática. 

 

Esse intercâmbio é uma das modalidades consideradas de longa duração, pois o tempo mínimo de permanência em outro país é de 12 semanas, diferentemente das outras modalidades, que você pode ficar menos tempo no destino escolhido. Arriscamos a dizer que essa seja a experiência de intercâmbio mais completa, já que é possível se aprofundar ainda mais na cultura local, e, de quebra, o salário recebido ajuda a custear as despesas da viagem.

 

Os destinos disponíveis são: 

 

Como definir a melhor opção para mim? 

 

Isso realmente é bem particular, mas nós podemos te ajudar a identificar qual desses programas de intercâmbio para aprender inglês seria o mais interessante, de acordo com o seu perfil, necessidade, realidade e expectativa. Para isso, nós precisamos conhecer um pouco mais sobre você, sobre seus gostos e preferências, o quanto você já tem domínio – ou não – do idioma e o que realmente você espera dessa experiência única. 

Além disso, você pode ficar muito tranquilo, pois todas as instituições que nós oferecemos, independentemente do destino, possuem uma alta qualidade de ensino e são reconhecidas pelos países onde estão localizadas. E mais: a TravelMATE também se preocupa muito com o suporte oferecido aos intercambistas, não somente nos momentos que antecedem a viagem, mas durante todo o período de permanência dos estudantes em outro país. Assim, sempre que você precisar de qualquer auxílio, vai poder continuar contando conosco.

Então converse com a gente e fale mais sobre o que você espera dessa experiência. Será um prazer conhecer mais sobre você e poder ser seu parceiro para te ajudar a viver os momentos mais incríveis de sua vida. 

Especialização no Canadá

Especialização no Canadá: conheça o curso de E-commerce e Gerenciamento de Negócios Online do Trebas INstitute

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 79 0

Se tem uma coisa que médias e grandes empresas gostam é de ter colaboradores com experiências e especializações internacionais. Seus recrutadores enxergam nisso um grande diferencial, pois isso demonstra que o candidato passou por uma experiência extremamente enriquecedora, tanto em quesitos técnicos, quanto comportamentais. Pensando nisso, cada vez mais os brasileiros procuram se especializar no exterior antes de iniciar seu crescimento profissional por aqui. No entanto, a escolha do curso e o país de destino podem dar um peso ainda maior para essa questão, e por isso muitas pessoas ficam na dúvida de qual opção escolher. Fazer intercâmbio em um país reconhecido pela qualidade de ensino, como o Canadá, por exemplo, bem como escolher um curso relevante para o mercado de trabalho, serão a certeza de uma boa escolha. Por isso que, no artigo de hoje, vamos falar sobre a especialização em e-commerce do Trebas Institute, do Canadá.

 

CANADÁ: ENSINO E CULTURA

 

Fazer uma especialização no Canadá é uma experiência que traz enormes vantagens para o currículo profissional e também para a vida pessoal do intercambista. Um profissional que se qualifica nesse país tem grandes chances de se destacar no mercado de trabalho brasileiro, não somente pela questão do ensino, mas pelo fato de que se aventurar em uma jornada acadêmica canadense agrega valores que vão muito além do diploma: comprometimento, capacidade de adaptação e proatividade são apenas alguns deles. 

O Canadá é um destino multicultural, e é um local onde você provavelmente terá contato com pessoas de várias outras nacionalidades no dia a dia. Então, uma coisa é certa: dá pra retornar com uma visão cultural ampla e até mesmo uma rede de contatos super diversificada. 

Mas, o que realmente torna o país atrativo para o upgrade profissional é o fato de possuir, como dissemos mais acima, uma qualidade de ensino excelente em todos os níveis educacionais, e, não à toa, isso faz com que as instituições canadenses sejam mundialmente reconhecidas. Então, dá pra entender porque pensar em fazer uma especialização no Canadá pode alavancar sua carreira, não é mesmo?

E, por isso, hoje nós queremos te apresentar um Diploma em E-commerce e Gerenciamento de Negócios Online oferecida pelo Trebas Institute, que fica localizado em Montreal, no Canadá. Nós resolvemos falar sobre esse curso pois ele abrange uma das áreas que mais cresce no mercado global nos últimos meses: o comércio eletrônico! 

Se você pensa em se especializar e expandir seus horizontes pessoais e profissionais, essa pode ser uma alternativa muito interessante para você. Confira!

Por que fazer um Diploma em E-commerce e Gerenciamento de Negócios Online no Trebas Institute de Montreal?  

 

Cada vez mais os negócios online estão ganhando força e o próprio comportamento de compra dos consumidores está totalmente direcionado para o digital. Apesar de isso não ser algo novo, com os últimos acontecimentos, as pessoas passaram a fazer tudo – ou quase tudo – sem sair de suas casas, e a nossa nova realidade potencializou (e muito!) esse processo de migração para o on-line. Comprar, trabalhar, estudar: tudo passou a ser feito pela internet. 

Assim como as pessoas modificaram o seu comportamento, as empresas também tiveram que se adequar e, com isso, fazer negócios online se tornou indispensável. Não somente as vendas online propriamente ditas, mas também precisou-se adaptar as redes sociais, sites e outros meios capazes de aproximar a empresa de seu público. 

Com essas modificações, o setor de e-commerce no Brasil passou a representar 8,48% dos sites na internet brasileira, o que, durante os cinco anos anteriores, não representava mais do que 2,65%. Esses são dados da pesquisa “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, realizada pela PayPal e pela plataforma BigData Corp. O mesmo estudo também apontou um crescimento significativo na abertura de lojas online: 40,7% no último ano. Essa foi a maior alta registrada desde 2015. 

Esse mercado exponencialmente promissor abre portas para os profissionais que tenham interesse em contribuir com seu crescimento e, claro, que estejam capacitados para assumir essas responsabilidades. Nesse sentido, o Diploma de E-Commerce e Gerenciamento de Negócios Online do Trebas Institute pode ser o empurrão que faltava em direção ao seu sucesso. Essa especialização no Canadá torna os profissionais altamente qualificados em estratégias de marketing digital, gerenciamento de mídia social e administração de negócios online. 

O Instituto Trebas é uma boa opção? 

Uma das nossas principais preocupações é garantir que todos os intercambistas TravelMATE tenham a melhor experiência em suas viagens. Por isso, sempre nos comprometemos em firmar parcerias apenas com instituições sérias e que sejam reconhecidas pelos governos dos países em que estão localizadas. 

Os programas do Instituto Trebas são credenciados pelo Ministério de Educação Superior da província do Quebec, e isso já garante ser um local com a qualidade esperada para uma especialização no Canadá, já que eles são bem rígidos quanto a educação como um todo. As aulas são ministradas por professores renomados e experientes em suas áreas, para que, além de aprender a parte teórica, você esteja alinhado com a realidade atual do mercado.

Se você quiser saber mais sobre o Trebas e sobre o curso de E-Commerce e Gerenciamento de Negócios Online, indicamos que entre em contato com um de nossos consultores. Eles poderão dar informações mais detalhadas e explicar tudo o que é preciso para fazer essa especialização no Canadá. Ah! Eles ainda podem te contar mais sobre as condições imperdíveis de pagamento para você tirar o seu sonho do papel. 

Já vamos adiantar um pouco do que preparamos para você: 

 

  • Flexibilidade: você pode remarcar seu intercâmbio sem multas, para quando achar mais conveniente 
  • Facilidade de pagamento: você pode parcelar com entrada + 60 dias para começar a pagar 
  • Aulas de inglês gratuitas para nossos intercambistas
  • Fechando seu intercâmbio em 2020, você pode embarcar em até dois anos pelo mesmo valor 

 

São condições realmente imperdíveis e você não pode perder essa oportunidade! Fale agora mesmo conosco clicando na imagem abaixo e deixe a gente ser seu parceiro nessa experiência que é pra vida toda.

Intercâmbio de férias:  uma opção incrível, completa e super segura para seus filhos

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 70 0

Você já pensou sobre seu filho participar de um intercâmbio de férias escolares? É claro que essa ideia, logo de imediato, já chega acompanhada de muitas dúvidas. Geralmente, as principais são: “Será que eu devo deixar meu filho fazer isso? É seguro? Quais os reais benefícios? Ele vai realmente aproveitar?”. Todas essas dúvidas são perfeitamente naturais. Pensar em deixar um adolescente passar um período sem os pais em outro país – por menor que seja o tempo – pode realmente ser desafiador. 

Mas calma, como nós sempre recebemos questionamentos semelhantes, podemos ajudar a esclarecer todas essas dúvidas. Por isso, o artigo de hoje foi elaborado para que você perceba que é seguro deixar que seus filhos viajem sem a sua companhia! Até mesmo porque os adolescentes nunca ficam sem supervisão e sempre terá alguém acompanhando a rotina deles. 

Pode ter certeza que essa sua insegurança irá se desfazer ainda mais quando você perceber o quanto essa experiência incrível pode colaborar para o desenvolvimento pessoal do seu filho. Confira!

Será que eu devo mesmo deixar meu filho ir? 

Bom, é claro que essa é uma decisão muito pessoal que deve ser avaliada por cada família. Mas é válido dizer que ao fazer um intercâmbio de férias o jovem terá a sua primeira experiência de como é vivenciar outra cultura. O que é uma grande oportunidade para aprender a desenvolver novas habilidades, ganhar maturidade e muitas outras competências. Por isso, nós separamos alguns motivos para te convencer de que essa pode ser uma excelente alternativa

 

É a melhor maneira de aprimorar ou aprender o idioma 

Bem, apesar de esse motivo ser meio óbvio ele sempre vai merecer destaque. Simplesmente não existe maneira mais eficiente de aprender ou aprimorar outro idioma do que viver a cultura de outro país. Aliás, nem anos de cursinho se comparam ao conhecimento adquirido em poucas semanas durante o intercâmbio de férias. 

Quando o adolescente faz uma imersão no cotidiano, consegue se dedicar totalmente ao idioma. Isso porque sua rotina estimula constantemente o contato com a língua estrangeira nas mais diversas situações. 

 

Desenvolvimento pessoal

Esse período da adolescência entre 12 e 17 anos é quando começa a ocorrer a transição para a fase adulta. Desenvolver o senso de responsabilidade, independência, maturidade, autoconfiança e autoconhecimento é muito importante. 

E, por mais que a experiência não seja de longa duração, enquanto o jovem está participando do programa, automaticamente precisa utilizar essas competências. Estando longe dos pais precisam controlar o dinheiro que levaram, tomar conta de seus pertences pessoais e de si mesmo e ter a iniciativa de guiar suas próprias decisões.  

 

Adquirir as tão faladas “Soft Skills” 

Estar em contato com uma cultura diferente da habitual é algo muito enriquecedor. Além da própria questão do convívio com pessoas locais e seus costumes, existe outro ponto interessante. O desenvolvimento de habilidades interpessoais – extremamente comentadas hoje em dia – que são as “Softs Skills”

Essas competências são as mais valorizadas no mercado de trabalho. Liderança, capacidade de adaptação, boa comunicação, proatividade, colaboração, criatividade, liderança, socialização e resolução de problemas são algumas delas. 

Mesmo que pareça meio precoce pensar sobre isso, não há como adquirir essas habilidades em salas de aula ou cursos. Elas só são desenvolvidas a partir das vivências experimentadas ao longo da vida. E, claro, o intercâmbio de férias pode colaborar muito para desenvolvê-las de forma natural e ao mesmo tempo divertida, pois, a todo momento, mesmo durante o lazer, os jovens são estimulados a se comunicarem uns com os outros, a trabalharem em equipe e a descobrirem maneiras de resolver as adversidades que possam surgir.  

E como funcionam os programas de intercâmbio de férias? 

Aqui na TravelMATE esse tipo de intercâmbio de férias voltado exclusivamente para adolescentes entre 12 e 17 anos é conhecido por Teen Program. Como nessa faixa etária os jovens estão matriculados no ensino regular, as datas de embarque acontecem em janeiro e julho, o que não interfere em nada no ano letivo.

Essa é uma excelente alternativa para aproveitar as férias escolares da melhor forma. Pois é possível unir o aprendizado do idioma com muita diversão, conhecer lugares incríveis e fazer um tour por pontos turísticos do destino escolhido. 

Ah! Apenas para que se saiba, esses programas também são conhecidos como Summer Programs ou Summer Camps se o embarque for no meio do ano e Winter Programs ou Winter Camps se o embarque acontecer no começo do ano.  

Por falar nisso, nós oferecemos duas opções de destino: 

Intercâmbio de férias para adolescentes

London Teen Program: as aulas e acomodação acontecem no campus da Brunel University, localizada em Uxbridge, nos arredores de Londres, com grande facilidade de transporte público e acesso a todos os tipos de atrações. 

Durante o período, que pode variar de 2 a 4 semanas, o estudante participa de várias atividades nas quais pode praticar inglês e se divertir.  Veja abaixo os passeios já inclusos no programa:

  • Big Ben;
  • Tower Bridge;
  •  London Tour no Double Decker Bus;
  • Palácio de Buckingham e troca da guarda;
  • British Museum;
  • Visita ao Harry Potter Studios;
  • Viagem a Oxford para visita a Universidade e ao Castelo de Oxford.

Ou seja, dá pra viver momentos incríveis e inesquecíveis na terra da Rainha, não é mesmo?  

Vancouver Teen Program: Tem duração de 17 dias e acontece na incrível Vancouver, no Canadá. Durante a viagem, é possível aprimorar o inglês e ainda conhecer essa cidade que conta com atrações para todas as idades. Um lugar com montanhas nevadas, florestas e praia, além de uma vasta diversidade cultural. O programa combina aulas pela manhã, atividades e passeios à tarde e excursão no final de semana. 

As aulas e a acomodação acontecem na University of British Columbia e os estudantes podem utilizar toda a estrutura do campus, como biblioteca, piscinas, quadras de tênis e squash, campos de futebol e beisebol. Com isso, a experiência se torna ainda mais completa e enriquecedora. 

Ok, mas é seguro fazer um intercâmbio de férias? 

Sim. É totalmente seguro desde que você tenha cuidado ao escolher a agência que acompanhará seu filho ou sua filha. Na TravelMATE, por exemplo, você pode ter total certeza de que a viagem será incrível: unindo aprendizado, diversão, cultura, novos amigos e passeios inesquecíveis.

Tudo isso, é claro, com acompanhamento de nossos monitores durante 24h por dia. Isso mesmo! Os adolescentes são supervisionados o tempo todo por profissionais experientes capazes de lidar com as mais diversas situações. 

Portanto, os intercambistas recebem suporte desde antes do embarque e podem continuar contando com o auxílio dos monitores durante todo o período, até o momento de retornar ao Brasil. 

Nossa equipe repassa informações constantemente aos pais que costumam ficar apreensivos querendo saber notícias de seus filhos. Mas, com toda a ajuda que a tecnologia proporciona, é como se você estivesse vivendo cada momento junto com eles, mesmo sem estar lá. 

Se você quiser saber mais informações sobre o programa de intercâmbio de férias, o que é preciso para participar, quais as próximas datas de embarque, investimento ou esclarecer qualquer outra dúvida, fale conosco pelo WhatsApp. Será um prazer auxiliar a planejar uma das experiências mais inesquecíveis – e enriquecedoras – do seu filho ou filha. 

 

  

Work & Travel nos Estados Unidos: confira o depoimento de nossa intercambista 

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 93 0

O nosso conteúdo de hoje é um pouco diferente – mas muito especial. Uma de nossas intercambistas, a Gabrielle Pimenta, que é estudante de Engenharia Automotiva, fez um depoimento super interessante contando sobre tudo o que ela aprendeu em suas experiências de intercâmbio Work & Travel nos Estados Unidos. Esse é um programa que possibilita trabalhar em outro país no período de férias da faculdade e ela gostou tanto que já viajou duas vezes conosco. 

Não deixe de conferir o relato super completo com informações importantes sobre o destino! E aproveite também para dar uma espiadinha no perfil da Gabi no Instagram. Aliás, ela está super disponível caso você queira tirar mais dúvidas!  

“Quero compartilhar o máximo das minhas experiências para que você aproveite o máximo da sua!” 

 

Ao longo desse depoimento vou apresentar como é essa experiência nos Estados Unidos, e o que precisa saber para sanar suas dúvidas e até as de seus pais – colocando minhas aventuras como exemplos. De início, as principais informações que deve saber é que para participar desse programa é necessário estar matriculado em uma universidade, ter um inglês intermediário ou avançado e ter em mente que o investimento total é entre US$ 3.000,00 e 4.000,00. 

PASSO INICIAL 

O programa oferece vários empregadores espalhados pelos EUA, a maioria são resorts em locais para esquiar. Não tem ideia para onde quer ir? Talvez a cidade mais próxima de um local que sonhe em conhecer. Sugiro fazer uma pesquisa dos empregadores – a agência lhe fornece uma lista com todos os empregadores e vagas disponíveis assim que o programa é contratado (Job Offer) – para saber onde estão, procure fotos para ver como se identifica, tanto com o local de trabalho quanto com a cidade. No mapa veja o que tem para fazer na cidade e nos arredores. 

Lembre-se que ficará quatro meses, e o mais legal da viagem é vivenciar a cultura. Então, anote o que tem de diversão, pontos turísticos, eventos que acontecerão enquanto estará lá, como os X games em Aspen, por exemplo. Até supermercado é bom saber – nunca pensei que a existência de um Walmart me reconfortaria. 

