Categoria: Programas

Especialização no Canadá

Especialização no Canadá: conheça o curso de E-commerce e Gerenciamento de Negócios Online do Trebas INstitute

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 43 0

Se tem uma coisa que médias e grandes empresas gostam é de ter colaboradores com experiências e especializações internacionais. Seus recrutadores enxergam nisso um grande diferencial, pois isso demonstra que o candidato passou por uma experiência extremamente enriquecedora, tanto em quesitos técnicos, quanto comportamentais. Pensando nisso, cada vez mais os brasileiros procuram se especializar no exterior antes de iniciar seu crescimento profissional por aqui. No entanto, a escolha do curso e o país de destino podem dar um peso ainda maior para essa questão, e por isso muitas pessoas ficam na dúvida de qual opção escolher. Fazer intercâmbio em um país reconhecido pela qualidade de ensino, como o Canadá, por exemplo, bem como escolher um curso relevante para o mercado de trabalho, serão a certeza de uma boa escolha. Por isso que, no artigo de hoje, vamos falar sobre a especialização em e-commerce do Trebas Institute, do Canadá.

 

CANADÁ: ENSINO E CULTURA

 

Fazer uma especialização no Canadá é uma experiência que traz enormes vantagens para o currículo profissional e também para a vida pessoal do intercambista. Um profissional que se qualifica nesse país tem grandes chances de se destacar no mercado de trabalho brasileiro, não somente pela questão do ensino, mas pelo fato de que se aventurar em uma jornada acadêmica canadense agrega valores que vão muito além do diploma: comprometimento, capacidade de adaptação e proatividade são apenas alguns deles. 

O Canadá é um destino multicultural, e é um local onde você provavelmente terá contato com pessoas de várias outras nacionalidades no dia a dia. Então, uma coisa é certa: dá pra retornar com uma visão cultural ampla e até mesmo uma rede de contatos super diversificada. 

Mas, o que realmente torna o país atrativo para o upgrade profissional é o fato de possuir, como dissemos mais acima, uma qualidade de ensino excelente em todos os níveis educacionais, e, não à toa, isso faz com que as instituições canadenses sejam mundialmente reconhecidas. Então, dá pra entender porque pensar em fazer uma especialização no Canadá pode alavancar sua carreira, não é mesmo?

E, por isso, hoje nós queremos te apresentar um Diploma em E-commerce e Gerenciamento de Negócios Online oferecida pelo Trebas Institute, que fica localizado em Montreal, no Canadá. Nós resolvemos falar sobre esse curso pois ele abrange uma das áreas que mais cresce no mercado global nos últimos meses: o comércio eletrônico! 

Se você pensa em se especializar e expandir seus horizontes pessoais e profissionais, essa pode ser uma alternativa muito interessante para você. Confira!

Por que fazer um Diploma em E-commerce e Gerenciamento de Negócios Online no Trebas Institute de Montreal?  

 

Cada vez mais os negócios online estão ganhando força e o próprio comportamento de compra dos consumidores está totalmente direcionado para o digital. Apesar de isso não ser algo novo, com os últimos acontecimentos, as pessoas passaram a fazer tudo – ou quase tudo – sem sair de suas casas, e a nossa nova realidade potencializou (e muito!) esse processo de migração para o on-line. Comprar, trabalhar, estudar: tudo passou a ser feito pela internet. 

Assim como as pessoas modificaram o seu comportamento, as empresas também tiveram que se adequar e, com isso, fazer negócios online se tornou indispensável. Não somente as vendas online propriamente ditas, mas também precisou-se adaptar as redes sociais, sites e outros meios capazes de aproximar a empresa de seu público. 

Com essas modificações, o setor de e-commerce no Brasil passou a representar 8,48% dos sites na internet brasileira, o que, durante os cinco anos anteriores, não representava mais do que 2,65%. Esses são dados da pesquisa “Perfil do E-Commerce Brasileiro”, realizada pela PayPal e pela plataforma BigData Corp. O mesmo estudo também apontou um crescimento significativo na abertura de lojas online: 40,7% no último ano. Essa foi a maior alta registrada desde 2015. 

Esse mercado exponencialmente promissor abre portas para os profissionais que tenham interesse em contribuir com seu crescimento e, claro, que estejam capacitados para assumir essas responsabilidades. Nesse sentido, o Diploma de E-Commerce e Gerenciamento de Negócios Online do Trebas Institute pode ser o empurrão que faltava em direção ao seu sucesso. Essa especialização no Canadá torna os profissionais altamente qualificados em estratégias de marketing digital, gerenciamento de mídia social e administração de negócios online. 

O Instituto Trebas é uma boa opção? 

Uma das nossas principais preocupações é garantir que todos os intercambistas TravelMATE tenham a melhor experiência em suas viagens. Por isso, sempre nos comprometemos em firmar parcerias apenas com instituições sérias e que sejam reconhecidas pelos governos dos países em que estão localizadas. 

Os programas do Instituto Trebas são credenciados pelo Ministério de Educação Superior da província do Quebec, e isso já garante ser um local com a qualidade esperada para uma especialização no Canadá, já que eles são bem rígidos quanto a educação como um todo. As aulas são ministradas por professores renomados e experientes em suas áreas, para que, além de aprender a parte teórica, você esteja alinhado com a realidade atual do mercado.