Cidades pequenas também têm muita coisa para fazer, procure onde é a Main Street, geralmente é cheio de bares – local onde irá conhecer muitos americanos, disparado – e restaurantes. As famosas house parties acontecem com frequência. Tenha em mente apenas que se tiver afastado de uma cidade maior, depois de uma semana corrida de trabalho às vezes não terá energia para dirigir 3-4 horas para visitar outras cidades. Mas como o mais empolgante é aproveitar a montanha, é impossível faltar diversão. É importante verificar  como é o passe com o seu empregador, alguns oferecem sem custo e outros cobram uma porcentagem. Geralmente está descrito na Job Offer, um documento fornecido pela agência com as informações sobre as vagas disponíveis.

A cidade que escolhi foi Park City, um dos maiores lugares para se esquiar dos EUA. Tem uma Main Street recheada de bares e restaurantes, outlet, ônibus gratuito da cidade. E o mais sensacional que uma vez por mês tem uma balada que faz um baile funk, dia de matar a saudade de casa e falar muito português! Todo ano acontece o festival Sundance de cinema, onde nossos astros favoritos circulam pela cidade. Um detalhe: para entrar em bares, baladas e comprar bebida no mercado tem que apresentar passaporte e a idade é 21. 

Tem ônibus de linha que leva para Salt Lake City, capital de Utah, por menos de cinco dólares e apenas 40 minutos de viagem; tem aquário, museu, Shopping center, é a cidade dos Jazz, ou seja, jogos da NBA, East High (senário de High School Musical), entre muitas outras coisas que uma capital oferece. 

A ESCOLHA 

 

Com tantos lugares maravilhosos na sua lista de pré-seleção, listo aqui alguns questionamentos e dicas que talvez lhe ajudem a escolher. Por exemplo: consigo juntar todo o dinheiro investido? Como é a prática do inglês? 

A escolha de com quem será a sua viagem acho que é a decisão mais pessoal que irá fazer. Eu escolhi ir sozinha, minha primeira viagem internacional, e fui eu comigo mesma. Meu foco era praticar o inglês e mergulhei com tudo na experiência.  

Não sei expressar o quão gratificante, provei-me ser capaz de tudo; a maior adrenalina foi em menos de 48 horas: tive que encontrar os portões das conexões (para quem já passou por aeroportos internacionais sabe o desespero), tirar dúvidas, pegar os transportes certos para chegar na casa e encontrar o RH do hotel – até pegar no tranco o inglês sai um pouco embolado. 

Para ser mais desafiador, escolhi um hotel que tinha poucas vagas para brasileiros e o trabalho com mais contato com os hóspedes possível; resultado: falei apenas inglês por quatro meses e de bônus aprendi espanhol, pois todos da minha equipe eram Peruanos ou Argentinos e morava com Mexicanos. 

Sei que não é a decisão mais fácil, então se não se sente confiante, e até mesmo disposto faça aquele grupinho maroto de amigos e combinem de ir para o mesmo lugar, a oportunidade de falar inglês vai aparecer – principalmente com uma vaga que tenha contato com turistas e nativos. E se estava com dúvida de ir sozinho, sou a prova viva que conseguirá! 

Beleza Gabi, mas tem muitas vagas que envolvem diretamente esquiar e eu nunca nem vi neve; pois eu também nunca tinha visto, muito menos sabia sobre equipamentos de esqui ou como eram as coisas na montanha. E o meu trabalho era de Ski Valet, todos os dias recepcionando pessoas do mundo inteiro, ajudando a colocar os equipamentos, dando orientações para o dia na montanha, na volta guardar todos os equipamentos. A primeira semana é um pouco “overwhelm”, pois leva um tempo até aprender os esquemas, lembrar de todos os termos em inglês e se acostumar com a rotina, mas nada complicado, tudo que fazemos pela primeira vez leva um tempo para nos adaptarmos. 

O dinheiro é a parte que pega para você? Para a viagem foi me emprestado o dinheiro, ou seja, ao longo das temporadas tive que separar o que era economia, despesas e lazer. A forma mais eficiente, eu diria, de saber se a vaga que deseja vai pagar as contas, ou ficar no zero a zero, é entrar em contato com pessoas que já foram – a agência tem o contato dos participantes de outras temporadas que se disponibilizam a tirar dúvidas.

No Waldorf, hotel em que trabalhei, cada setor tinha um esquema para hora extra, por exemplo, o meu não permitia. Mas Gabi, o que é hora extra? Quando na semana suas horas de trabalho ultrapassam 40 horas, essa quantidade extra você receberá 1,5 do valor por hora; se sua vaga permitir, muitas vezes é mais vantajoso do que procurar um second job. 

Trabalhando próximo de 40 horas por semana, ganhando uns 12 dólares por hora você provavelmente terá juntado todo o valor das despesas no final da temporada, incluindo apenas os gastos antes de embarcar, alimentação e moradia dos 4 meses (eu pagava S$ 500 de aluguel). 

Não se assuste por poucas vagas pagarem mais de 10 dólares por hora, nos EUA é cultural dar gorjeta, principalmente na área de alimentação, a média de gorjeta por hora pode ser até maior que o quanto recebe por hora, mas fique atento a isso. Eu sei que irá querer aproveitar o país, socar as malas de roupas e eletrônicos. E aqui entram as horas extras ou second job; quem tem moradia e/ou alimentação pelo empregador tem alguns dólares de vantagem. 

Em outlet muitos conseguem second job pois eles encaixam suas horas disponíveis, eu fiz alguns turnos de duas horas. Muitos restaurantes contratam também (alguns pedem Food Handler Permit, custa aproximadamente 30 dólares, dura 3 anos e pode tirar online). Se a cidade escolhida tiver vários resorts, é uma boa dica para procurar. 

“Nossa Gabi, mas até agora só falou em trabalho, não quero mais ir só vou trabalhar”! Calma que a parte do Travel eu já conto! Pense, 40 horas são oito horas por dia com dois dias de folga. Só coloquei as informações detalhadas para quem realmente quer uma garantia que é possível pagar toda a viagem e aproveitar. Em minha primeira temporada, trabalhei pela manhã na Old Navy como second Job e de tarde no Waldorf. Por dois meses trabalhei entre 10 e 12 horas por dia. Dediquei-me para ao final da temporada devolver o que me emprestaram, realizar a viagem que tinha marcada e as 3 malas lotadas de roupas que comprei; mesmo assim aprendi a esquiar, sai frequentemente para conhecer os restaurantes e aproveitar a cidade. E ainda fiz uma viagem bem legal pela Califórnia. 

A PARTE DO TRAVEL 

Acredito que todos que pretendem ir para os EUA querem também conhecer os cenários dos filmes, pegar o famoso taxi amarelo, ver o Hoolywood Sign, visitar a Golden Gate, andar de limusine em Vegas, alugar um conversível e fazer uma road trip

Claro que o próprio programa já é uma viagem em si, só de viver na neve é surreal – até hoje ver a imensidão de neve que brilha com a luz do sol me trás uma emoção; mas como uma boa Brasileira, de tudo que listei a única coisa que não fiz foi a parte da limusine. 

Existem várias formas de viajar durante a temporada, mas primeiro vou contar como funciona o visto, pois está tudo interligado, o visto de trabalho para esse programa tem como datas o primeiro e último dia de trabalho. Porém, pode entrar no país antes da data que está no visto e ficar até 30 dias depois do seu último dia de trabalho, chamado de grace period

Antes do começo da temporada aproveitar para viajar vai depender do teu calendário da faculdade, pois as datas geralmente são muito próximas; mas quem sabe uma escala em alguma cidade que queira conhecer e ficar 1 ou 2 dias. Durante o período de trabalho é bem comum fechar um grupo de 5-8 pessoas, alugar um carro no dia de folga e conhecer lugares próximos. É tranquilo conseguir que alguém te cubra (todo mundo se ajuda) ou trocar a escala da semana comunicando o chefe antes para que ele coloque sua folga no dia da viagem. 

Durante a semana, não sendo próximo de feriado ou próximo do fim de ano; pedindo um bom tempo antes, os chefes permitem tirar 2, 3 dias de folga seguidos para fazer alguma viagem mais elaborada.  Por exemplo, meu aniversário é no final de fevereiro, pedi folga de terça a quinta e fui comemorar em Vegas. 

E a viagem no fim da temporada é a que terá mais liberdade, o único limitante é o início das aulas de volta no Brasil. Eu fiz aquela sonhada road trip de melhores amigas pela Califórnia de carro por 12 dias. 

SOLUÇÃO DE (QUASE) TODAS AS DÚVIDAS 

 

Acredito que a primeira coisa é saber que tem pessoas que amam o que fazem te dando o suporte, para mim, essa pessoa foi a Andreia da TravelMATE Juvevê. Ela sempre esteve disponível para todas as dúvidas que eu tinha, até lembro uma vez que me respondeu em pleno domingo. 

Procure grupo de WhatsApp com quem já foi, o grupo South Park City 19/20 tem 125 Brasileiros que estavam na temporada, além de alguns que moram lá, pessoas que foram pela segunda vez – melhor meio de conseguir qualquer tipo de ajuda voltada para a cidade, como funciona, onde morar, onde vai ser as festas, encontrar pessoas nos aeroportos para dividir Uber; foi no grupo que consegui meu second jobFacebook também tem vários grupos da cidade onde publicam aluguel de casas e ofertas de emprego. 

Job Offer é um documento fornecido pela agência com a lista com todos os trabalhos disponíveis para a temporada. Nela tem a descrição das posições disponíveis, valor pago por hora, nível de inglês necessário, fornecimento ou não de moradia. 

As entrevistas para as vagas iniciam por agosto, antes de realizá-las terá que fazer uma prova de inglês na empresa mesmo ou apresentar a nota de teste de proficiência. Pratique para entrevista, pode ser o diferencial para ser escolhido na sua primeira opção. Assim que sair a sua seleção, você terá alguns documentos para preencher e entregar como carta de recomendação. 

Lá no início falei a média de gasto, aquele valor se dá pelo fato de que além do pacote da agência tem os custos com: passaporte (se ainda não tem); passagem de avião; visto e custo da viagem até uma cidade com consulado americano. 

Provavelmente antes de ir, ou chegando lá, terá que pagar o aluguel, então é mais um dinheiro para entrar na conta; taxa SEVIS, uma reserva para gastos das primeiras semanas com alimentação, transporte, roupas de frio, plano de celular do país, dinheiro reserva, roupas de frio – até receber o primeiro pay check. E também, se for ficar mais dias do que a data final de trabalho, tem que lembrar de avisar a agência para fazer o seguro saúde desses dias extras. 

É bom esperar que os documentos do empregador para tirar o visto (DS) cheguem para comprar a passagem – use alertas de passagens em uns 4 aplicativos diferentes, às vezes é mais barato comprar para um aeroporto internacional como LAX ou EWR e comprar separado a escala dentro do país. 

Mas, tenha certeza que tem espaço suficiente para imprevistos; então coloque várias opções de aeroportos nos alertas. Só com o DS em mão consegue agendar o visto; o visto é muito difícil de ser negado e, e é comum fazê- lo em menos de um mês antes de viajar. Com isso em mente, planeje-se na faculdade, há chances de estar em semana de provas na data de ir ao consulado. 

Outra coisa bem comum, não desespere-se, é o passaporte chegar em suas mãos na semana da viagem. Na hora de agendar o visto coloque o endereço de um lugar que terá alguém para receber – eu mandei para a agência. 

Deixe sua mala bem reconhecível, use faixas com desenhos diferentes, tie wraps coloridos, algo que teu olho encontre de longe; ainda mais se tiver escala de 1-2 horas, mesmo que pareça muito tempo, se tiver que ir para outro terminal; até se orientar de como chegar, pegar o metrô certo e/ou ônibus (às vezes com as 3 malas!) pode ser mais desafiador do que pensa. 

Roupas de frio, do que comprei aqui no Brasil, só as segundas pele realmente me foi útil, o resto não era apropriado, mesmo o produto sendo para neve. Se você não tem roupas apropriadas para o inverno, compre lá, leve o que tem de mais quente só para um ou dois dias até comprar. 

Busque se tem brechó na cidade; em Park City tem um lugar chamado Christian Center e sempre tem roupas de marcas, muitas vezes pouco usadas, onde é bem mais barato do que em loja, às vezes até com a etiqueta você encontra. Se você já tem como comprar antes pela internet (lembre do IOF) e mandar para onde irá morar, ou conhece alguém que irá antes e pode receber, é uma boa alternativa. Ou uma escala com tempo suficiente para sair do aeroporto e ir em outlet. 

COMO CRESCI E ME DESENVOLVI COMO PROFISSIONAL NAS MINHAS EXPERIÊNCIAS DE WORK & TRAVEL NOS EUA 

 

É um programa que acredito que todos deveriam ter, todos os aspectos da sua vida irão evoluir, pois: sair de casa, aprender a cuidar de si mesmo, ter uma experiência profissional; tudo isso são responsabilidade que desenvolve as suas habilidades de entrar no mundo adulto. E ainda com um bônus de viajar junto. 

Sempre fui de fazer bem feito os trabalhos que eu me proponho a fazer. Quando acabou a minha primeira temporada meu chefe já falou que eu fiz tudo direitinho e que gostaria que eu voltasse. Quando entrei em contado com o hotel para ir a segunda vez minha vaga já estava garantida. Assim que cheguei em Park City meu chefe me promoveu a supervisora da minha equipe, então era responsável por sete pessoas que faziam Work & Travel, novamente todas falavam espanhol, mas dessa vez foi diferente. Presenciei as pessoas evoluírem como aconteceu comigo na primeira vez. Começar meio perdido no que é para fazer, perceber as diferentes personalidades em um ambiente de trabalho, com o tempo familiarizando-se com o trabalho e ganhando responsabilidade.

Liderar uma equipe, vendo tudo que eu tinha vivido de uma forma diferente, passando minhas dicas, facilitando o trabalho, e às vezes confundindo, pois ninguém pensa igual ao outro ao se deparar com uma situação. A segunda vez me trouxe mais contato com pessoas do hotel, americanos. Eu não tinha apenas que atender os hóspedes, mas também me comunicar com os outros setores. Isso porque meu chefe encerrava as atividades antes do final do turno da minha equipe. Conhecia todos os bellman’s até o GM do hotel. As novas aventuras, com maior responsabilidade me permitiram o sentimento de “Gabi, mais uma vez você conseguiu! E com obstáculos ainda maiores.” Foi incrível mais uma vez. 

Mesmo voltando para mesma cidade, as experiências foram completamente diferentes. Na segunda vez não precisei de second job, pois o salário era maior. Aproveitei mais a cidade, os amigos que fiz, alguns que também foram uma segunda vez. Dessa vez meu roommate era brasileiro, moramos em uma casa de uma família americana, então vi muito o dia a dia deles. Aliás, a dona da casa foi sensacional com a gente, tudo que tinha de interessante na cidade, desde competição de ski até festa na casa com amigos, elas nos convidava; até o carro me emprestava. 

E mesmo com todos os conhecimentos, faz parte da vida, imprevistos acontecerem, mas não deixe de aproveitar bastante sua viagem! Vai ser inesquecível, sempre terá o apoio de muita gente, da agência, amigos que já foram, pessoas no grupo. Portanto, não deixe suas inseguranças lhe impedirem de ir, tudo que te desafia te transforma em uma pessoa melhor. 

Estava no programa quando a Covid surgiu, não pude viajar no final. Muitos receios surgiram e não tinha certeza se iria conseguir voltar para o Brasil, com calma, resolvendo as questões conforme surgiram, voltei. E já vou avisando que o próximo W&T eu irei pois é maravilhoso. Quem sabe nos encontramos por lá! 

Você já pensou em fazer uma faculdade no exterior?

Faculdade no exterior: você já pensou em fazer?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 89 0

Você já pensou em como seria interessante ter em seu currículo uma graduação internacional? Por meio de uma experiência de estudo internacional, você entra em contato com professores, metodologias, colegas e conhecimentos que podem ser seus principais diferenciais no mercado de trabalho.

Um dos principais motivadores que levam os estudantes a pensarem em fazer faculdade no exterior é a qualidade de ensino, somada à bagagem enriquecedora que a experiência pode proporcionar. Então, se você quiser saber como é possível estudar fora do país, acompanhe nosso artigo de hoje. 

Vale a pena fazer faculdade no exterior?

 

Vale a pena fazer faculdade no exterior?

Esse é um dos questionamentos que mais aparece quando alguém cogita fazer uma faculdade no exterior. Isso é muito normal, até mesmo porque existem muitas dúvidas relacionadas principalmente ao custo de estudar fora do país. 

Na média, esse valor pode até ser maior se comparado ao custo de uma universidade aqui no Brasil. Contudo, isso varia muito de um local para outro, e também vai depender do curso e da universidade de interesse. Aqui na TravelMATE nós preferimos utilizar a palavra investimento, já que é exatamente isso o que acontece quando você faz uma faculdade no exterior: você investe em sua carreira profissional, obviamente, mas, acima de tudo, investe em seu crescimento pessoal. E, por falar nisso, o retorno dessa experiência é incalculável. Então, sim! Sempre vai valer a pena fazer um faculdade no exterior e nós vamos te dizer o porquê: 

Fluência no idioma

Mesmo que você já tenha pleno domínio de outro idioma, nada se compara com a vivência em outro país, afinal de contas, terá que fazer tudo em uma língua que não é a sua, e isso fará com que aprimore ainda mais essa questão. E cá entre nós: não precisa ser nenhum especialista para saber que os profissionais que falam inglês, por exemplo, se destacam e conseguem as melhores vagas nas empresas. 