Se você quiser saber mais sobre o Trebas e sobre o curso de E-Commerce e Gerenciamento de Negócios Online, indicamos que entre em contato com um de nossos consultores. Eles poderão dar informações mais detalhadas e explicar tudo o que é preciso para fazer essa especialização no Canadá. Ah! Eles ainda podem te contar mais sobre as condições imperdíveis de pagamento para você tirar o seu sonho do papel. 

Já vamos adiantar um pouco do que preparamos para você: 

 

  • Flexibilidade: você pode remarcar seu intercâmbio sem multas, para quando achar mais conveniente 
  • Facilidade de pagamento: você pode parcelar com entrada + 60 dias para começar a pagar 
  • Aulas de inglês gratuitas para nossos intercambistas
  • Fechando seu intercâmbio em 2020, você pode embarcar em até dois anos pelo mesmo valor 

 

São condições realmente imperdíveis e você não pode perder essa oportunidade! Fale agora mesmo conosco clicando na imagem abaixo e deixe a gente ser seu parceiro nessa experiência que é pra vida toda.

Planejar intercâmbio agora? O novo normal trouxe oportunidades e segurança para você

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 46 0

O “novo normal” tem sido muito comentado, já que realmente foi necessário adaptar diversos hábitos por conta da pandemia. Mas, considerando que nós já estamos vivendo essa realidade há 7 meses, o novo normal nem é mais tão novo assim, afinal de contas, todos já se acostumaram e entenderam que as coisas serão um pouco diferentes daqui pra frente. E não foram somente os hábitos que se modificaram. O rumo de nossas vidas também mudou, redefinimos prioridades, alteramos objetivos e é claro, nesse processo muitos planos foram criados ou adiados para o pós pandemia, inclusive a realização do intercâmbio. E, diante de tudo isso, existe uma dúvida recorrente chegando até nós: “vale a pena planejar intercâmbio agora?”

A resposta é: com certeza! 

Não podemos garantir quando os embarques começarão a ocorrer, mas independentemente disso, tem muita gente aproveitando as condições especiais que a TM e as escolas estão oferecendo. Por estarmos em 2020, agora é a hora de garantir essas vantagens para embarcar em 2021, ou até mesmo 2022.

A palavra-chave do intercâmbio sempre foi planejamento, e a gente pode entender esse tempo até a retomada de abertura das fronteiras justamente como mais tempo para planejar e organizar a sua viagem. 

 

Por que planejar intercâmbio agora?

Se tem uma lição que a quarentena nos deixou é que uma das coisas mais especiais que você pode fazer por você mesmo é viver! Viver novas experiências, novas culturas, novos aprendizados. E falando sério, se existe maneira melhor do que viajar para conquistar tudo isso, nós desconhecemos. 

O intercâmbio permite que você aprenda muito sobre o local, costumes e hábitos do destino escolhido, mas acima de tudo possibilita o autoconhecimento e colabora para o seu desenvolvimento pessoal. Sair da sua zona de conforto torna você mais flexível, te motiva a ir além, faz você ser mais independente, traz mais segurança e, de quebra, ainda te permite aperfeiçoar o idioma. 

É quase surreal tudo o que é possível vivenciar passando um período no exterior, então porque não aproveitar e planejar um intercâmbio em 2021 para resgatar um pouco do que “ficou para depois” de 2020

 

VIVER essa experiência pode inclusive ser o SEU diferencial

Todas as experiências que você tem em um país estrangeiro, não importa qual for o destino, além de colaborarem com o seu desenvolvimento pessoal, também podem ser um excelente diferencial em seu currículo

Assim como você espera pela reabertura das fronteiras para fazer sua viagem, as empresas esperam pela normalização das atividades para se recuperarem dos impactos econômicos. E, de fato, a corrida em busca de profissionais com um “algo a mais” será acirrada, e os que tiverem diferenciais em seu currículo certamente estarão à frente de outros candidatos. 

E sabe o que pode ser esse “algo a mais”? A fluência em outro idioma e as “soft skills”, competências extremamente valorizadas no mercado de trabalho. Aliás, nós até fizemos um artigo falando sobre como é possível adquirir essas habilidades no intercâmbio, já que elas são habilidades de comportamento e não podem ser ensinadas em sala de aula. 

E por falar em impactos econômicos, nós sabemos que essa questão não afetou somente as empresas. A população, como um todo, também precisou conter os gastos e replanejar seu orçamento. Entretanto, essa situação aconteceu no mundo todo, e lembra que falamos lá em cima sobre a palavra-chave do intercâmbio ser planejamento? É sobre planejamento financeiro também. E por isso a TravelMATE elaborou propostas diferenciadas de pagamento para que o seu sonho do intercâmbio não seja adiado – mais uma vez. As próprias escolas parceiras da TM também flexibilizaram suas condições e estão com valores super convidativos.  

Algumas condições especiais para seu intercâmbio:

  • Sem multas para remarcações: você pode remarcar quando quiser, até mesmo para 2022, se desejar
  • Pagamento facilitado, com entrada e até 60 dias para começar a pagar as parcelas
  • Aulas de inglês gratuitas para nossos intercambistas
  • Valores imperdíveis para fechamentos ainda em 2020 – aproveite os valores 2020 para embarcar em até dois anos!
  • Brindes exclusivos que só intercambistas TravelMATE recebem

E sabe por que estamos oferecendo tudo isso? Porque nós acreditamos muito no quanto a experiência do intercâmbio agrega coisas boas na vida das pessoas. Nós temos amor pelo que fazemos e temos a certeza de que não há nada mais enriquecedor do que viajar mundo afora

Portanto, converse com nossos consultores pelo WhatsApp e solicite informações sobre todas as vantagens e condições exclusivas que preparamos pra você. 