Leia também: O que fazer antes de entrar na faculdade 

Desenvolvimento pessoal

Fazer uma faculdade no exterior exige que você se adapte totalmente a uma nova cultura. Você precisa estudar em outro idioma, se habituar com os costumes do país e, muitas vezes, aprender uma nova metodologia de ensino. São várias as situações que tiram você da zona de conforto e que fazem com que você, mesmo sem perceber, tenha um grande desenvolvimento pessoal. Autonomia, segurança, proatividade e independência são as principais habilidades responsáveis por proporcionar seu crescimento. 

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver no Intercâmbio

Networking internacional

Networking por si só já é muito importante. Agora, já imaginou se sua rede profissional for internacional? Hoje em dia essas relações são fundamentais para a carreira profissional de qualquer pessoa.  A troca de informações cria uma visão mais ampla e de diferentes perspectivas sobre os desafios da jornada profissional. Criar uma boa rede de contato faz com que você tenha acesso a mais oportunidades. Dentro de um networking, existe a premissa de apoio e confiança, e é normal que uns ajudem os outros. É por isso que tanto se fala nisso hoje em dia. Como existem alguns destinos que possibilitam trabalhar durante o período no país, é bem provável que você consiga criar uma rede super legal, que pode até ser uma referência para sua carreira futuramente. 

Como fazer uma faculdade no exterior?

 

Você pode ter essa experiência através de um intercâmbio de Higher Education pela TravelMATE. Nessa modalidade, todos os cursos disponíveis são considerados de nível superior. Existe a possibilidade de direcionar o estudo para área profissional ou para área mais acadêmica, isso depende do objetivo e perfil de cada um. 

As regras e exigências são diferentes para cada destino. Dependendo do sistema educacional de cada país, é possível optar por cursos de menor duração, que são considerados cursos de nível superior técnico, ou, então, cursos mais longos, como os de bacharelado, pós-graduação ou mestrado. 

Apesar das diferenças, alguns requisitos valem para qualquer destino: 

É necessário ser proficiente no idioma

Independente do destino escolhido, é preciso ter proficiência. Contudo, há mais de uma forma de comprovar o seu nível no idioma, e, em alguns lugares, não é necessário apresentar o tradicional TOEFL ou IELTS. Caso você não saiba, esses são os exames de proficiência em língua inglesa internacionalmente reconhecidos, sendo o IELTS o mais aceito internacionalmente. 

Em alguns países como o Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, é possível fazer um curso preparatório. Por meio dele, você comprova o seu nível de inglês e dispensa a necessidade de fazer um exame oficial, entretanto, o nível exigido, tanto para ingressar no preparatório, quanto para sair dele, também pode variar conforme a instituição escolhida. 

Não sabe onde se encaixa o seu nível no idioma? Então conheça o Quadro Europeu de Línguas

Documentação

Quem pretende fazer uma faculdade no exterior deve ter em mente que há uma série de documentos necessários. Histórico de desempenho escolar, comprovação financeira, solicitação do visto, passaporte.. enfim, existem diferentes solicitações e exigências, de acordo com o país e instituição escolhida. Porém, é importante ficar de olho em toda a documentação necessária para que não falte nada no momento que você precisar. O mais indicado é ter acesso a uma lista de tudo aquilo que você poderá precisar e começar a reunir essas informações o quanto antes, mas fica tranquilo(a) que a TM pode te ajudar com tudo isso, tá bem?

 

Por onde começar para fazer uma faculdade no exterior? 

O mais indicado é que você busque todas as informações necessárias sobre o programa que pretende fazer antes mesmo de qualquer planejamento. Para isso, ter o auxílio de uma agência de intercâmbio especializada é fundamental. A experiência que os profissionais dessas empresas possuem torna o processo muito mais simples, agradável e eficiente. 

Além disso, empresas comprometidas oferecem todo o suporte necessário, desde a orientação acadêmica, cursos preparatórios até a colocação universitária, ou seja, uma assistência completa do início ao fim do processo. 

Então, caso você pense em viver a experiência de fazer uma faculdade no exterior,  entre em contato com nossos consultores. Eles terão o maior prazer em explicar sobre as possibilidades existentes e regras de cada um dos destinos disponíveis. Você pode escolher entre Austrália, Canadá, Estados Unidos, IrlandaPortugal, Reino Unido ou Nova Zelândia para concretizar o seu plano de fazer um ensino superior fora do país e decolar sua vida profissional.

Entre em contato com a TravelMATE pelo WhatsApp , solicite informações sobre o  Higher Education e comece a se preparar para estudar em uma das melhores instituições de ensino superior do mundo. 

 

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia - Tudo o que você precisa saber

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 88 0

Se você tem espírito aventureiro, gosta de contato com a natureza e não abre mão de um ensino de qualidade, você já deve considerar conhecer a Nova Zelândia. Mas, se você se identificou com tudo isso e nunca pensou nessa possibilidade, talvez esteja na hora de dar um pouco mais de atenção para o país que hospeda a “capital mundial da aventura”.

No artigo de hoje, separamos as principais informações que você precisa saber sobre o país.

Nova Zelândia: muito além da natureza e dos esportes radicais 

 

Dividida em duas grandes ilhas na Oceania, a Nova Zelândia é um dos países com a natureza mais surpreendente do mundo. As paisagens são realmente estonteantes de tão bonitas. Não é à toa que existe até um festival de contemplação à natureza: o Powerco Taranaki Garden Spectacular, um dos festivais mais tradicionais desse gênero, acontece por lá.

A fama dos esportes radicais se deve pelo fato de o bungee jumping ter sido oficialmente inventado por um neozelandês. Só que esse não é o único motivo!  A prática de descidas em corredeiras e escaladas nas montanhas glaciais contribuem para tornar o país no local ideal para quem gosta de aventura. Também há possibilidade de praticar esportes aquáticos e adrenalizar por trilhas em matas fechadas espalhadas pelos parques nacionais.

Além dos esportes radicais e de toda a sua riqueza cultural e natural, o país é o 2º colocado no ranking de países mais seguros do mundo. Esses dados são referentes ao relatório Global Peace Index 2020. Ou seja, é possível deixar suas coisas na areia e dar um mergulho na praia, aproveitar a balada e voltar a pé de madrugada, tudo com muita tranquilidade e total segurança.

E ainda tem mais: em relação à educação, o destino também é muito atrativo. Os cursos oferecidos são reconhecidos internacionalmente e possuem uma altíssima qualidade. Inclusive, a Universidade de Auckland está entre as 100 melhores do mundo de acordo com o QS World University Rankings 2020, e, claro, isso a torna a melhor do país.

Com tantas vantagens assim, é de se imaginar que a maioria dos estudantes intercambistas tenha a intenção de estender sua permanência ou até ficar por tempo indeterminado na Nova Zelândia, até mesmo porque o processo de renovação de visto é facilitado quando o aluno já está estudando e trabalhando legalmente por lá.

Então, se você curte momentos de adrenalina e está afim de fazer um curso no exterior, estudar e trabalhar na Nova Zelândia certamente é uma ótima opção.

Vem com a gente saber mais sobre esse país encantador.

 

Língua oficial 

A língua oficial é o inglês, que, inclusive, tem um sotaque bem característico. Porém, o idioma Maori é considerado um tesouro nacional e cerca de 23% dos neozelandeses falam a língua.

 

Economia

A economia da Nova Zelândia se destaca por seu planejamento e estabilidade. Parte importante está concentrada nas exportações, principalmente de ouro, carvão, areia, ferro, petróleo bruto e gás natural. Por se preocupar com os impactos dessas produções, o país investe muito em pesquisas na área de sustentabilidade.

O turismo, é claro, é outro setor que movimenta muito a economia local, mas o grande destaque é justamente o turismo educacional. Por lá, é possível encontrar cursos de idiomas, profissionalizantes, de graduação, pós-graduação, mestrado e até mesmo oportunidades direcionadas à pesquisas.

A moeda local é dólar neozelandês (NZD). O salário na Nova Zelândia – assim como na maioria dos países –  é pago por hora, e o valor mínimo é de NZ$ 17,70.

 

Clima 

O tempo no país pode mudar rapidamente, por isso, é preciso estar preparado para tudo! Costuma-se dizer que, por lá, é possível experimentar todas as estações do no em único dia!

O extremo norte tem clima subtropical durante o verão, enquanto as áreas alpinas no interior da ilha sul podem chegar ao frio de -10°C durante o inverno. Porém, a maior parte do país fica próximo à costa, o que significa que as temperaturas são amenas durante o ano inteiro. Mesmo no verão as temperaturas não costumam subir muito, ficando em torno de 25 graus, mas, eventualmente, os termômetros podem subir um pouco mais.

 

Cultura Neozelandesa

 

A cultura da Nova Zelândia tem origens europeias, mas também possui características bem distintas, que são uma evolução da cultura indígena Maori. O povo é conhecido por sua receptividade, educação e bom humor. Uma das principais características herdadas desse povo é o amor pela natureza. Ah! Eles também valorizam muito os bons momentos entre amigos e familiares.

O esporte referência no país é o rugby. Aliás, assim como os brasileiros são amantes do futebol, o mesmo acontece com os neozelandeses com esse esporte. Inclusive, a seleção de rugby, All Blacks, já conquistou diversos campeonatos importantes na modalidade.

Outra particularidade da cultura neozelandesa é o quanto levam a sério o trabalho. Eles acreditam que todo o esforço dedicado para alavancar a carreira profissional é uma virtude e deve passar de geração para geração.

Com isso, fica mais fácil entender porque um país que investe em educação e valoriza o trabalho é uma excelente opção para estudar e trabalhar, não é mesmo? E, como “bônus”, ainda oferece paisagens exuberantes de encher os olhos – e a alma.

 

E como é possível estudar e trabalhar na Nova Zelândia? 

Isso é possível através de um intercâmbio que conceda a permissão de trabalho. Para isso, o curso escolhido precisa ter uma duração mínima de 14 semanas. Dessa forma, o aluno terá permissão para trabalhar 20 horas semanais enquanto estuda. O trabalho ou estágio pode ou não ser remunerado, e a remuneração varia conforme a atividade e o nível de inglês do intercambista.

A educação neozelandesa recebe muitos investimentos e é muito valorizada, por isso, a qualidade de ensino acaba sendo um grande destaque do país. Há várias opções de cursos de inglês dentro de excelentes universidades. Há também a possibilidade de fazer diversos cursos profissionalizantes, como curso técnico em engenharia mecânica ou civil, ou especialização em marketing digital, por exemplo.

 

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia

As regras da imigração exigem que estudantes estrangeiros que pretendam trabalhar no país tenham o visto de estudante. Para isso, é necessário estar matriculado em uma instituição classificada na categoria 1 do New Zealand Qualifications Authority (NZQA), o que configura um ensino de qualidade.

Diferente de outros países, só é possível trabalhar em período integral durante as férias aqueles que estiverem matriculados em cursos com duração superior a 12 meses.

Para aplicação do visto é necessário:

  • Passaporte (com validade de, no mínimo, três meses após a data de saída da Nova Zelândia)
  • Uma foto recente (3×4)
  • Formulário online para Visto para Estudante
  • Autorização Eletrônica de Viagem (NZeTA)
  • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco
  • Comprovação de matrícula na instituição
  • Pagamento integral do curso
  • Garantia de acomodação com endereço de onde o aluno vai ficar hospedado
  • 6 extratos bancários de seis meses anteriores à aplicação do visto que comprovem NZD 1,250 para cada mês de permanência no país
  • Imposto de renda e holerite
  • Garantia de seguro saúde/viagem
  • Comprovante de pagamento da taxa de conservação e turismo (IVL)
  • Cópia da passagem aérea (ida e volta) ou print da reserva

Para cursos com mais de 6 meses de duração, é necessário realizar um exame médico, que deve ser emitido por um médico credenciado pela Imigração da Nova Zelândia

 

Quais são as opções de cidades para estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

 

Wellington

 

Wellington é a capital do país. É uma cidade muito charmosa localizada ao sul de North Island e é uma capital cheia de estilo com tudo o que você precisa. Os neozelandeses a chamam de Windy Wellington, ou, a “Wellington dos ventos”. Conhecida por suas colinas verdes, é uma cidade rica em cultura, gastronomia, diversão e arte, tanto que seus museus são famosos no mundo todo.

A capital é cheia de bares, cafés e restaurantes, o que já aumenta a probabilidade de conseguir um emprego, já que a maioria dos brasileiros trabalha nesse tipo de lugar.

Há também muitos locais que vendem cervejas artesanais. Inclusive, todos os anos acontece o famoso festival Beervana, que reúne alguns dos melhores mestres cervejeiros do país. A Cuba Street, por exemplo, é um reduto bem boêmio cheio de estabelecimentos coloridos. Lá circulam muitos jovens, hipster e artistas, e, na rua, é possível encontrar músicos andarilhos, shows de teatro ou até performances com fogo. É ali também que está a Bucket Fountain, um dos cartões postais da cidade.

A beira-mar é um local que vale a pena conhecer. É o lugar em que os intercambistas se misturam com os moradores locais. É muito comum ver pessoas andando de skate, pedalando ou simplesmente curtindo uma praia. Lá também é possível fazer um passeio no histórico bonde de Wellington. Com seu vermelho vivo, é um ícone da capital, que parte de Lambton Quay e sobe até Kelburn, onde se pode visitar o Cable Car Museum — o museu do bonde, no Space Place do Carter Observatory.

 

Auckland

 

É a maior cidade da Nova Zelândia. Embora Wellington seja a capital neozelandesa, Auckland é o principal centro financeiro e econômico. Foi fundada em 1840, e foi a capital do país até 1865.

Auckland é atravessada pela Volcanic Field, uma região onde ficam cerca de 50 vulcões. Estes assumem a forma de cones, lagos, lagoas, ilhas e depressões, e têm produzido várias correntes de lava extensivas.

A cidade conta com uma ampla área verde. Em Auckland, você vai encontrar muita diversidade cultural, boas opções relacionadas a esportes, culinárias e viagens. Sem contar que a cidade foi eleita várias vezes uma das melhores em qualidade de vida do mundo. Desse modos, o grupos étnicos de todos os cantos do mundo a tornam a cidade mais cosmopolita do país.

Auckland também é conhecida por Cidade das Velas, porque este esporte é praticado por todos os lados da cidade, que é cercada de praias e com ventos favoráveis a quem deseja velejar.

Queenstown

 

Está situada na Ilha do Sul e fica às margens de um lago cristalino cercado de montanhas. Na cidade calma, vê-se poucos carros e várias ruas para pedestres lotadas de pequenas lojas de recordações. Ela ficou mundialmente conhecida como capital mundial dos esportes radicais.

Lá, é possível fazer passeios de barco pelo lago e parar numa típica fazenda de ovelhas. Ou saltar de bungee jumping, skydiving, praticar ski, fazer rafting, se aventurar por safáris em meio às montanhas ou praticar mountain biking. Ou seja, Queenstown é um prato cheio para quem gosta de todos os tipos de adrenalina. Em alguns pontos da cidade, também é possível observar um famoso conjunto de montanhas, conhecido como “The Remarkables”.

A região de Queenstown é um local com uma concentração maior de brasileiros que o restante da Nova Zelândia, e a maioria trabalha em áreas como hotelaria, construção e prestação de serviços.

As festas são outra grande atração turística, com várias casas noturnas espalhadas pelo centro da cidade, como a Winnies, Cowboys, Ice Bar, entre outros.

Christchurch

 

estudar e trabalhar na nova zelândia

É um dos destinos mais procurados na Nova Zelândia. Foi colonizada pela Inglaterra e até hoje tem o charme e um pouco da cultura inglesa.

Christchurch tem diversos parques e várias reservas naturais, além de ser conhecida como a “Cidade Jardim”. As pessoas gostam tanto de jardinagem na cidade, que realizam competições entre os bairros para eleger as ruas, residências e até as fábricas mais floridas.

Além disso, possui praias encantadoras de água cristalina e com um swell perfeito para surfar. Contrapondo a isso, há fácil acesso a estações de esqui.  O Trem Tranz Alpino é considerado um dos mais espetaculares passeios de trem no mundo, e sai de Christchurch em direção à costa oeste da Ilha Sul. Isso tudo pode tornar a experiência de intercâmbio em Christchurch ainda mais inesquecível.

Contudo, a cidade conta também com ótimas opções de instituições de ensino, o que torna o lugar uma excelente alternativa para quem pretende estudar e trabalhar na Nova Zelândia. É possível fazer um curso de inglês, profissionalizante, uma graduação ou até mesmo uma pós-graduação.

 

Tauranga

 

Tauranga: uma opção para estudar e tranalhar na Nova Zelândia

 

Tauranga é a cidade mais populosa da região de Bay of Plenty da Ilha Norte na Nova Zelândia. Para os amantes de esportes aquáticos, é um destino inesquecível. Com suas praias paradisíacas, encanta qualquer pessoa.  A cidade fica distante 15 minutos de carro de um dos lugares mais incríveis da Nova Zelândia, o  Monte Maunganui. Indo até lá, você encontra um camping e o “Hot Salt Water Pool”, um local cheio de piscinas de águas quentes e salinas.