Bora fazer as malas para se aventurar em seu intercâmbio?

 

Intercâmbio de férias:  uma opção incrível, completa e super segura para seus filhos

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 57 0

Você já pensou sobre seu filho participar de um intercâmbio de férias escolares? É claro que essa ideia, logo de imediato, já chega acompanhada de muitas dúvidas. Geralmente, as principais são: “Será que eu devo deixar meu filho fazer isso? É seguro? Quais os reais benefícios? Ele vai realmente aproveitar?”. Todas essas dúvidas são perfeitamente naturais. Pensar em deixar um adolescente passar um período sem os pais em outro país – por menor que seja o tempo – pode realmente ser desafiador. 

Mas calma, como nós sempre recebemos questionamentos semelhantes, podemos ajudar a esclarecer todas essas dúvidas. Por isso, o artigo de hoje foi elaborado para que você perceba que é seguro deixar que seus filhos viajem sem a sua companhia! Até mesmo porque os adolescentes nunca ficam sem supervisão e sempre terá alguém acompanhando a rotina deles. 

Pode ter certeza que essa sua insegurança irá se desfazer ainda mais quando você perceber o quanto essa experiência incrível pode colaborar para o desenvolvimento pessoal do seu filho. Confira!

Será que eu devo mesmo deixar meu filho ir? 

Bom, é claro que essa é uma decisão muito pessoal que deve ser avaliada por cada família. Mas é válido dizer que ao fazer um intercâmbio de férias o jovem terá a sua primeira experiência de como é vivenciar outra cultura. O que é uma grande oportunidade para aprender a desenvolver novas habilidades, ganhar maturidade e muitas outras competências. Por isso, nós separamos alguns motivos para te convencer de que essa pode ser uma excelente alternativa

 

É a melhor maneira de aprimorar ou aprender o idioma 

Bem, apesar de esse motivo ser meio óbvio ele sempre vai merecer destaque. Simplesmente não existe maneira mais eficiente de aprender ou aprimorar outro idioma do que viver a cultura de outro país. Aliás, nem anos de cursinho se comparam ao conhecimento adquirido em poucas semanas durante o intercâmbio de férias. 

Quando o adolescente faz uma imersão no cotidiano, consegue se dedicar totalmente ao idioma. Isso porque sua rotina estimula constantemente o contato com a língua estrangeira nas mais diversas situações. 

 

Desenvolvimento pessoal

Esse período da adolescência entre 12 e 17 anos é quando começa a ocorrer a transição para a fase adulta. Desenvolver o senso de responsabilidade, independência, maturidade, autoconfiança e autoconhecimento é muito importante. 

E, por mais que a experiência não seja de longa duração, enquanto o jovem está participando do programa, automaticamente precisa utilizar essas competências. Estando longe dos pais precisam controlar o dinheiro que levaram, tomar conta de seus pertences pessoais e de si mesmo e ter a iniciativa de guiar suas próprias decisões.  

 

Adquirir as tão faladas “Soft Skills” 

Estar em contato com uma cultura diferente da habitual é algo muito enriquecedor. Além da própria questão do convívio com pessoas locais e seus costumes, existe outro ponto interessante. O desenvolvimento de habilidades interpessoais – extremamente comentadas hoje em dia – que são as “Softs Skills”

Essas competências são as mais valorizadas no mercado de trabalho. Liderança, capacidade de adaptação, boa comunicação, proatividade, colaboração, criatividade, liderança, socialização e resolução de problemas são algumas delas. 

Mesmo que pareça meio precoce pensar sobre isso, não há como adquirir essas habilidades em salas de aula ou cursos. Elas só são desenvolvidas a partir das vivências experimentadas ao longo da vida. E, claro, o intercâmbio de férias pode colaborar muito para desenvolvê-las de forma natural e ao mesmo tempo divertida, pois, a todo momento, mesmo durante o lazer, os jovens são estimulados a se comunicarem uns com os outros, a trabalharem em equipe e a descobrirem maneiras de resolver as adversidades que possam surgir.  

E como funcionam os programas de intercâmbio de férias? 

Aqui na TravelMATE esse tipo de intercâmbio de férias voltado exclusivamente para adolescentes entre 12 e 17 anos é conhecido por Teen Program. Como nessa faixa etária os jovens estão matriculados no ensino regular, as datas de embarque acontecem em janeiro e julho, o que não interfere em nada no ano letivo.

Essa é uma excelente alternativa para aproveitar as férias escolares da melhor forma. Pois é possível unir o aprendizado do idioma com muita diversão, conhecer lugares incríveis e fazer um tour por pontos turísticos do destino escolhido. 

Ah! Apenas para que se saiba, esses programas também são conhecidos como Summer Programs ou Summer Camps se o embarque for no meio do ano e Winter Programs ou Winter Camps se o embarque acontecer no começo do ano.  