Para quem curte dias ensolarados, Tauranga é o local perfeito: são 2400 horas de sol por ano.

Lá também fica um centro comercial muito conhecido, cheio de lojas, bares, restaurantes e cafés, o que a torna um destino muito interessante para o intercâmbio. Tauranga também ficou famosa por conta das trilogias Senhor dos Anéis e Hobbit, uma vez que que serviu de locação para as filmagens.

Como encontrar um emprego na Nova Zelândia 

Assim como em qualquer lugar, encontrar um emprego na Nova Zelândia depende da força de vontade de cada um. Para começar, você pode visitar sites especializados em vagas de emprego. Já existem, inclusive, alguns mais direcionados para estrangeiros, como os sites workhere.co.nz e workingin-newzealand.com. Normalmente, as vagas anunciadas nesses sites são feitas por empregadores que já estão acostumados a contratar estudantes de outros países. No site Careers New Zealand, você também pode acessar uma lista completa com as principais agências de emprego do país.

É claro que criar uma rede de contatos e perguntar sobre as possibilidades é outra excelente maneira de encontrar um emprego. Quando você iniciar os estudos, é válido conversar com seus colegas. Se eles estiverem lá há mais tempo que você, podem ter indicações de lugares que estejam contratando, e, caso recém estejam chegando, assim como você, podem compartilhar essa busca por uma oportunidade. Assim, ao menos você já estará construindo novas amizades.

Principais vagas de emprego 

 

 

Quem vai estudar e trabalhar na Nova Zelândia costuma ocupar vagas mais operacionais. Elas variam de acordo com o nível de inglês do candidato. Muitas vezes, os estudantes começam em funções que não exijam tanto contato com o público, enquanto ainda não estão familiarizados com o idioma. Conforme isso vai melhorando, conseguem vagas com maior contato, o que já ajuda muito a melhorar o inglês.

Portanto, enquanto estiver em busca de um emprego, permita-se viver novas experiências e não tenha medo de fazer algo que você jamais imaginou. O objetivo do intercâmbio é justamente esse: sair da zona de conforto. Tudo vira aprendizado e, com certeza, essas experiências vão agregar muitos valores em sua vida.

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Irlanda

 

A experiência de estudar e trabalhar na Nova Zelândia proporciona convívio com pessoas locais e, também, de diversos outros países. Portannto, essa imersão em outra cultura é uma vivência que todos deveriam ter ao menos uma vez na vida.

O Study&Work, da TravelMATE, é o programa de intercâmbio ideal para quem busca unir estudo e a possibilidade de ter um emprego e se manter no país.

Então, se você se identificou com todas as maravilhas que a Nova Zelândia oferece, entre em contato conosco! Nossos consultores terão o maior prazer em te explicar ainda mais sobre esse lugar encantador.

 

Bora viver momentos incríveis?

 

Você também pode gostar de ler sobre estudar e trabalhar: 

Na Austrália 

No Canadá 

Na Irlanda 

 

Destino para High School

O melhor destino para fazer o High School

Passar um tempo no exterior fazendo 1 ou 2 semestres do Ensino Médio é provavelmente a modalidade de intercâmbio mais tradicional que existe, talvez mesmo até a mais antiga entre as opções que existem hoje.  Ele existe desde os anos 50, numa época em que muitos países pagavam um preço alto – tanto econômico como social – para se recuperar dos vestígios deixados pela Segunda Guerra Mundial. 

O raciocínio, na época, foi que se pessoas de diferentes nacionalidades tivessem vínculos afetivos com outras pessoas e outros lugares, as chances de novas guerras diminuiriam.  Com isso, a solução encontrada foi enviar estudantes secundaristas para vivenciar um ano escolar em outro país, conhecendo seus hábitos, seu modo de pensar, sua cultura.  Nascia aí o que hoje chamamos de Intercâmbio High School.

Imagem: Arquivo Nacional Holandês – 1953 – Autor: JD Noske / Anefo

 

Passaram-se 70 anos desde então, mas mesmo assim o High School ainda é praticamente sinônimo de intercâmbio – tanto é que muitos ainda acham que intercâmbio é apenas para jovens.  O que hoje em dia não é mais verdade.  Há programas disponíveis dos 8 aos 80 anos!

Quando fazer a inscrição?

 

O processo de inscrição para o High School envolve uma série de etapas e preparação para que programa aconteça no seu ritmo.  Conversas com seu agente educacional, preenchimento de papéis, exames médicos, etc. 

Como é de se imaginar, nossos parceiros no exterior utilizarão esta documentação para apresentar à sua futura família hospedeira e fazer sua matrícula no colégio.  Por este motivo o ideal é que a inscrição seja feita com cerca de 1 ano de antecedência, de preferência.  

Lembre-se de que existe também outros processos envolvidos, como obtenção de visto, por exemplo.  Assim, quanto maior for a antecedência, melhor.  Claro que isso não é uma regra absoluta, é possível se inscrever depois.  Alguns destinos têm vagas limitadas e pode acontecer que estas se esgotem mais rapidamente.

Dúvida cruel: como escolher o destino do intercâmbio High School?

Intercâmbio High School - Qual destino escolher

 

 

Este momento de escolha é sempre motivo de muita dúvida para o futuro “high schooler” e sua família. Com tantas opções, como tomar esta decisão?  Qual país é melhor? Será que vou gostar?  Contudo, como as inscrições para o programa ocorrem alguns meses antes do embarque, vem também a pergunta: se eu escolher um destino agora e depois me arrepender antes do embarque?

A resposta é basicamente uma só: o melhor destino será aquele onde você viverá a sua experiência, não importa em que país ou cidade.  Pode parecer estranho agora, mas você entenderá isso após já ter retornado ao Brasil. Você quebrará a cabeça um pouco na hora de decidir, mas tenha certeza de que qualquer que seja a escolha, ela será a mais acertada!

No final das contas, o que menos vai importar é o país.  O que importa mesmo é a experiência internacional, a vivência, os laços que você formará por lá, as amizades que vai fazer, a rotina do dia-a-dia.  E tudo isso você encontrará em qualquer parte do mundo. Seja numa comunidade rural, seja numa cidade de porte médio. Passando pelo verão, outono, inverno ou primavera. Com uma família composta de várias pessoas ou um casal sem filhos.  A sua experiência será única e somente sua.  

OK, entendi.  Agora qual destino escolho?

 

 

 

Mesmo sabendo que sua experiência será única, rica e cheia de memórias, não tem como escapar, né? Precisamos bater o martelo sobre o destino mesmo assim.

Pense primeiramente naquele destino que te fez ter vontade de procurar saber sobre o intercâmbio. Algum amigo seu foi para determinado país e te contou?  No seu colégio, a “onda” é ir para uma certa região?  Seus pais te incentivaram a pensar neste ou naquele continente?  Você assistiu a alguma live e gostou?  Algum ponto de partida sempre haverá.  Considere este destino num primeiro momento.

Em paralelo, não deixe de considerar outras possibilidades também: você sabia que é possível fazer intercâmbio High School também na Irlanda, na Inglaterra, no País de Gales, na África do Sul? Em países onde o idioma não é o inglês? Alemanha, França, Dinamarca, Finlândia, Suécia, Noruega…   

E uma terceira opção, para contrabalancear: já se imaginou na Austrália ou Nova Zelândia?  Desse modo, se estes destinos já eram os primeiros que você imaginou, compare então com Estados Unidos ou Canadá.

Na Travelmate temos um portfolio com mais de 95 destinos, a maioria com a opção semestral e anual, o que dá um leque de quase 200 opções! Mas não deixe de fazer este exercício, pode ser que você se depare com uma opção que nem tinha te ocorrido antes e….. Wow! Como não pensei nisso antes?? 

Seu coração vai bater mais forte em algum momento durante esta reflexão.  E você então saberá o melhor destino para fazer o SEU intercâmbio High School.

Study Work - Trabalhar e estudar no exterior

Study & Work: o programa para quem pretende trabalhar e estudar no exterior

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 113 0

Muitas pessoas têm o sonho de trabalhar e estudar no exterior.  E essa é uma excelente opção para estudantes que querem aperfeiçoar o idioma, viver momentos incríveis e ter experiência profissional fora do país. No dia a dia do trabalho e da escola que você frequentar conhecerá pessoas de todos os lugares do mundo. O próprio convívio com os chefes e seus colegas de trabalho locais vão te ensinar mais sobre a cultura e os costumes do país. Ou seja, você vai praticar seu inglês em situações da vida real, conseguirá ganhar uma grana e conhecer lugares fantásticosAté mesmo porque se você souber administrar o salário que vai receber, poderá aproveitar para viajar – e muito, pelos países próximos.

Então se você é do time que pensa em estudar e trabalhar no exterior precisa conferir o nosso post de hoje. 

Por que estudar e trabalhar no exterior?

Simplesmente pelo fato de ser uma das experiências mais ricas de intercâmbio. Toda a nossa história se constrói através de nossas vivências, das situações que enfrentamos, das pessoas com quem nos relacionamos e da maneira como decidimos viver a vida. E, talvez, não exista nada mais gratificante do que abrir sua mente e desfrutar de todas as maravilhas que o mundo tem a oferecer

De verdade mesmo, há muito o que ser explorado por aí. Sem contar que você vai aperfeiçoar outra língua através de uma imersão total nos costumes do país escolhido. Isso porque você terá que trabalhar, estudar e viver sua vida normalmente, porém, longe de casa.

Imergir na cultura local faz com que você aprenda muito mais do que imagina. Até mesmo porque irá ter contato com pessoas de outros locais. Conviver com a diversidade e o multiculturalismo contribuiu para que você expanda os seus conhecimentos e aprenda a respeitar ainda mais as diferenças. Crenças, formas de pensar, agir, costumes, alimentação, tudo pode ser diferente ao que você está habituado. Portanto, terá que se acostumar com uma realidade que, até então, não era a sua. O que é MUITO enriquecedor, acredite. Quem vai trabalhar e estudar no exterior desenvolve habilidades extremamente requisitadas hoje em dia. São elas: 

1 – Capacidade de adaptação a diferentes ambientes e situações

 

Não importa qual seja o tipo de trabalho nem mesmo o destino escolhido você vai aprender a se adaptar ao meio e começará a ter mais flexibilidade para se adequar às mais diversas situações. Inclusive, a própria questão de trabalhar com algo que nunca pensou antes – e em outro idioma –  já é uma forma de ser mais flexível em suas escolhas. E num mundo onde as coisas mudam a todo o momento, ser flexível é uma das qualidades mais interessantes em seus relacionamentos interpessoais. 

2 – Boa comunicação 

 

Conseguir se expressar de forma clara e objetiva vai facilitar muito a adaptação em outro país. Mesmo que no início você tenha certa dificuldade com o idioma – o que é normal – vai exercer essa questão de se comunicar. Afinal de contas, se você for trabalhar e estudar no exterior terá que conversar com seus colegas de aula, professores, chefe, colegas de trabalho e clientes. 

3- Proatividade 

Sim. Você não vai poder ficar parado esperando que as oportunidades caiam do céu. E tem maneira mais eficiente de ser proativo que ir em busca de seus propósitos? Essa capacidade de tomar a iniciativa e ir atrás da solução, de uma vaga de emprego ou qualquer que seja a situação, é um aprendizado que vai fazer você crescer tanto pessoalmente quanto profissionalmente

Além dessas três habilidades, existem muitas outras conquistadas no intercâmbio. Independência, segurança, maturidade. Quer dizer, é impossível que essa experiência não enriqueça ainda mais sua vida. Se você conversar com pessoas que tenham feito intercâmbio vai perceber que é unânime: todos afirmam ter sido um dos períodos mais incríveis de suas vidas.  

Como trabalhar e estudar no exterior? Study&Work

 

Para que seja possível trabalhar e estudar no exterior, antes de tudo, é necessário escolher um programa de intercâmbio que permita que, além de frequentar o curso, você tenha também um emprego. Aqui na TravelMATE o nosso programa destinado a isso é o Study&Work

Ele é destinado justamente para aqueles que desejam estudar e trabalhar enquanto vivem em um país estrangeiro. É um dos programas mais procurados para os que buscam uma experiência fora do Brasil, já que une duas coisas que todos querem: aprendizado da língua e remuneração.

Falando nisso, uma dúvida recorrente de quem busca uma oportunidade de trabalhar e estudar no exterior é sobre salário e as funções disponíveis para os intercambistas. Isso depende muito do domínio da língua que cada um tem. Pessoas mais fluentes no idioma local costumam encontrar cargos de atendimento ao público e que pagam um pouco melhor. Já quem tem dificuldade de se comunicar acaba conquistando vagas mais operacionais, as quais não são tão bem remuneradas. Mas vai depender muito da força de vontade. Uma coisa é certa: quem mais procura acha as melhores oportunidades.

De um modo geral as principais vagas são: ajudante de cozinha, auxiliar de limpeza, garçom, barista,  recepção de restaurantes, atendente em bares, jardineiro. Todas são vagas sem muita exigência técnica e geralmente têm bastante demanda em qualquer um dos destinos disponíveis. Mas, como dito anteriormente, tudo pode variar conforme o local escolhido. 

Nós até já fizemos posts super completos sobre trabalhar e estudar no exterior para Austrália, Canadá e Irlanda. Mas, além desses também há possibilidade de fazer o programa em Dubai, Malta ou Nova Zelândia

Cada país tem suas regras e exigências, mas o tempo mínimo de duração do programa para que se possa trabalhar é de 8 semanas em Dubai, 14 semanas na Austrália e na Nova Zelândia, 24 semanas no Canadá e 25 semanas para Irlanda.

Portanto, o mais adequado é que você acesse a página oficial do Study&Work clicando aqui para viajar pelas opções que nós oferecemos. Talvez você se encante por um destino específico e comece a arrumar as malas para realizar seu sonho de trabalhar e estudar no exterior. Acha uma boa ideia? 

Mas, se você preferir pode tirar todas as suas dúvidas com um de nossos consultores através de nosso WhatsApp. Será um prazer te auxiliar para que você embarque nessa aventura. 

 

Onde é mais barato fazer intercâmbio?

Uma das primeiras questões que aparecem na hora de escolher o destino para seu programa de educação internacional é a melhor relação custo X benefício. E pela lógica, parece mais vantajoso optar por países onde a moeda tem o câmbio mais baixo. É muito comum ouvir nossos futuros mates dizerem “Quero Canadá pois o dólar canadense é mais baixo” ou, sob a mesma ótica, “Meu sonho é ir para o Reino Unido, mas não consigo, pois a libra é muito alta”.  Essa lógica faz até algum sentido, porém você verá a seguir que o câmbio em si não é o principal fator determinante na hora de escolher o seu destino e analisar o preço do intercâmbio.

Mas se o euro vale mais que o dólar, como é possível que essa lógica não seja verdadeira?

 

Antes de continuar, é importante saber que os preços, seja para o que for, são formados através de uma mescla de vários outros fatores locais de cada país: impostos, abundância ou escassez do item no local (ou seja, é produzido localmente ou é necessário importar?), custo de vida local, questões trabalhistas, preços praticados no mercado imobiliário, entre muitos outros. 

Uma banana no Brasil tem um preço bem mais acessível do que, digamos, na Islândia. Um vinho francês no Brasil custa mais que um vinho nacional, enquanto que na França o vinho nacional (que, no caso, vem a ser francês!) pode ser encontrado por preços infinitamente menores. Deste modo, tudo é muito relativo.

Sabe aquela história do amigo que comprou um i-Phone nos EUA pois o preço lá é muito melhor?  Ou o casal que foi para Miami comprar o enxoval do bebê que está para chegar? Pela lógica do câmbio, já que o dólar é mais alto que o real, não faria sentido fazer uma viagem internacional para comprar um telefone ou roupinhas de bebê – pois se o real vale menos, aqui em tese seria mais barato! 

Tudo faria sentido se os preços fossem exatamente os mesmos em qualquer parte do mundo, ou seja, se um determinado item custasse 1000 moedas locais, por exemplo.  Então na Inglaterra seriam 1000 libras, na União Européia 1000 euros, nos EUA 1000 dólares americanos, no Canadá 1000 dólares canadenses, e assim por diante. 

E deste modo tudo no Japão custaria uma bagatela – a cotação do iene está sempre na casa dos poucos centavos em relação ao real brasileiro.  Percebe que na prática a coisa não funciona bem assim?  Cada item de consumo tem números diferentes e por isso simplesmente fazer a conversão não mostra a realidade dos fatos!

E como isso tudo funciona em relação ao preço do intercâmbio?

Qual o preço do intercâmbio?

 

Um programa de intercâmbio pressupõe alguns itens básicos que compõem o preço do curso.  Acomodação também é um fator mega importante, pois envolve também custo de hospedagem que varia muito conforme a localização.  Mas vamos nos ater apenas à parte que diz respeito ao curso propriamente dito.

Como em qualquer escola do mundo, existe um componente que é a taxa de matrícula – que nada mais é que o primeiro passo para inscrição em um curso, seja ele qual for.  Vamos comparar este único item aqui, sem entrar em pormenores. Como referência, vamos nos basear numa mesma escola parceira, que oferece cursos na maior parte dos destinos mais populares para intercâmbio. Para facilitar a compreensão, colocamos a conversão para reais ao câmbio do dia em que este post foi escrito. 

Taxas de matrícula de uma mesma escola em diferentes destinos:

Claro, esta é apenas uma pequena parte do todo, mas serve para ilustrar que o câmbio mais alto ou mais baixo não é o que deverá guiar a escolha.  Se seu sonho é ir à Inglaterra, não deixe se intimidar pelo preço da libra, você poderá se surpreender positivamente.  Se sua escolha é o Canadá só porque ouviu falar que “ preço do intercâmbio no Canadá é mais barato por causa do dólar canadense”, compare outras opções também.

Moral da história: “Quem converte não se diverte”

O objetivo aqui não é de forma alguma incentivar ou desincentivar um ou outro  destino para seu intercâmbio. Temos um portfolio bem abrangente e você poderá fazer sua escolha.  Mas antes de decidir, ouça primeiro seu coração. Se seu desejo é fazer seu curso na Europa, vá em frente.

Se seus olhos brilham mais pelo Canadá, vá em frente também. Coloque tudo na balança e você verá que o preço do intercâmbio será o último dos fatores que te ajudarão a decidir pelo destino. Ainda na dúvida? Clique aqui e fale conosco, será um prazer participar dessa decisão com você! Ou mande uma mensagem em nosso WhatsApp

Intercâmbio depois dos 30

Intercâmbio depois dos 30: será que já passei da idade?

Começo já com a resposta: NÃO! O termo “intercâmbio” atualmente abrange uma ampla gama de diferentes programas, cada um muitas vezes bem diferentes entre si. Assim, olhando por esse lado, a idade ideal para o seu intercâmbio está, antes de mais nada, relacionada ao seu momento de vida. E saiba: a busca por intercâmbio depois dos 30 é enorme! 

A idade ideal para fazer um programa High School é durante o Ensino Médio. Nem antes, nem depois.  O momento ideal para um acampamento teen durante as férias é na adolescência, assim como uma pós-graduação só será possível após a conclusão da graduação, correto? Até aí estamos todos de acordo.  Mas a origem da pergunta do título desse post na verdade é mais frequente quando se trata de curso de idiomas, de um modo geral. 

Já passei dos 35 anos, agora é tarde demais…

 

Intercâmbio depois dos 30

Uma fala mais comum do que se imagina.  E uma grande inverdade!  Não há limite de idade para se aprender idiomas. Nem aqui no Brasil, nem no exterior. Como a grande maioria dos cursos oferecidos pelas escolas no exterior é estruturada num esquema semanal, é perfeitamente possível montar um mini projeto educacional com apenas 2 semanas de duração, por exemplo. Se houver disponibilidade de mais tempo, pensamos em 3 ou 4 semanas. Ou 2 meses. Ou o tempo que for. 

E assim, ainda que o intercambista seja um profissional na casa dos seus 35 anos e não conseguir se ausentar do trabalho por mais de 20 dias no ano, sentamos e modulamos um curso que atenda a essa disponibilidade e os objetivos do aluno. Aliás, fazer intercâmbio depois dos 30 é uma experiência fantástica! 

OK… mas já passei dos 40, meus colegas poderiam ser meus filhos!

 

intercâmbio depois dos 30

 

Esta também é uma preocupação muito comum e até compreensível.  Antes de qualquer coisa, a idade mínima para cursos de idiomas é 16 anos. Geralmente a média fica em torno dos 23-25 anos podendo variar um pouco, para mais ou para menos, dependendo do destino e da época do ano, já que o aluno pode ingressar em qualquer segunda-feira, todos os meses. 

O período de férias de um adulto profissional não coincide necessariamente com o período de férias escolares – o que não ocorre com os estudantes mais jovens que têm férias apenas entre os semestres de aula.

O que nem sempre nos damos conta é que um profissional na casa dos 40-45 anos convive diariamente com colegas de trabalho mais novos – e também mais velhos.  A vida é assim. Se a diferença de idade não representa um problema no trabalho, por que representaria numa viagem, onde você estará relaxado, curtindo seu curso e fazendo novas descobertas? 

Você ainda não se convenceu sobre fazer intercâmbio depois dos 30?

 

Se ainda não tiver se convencido, vai aqui mais uma dica: ao fazer um curso fora, você estará “operando” numa língua estrangeira, da qual você provavelmente ainda não tem tanto domínio.  Seus colegas idem. Por conta desse processo de aquisição de outro idioma, é muito comum que a faixa etária dos colegas deixe de ser prioritária naquele contexto. 

Todos estarão se comunicando em uma língua que não é a sua, com suas dificuldades e limitações individuais. O esforço mental para se comunicar acaba dissipando essa preocupação que por ventura possa persistir, no que diz respeito à diferença de idade entre colegas.

Mesmo assim você pode ser estratégico na hora de planejar seu curso no exterior.  Prefira épocas fora das férias escolares, pois o mix de idades nas escolas tende a subir. Como profissional, seu foco é aliar férias ao aprendizado e prática de outro idioma, certo?  Escolha destinos menos “badalados” ou extremamente turísticos.  Há muito lugar bacana no mundo todo e certamente você terá uma experiência única e igualmente rica, podendo praticar mais o idioma.

A essa altura você já tem subsídios suficientes para saber que a idade não deve ser um impeditivo para seu intercâmbio. Sabe aquele clichê de sair da zona de conforto, se expor a novos desafios, etc?  Veja se esse não seria o caso e se aventure em um intercâmbio depois dos 30.

Modalidades de intercâmbio depois dos 30

 

 

Ainda não está pronto para embarcar? Pois bem, algumas escolas oferecem cursos voltados para intercâmbio depois dos 30 anos. O leque de opções se restringe um pouco, porém há várias possibilidades bem interessantes. Em alguns casos, menos comuns, turmas apenas formadas por alunos maiores de 40 anos.  Certos destinos e escolas organizam também programas 50+ que combina aulas com atividades extraclasse, geralmente duas vezes por ano em datas pré-fixadas.

Seja qual for o seu caso, seu objetivo e suas preferências, sempre haverá possibilidades de programas em vários formatos e destinos.  Pode vir sem medo, a gente te ajuda!  Que tal deixar seu contato em nosso whatsapp e solicitar mais informações? Existe um mundo esperando por você!

 

 

Estudar e trabalhar na Austrália: tudo que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 115 0

Se você já pensou alguma vez em estudar e trabalhar na Austrália, não pode deixar de conferir este artigo. Nele, você encontrará as informações mais importantes para que possa colocar esse pensamento em prática! 

Afinal, realizar aquilo que você quer para sua vida, só depende de você, não é mesmo? 

Estudar e trabalhar na Austrália: um sonho de muitos! 

A Austrália sem dúvida alguma é um dos destinos mais procurados por quem pensa em fazer um intercâmbio. E isso acontece pelo fato do país ter muitas coisas a oferecer para quem escolhe viver lá. 

Aliás, quem nunca imaginou poder ver grandes nomes do surf bem de perto em praias paradisíacas e conhecidas mundialmente por suas ondas perfeitas? Convenhamos, só isso já torna o lugar muito atrativo. 

Mas, se você não é do tipo que se importa com surf, saiba que existem muitas outras coisas a serem exploradas no país. Vai dizer que não seria mágico um mergulho em meio aos corais de um mar cristalino? 

A grande verdade é que estudar e trabalhar na Austrália é uma ótima oportunidade! A diversidade cultural, somada à receptividade dos australianos, tornam o local ideal para quem pretende se aventurar mundo afora para aprender ou aprimorar o inglês. Melhor ainda tendo a possibilidade de trabalhar e conseguir juntar uma graninha pra poder se manter e aproveitar todos os benefícios – e muitas belezas naturais – que o país proporciona. 

 

Língua oficial 

 

O idioma falado na Austrália é o inglês. Porém, o sotaque dos australianos costuma ser bem peculiar e pode variar de acordo com a região. O que não significa que não seja fácil de entender. Existem muita gírias e inicialmente pode ser mais complicado saber como usá-las, mas conforme você vai se acostumando, tudo flui naturalmente. 

E esse é um dos grandes diferenciais de aprender um idioma em outro país! Além do suporte das aulas do curso de inglês, é possível vivenciar a cultura local e assim aprender o que não é ensinado em sala de aula. 

 

Economia

Se você pretende estudar e trabalhar na Austrália, é bom saber o mínimo sobre a economia de lá, que é bem diversificada. O país é conhecido como um grande exportador de alimentos e minérios. Contudo, o setor que mais gera empregos na Austrália é o turismo, o que inclusive facilita que o intercambista encontre um emprego, já que há maior demanda para serviços operacionais em locais como bares, hotéis e restaurantes.

A moeda local é o dólar australiano (AUD), que inclusive é a oitava moeda mais utilizada no comércio estrangeiro. 

O salário mínimo é de 19,49 dólares australianos por hora trabalhada, mas algumas funções podem pagar até AU$ 30,00/hora. 

De acordo com os últimos dados divulgados pelo Departamento de Imigração e Cidadania da Austrália, o custo de vida de um estudante é de aproximadamente AU$1.690,00 mensais. Considerando que geralmente os estudantes recebem mais que o salário mínimo e contando com uma jornada semanal de 20 horas, dá tranquilamente para se manter no país

Clima 

Esse é um dos grandes atrativos para os brasileiros que pretendem estudar e trabalhar na Austrália, já que o clima é bem parecido com o que temos aqui no Brasil. 

Como nós falamos antes, praias australianas são uma ótima pedida para os amantes do surf, sol e águas cristalinas. Mas, mesmo no inverno é possível curtir as maravilhas naturais das cidades australianas. O sol brilha bastante! Por isso até em dias de temperaturas mais  baixas o clima fica muito convidativo para quem adora uma aventura.  

 

Cultura Australiana 

 

Os australianos são muito simpáticos e receptivos e uma das características do povo é o multiculturalismo. Por ter tantas pessoas das mais variadas etnias, é considerado um dos países com a maior diversidade cultural do mundo

A maior parte da população é jovem e os brasileiros se sentem muito à vontade com os australianos. E acredite, esse clima acolhedor facilita muito o processo de adaptação!

Entretanto, não somente de belezas naturais o país é feito! Algumas regiões tem uma vida cultural bem ativa. Existem muito parques temáticos, de diversão, restaurantes, bares, casas noturnas, cassinos. Lá também você poderá encontrar montanhas impressionantes, mergulhar em lindas cachoeiras e ver os famosos cangurus! 

E assim como um bom brasileiro, os australianos valorizam muito os momentos de lazer. Apreciam um bom churrasco, adoram tomar uma cerveja e compartilhar bons momentos. Não precisa nenhum motivo especial para reunir os amigos em casa ou em algum outro lugar.

E como é possível estudar e trabalhar na Austrália? 

Agora que você já sabe o principal sobre o país, vamos ao que interessa: como você pode fazer para estudar e trabalhar na Austrália!

O que não foi dito até agora é que outro ponto de destaque é a qualidade do sistema de ensino do país. Falando em universidade, por exemplo, das 200 melhores no ranking mundial, 7 são australianas. 

E isso reflete na qualidade do ensino como um todo. É possível encontrar excelentes opções de instituições que oferecem um ensino de alta qualidade! Portanto, o intercâmbio que une estudo e trabalho é certamente a melhor maneira de chegar até lá! 

 

Intercâmbio 

O intercâmbio para quem pretende estudar e trabalhar na Austrália deve ser ter uma duração mínima de 14 semanas. Uma das grandes vantagens é a possibilidade de trabalhar, mas para isso, é necessário estar matriculado em um algum curso de inglês, profissionalizante ou superior.

O fato de poder trabalhar enquanto faz o intercâmbio ajuda, inclusive, com que você consiga se manter por mais tempo no país. Além disso, fazendo um bom planejamento é possível guardar dinheiro para viajar para outros lugares, até mesmo para se aventurar por alguns dos locais mágicos do sudeste Asiático!

 

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Austrália 

Para entrar no país é necessário fazer a solicitação do visto antes da viagem. O mais indicado é que o visto seja solicitado com um mínimo de 2 meses de antecedência do embarque. Isso porque alguns processos podem demorar mais que do que outros.  

O visto que deve ser aplicado para que se possa estudar e trabalhar na Austrália é o visto de estudante. Soa um pouco estranho, mas é justamente esse o visto que permite trabalhar enquanto estuda. Para isso, é necessário ter mais de 18 anos, estar matriculado em um curso com duração acima de 14 semanas, como já citamos, e então você terá permissão para trabalhar 20h por semana. O consulado normalmente concede 4 semanas extras de férias depois que o curso termina e nesse período a jornada de trabalho pode ser de até 40h semanais

O processo é feito obrigatoriamente online através de um sistema. Nele, você responderá seus dados pessoais, familiares, histórico acadêmico, profissional, detalhes sobre o curso que você pretende realizar no país e, claro, a comprovação financeira de que você consegue se manter lá durante o período do curso. 

 

Confirmation of Enrolment (COE)

 

Antes mesmo de iniciar o processo de aplicação do visto, é necessário estar matriculado e ter realizado o pagamento integral do curso. Com isso, a instituição que você escolher emitirá o COE (Confirmation of Enrolment), muito importante para o processo dar certo. 

 

Genuine Temporary Entrant (GTE)

 

O critério GTE é utilizado para garantir que o estudante realmente se matriculou no curso para aprender, não apenas como porta de entrada para permanência do país. O candidato deve fazer uma carta justificando o  motivo pela qual pretende estudar na austrália e que o objetivo é permanecer no país temporariamente, pelo tempo de duração do curso. 

Seguro saúde e exame médico 

Quem pretende aplicar o visto para estudar e trabalhar na Austrália, precisa ter o seguro saúde obrigatório do governo australiano o Overseas Student Health Cover (OSHC). Assim como o curso, no momento em que o visto for aplicado é necessário comprovar o pagamento. 

Além do seguro saúde, o governo australiano exige exame médico para os intercambistas que pretendem ficar no país por um período superior a seis meses. Se o tempo de permanência for menor, o exame pode, ou não, ser solicitado.  

E você deve estar se perguntando: mas e seu eu quiser ficar mais tempo que o previsto, é possível? 

Sim! Além de ser possível, é o que geralmente acontece. A Austrália e toda a hospitalidade dos australianos encantam a qualquer um. Então é bem provável que você queira ficar ainda mais tempo por lá. Aliás, o próprio consulado já identificou que 70% dos intercambistas brasileiros não retornam no tempo previsto. 

 

Quais opções de cidades para estudar e trabalhar na Austrália

Uma das características do país é a sua versatilidade em atender bem a diferentes perfis de intercambistas que pretendem estudar e trabalhar na Austrália. Por isso, não vai ser difícil encontrar um lugar que esteja mais de acordo com seu estilo de vida. 

 

Os principais destinos são: 

 

Brisbane

 

Estudar e trabalhar na Austrália

Brisbane é a única capital subtropical da Austrália, com isso, seus dias são ensolarados e as noites são refrescantes. A cidade tem como apelido ‘Cidade do Sol’.

Ou seja, é a escolha certa para quem não curte muitos dias de chuva, já que são, em média, 300 dias de sol ao ano! Dessa forma, para quem gosta de aproveitar a vida ao ar livre, dificilmente a chuva irá atrapalhar o programa. Por lá há muitos festivais e apresentações em locais públicos e privados.

 

Melbourne

Estudar e trabalhar na Austrália

Melbourne é a segunda cidade mais populosa do país. Diferente de Brisbane, Melbourne é um local mais frio e no inverno costuma chover bastante. Mas não se preocupe! As chuvas costumam ser tão rápidas que em muitos casos nem dá tempo de desmarcar o programa. 

A cidade é um importante centro internacional de artes cênicas e visuais. E não por menos é considerada a capital cultural da Austrália.  

Seja para morar, estudar ou trabalhar, Melbourne possui a combinação perfeita de uma cidade urbana, moderna e com lindas praias. 

 

Gold Coast

 

Estudar e trabalhar na Austrália

A “Costa Dourada” é o destino ideal para os amantes do das ondas. Inclusive a primeira etapa do Circuito Mundial de Surf acontece por lá. Não precisa nem dizer o quanto esse evento movimenta a cidade, não é? 

Além das belezas naturais e da presença de animais nativos como wallabies (pequenos cangurus), koalas e  iguanas, a vida noturna é bem agitada! Por lá você encontra muitos pubs, baladas e festas que começam ao entardecer. Então, se você tem alma jovem, Gold Coast é o seu destino! 

Em relação a economia, é a cidade que mais se desenvolveu em 2019. Se você é da área de marketing, fotografia ou design, é bom saber que existe uma alta demanda desses profissionais lá!  

 

Perth

Estudar e trabalhar na Austrália

 

Perth é conhecida por ser uma cidade muito organizada! Em todos os bairros existe um centrinho comercial com os mais diversos serviços: restaurantes, cabeleireiros, cafés… 

É uma cidade mais diurna e o estilo de vida é muito tranquilo. Você conseguirá perceber que o easy-going style é bem presente na cidade. Inclusive é super comum ver os nativos andando descalços pelos mais variados lugares. 

Durante o inverno apresenta chuvas frequentes. Mas caso sua ideia seja fugir um pouco dos conterrâneos, pode ser uma boa opção. Já que comparada aos outros locais tem menos brasileiros

 

Sidney

Sidney

Diferente do que a maioria pensa, Sidney não é a capital da Austrália! A capital australiana é Camberra. 