Por falar nisso, nós oferecemos duas opções de destino: 

Intercâmbio de férias para adolescentes

London Teen Program: as aulas e acomodação acontecem no campus da Brunel University, localizada em Uxbridge, nos arredores de Londres, com grande facilidade de transporte público e acesso a todos os tipos de atrações. 

Durante o período, que pode variar de 2 a 4 semanas, o estudante participa de várias atividades nas quais pode praticar inglês e se divertir.  Veja abaixo os passeios já inclusos no programa:

  • Big Ben;
  • Tower Bridge;
  •  London Tour no Double Decker Bus;
  • Palácio de Buckingham e troca da guarda;
  • British Museum;
  • Visita ao Harry Potter Studios;
  • Viagem a Oxford para visita a Universidade e ao Castelo de Oxford.

Ou seja, dá pra viver momentos incríveis e inesquecíveis na terra da Rainha, não é mesmo?  

Vancouver Teen Program: Tem duração de 17 dias e acontece na incrível Vancouver, no Canadá. Durante a viagem, é possível aprimorar o inglês e ainda conhecer essa cidade que conta com atrações para todas as idades. Um lugar com montanhas nevadas, florestas e praia, além de uma vasta diversidade cultural. O programa combina aulas pela manhã, atividades e passeios à tarde e excursão no final de semana. 

As aulas e a acomodação acontecem na University of British Columbia e os estudantes podem utilizar toda a estrutura do campus, como biblioteca, piscinas, quadras de tênis e squash, campos de futebol e beisebol. Com isso, a experiência se torna ainda mais completa e enriquecedora. 

Ok, mas é seguro fazer um intercâmbio de férias? 

Sim. É totalmente seguro desde que você tenha cuidado ao escolher a agência que acompanhará seu filho ou sua filha. Na TravelMATE, por exemplo, você pode ter total certeza de que a viagem será incrível: unindo aprendizado, diversão, cultura, novos amigos e passeios inesquecíveis.

Tudo isso, é claro, com acompanhamento de nossos monitores durante 24h por dia. Isso mesmo! Os adolescentes são supervisionados o tempo todo por profissionais experientes capazes de lidar com as mais diversas situações. 

Portanto, os intercambistas recebem suporte desde antes do embarque e podem continuar contando com o auxílio dos monitores durante todo o período, até o momento de retornar ao Brasil. 

Nossa equipe repassa informações constantemente aos pais que costumam ficar apreensivos querendo saber notícias de seus filhos. Mas, com toda a ajuda que a tecnologia proporciona, é como se você estivesse vivendo cada momento junto com eles, mesmo sem estar lá. 

Se você quiser saber mais informações sobre o programa de intercâmbio de férias, o que é preciso para participar, quais as próximas datas de embarque, investimento ou esclarecer qualquer outra dúvida, fale conosco pelo WhatsApp. Será um prazer auxiliar a planejar uma das experiências mais inesquecíveis – e enriquecedoras – do seu filho ou filha. 

 

  

Estudar e trabalhar em Dubai: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 84 0

Estudar e trabalhar em Dubai pode ser uma experiência incrível. Dubai é conhecida como a cidade do futuro, e pensar sobre ela remete a riqueza, petróleo e uma arquitetura um tanto peculiar, o que realmente são características marcantes da cidade. Porém, muitas pessoas acreditam que fazer intercâmbio lá seja muito caro, o que é um engano. Comparado a outros destinos, pode ser até mais econômico. Além disso, o local é cheio de encantos que fazem de Dubai um ótimo destino para quem pretende viver momentos inesquecíveis no exterior. 

No artigo de hoje você vai conferir as principais informações sobre a cidade e perceber que Dubai pode ser ainda mais especial do que você imagina. 

O que torna o local especial para um intercâmbio? 

Trabalhar e estudar em Dubai

De imediato, é bem improvável pensar em Dubai como um destino de intercâmbio para estudar inglês, mas existem sim muitos fatores para que você considere essa possibilidade. Talvez o principal deles é que, diferente do que muitos pensam, o intercâmbio para Dubai é relativamente mais econômico do que outros destinos. Imagino que você deve ter se surpreendido com essa informação, não é mesmo?

O maior Emirado – e também cidade – dos Emirados Árabes tem grandes vantagens para quem pretende passar uma temporada fora do Brasil, e oferece oportunidades para todos os gostos. Mesmo com toda a riqueza, existe um estilo de vida menos luxuoso e mais adequado à vida dos intercambistas, e isso, é claro, possibilita maior tranquilidade durante a permanência no país. 

Outro ponto de destaque é que existem diversas opções para estudar inglês em Dubai, até mesmo porque há um interesse muito grande por parte dos estrangeiros em morarem na cidade. Em relação ao trabalho, também existe uma grande vantagem: a obtenção do visto é relativamente simples. Diferentemente de outros destinos, para Dubai existe uma facilidade muito grande no processo de visto para quem deseja estudar e trabalhar, principalmente no que diz respeito à comprovação financeira.  

E você já deve saber que Dubai é conhecida por ter uma infraestrutura de dar inveja e pelo Burj Khalifa Bin Zayid, não é? Essa construção é, atualmente, o prédio mais alto do mundo, que possui 160 andares e 828 metros de altura. Ainda no quesito arquitetura, podemos destacar o Burj Al Arab, o único hotel sete estrelas do mundo! A construção do prédio, que fica em uma ilha artificial, foi inspirada no formato de uma vela de barco. Ele possui 321 metros de altura e elevadores cobertos de ouro. Sim! Você não leu errado: O-U-R-O! Não é à toa que ele já foi considerado por especialistas como o melhor hotel do planeta. Puro luxo, não é mesmo?  