Porém sem dúvidas é a cidade australiana mais multicultural. Para quem gosta de opções, lá é possível encontrar diversos lugares legais pra visitar, baladas para curtir e diversas lojas para fazer umas comprinhas. Mesmo assim, não perde a tranquilidade da natureza, já que existem mais de 70 praias com águas cristalinas.

 

Como encontrar um emprego na Austrália

 

Nós sempre dissemos que a Austrália, em relação ao mercado de trabalho, é o destino ideal para pessoas proativas e que não têm vergonha de ir atrás de um emprego.

Imprimir um currículo e bater de porta em porta ainda é a maneira mais eficiente para conseguir um emprego. É claro que com a facilidade da internet essa busca pode ser feita online. Mas a dica é encontrar as oportunidades e, sempre que possível, tentar ir pessoalmente se oferecer para a vaga. 

Até porque é muito comum que os contratantes peçam para que o candidato faça um trial. Então, além de ir atrás da oportunidade é importante já estar preparado, caso surja essa possibilidade. 

Em relação ao trabalho na Austrália, um dos atrativos é o salário mínimo, que em 2020 é de 19,49 dólares australianos por hora. Apenas para ter noção, no Brasil o valor da hora trabalhada é de R$ 4,54. Bem diferente, não é mesmo?

Porém, antes de sair em busca de uma oportunidade você deverá emitir o seu Tax file Number, que equivale ao CPF aqui no Brasil, e será solicitado pelo empregador. Ele é importante para que o contratante possa descontar o imposto do seu salário e pagar sua Superannuation, que é como o fundo de garantia.

A solicitação é feita online, leva cerca de 20 minutos e não tem custos.  

 

Principais vagas de emprego para intercambistas 

 

Uma das coisas que costumamos dizer aqui na TravelMate, é que o intercambista é quem faz o intercâmbio! E se desafiar é uma das principais maneiras de crescer, tanto pessoalmente quanto profissionalmente! 

Desse modo, é importante estar disposto a sair da zona de conforto e experimentar funções que talvez você nunca tivesse imaginado fazer! 

Se você não tem muito domínio da língua, inicialmente irá trabalhar em atividades que não exijam muita comunicação. Auxiliar na cozinha de um restaurante, trabalhar com limpeza, ser ajudante de construção, trabalhar com jardinagem… Essa última, por sua vez, dentre as citadas, é a função com melhor remuneração podendo chegar a 30 dólares australianos por hora. 

Conforme você for ficando mais familiarizado com o idioma poderá realizar atividades de maior contato com o público, o que é ótimo para colocar em prática o que está sendo ensinado em sala de aula. 

Para aqueles que pretendem trabalhar em uma área específica é essencial focar muito no aprendizado do idioma! 

 

As formas de remuneração podem ser: 

 

Part- time 

É como um emprego fixo que você trabalha às 20 horas semanais permitidas. Esse tipo de trabalho oferece os mesmos direitos que um trabalho em tempo integral, como férias e afastamento em caso de doença. O pagamento geralmente é feito quinzenalmente (ou a cada 40h de trabalho) e sempre via depósito na conta do estudante. É importante saber que desse pagamento já será descontado o imposto referente ao salário.  

 

Casual 

Normalmente acontece quando o trabalho é em eventos, bares e não acontece todos os dias, sendo normalmente mais comum aos finais de semana. 

Em alguns casos é possível trabalhar as 20 horas dessa forma, mas quem não consegue, geralmente tem um segundo emprego para completar a jornada. 

Nesse caso, o valor é pago via depósito em conta, já descontando o imposto, ou em cash hand.

 

Cash Hand

Nesse tipo de remuneração, a pessoa recebe o pagamento em dinheiro assim que conclui o serviço ou semanalmente. É o tipo de remuneração mais comum oferecida pelos empregadores. 

 

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Austrália 

 

Com tudo o que dissemos até agora, a maior certeza é que quem faz intercâmbio traz na bagagem competências e conhecimentos que vão muito além do aprendizado de outro idioma. 

Inclusive, todas as habilidades conquistadas, como independência, segurança e capacidade de se adaptar a diferentes situações, serão muito importantes quando você retornar. Qualquer desafio começa a ser encarado com muito mais confiança e tranquilidade. Sejam eles quais forem! 

O Study&Work é o programa destinado para quem pretende estudar e trabalhar na Austrália. Ele é destinado justamente para quem pretende aprender ou aperfeiçoar o idioma e ainda poder trabalhar em outro país. 

Nós sabemos que existem muitos detalhes a serem observados para que tudo dê certo no projeto de intercâmbio, mas não se preocupe! Nosso papel é justamente auxiliar para que todo o processo ocorra conforme deve ser! Para embarcar na maior vivência de sua vida solicite mais informações para nossos consultores através do WhatsApp.  

Estudar e trabalhar na Irlanda: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 289 0

Estudar e trabalhar na Irlanda é uma das possibilidades para quem pretende fazer um intercâmbio. Aliás, o país é um dos destinos mais escolhidos pelos brasileiros. Isso porque, além das questões relacionadas à segurança e qualidade de vida, outro grande atrativo é que lá é permitido trabalhar enquanto estuda. Ou seja, é possível fazer um curso de inglês, por exemplo, e conseguir se manter financeiramente no País.

Como existem muitas informações sobre estudar e trabalhar na Irlanda, nós elaboramos esse conteúdo com tudo o que você precisa saber antes de começar a planejar a sua viagem. 

Um pouco sobre o País 


Se você pensa em estudar e trabalhar na Irlanda, certamente já ouviu falar sobre os Leprechauns, a famosa cerveja Guinness, do St. Patrick’s Day, pubs e, claro, do U2! 

 

Morar na Ilha Esmeralda tem diversas vantagens. As pessoas são muito hospitaleiras por lá! Principalmente na capital, Dublin, que por ser uma cidade turística atrai milhares de pessoas de diferentes lugares durante o ano. A simpatia dos irlandeses e toda magia do folclore local faz do país o destino ideal para quem pretende fazer um intercâmbio. 

Aliás, para os que têm espírito aventureiro, a Irlanda é uma excelente oportunidade para realizar a Eurotrip dos sonhos! Se você tiver o visto Stamp 2 – falaremos mais adiante sobre ele – poderá aproveitar um período de férias depois do curso. E vai dizer que somente isso já não é um ótimo motivo para estudar lá? 

Outro grande atrativo para quem quer estudar e trabalhar na Irlanda é o fato de o país ter um dos salários mais altos da Europa, que em 2020 é de 10,10 euros por hora. Com isso, é ainda mais fácil se manter e economizar para fazer um mochilão ou até mesmo investir em outras qualificações.

Língua oficial

 

O país tem dois idiomas oficiais: o gaélico irlandês e o inglês. Porém, apenas 2% da população fala o gaélico como principal língua. Quase todos estão localizados em Conamara e nas Aran Islands, ambas no condado de Galway. 

O restante da população local tem, ao menos, noções básicas do idioma, já que seu ensino continua sendo obrigatório nas escolas. Aliás, todas as placas da cidades estão escritas nas duas línguas

 

Economia

 

Na Irlanda o mercado mais promissor está relacionado a tecnologia e serviços, inclusive é uma das principais exportadoras de software do mundo. O imposto corporativo lá, é de 12,5% o que torna o país muito procurado pelas empresas para instalação de suas sedes. Dessa forma, a economia foi alavancada e inclusive houve redução na taxa de desemprego.  

Atualmente o Euro é a moeda oficial da Irlanda, porém, antes do euro ser introduzido, em 1999, a moeda utilizada no país era a Libra Irlandesa.

 

Clima

Se você pretende estudar e trabalhar na Irlanda, é importante saber que o clima geralmente é úmido e ameno. Apesar de não serem intensas, a região apresenta altas probabilidade de chuva. 

O inverno é bem menos rigoroso do que em outras partes da Europa. Portanto, as menores mínimas costumam ser de 4 ou 5ºC. Mesmo no verão, entre julho e agosto, as temperaturas não costumam subir muito: ficam na faixa dos 25ºC. Claro que em alguns dias o termômetro pode subir um pouco mais! 

 

Cultura da Irlanda

O país é cheio de tradições históricas e os irlandeses se preocupam muito em preservar seus aspectos culturais

Saint Patrick’s Day certamente é a tradição mais conhecida de lá. O “dia de São Patrício”, padroeiro do país, é comemorado em 17 de março. A grande festa em que todos saem às ruas vestidos com as cores verde, branco e laranja, geralmente dura uma semana. Há muitas apresentações de artista locais e claro, a tradicional cerveja irlandesa. . 

Durante as comemorações é bem provável se deparar com imagens de duendes espalhados pelas cidades. Isso porque os irlandeses, pelo folclore local, acreditam que eles vivem no país bem antes da chegada dos celtas.  Segundo a lenda, eles se escondem e protegem potes de ouro e quem conseguir capturá-los poder fazer três pedidos. 

Outra presença marcante na cultura irlandesa é a música. Aliás, não por menos o símbolo oficial do país é justamente uma harpa. Existe uma grande influência celta no estilo musical irlandês. 

Frequentar os pubs também é algo bem cultural. São nesses locais que os irlandeses se reúnem para confraternizar e tomar uma cerveja. Aliás, a Guinness é a cerveja irlandesa mais conhecida. Produzida desde 1759, é considerada um símbolo no país.

E como é possível estudar e trabalhar na Irlanda? 

Bom, agora que você já sabe as principais informações sobre o país, vamos partir para o próximo ponto: como estudar e trabalhar na Irlanda! 

O país é realmente uma opção incrível para quem deseja fazer um intercâmbio. Lá existem diversas – e excelentes – opções de cursos de inglês, além de ótimas universidades para quem pretende fazer um curso superior na Irlanda.

Se você está buscando um programa de longa duração com permissão de trabalho, a Irlanda com certeza será um dos países com opções de melhor custo/benefício, e menos burocracia.

 

Intercâmbio

 

Através de um intercâmbio de estudo e trabalho no país, você conseguirá um visto de estudante que dará permissão de trabalho.

 

Para isso, é necessário ter mais do que 18 anos e estar matriculado em um curso com duração mínima de 25 semanas. Ou seja, o estudante estrangeiro só terá o direito de trabalhar se estiver matriculado em um curso com duração igual ou superior a essa carga horária, em cursos de inglês, profissionalizantes ou cursos de ensino superior, com no mínimo 15 horas semanais.

O aluno tem permissão para trabalhar 20 horas semanais durante o período do curso, e até 40 horas semanais no período de férias (que ocorram entre os meses de Junho a Setembro, e 15/12 a 15/01).

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Irlanda

 

O processo de obtenção de visto de estudante na Irlanda é relativamente simples, como não há uma análise do perfil do estudante e a necessidade de aplicação prévia antes do embarque, o aluno precisará apenas preencher alguns requisitos que serão comprovados na imigração do aeroporto ao desembarcar na Irlanda (quando o estudante recebe um visto provisório para permanência no país), e, posteriormente, no escritório do GNIB para emissão do IRP (visto) propriamente dito, são eles:

– Matrícula em curso de inglês com duração mínima de 25 semanas, e carga horária de 15 horas semanais.
– Emissão do seguro de saúde obrigatório (incluso na maioria dos pacotes de intercâmbio)
Acomodação por no mínimo uma semana (sugerimos que você contrate no mínimo duas)

  • Passagem de retorno ao país de origem
  • €3.000 euros
Uma informação importante: se você realizar o seu intercâmbio em Dublin, precisará realizar o agendamento online de um horário na imigração para realizar a emissão do visto.

Indicamos que você comece a tentar agendar o visto em média 30 dias antes do embarque (sim, nem todos conseguem realizar o agendamento de primeira, como são pouquíssimos horários, é preciso muita paciência), e selecione um horário em média 30 dias após sua chegada na Irlanda, isso porque você precisará realizar uma série de processos antes de ir à imigração emitir seu visto – como por exemplo, encontrar um endereço definitivo na Irlanda.

A taxa de emissão do visto é de €300 euros, e pode ser abatido dos €3.000 que você precisa comprovar através de extrato bancário e/ou Postal Money Order. O pagamento dessa taxa ocorre apenas através de cartão de crédito/débito ou VTM.

Além desse valor, é importante que você tenha também uma reserva extra de em média €1.500 euros para as despesas iniciais, já que você não poderá utilizar os 3.000 euros até solicitar seu visto.

E antes de ir até a imigração precisará encontrar uma acomodação definitiva (pagando aluguel e um depósito caução que normalmente é cobrado)

É esse o visto que dará o direito de trabalhar 20 horas semanais durante a duração do curso e 40 horas semanais quando estiver de férias. Ele possibilita que o estudante permaneça legalmente no país por até 8 meses, período que posteriormente pode ser renovado

 

Cartão IRP

Desde 2017, o cartão GNIB, antigo certificado de registro, foi substituído pelo Irish Residence Permit (IRP). A função do cartão é comprovar que o titular registrou sua permissão para permanecer na Irlanda.

 

Nele constam informações como:

  • Informações pessoais: nome, foto, data de nascimento e número de registro;
  •  Uma breve descrição da sua permissão de imigração, incluindo o número do seu Stamp (no caso de estudantes Stamp 2);

 

Quais opções de cidades para estudar e trabalhar na Irlanda

 

As principais cidades para realizar um intercâmbio na Irlanda são: 

 

Dublin

 

estudar e trabalhar na irlanda

Dublin é a capital e maior cidade da Irlanda. O nome em inglês deriva da palavra irlandesa “Dubhlinn”, que significa “Lago Negro”. Localiza-se na província de Leinster próxima ao ponto mediano da costa leste da Irlanda, sendo cortada pelo Rio Liffey e o centro da região de Dublin. 

É fácil movimentar-se pelo centro de Dublin, levando-se em consideração que a maioria dos monumentos e os principais pontos turísticos da cidade são acessíveis a pé e estão situados em uma área relativamente pequena. Por isso, não é necessário nenhum meio de transporte para ir até o centro da cidade. 

No entanto, se o visitante quiser chegar um pouco mais longe, poderá utilizar a ampla rede de transportes públicos de Dublin. Além disso, Dublin é uma das cidades mais seguras do mundo. Para que se tenha ideia, a polícia de lá sequer usa armas.

Dublin possui um clima temperado marítimo, caracterizado por invernos frios e verões suaves. No entanto, contrariamente à crença popular, Dublin não tem experiência com alta pluviosidade como no Oeste da Irlanda, que chove duas vezes mais do que em Dublin. A capital irlandesa tem menos dias chuvosos, em média, do que Londres. A temperatura média máxima em Janeiro é de 8 °C, a temperatura média máxima em Julho é de 19 °C.

Estudar e trabalhar na Irlanda

Cork 

Cork é a segunda maior cidade da República da Irlanda e a terceira mais populosa da ilha da Irlanda. É a capital e a principal cidade do condado de Cork e também a maior cidade de Munster. 

O clima de Cork é bastante agradável com verões frescos e invernos modestos. A sua temperatura média durante o Inverno é de 9 °C e 20 °C nos meses mais quentes de Verão. A temperatura mais alta registada em Cork foi de 29 °C e a mais baixa de -9 °C.

A vida cultural de Cork é palpitante. Música, teatro, dança e cinema desempenham um papel importante na vida da cidade. A Escola de Música de Cork e o Crawford College of Art and Design proporcionam constantemente uma uma lufada de ar fresco, assim como os muitos grupos de teatro da Universidade.

Distante apenas 2 km da cidade de Cork, foi construído o Blackrock Castle no século XVI. Hoje em dia é um dos principais cartões postais da cidade e está aberto para visitação.

O sotaque de Cork tem um tom diferente dos seus concelhos vizinhos. Os vikings e os normandos elisabetanos deixaram uma marca registrada sobre os hábitos e linguagem do povo de Cork. 

 

Galway

estudar e trabalhar na Irlanda

Galway é uma das cidades com uma das melhores e mais tranquilas atmosferas da Irlanda, fazendo do destino um ótimo lugar para estudar inglês. Com cerca de 70 mil habitantes, é a terceira maior cidade da República da Irlanda. 

Apesar de ser pequena, é vibrante como uma grande cidade, especialmente graças ao seu clima boêmio. A região oferece muitos cenários espetaculares, como a região de Connemara ou a belíssima costa do Oceano Atlântico.

Conhecida como a “capital cultural da Irlanda”, Galway é casa de diversos festivais ao longo do ano. O “The Galway Arts Festival” acontece em julho e recebe peças teatrais, performances circenses, comédia, artes visuais e música de todos os estilos. Já o Galway Film Fleadth acontece junto com o festival e é considerado um dos maiores festivais de cinema da Irlanda.

 

Limerick

estudar e trabalhar na irlanda

A cidade se encontra na região Centro-Oeste da Irlanda, no estuário do rio Shannon, na província de Munster e é a segunda maior da província. Possui uma localização privilegiada próxima de quase todos os pontos turísticos do país. 

Limerick possui indústrias, atividades comerciais, agrícolas, tecnologia, e turismo.Outro fato interessante é que o centro da cidade é dividido em duas áreas. A “English Town”, que fica na metade sul, e a “Irish Town”, que inclui a região mais antiga da cidade e a mais moderna, onde fica o atual centro econômico de Limerick. 

As principais atrações turísticas da cidade são o castelo de King John’s, de 1212, e a Catedral de St Mary, de 1168. 