Em Dubai também existe uma vida noturna movimentada e cheia de agitos para aproveitar os momentos de lazer. Muitas baladas acontecem dentro dos hotéis, e os restaurantes de rua em Dubai normalmente não estão autorizados a vender bebidas alcoólicas. 

Há um comércio com lojas incríveis – e outlets ainda mais – para fazer aquelas comprinhas básicas, parques e diversos pontos turísticos para conhecer e desfrutar os momentos de lazer. 

 

Língua Oficial

 

O árabe é a língua oficial. Entretanto, o inglês é falado pela grande maioria da população. 

A cidade se tornou um grande centro urbano internacional: mais de 80% da população é formada por imigrantes e turistas de mais de 200 nacionalidades diferentes. Então, sendo o inglês a “língua universal”, não é de se estranhar que seja um idioma muito falado por lá. Até mesmo as placas de ruas escritas em Árabe sempre são acompanhadas de traduções em inglês. Não por menos, é muito comum se deparar com diferentes sotaques, já que tem gente de todos os cantos do mundo. 

 

Economia 

 

A base da economia local são os serviços financeiros, o setor imobiliário, o comércio e o turismo. Este último, por sua vez, movimenta muito a região, oferecendo maiores possibilidade de conseguir um emprego. Falando nisso, os brasileiros têm uma ótima fama em Dubai, o que aumenta as chances de conseguir um trabalho mais rápido.  

As receitas de petróleo e gás natural contribuem bem menos que os setores citados anteriormente. Contrariando o que a maioria das pessoas acredita sobre o local. 

A moeda oficial é o Dirham (AED), que, em comparação de câmbio, é bem parecido com o real. Os salários são pagos de acordo com a função e falaremos um pouco mais sobre isso logo abaixo. 

Clima 

Para os amantes do verão, Dubai é o local ideal, pois é um destino onde faz sol praticamente o ano todo, e por ser uma cidade litorânea, dá pra curtir dias lindos em praias extraordinárias. 

Como o calor na região é muito intenso, principalmente entre junho e agosto, todos os ambientes são climatizados. Contudo, para quem pretende trabalhar e estudar em Dubai, o mais indicado é esperar essa estação passar e começar seu intercâmbio na baixa temporada. Assim, além de passar menos calor, você economiza em estadia e nos gastos diários. 

Cultura local 

Dubai é uma cidade amigável, segura, muito organizada e com um multiculturalismo incrível. Por ter muitos estrangeiros vivendo lá, o povo costuma ser extremamente receptivo. Ela também é considerada a capital gastronômica do Oriente Médio, então, é possível encontrar todos os tipos de culinária, desde comidas típicas locais até pratos internacionais.

Existem muitos restaurantes luxuosos e sofisticados, com cardápios requintados e assinados por grandes chefs. Mas, calma! Também é possível encontrar diversos locais mais populares e com comidas igualmente deliciosas. 

Mesmo que haja pessoas de todos os lugares do mundo, ainda é possível se deparar com a população local usando dishdashas e abayas, que são as vestimentas tradicionais da região. O intercambista também irá ouvir o som das mesquitas durante as rezas, o que, é claro, é extremamente comum.

Uma das principais preocupações está relacionada à religião, já que os Emirados Árabes praticam o islâmismo. Mas, diferente do que se imagina, eles respeitam muito as outras crenças, tanto que há templos e igrejas de todos os credos espalhados por Dubai. 

Outra dúvida recorrente de quem pretende estudar e trabalhar em Dubai está relacionada a que tipo de roupa usar: se as mulheres precisam se adequar às regras e etc. A resposta é: não. A vestimenta é normal, como em qualquer outro lugar do mundo. Inclusive, meninas, podem levar – e usar – seus biquínis sem medo para curtir as praias de lá, viu?   

O cotidiano de Dubai é extremamente interessante. Ter a oportunidade de viver em uma cidade de primeiro mundo, com índice de violência de praticamente 0%, e com toda a diversidade cultural que existe por lá, é sem dúvidas uma experiência inesquecível, que agrega muitos benefícios para a vida pessoal. 

Como obter o visto para estudar e trabalhar em Dubai 

O visto é realmente muito descomplicado. Quem vai pra lá apenas para estudar ou turistar sequer precisa aplicá-lo: basta que se tenha o passaporte válido e, assim, é possível ficar até 3 meses no país. Para aqueles que pretendem ficar um período maior, fazendo um curso de idiomas e também trabalhando, a própria escola pode solicitar o visto. Para isso, é preciso ter passaporte escaneado e uma foto 3×4 em fundo branco.. e só! Sim, é só isso mesmo!

Diferentemente de toda a burocracia de outros países, para viver nos Emirados Árabes não é necessário comprovação de renda, extrato bancário ou aquele monte de outras comprovações que podem ser solicitadas. Além do citado no parágrafo anterior, o seguro saúde internacional é a única exigência que, recentemente, passou a ser solicitada. 

Como trabalhar em Dubai 

O estudante tem permissão de trabalho em Dubai sem limite de horas, ou seja, o intercambista pode adaptar seu horário de emprego ao curso e aproveitar ao máximo a oportunidade de fazer uma renda enquanto estiver morando no país. 

Tipos de curso com opção de trabalho 

A escola parceira da TravelMATE em Dubai é a English Studies Dubai – ES Dubai, que oferece diversas opções em curso de inglês intensivos e semi intensivos em 6 níveis diferentes. A carga horária varia de 15 a 30 lições por semana. 

Além disso, o estudante pode optar por um curso de inglês geral, inglês para negócios, aulas de conversação ou preparatório para  IELTS (exame de proficiência para quem quer ingressar em uma universidade). 

Para que se tenha permissão de trabalho, é necessário estar matriculado em um curso com duração mínima de 8 semanas, porém, o mais indicado é um curso com no mínimo 12 semanas, já que garante, ao menos, completar um nível de inglês geral na escola. Há também a possibilidade de se matricular em programas com duração de 20 ou 24 semanas, que dão o direito ao visto por seis meses. 

Principais vagas de emprego para intercambistas 

 

Geralmente, quem vai estudar e trabalhar em Dubai consegue empregos em restaurantes, lojas e hotéis. Para quem tem força de vontade, é relativamente simples encontrar uma vaga, pois existe muita oferta dentro dessas áreas para os brasileiros, e, ainda, há a grande vantagem de poder escolher permanecer no país somente durante o curso, ou ficar por lá com um contrato de trabalho, que geralmente dura 2 anos e pode ser renovado.  

Mas, diferentemente de outros países, em Dubai, as vagas para estrangeiros são divididas por nacionalidades. Funções como pedreiro, babá e limpeza, por exemplo, não são destinadas aos brasileiros. As vagas para nossos conterrâneos são, em geral, de atendimento ao cliente, tal como recepcionista, garçom, bartender ou vendas.

 

Como conseguir um emprego em Dubai

A ES Dubai, escola parceira da TravelMATE, presta todo o suporte necessário para que os estudantes ingressem no mercado de trabalho. São realizados workshops direcionados para dicas de como se portar nas entrevistas – o que é interessante responder e o que geralmente é perguntado – e como padronizar o currículo, ou seja, tudo o que é necessário saber para ter sucesso na busca por uma vaga. 

Além disso, a própria escola disponibiliza vagas para que os alunos se candidatem. Eles auxiliam na marcação de entrevistas, e até mesmo convida as empresas a irem até a instituição para conhecer os intercambistas e realizarem as entrevistas. 

Para aqueles que já têm um nível de inglês mais avançado e pretendem trabalhar em sua área, é importante levar o diploma com tradução juramentada. Entretanto, é importante já ter em mente a necessidade de ficar lá por um período maior, uma vez que costuma ser improvável esse tipo de emprego em caráter temporário

Mesmo quem pretende trabalhar na área de hospitalidade precisa falar ao menos o básico em inglês. Pessoas que não têm o domínio da língua podem ir para Dubai e frequentar um curso para iniciantes. A medida que for aprimorando o idioma e que já se sentir seguro(a) para desenvolver uma conversação, já é possível se candidatar para alguma oportunidade. 

Com as vagas que são destinadas aos estrangeiros brasileiros é totalmente possível se manter no país, pois somando todos os custos básicos, são necessários cerca de 2.200 dirhams, incluindo moradia, alimentação e transporte. 

O salário para funções de garçom, por exemplo, pagam em média 2.500 a 3.000 dirhams, e geralmente já oferecem acomodação. Caso não seja oferecida a moradia, o salário costuma ser ainda maior. Vagas de bartender pagam em torno de 5 mil dirhams e, de barista, em torno de 3.500. Já para aqueles que possuem diploma e um excelente nível de inglês, os salários são ainda mais atrativos.

Isso quer dizer que com uma boa organização financeira, ainda sobra um dinheirinho no final do mês para aproveitar todas as maravilhas que a cidade oferece. Então, Dubai realmente é um destino que merece atenção de quem pretende estudar e trabalhar no exterior. 

Programa disponível para estudar e trabalhar em Dubai 

O Study&Work é o programa ideal para quem quer se aventurar pelos Emirados Árabes. Por meio dele, o estudante pode se matricular em um curso de inglês geral, preparatório para teste IELTS, inglês para negócios, pronúncia ou conversação.

Todos esses cursos possibilitam que o estudante tenha permissão de trabalho, que, em Dubai, não possui limitação de horas, o que é muito positivo, pois o estudante pode se organizar e fazer uma jornada de trabalho de acordo com seus objetivos. 

Estudar e trabalhar em Dubai é realmente fantástico. É um lugar único, futurista, moderno, multicultural e totalmente diferente de tudo que estamos acostumados. Acredite: pode ser muito mais surpreendente do que você imagina. 

Se mesmo com tudo isso você ainda não se convenceu que Dubai é um excelente destino para você, confira também nossos conteúdos sobre estudar e trabalhar na Austrália, Canadá e Irlanda. Você vai encontrar informações super completas que podem te ajudar a planejar a experiência mais incrível de sua vida. 