A temperatura média anual em Limerick é 11 °C. Durante o verão, o sol nasce às 5h da manhã e se põe apenas depois das 21h. Já no inverno, o sol nasce perto das 9 horas da manhã e se põe antes das 17 horas.

 

Waterfordestudar e trabalhar na irlanda

 

Conhecida como a cidade mais antiga da Irlanda, foi fundada em 914 pelos Vikings, e hoje é a quinta maior cidade do país. 

Além disso, a cidade está crescendo e se desenvolvendo bastante, e com isso atraindo estudantes de todo o mundo! 

É a cidade mais ensolarada da Irlanda, com belas praias e fábricas de cristais. Além de ser considerada uma cidade universitária

Lá fica o Museu Medieval que conta a história da cidade e guarda alguns objetos medievais que foram conservados ao longo da história. E também a  “Reginald’s Tower”. Uma torre construída em 1003 considerada o edifício cívico mais antigo do país.

Como encontrar um emprego na Irlanda 

Existem diversas formas de encontrar uma oportunidade de trabalho na Irlanda. Porém, a forma mais eficaz é conversar com outros estudantes sobre essa busca de emprego. Isso porque os que já estão a mais tempo no país, sempre conseguem dar um direcionamento mais correto sobre locais e possibilidades. 

E claro, utilizar as redes sociais também é uma excelente alternativa. A própria atualização de região e interesse de área no Linkedin poderá apresentar opções de vagas disponíveis. 

É possível, também, cadastrar o currículo em sites especializados em empregos do país. 

 

estudar e trabalhar na irlanda

Principais vagas de emprego 

Geralmente, os intercambistas costumam conseguir um emprego entre 4 e 8 semanas. As oportunidades, normalmente, são para atividades mais operacionais em pubs, lojas de conveniência, restaurantes, hotéis, hostels, casas de família e supermercados. 

 

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Irlanda

Fazer um intercâmbio é sem dúvidas a melhor experiência para quem quer ter uma vivência única e cheia de aprendizados, tanto para a vida pessoal, quanto para a vida profissional. 

O Study&Work é o programa destinado para quem buscam além do aprendizado do idioma, uma oportunidade de trabalho. O objetivo é fazer com que o aluno possa aprender ou aperfeiçoar a língua enquanto coloca na prática – através do trabalho – o que aprende nas salas de aula.

Com esse programa de longa duração, você irá se aprofundar ainda mais na cultura local! 

Não fique fora dessa! Solicite aqui mais informações para nossos consultores e comece a arrumar as malas para a maior aventura de sua vida

 

universidade no exterior: 7 motivos para você fazer

Universidade no exterior: 7 motivos para você estudar fora

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 2339 0

Estudar em uma universidade no exterior vai trazer muitos benefícios, tanto para a sua vida pessoal, quanto para a sua vida profissional. 

Existem diversas razões para você ir estudar fora.Neste artigo, você vai ver 7 motivos para fazer universidade no exterior. Depois disso, você certamente começará a planejar sua viagem agora mesmo!  

1. Ensino de qualidade

8 motivos para fazer universidade no exterior

 

Quando alguém decide sair do seu país para estudar, uma das principais, se não a mais importantes razões, é uma universidade de qualidade

De acordo com QS World University Ranking 2021, entre as 20 melhores universidades do mundo, 10 ficam nos Estados Unidos, 5 ficam no Reino Unido, 2 na Suíça, 2 em Singapura e 1 na China.

Confira a lista completa das universidades

Nenhuma universidade brasileira entrou para o top 100 do mais recente ranking mundial de instituições de ensino superior publicado. 

A Universidade de São Paulo (USP), aparece em 115º lugar no ranking mundial e 3º na América Latina. Esse foi o melhor resultado no ranking, até agora. 

Então, se você quer ter um estudo de alta qualidade é melhor ir pegando seu passaporte e começar a pensar em qual lugar estudar! 

2. Aperfeiçoamento da língua

aperfeiçoar a lingua

 

Você nasceu, cresceu e viveu com a língua que seus grupos sociais falavam, e quando você for estudar em uma universidade no exterior não será diferente. Porém, não com sua língua nativa. Mesmo que você saiba falar outro idioma, com a vivência e as experiências de morar e estudar em outro país é que realmente você ficará fluente em outro idioma

Com a globalização, é muito importante dedicar-se a aprender novas línguas. O inglês não é mais um diferencial, é imprescindível ao candidatar-se a uma vaga de emprego. Além disso, é considerado hoje um fator preponderante para seleção dos candidatos. Com isso, transforma o espanhol na terceira língua, como verdadeiro elemento agregador de valor aos currículos. 

Quem pretende fazer uma universidade no exterior, o idioma será necessário e muito exigido, já que precisará adaptar-se e compreender as informações que pretende absorver e externar para obter conhecimento. 

Mesmo quando for viajar para curtir suas férias fora do país, a comunicação com guias turísticos, taxistas, garçons será muito importante para aproveitar os momentos de diversão. 

 

3. Fazer universidade no exterior abrange diversas áreas para se especializar

universidade no exterior

 

 

 

No Brasil, as universidades oferecem uma quantidade mais limitada de cursos se comparado às melhores universidades do mundo. Estudar fora do Brasil, além de possuir um estudo de alta qualidade, permite que você encontrará diversas áreas únicas para se especializar, que talvez por aqui seja mais difícil.

E mesmo nos cursos tradicionais, um diploma obtido no exterior é uma vantagem que colocará você muito à frente de qualquer concorrente no mercado de trabalho.

Então, se você quer realmente ser diferenciado, prepare as malas e bora lá!

 

4. Conhecer pessoas de diferentes lugares e culturas

 

universidade no exterior

 

 

Para fazer uma universidade no exterior, você precisará fazer alguns esforços, inclusive ficar distante da família e seus amigos. Por outro lado, pode ter a certeza que você vai encontrar pessoas novas e que elas vão agregar muito em sua vida. Suas histórias, modos de viver, culturas diferentes irão fazer você crescer muito. E claro, você também terá a oportunidade de compartilhar a sua cultura com as outras pessoas.

Morando em um novo país as “definições de amizade serão atualizadas”!  Você vai aprender a chamar um amigo para ir ao supermercado com você, por exemplo, e acredite: esses “passeios” são divertidíssimos. Os amigos em um país diferente são mais que amigos, se tornam referências, guias de viagens, críticos de restaurante, e na maioria das vezes, se tornam sua família longe de casa.

Em geral, as amizades são fortes, próximas e simples, e você sentirá um carinho por essas pessoas por muito tempo, mesmo depois de voltar para o Brasil.

Com certeza você terá outra visão do mundo e da sua própria cultura. Então prepare-se para conhecer novos amigos de diferentes estilos!

 

5. Adquirir conhecimento em uma universidade no exterior

 

conhecimento

 

 

Depois de estudar em uma universidade no exterior de qualidade, aperfeiçoar a língua do país, conhecer novos amigos e outras culturas, consequentemente você estará adquirindo conhecimento. E quando falamos em conhecimento, vai muito além do que vai ser ensinado em sala de aula! Conhecimento de vida! 

Essa viagem mudará o seu estilo de vida, o seu senso crítico e alimentará ainda mais a sua vontade de viajar novamente e fazer tudo isso de novo. Viajar é viciante! 

 

6. Mercado de trabalho

 

universidade no exterior

 

Talvez um dos principais pensamentos que você tem quando vai sair do Brasil para fazer uma universidade no exterior está relacionado ao mercado de trabalho. Estudar fora tem relação direta com o seu currículo. E sim, ele será turbinado, não apenas pelo seu estudo na universidade do exterior, mas também por você demonstrar independência, conhecimento, opiniões diferenciadas, experiências fora da zona de conforto. 

Tudo isso te ajudará a dar um grande passo na direção do emprego que você sempre sonhou.

 

7. Novas ideias 

 

novas ideias

 

E por fim, temos a certeza que você vai voltar ao Brasil totalmente renovado e cheio de ideias

A experiência te trará novos olhares e com isso a vontade de colocar as ideias no papel. Elas podem ser soluções pequenas para a sua própria vida ou ainda poderá te dar todas as ferramentas, contatos e ideias para conseguir empreender. 

Viaje, estude e conquiste coisas incríveis em sua vida

Esses 7 motivos são mais que suficientes para te mostrar – e convencer – que estudar em uma universidade no exterior pode ser uma das melhores escolhas da sua vida, hein?

Por isso, não deixe de pensar nisso! Existe um mundo cheio de possibilidades esperando por você! 

Caso você queira mais informações sobre como estudar em uma universidade no exterior, leia mais sobre o Higher Education.  

 

Diferença entre college e university

Diferença entre College e University: você sabe como funciona o ensino superior no Canadá?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 170 0

Quem nunca pensou em fazer um curso no exterior, não é mesmo? Porém, se você decidiu que quer estudar no Canadá, é essencial que você saiba a diferença entre College e University por lá. Por isso, no artigo de hoje nós explicaremos tudo o que você precisa saber para planejar sua viagem. 

Antes de qualquer coisa, é importante esclarecer quais as equivalências de cada nível de ensino, comparando com o nosso sistema de educação:  

  • O High School equivale ao Ensino Médio 
  • O College equivale a Faculdade
  • University equivale a Universidade 

Bem, aqui no Brasil pouco se fala sobre a diferença entre uma faculdade ou uma universidade. Portanto, talvez você até estranhe estarmos falando sobre isso. Entretanto, em outros países, especialmente no Canadá, a diferença entre College e University é bem relevante. 

diferença entre college e university

E qual a principal diferença entre College e University

University

Falando de uma maneira mais ampla, a university é como nós, brasileiros, chamamos as universidades. Geralmente, essas instituições oferecem diversas opções de cursos de ensino superior e tem uma abordagem direcionada para a pesquisa e o desenvolvimento. Ou seja, as universities dão mais enfoque para quem busca a carreira acadêmica. Por isso, é fundamental saber a diferença entre college e university se você pretende estudar no Canadá. 

Além disso, a maioria dos cursos da área da saúde são oferecidos apenas pelas universidades. E temos que falar uma coisa: o custo do semestre na universidade pode ser quase o dobro do semestre do college. 

Quanto às certificações, as universities possuem três tipos diferentes: 

  • Bachelor 
  • Master 
  • Doctor

O tempo de duração de cada um varia de acordo com a área de atuação.

Colleges

Os colleges no Canadá equivalem a faculdade ou cursos técnicos aqui do Brasil. De um modo geral, são instituições menores – que em alguns casos fazem parte de uma universidade – e que oferecem cursos específicos de graduação mais direcionados para área profissional.

Esse tipo de ensino objetiva preparar os estudantes para que se posicionem de maneira mais rápida no mercado de trabalho. Ou seja, é mais profissionalizante e destinado para preparar o aluno para uma área específica de interesse do estudante. 

Inclusive, os colleges foram criados pelo governo canadense na década de 60 para ajudar os estudantes a terem uma formação de qualidade mais rápida e assim, se inserirem no mercado de trabalho. Contribuindo efetivamente com o crescimento da economia local. 

Além disso, seja para um curso de graduação ou de pós-graduação, os colleges são bastante valorizados pelos empregadores. Para aqueles que buscam cursos mais curtos e uma rápida colocação no mercado, o college pode ser a melhor via de acesso a esse objetivo. 

Existem, dentro dos colleges, diferentes tipos de cursos e cada um deles com um tempo de duração distintos. São eles:  

  • Certificates – 2 semestres
  • Diplomas – 4 semestres
  • Bachelor Degrees – 8 semestres
  • Post-Grad – 2 a 4 semestres

Importante! Os colleges são direcionados para o mercado de trabalho, portanto, se o aluno se formar em um college, só poderá dar continuidade a um mestrado ou doutorado caso faça um Bachelor Degree

E qual a melhor opção?

Isso é algo que depende muito de seu objetivo pessoal (e profissional, é claro). Escolher qual a melhor não diz respeito apenas à vontade de morar no Canadá. É essencial ter em mente qual sua projeção de atuação profissional. E isso depende só de você! 

Claro que agora que você entendeu a diferença entre college e university fica mais fácil começar a planejar de maneira mais assertiva seu estudo no exterior.

Porém, se você ainda tiver alguma dúvida sobre qual é o melhor caminho a seguir entre em contato conosco pelo whatsapp. Nossos consultores possuem experiências e vivências que podem ajudar – e muito – para que você tome a decisão mais certa, de acordo com as suas expectativas.

Ensino superior na Irlanda: você sabe como funciona?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 347 0

É muito comum pensarmos na Irlanda para realizar somente o curso de idioma, certo? Normalmente, não pensamos no país para o ensino superior, mas há ótimas oportunidades e diversos cursos. As principais universidades estão entre as 300 melhores do mundo em um total de 30 mil instituições. Além disso, a Irlanda tem um dos melhores sistema de educação do mundo. Por isso, nesse artigo explicaremos tudo o que você precisa saber sobre ensino superior na Irlanda.

A economia irlandesa está crescendo bastante, dessa forma, dando oportunidade aos estudantes internacionais trabalharem ao longo do curso como part-time (20 horas semanais) e Full-time nas férias (40 horas semanais). Ao mesmo tempo, o salário é pago por hora e é um dos salários mínimos mais altos da Europa. Atualmente, muitas empresas possuem escritórios na Irlanda, como: Google, Deloitte, Microsoft, Linkedln e outras que possibilitam muitas oportunidades aos estudantes universitários.

O governo irlandês possui um órgão educacional para promover suas instituições de ensino superior do país e incentivar os estrangeiros a irem estudar por lá. A Travelmate foi convidada por esse órgão para visitar e conhecer algumas das universidades e suas estruturas fantásticas.

IRISH NATIONAL FRAMEWORK OF QUALIFICATIONS (NFQ)

Para que você entenda como funciona o ensino superior na Irlanda, é importante saber que a educação é dividida por nível. Sendo do 1º ao 6º cursos técnicos. A partir do nível 7 são bacharelados, mestrados e doutorados (universidades e institutos de tecnologia).

 

ensino superior na irlanda

 

NFQ Level 7 – Ordinary Bachelor Degree (Bacharelado)

Os cursos, normalmente, duram três anos e permitem que o estudante tenha o diploma de bacharelado. Existem várias opções de programas dentro das universidades e institutos tecnológicos.  

Portanto, se você conquistar o diploma com honras, você se qualifica para o NFQ Level 8 – Honours Bachelor Degree.

NFQ Level 8 – Higher Diploma (Diploma superior)  

Após finalizar o curso de bacharelado, o estudante pode optar pelo diploma superior, que necessita mais um ano de estudos. Para muitas empresas, essa certificação equivale ao diploma de pós-graduação.

NFQ Level 9 – Postgraduate Diploma (Pós graduação) / Masters Degree – Mestrado

Os cursos podem ser entre 1 a 3 anos. São oferecidos em vários campos. Pode ser um curso com base em pesquisas e, geralmente, envolve a necessidade da entrega de uma tese. 

NFQ Level 10 – Doctoral Degree – Doutorado

Por último, o nível 10. Com duração de aproximadamente quatro anos, é feito com uma tese baseada em alguma pesquisa da área escolhida.

Ensino Superior na Irlanda

E como funciona o processo para fazer ensino superior na Irlanda

 

Processo admissional

As instituições querem estudantes sérios e comprometidos para serem aprovados! Com isso, as notas são relevantes, principalmente, para bolsa. O nível de inglês é exigido e comprovado por uma prova de proficiência: TOEFL ou IELTS.  

Para estudantes saindo do ensino médio deve fazer o Foundation year (um ano acadêmico dentro da universidade, pois o ensino médio na Europa há um ano a mais do que no Brasil).  Assim como para mestrados serão solicitados redações, currículos e até mesmo entrevistas.

Prazos

A maioria das instituições inicia em setembro de cada ano. Porém, os prazos para análise dos documentos é até março, pois as universidades precisarão de tempo para analisar e dar uma posição sendo negativa ou positiva. Portanto, é muito importante se preparar com antecedência para todo o tramite.

Visto

Brasileiro não precisa de visto. Chega ao país com aceitação da universidade, passaporte e, seguro saúde.  Os estudantes têm três meses para se cadastrar na imigração. Dessa maneira, receberá um documento, como se fosse nosso CPF, para trabalhar legalmente e ganhar sua remuneração. 

Aos estudantes que estão indo para Dublin, tem que marcar horário na imigração, pois há muita procura e pouco horário. Portanto, o ideal é realizar o agendamento aqui no Brasil dois meses antes de viajar. 

Mas, caso seja outra região, não haverá necessidade é só ir à imigração levando consigo a carta da universidade, passaporte e extrato bancário com 3 mil euros (Pode ser extrato bancário do Brasil). Porém, essa comprovação será somente para o primeiro ano, para os próximos não haverá necessidade. Esse procedimento junto a imigração é pago, em torno de 300 euros. O documento será válido por um ano. 

Com o visto em mãos o estudante poderá trabalhar até 20 horas semanais ao longo do curso e 40 horas semanais durante as férias. Caso o estudante faça um mestrado terá  mais dois anos em que poderá apenas  trabalhar.  O primeiro ano é  automático, porém, o segundo ano precisa solicitar à imigração.

Investimento para ensino superior na Irlanda

As instituições irlandesas irão lecionar em inglês. O investimento será entre 8 mil a 20 mil euros ao ano. Moradia e Alimentação estimamos um valor de 1.000 euros mês. 