Work & Travel nos Estados Unidos: confira o depoimento de nossa intercambista 

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 79 0

O nosso conteúdo de hoje é um pouco diferente – mas muito especial. Uma de nossas intercambistas, a Gabrielle Pimenta, que é estudante de Engenharia Automotiva, fez um depoimento super interessante contando sobre tudo o que ela aprendeu em suas experiências de intercâmbio Work & Travel nos Estados Unidos. Esse é um programa que possibilita trabalhar em outro país no período de férias da faculdade e ela gostou tanto que já viajou duas vezes conosco. 

Não deixe de conferir o relato super completo com informações importantes sobre o destino! E aproveite também para dar uma espiadinha no perfil da Gabi no Instagram. Aliás, ela está super disponível caso você queira tirar mais dúvidas!  

“Quero compartilhar o máximo das minhas experiências para que você aproveite o máximo da sua!” 

 

Ao longo desse depoimento vou apresentar como é essa experiência nos Estados Unidos, e o que precisa saber para sanar suas dúvidas e até as de seus pais – colocando minhas aventuras como exemplos. De início, as principais informações que deve saber é que para participar desse programa é necessário estar matriculado em uma universidade, ter um inglês intermediário ou avançado e ter em mente que o investimento total é entre US$ 3.000,00 e 4.000,00. 

PASSO INICIAL 

O programa oferece vários empregadores espalhados pelos EUA, a maioria são resorts em locais para esquiar. Não tem ideia para onde quer ir? Talvez a cidade mais próxima de um local que sonhe em conhecer. Sugiro fazer uma pesquisa dos empregadores – a agência lhe fornece uma lista com todos os empregadores e vagas disponíveis assim que o programa é contratado (Job Offer) – para saber onde estão, procure fotos para ver como se identifica, tanto com o local de trabalho quanto com a cidade. No mapa veja o que tem para fazer na cidade e nos arredores. 

Lembre-se que ficará quatro meses, e o mais legal da viagem é vivenciar a cultura. Então, anote o que tem de diversão, pontos turísticos, eventos que acontecerão enquanto estará lá, como os X games em Aspen, por exemplo. Até supermercado é bom saber – nunca pensei que a existência de um Walmart me reconfortaria. 

Cidades pequenas também têm muita coisa para fazer, procure onde é a Main Street, geralmente é cheio de bares – local onde irá conhecer muitos americanos, disparado – e restaurantes. As famosas house parties acontecem com frequência. Tenha em mente apenas que se tiver afastado de uma cidade maior, depois de uma semana corrida de trabalho às vezes não terá energia para dirigir 3-4 horas para visitar outras cidades. Mas como o mais empolgante é aproveitar a montanha, é impossível faltar diversão. É importante verificar  como é o passe com o seu empregador, alguns oferecem sem custo e outros cobram uma porcentagem. Geralmente está descrito na Job Offer, um documento fornecido pela agência com as informações sobre as vagas disponíveis.

A cidade que escolhi foi Park City, um dos maiores lugares para se esquiar dos EUA. Tem uma Main Street recheada de bares e restaurantes, outlet, ônibus gratuito da cidade. E o mais sensacional que uma vez por mês tem uma balada que faz um baile funk, dia de matar a saudade de casa e falar muito português! Todo ano acontece o festival Sundance de cinema, onde nossos astros favoritos circulam pela cidade. Um detalhe: para entrar em bares, baladas e comprar bebida no mercado tem que apresentar passaporte e a idade é 21. 

Tem ônibus de linha que leva para Salt Lake City, capital de Utah, por menos de cinco dólares e apenas 40 minutos de viagem; tem aquário, museu, Shopping center, é a cidade dos Jazz, ou seja, jogos da NBA, East High (senário de High School Musical), entre muitas outras coisas que uma capital oferece. 

A ESCOLHA 

 

Com tantos lugares maravilhosos na sua lista de pré-seleção, listo aqui alguns questionamentos e dicas que talvez lhe ajudem a escolher. Por exemplo: consigo juntar todo o dinheiro investido? Como é a prática do inglês? 

A escolha de com quem será a sua viagem acho que é a decisão mais pessoal que irá fazer. Eu escolhi ir sozinha, minha primeira viagem internacional, e fui eu comigo mesma. Meu foco era praticar o inglês e mergulhei com tudo na experiência.  

Não sei expressar o quão gratificante, provei-me ser capaz de tudo; a maior adrenalina foi em menos de 48 horas: tive que encontrar os portões das conexões (para quem já passou por aeroportos internacionais sabe o desespero), tirar dúvidas, pegar os transportes certos para chegar na casa e encontrar o RH do hotel – até pegar no tranco o inglês sai um pouco embolado. 

Para ser mais desafiador, escolhi um hotel que tinha poucas vagas para brasileiros e o trabalho com mais contato com os hóspedes possível; resultado: falei apenas inglês por quatro meses e de bônus aprendi espanhol, pois todos da minha equipe eram Peruanos ou Argentinos e morava com Mexicanos. 

Sei que não é a decisão mais fácil, então se não se sente confiante, e até mesmo disposto faça aquele grupinho maroto de amigos e combinem de ir para o mesmo lugar, a oportunidade de falar inglês vai aparecer – principalmente com uma vaga que tenha contato com turistas e nativos. E se estava com dúvida de ir sozinho, sou a prova viva que conseguirá! 