Obs.: Para ter condição diferenciada no valor da tuition com o passaporte europeu, é necessário comprovar residência no país no mínimo 3 anos pagando impostos. 

Instituições parceiras 

Aqui na Travelmate nós contamos com parceria das melhores instituições de ensino superior na Irlanda, conforme você confere a seguir: 

 

TRINITY COLLEGE DUBLIN  

Fundada em 1592. É a instituição de ensino superior mais antiga da Irlanda e além disso, também a que melhor representa os irlandeses no ranking internacional. 

 

UNIVERSITY OF LIMERICK

A Universidade se destaca em cursos inovadores e tem forte relevância para o mercado de trabalho. 

 

UNIVERSITY COLLEGE DUBLIN

É outra tradicional universidade irlandesa. Fundada em 1854, com mais de 33 mil alunos, a universidade se divide em cinco faculdades.

 

UNIVERSITY COLLEGE CORK

É a quarta mais bem colocada universidade irlandesa nos rankings internacionais. Com mais de 20 mil alunos, a universidade tem um dos principais departamentos de pesquisa do país.

 

DUBLIN CITY UNIVERSITY

A instituição foi criada em 1975 e, atualmente, tem 12 mil alunos matriculados, sendo que 2 mil são estrangeiros. 

 

NUI – NATIONAL UNIVERSITY OF IRELAND – GALWAY

 Possui mais de 18 mil estudantes. Além disso, é considerada a melhor instituição em Business e Engenharia do país. Oferece cursos de graduação e pós-graduação.

 

DUBLIN BUSINESS SCHOOL

Fundada em 1975, oferece cursos de graduação, pós-graduação e profissionalizantes com carga horária integral ou de meio período. 

 

CORK INSTITUTE OF TECHNOLOGY (CIT)

A instituição recebe fundos da Enterprise Ireland para investimento em projetos. 

 

TU DUBLIN

 É a primeira universidade tecnológica da Irlanda. á diversos cursos na TU Dublin sendo destacado a Arquitetura que está em primeiro no país.

 

ATHLONE INSTITUTE OF TECHNOLOGY – Athlone

 O instituto é reconhecido na Irlanda como uma das mais bem sucedidas instituição de ensino superior para financiamento de pesquisas acadêmicas. Oferece programas acadêmicos em Business, Humanas Engenharia e Ciências.

 

MARY IMMACULATE COLLEGE – LIMERICK

Fundada em 1898. Ela é uma Faculdade Católica de Educação e Artes Liberais e oferece uma variedade de graduações e pós-graduações. Tem um programa de intercâmbio internacional entre muitas instituições e além disso, recebe mais de 70 intercambistas todos os anos

 

GRIFFITH COLLEGE DUBLIN

 Fundada em 1974, essa universidade possui 8 mil estudantes, dos quais 1.400 são estrangeiros de 77 países diferentes.

Logo, como você pode ver, cada uma dessas instituições possuem suas peculiaridades. Portanto, o ideal é se informar bem sobre cada uma delas para começar a planejar seu ensino superior na Irlanda. Caso você tenha dúvidas entre em contato pelo nosso whatsapp. Nós podemos esclarecer seus questionamentos e juntos vamos encontrar o melhor caminho para você materializar seus sonhos!

Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

Postado por: Tatiana Serbena/ 1024 0

Se tratando de intercâmbio, uma série de decisões devem ser tomadas. Para ter certeza de que você chegou na melhor opção, é preciso primeiramente conhecer as alternativas possíveis e fazer um balanço dos fatores que mais pesam. Uma importante decisão a ser tomada é com relação a sua moradia. Listamos abaixo as três modalidades mais comuns e pontuamos as vantagens e desvantagens mais evidentes de cada uma delas. Lembrando que essa é uma decisão que não precisa ser fixa do início ao fim do seu intercâmbio. Você pode mudar caso não se sinta à vontade ou perceba que não é da maneira como você esperava.

hospedagem mais comuns no intercâmbio
Hospedagem mais comuns no intercâmbio
  • Host Family 

Um dos modelos mais comuns de se hospedar no intercâmbio é o que chamamos de Host Family, que significa morar na casa de uma família e dividir com eles o dia a dia. Este, possivelmente, é o caminho mais curto para economizar e mergulhar na cultura de um país, pois é uma troca bastante significativa e diária. As três maiores vantagens que resumem essa modalidade de hospedagem são: economia, segurança e excelente custo-benefício. Além disso, esse tipo de acomodação costuma ter pelo menos uma refeição inclusa, um fator confortável e que reduz gastos.  Sem contar ainda que “ter uma família” do outro lado pode ser bastante confortante. Há momentos em que pode-se precisar de uma atenção um pouco mais particular.

Além disso, quem vivenciou na pele esse tipo de modalidade de hospedagem afirma ter tido uma melhora e aprofundamento significativo na língua materna local, seja ela qual for. Se a sua intenção for realmente aprender inglês, por exemplo, a Host Family é seguramente uma excelente opção.

No entanto, você pode estar indo para o intercâmbio com um espírito um pouquinho diferente, e opções como “residência estudantil” e “morar sozinho” podem ser mais adequadas.

 

  • Residência estudantil

O ambiente é outro. Você vive entre estudantes que geralmente tem a mesma idade que a sua e possivelmente as mesmas pretensões e objetivos. As acomodações nessa modalidade podem variar entre quartos compartilhados ou individuais. Aqui, você já é um pouco mais dono do próprio nariz e deve menos satisfações. É uma rotina um pouco mais autônoma que a intimidade vivida em uma casa de família. As residências estudantis costumam ter excelentes infraestrutura e localizações centrais privilegiadas. Algumas incluem até mesmo a facilidade das três refeições diárias, já outras oferecem cozinhas e a infraestrutura necessária para que você mesmo faça a sua própria comida. Existem outros tipos de variações, como banheiros compartilhados ou não.

Uma vantagem da residência estudantil que se assemelha à casa de família é o fator convivência diária com a língua diferente da sua e que você provavelmente tenha imenso interesse em aprender.

Uma das principais desvantagens, principalmente em comparação com a casa de família é o preço. Residências estudantis costumam ser mais caras e também mais concorridas. Em alguns casos há filas de espera para conseguir uma vaga. Por mais esse motivo é importante fazer tudo com antecedência.

Lembre-se também do fator convivência. Como você dividirá os espaços e possivelmente seu quarto com diferentes pessoas das mais distintas culturas, é preciso haver uma conversa para que haja a responsabilidade devida, respeito e organização, a fim de evitar conflitos futuros.

Por outro lado, se você pretende ficar muito tempo no local de destino, esse é um ambiente ótimo para a sua chegada. Lá, você irá fazer amigos e encontrar possíveis colegas para dividir um apartamento, opção que oferece um pouco mais de privacidade e conforto, além de criar laços e amizades duradoras com pessoas de diversos lugares.

 

  • Morar sozinho

Eis a opção que exigirá uma disposição maior em desembolsar um valor a mais por mês. Morar sozinho tem qualidades evidentes que atraem qualquer um que deseja uma experiência de autonomia no exterior. No entanto, costuma ser a menos popular entre as opções mais comuns de moradia, principalmente tratando-se de intercâmbio estudantil. Além de ser mais caro na grande maioria dos casos, morar sozinho exige que você tenha mais autonomia em resolver todos os seus problemas de maneira independente. É preciso também ter um pouco mais de controle com gastos e pagamentos de contas.

No entanto, ter o seu próprio cantinho pode significar um prazer imenso para quem não abre mão de conforto, liberdade total e principalmente privacidade.

Se o local comportar, nada impede também que futuramente você também opte por dividir com uma ou mais pessoas, já que existirá a liberdade de fazer esse tipo de escolha. Essa opção cai bem não só pela companhia, caso você deseje, como também para dar uma folga nos gastos mensais da casa.

Agora que você já conhece as principais vantagens e desvantagens de cada uma das principais modalidades de hospedagem para o seu intercâmbio, entre em contato com a Travelmate e dê o primeiro passo para o seu sonho de morar fora!

Você conhece as bases Travelmate pelo mundo?

Postado por: TravelMate Intercâmbio/ 950 0

Travelmate inaugura 2 novas bases, agora na Austrália e Irlanda

 

Chegar à um país diferente é sempre uma descoberta… Aprender um idioma, se adaptar a uma nova cultura, novas pessoas, fazem parte do processo que vai fazer com que o intercâmbio seja uma experiência inesquecível, e desafiadora.

E esse desafio pode trazer inseguranças e medos, então pensando nessa necessidade, inauguramos bases TravelMATE nos principais destinos para os programas de Study & Work, com o objetivo único trazer segurança aos nossos intercambistas.

Além de um espaço físico na principal cidade de cada país, contamos com uma equipe especializada nas demais cidades que recebem intercambistas.

Então se você vai embarcar para Austrália ou Irlanda, conte com a gente no seu destino.

 

Conheça as bases TravelMATE

 

A gente sabe o que é importate para você, por isso contamos com uma equipe especializada e preparada para acompanhar os alunos em todas as etapas após o embarque.

 

BASE IRLANDA – DUBLIN

 

Endereço: Dame Street, 30, Dublin

Parceiro: Service in Dublin

 

  • Pré embarque online 
  • Grupo oficial no WhatsApp com todos os alunos, facilitando networking, indicações e oportunidades
  • Induction Day –  Reunião presencial com a equipe após a chegada
  • City Tour pelos principais pontos turísticos 
  • Workshop sobre currículo e busca de empregos
  • Calendário de atividades mensais: viagens, festas, eventos
  • Suporte durante todo o intercâmbio

 

BASE AUSTRÁLIA – SYDNEY

 

Endereço: Victoria Street, 326, Sydney

Parceiro: Tagarela Intercâmbios

 

  • Pré embarque online 
  • Grupo oficial no WhatsApp com todos os alunos, facilitando networking, indicações e oportunidades
  • Induction Day –  Reunião presencial com a equipe após a chegada
  • Aula de inglês gratuita 1x por semana (para os alunos de Sydney)
  • Workshops
  • Calendário de atividades
  • Happy Hour e festas 
  • Suporte durante todo o intercâmbio

 

A gente sabe o que é importante para você, por isso a equipesua experiência, afinal, intercâmbio é para vida toda.

 

Conta com a gente agora, antes e depois do seu embarque! 

Escolas parceiras Travelmate: confira quais são elas e como é o método de ensino

Postado por: Sirius/ 2016 0

O intercâmbio é uma oportunidade imperdível de conhecer outros países e adquirir aprendizado nas escolas do exterior. Mesmo que os cursos de inglês sejam importantes, o intercâmbio é a maneira mais eficiente de você mergulhar no idioma e ter fluência na nova língua. Na Travelmate, isso é possível por meio do intercâmbio em nossas escolas parceiras.

Intercâmbio como diferencial

Passar um tempo fora do país pode ser um fator decisivo na hora de uma futura contratação, além de contribuir com a especialização em um ramo específico. O contato com diferentes realidades estimula o conhecimento e respeito por diferentes culturas. Quando o assunto é curso de inglês no exterior, contamos com diferentes possibilidades escolas ao redor do mundo. Confira abaixo as opções de escolas mais procuradas e os principais atrativos de cada uma delas!

ILAC

A International Language Academy of Canada é uma instituição de ensino que aplica três tipos – de curta duração, semi-intensivo e intensivo. Os diferentes tipos de períodos permitem que o estudante passe por uma experiência breve ou longa, de acordo com a preferência pessoal de cada um.

São mais de 75 países mandando seus residentes para serem acolhidos pela ILAC. Os campi possuem estrutura moderna e estão presentes em duas cidades do Canadá, Toronto e Vancouver. Ambas são consideradas duas das melhores cidades do mundo para morar.

EC

Com três intensidades de ensino, a escola leciona por meio de um dos melhores métodos existentes no mercado. O maior diferencial é fornecer cursos voltados para negócios ou mesmo para preparar o intercambista para universidades e exames.

Ao todo, a EC possui escola em 15 países, onde o inglês é o idioma oficial. As instituições estão presentes na Inglaterra, Malta, África do Sul, Canadá e Estados Unidos. Existem três continentes para serem escolhidos. A EC English conta com programas culturais e viagens para agregar ainda mais valor ao repertório de conhecimento.

LAL

A escola LAL conta com uma estrutura diferenciada que combina o ensino com atividades de lazer para jovens e adultos. São três escolas de verão – em Malta, nos Estados Unidos e no Reino Unido. Além destas, existem outras escolas regulares em Boston, Londres, Torbay, Flórida, Cidade do Cabo, Malta e Gozo.

A LAL oferece exercícios online e permite que o estudante utilize seu computador pessoal durante as aulas. Além disso, fornece a oportunidade de conhecer novos lugares, por meio de viagens associadas ao conhecimento e cultura.

Stafford House

O maior diferencial da escola para intercambistas da Stafford House é sua estrutura extremamente moderna, com ambiente climatizado, uma excelente rede de Wi-Fi e quartos de TI. Para aqueles que procuram relaxar enquanto estudam durante os intervalos das aulas, existem cafés e lounge.

Além de gramática, são ministradas formas práticas de conhecimento. Estudar na escola faz com que o aluno desenvolva a fluência em inglês e se sinta seguro na hora de conversar usando o novo idioma.

ILSC

O ILSC Education Group conta com programas educacionais ministrados de maneira dinâmica, o que ajuda na concentração e absorção de conteúdo. O método de ensino conta com diversos programas educacionais incluindo escola de idioma, educação continuada, formação de professores e até treinamento corporativo.

A escola ILSC está presente em quatro países e oito diferentes cidades para o aluno escolher. Todas elas possuem excelentes professores e infraestrutura adequada para o máximo aprendizado. Assim como as demais escolas, possibilita viagens e conhecimento de diferentes culturas.

Inlingua

A escola especializada possui 308 centros de língua, se destacando na quantidade de espaços físicos quando comparada aos seus concorrentes. Esses centros estão espalhados em cinco continentes – Europa, África, Ásia, América do Norte e do Sul, totalizando presença em 34 países.

A escola já formou diversos profissionais capacitados, através de seu método Inlingua de ensino. Conta com uma equipe qualificada e uma estrutura que beneficia ao máximo os estudos. É uma escola para intercambistas moderna, que prioriza a interatividade e procura trabalhar de um jeito divertido.

iTTi

A escola iTTi Vancouver conta com profissionais que irão procurar a melhor conexão entre lares e estudantes, beneficiando tanto o intercambista quanto a família que irá recepcioná-los. Essa seleção da família nativa faz com que o estudante consiga aproveitar ao máximo sua estadia para aprender. Existe durante todo o intercambio o suporte necessário para garantir a satisfação nessa experiência.

Os ambientes são selecionados levando em consideração conforto, através da inspeção da moradia. O estudante terá um quarto confortável e limpo, com acesso ao banheiro e à lavanderia. Existe a possibilidade de optar por dois tipos de refeição, pensão completa ou meia-pensão. Além do mais, tem fácil acesso ao transporte público.

Quest

A Quest é uma escola com intercambistas que já foi premiada pela Languages Canada e pela Aprendizagem Designada (ou DLI), que é inspecionada pelo governo. É possível contratar aulas particulares, onde a atenção é totalmente voltada para o aluno. Estudar na Quest aumenta a preparação do estudante para que tenha bons resultados nas provas aplicadas e para que ele consiga absorver o máximo do ensino.

ISE

A escola ISE Ireland possui uma ótima aceitação dos alunos que já passaram por ela. Além disso, a ISE possui uma boa reputação acadêmica, devido ao seu alto índice de qualidade de ensino. Com um direcionamento personalizado para cada estudante matriculado, o método pode variar de acordo com a origem e costumes do intercambista.

Quer saber mais sobre as escolas? Confira todas os detalhes aqui.

 

Fazer o bem sem olhar a quem, por onde for.

Postado por: TravelMate Intercâmbio/ 1698 0

Intercambista da Travelmate São Paulo unidade do Itaim Bibi, Karina Pereira escolheu como destino Dublin para dar asas a um projeto de usar o palhaço como arte, o qual já existe aqui no Brasil e ela levou na bagagem para a Irlanda contagiando e envolvendo todos por lá, incentivando doações de brinquedos, roupas e livros para crianças da Tanzânia. País este, que ela conheceu em uma de suas aventuras como clown.

Ainda na faculdade, Karina já começou a se envolver e se encantar com este universo de palhaço terapia (clown) e com isso, junto com algumas amigas da área de saúde começou um projeto o qual tinha como objetivo fazer abordagens mais empáticas, simpáticas e humanizadas com novos pacientes.

“O projeto foi um marco na minha vida e, quando cheguei a Dublin, em 2017, reescrevi uma nova versão com o foco na intergeracionalidade, ou seja, na troca mais genuína e afetuosa entre crianças e idosos por meio do clown”, disse Dra. Lady Melancia, o nome oficial que Karina usa como palhaça.
Já em Dublin, Karina com seu projeto repaginado expandiu oferecendo oficinas para os brasileiros que estão lá na Irlanda. Estas oficinas formaram novos palhaços. E ela não parou por aí!
Por indicação entrou em contato com uma médica do projeto TLM (Their Lives Matter). A médica trabalha em um Hospital da Tanzânia, e tomou um café com Karina quando estava em Dublin. A moça depois desta conversa decidiu que iria até lá fazer seu voluntariado e voltou para Dublin mais engajada ainda!
Fonte: E-Dublin

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