Beleza Gabi, mas tem muitas vagas que envolvem diretamente esquiar e eu nunca nem vi neve; pois eu também nunca tinha visto, muito menos sabia sobre equipamentos de esqui ou como eram as coisas na montanha. E o meu trabalho era de Ski Valet, todos os dias recepcionando pessoas do mundo inteiro, ajudando a colocar os equipamentos, dando orientações para o dia na montanha, na volta guardar todos os equipamentos. A primeira semana é um pouco “overwhelm”, pois leva um tempo até aprender os esquemas, lembrar de todos os termos em inglês e se acostumar com a rotina, mas nada complicado, tudo que fazemos pela primeira vez leva um tempo para nos adaptarmos. 

O dinheiro é a parte que pega para você? Para a viagem foi me emprestado o dinheiro, ou seja, ao longo das temporadas tive que separar o que era economia, despesas e lazer. A forma mais eficiente, eu diria, de saber se a vaga que deseja vai pagar as contas, ou ficar no zero a zero, é entrar em contato com pessoas que já foram – a agência tem o contato dos participantes de outras temporadas que se disponibilizam a tirar dúvidas.

No Waldorf, hotel em que trabalhei, cada setor tinha um esquema para hora extra, por exemplo, o meu não permitia. Mas Gabi, o que é hora extra? Quando na semana suas horas de trabalho ultrapassam 40 horas, essa quantidade extra você receberá 1,5 do valor por hora; se sua vaga permitir, muitas vezes é mais vantajoso do que procurar um second job. 

Trabalhando próximo de 40 horas por semana, ganhando uns 12 dólares por hora você provavelmente terá juntado todo o valor das despesas no final da temporada, incluindo apenas os gastos antes de embarcar, alimentação e moradia dos 4 meses (eu pagava S$ 500 de aluguel). 

Não se assuste por poucas vagas pagarem mais de 10 dólares por hora, nos EUA é cultural dar gorjeta, principalmente na área de alimentação, a média de gorjeta por hora pode ser até maior que o quanto recebe por hora, mas fique atento a isso. Eu sei que irá querer aproveitar o país, socar as malas de roupas e eletrônicos. E aqui entram as horas extras ou second job; quem tem moradia e/ou alimentação pelo empregador tem alguns dólares de vantagem. 

Em outlet muitos conseguem second job pois eles encaixam suas horas disponíveis, eu fiz alguns turnos de duas horas. Muitos restaurantes contratam também (alguns pedem Food Handler Permit, custa aproximadamente 30 dólares, dura 3 anos e pode tirar online). Se a cidade escolhida tiver vários resorts, é uma boa dica para procurar. 

“Nossa Gabi, mas até agora só falou em trabalho, não quero mais ir só vou trabalhar”! Calma que a parte do Travel eu já conto! Pense, 40 horas são oito horas por dia com dois dias de folga. Só coloquei as informações detalhadas para quem realmente quer uma garantia que é possível pagar toda a viagem e aproveitar. Em minha primeira temporada, trabalhei pela manhã na Old Navy como second Job e de tarde no Waldorf. Por dois meses trabalhei entre 10 e 12 horas por dia. Dediquei-me para ao final da temporada devolver o que me emprestaram, realizar a viagem que tinha marcada e as 3 malas lotadas de roupas que comprei; mesmo assim aprendi a esquiar, sai frequentemente para conhecer os restaurantes e aproveitar a cidade. E ainda fiz uma viagem bem legal pela Califórnia. 

A PARTE DO TRAVEL 

Acredito que todos que pretendem ir para os EUA querem também conhecer os cenários dos filmes, pegar o famoso taxi amarelo, ver o Hoolywood Sign, visitar a Golden Gate, andar de limusine em Vegas, alugar um conversível e fazer uma road trip

Claro que o próprio programa já é uma viagem em si, só de viver na neve é surreal – até hoje ver a imensidão de neve que brilha com a luz do sol me trás uma emoção; mas como uma boa Brasileira, de tudo que listei a única coisa que não fiz foi a parte da limusine. 

Existem várias formas de viajar durante a temporada, mas primeiro vou contar como funciona o visto, pois está tudo interligado, o visto de trabalho para esse programa tem como datas o primeiro e último dia de trabalho. Porém, pode entrar no país antes da data que está no visto e ficar até 30 dias depois do seu último dia de trabalho, chamado de grace period

Antes do começo da temporada aproveitar para viajar vai depender do teu calendário da faculdade, pois as datas geralmente são muito próximas; mas quem sabe uma escala em alguma cidade que queira conhecer e ficar 1 ou 2 dias. Durante o período de trabalho é bem comum fechar um grupo de 5-8 pessoas, alugar um carro no dia de folga e conhecer lugares próximos. É tranquilo conseguir que alguém te cubra (todo mundo se ajuda) ou trocar a escala da semana comunicando o chefe antes para que ele coloque sua folga no dia da viagem. 

Durante a semana, não sendo próximo de feriado ou próximo do fim de ano; pedindo um bom tempo antes, os chefes permitem tirar 2, 3 dias de folga seguidos para fazer alguma viagem mais elaborada.  Por exemplo, meu aniversário é no final de fevereiro, pedi folga de terça a quinta e fui comemorar em Vegas. 

E a viagem no fim da temporada é a que terá mais liberdade, o único limitante é o início das aulas de volta no Brasil. Eu fiz aquela sonhada road trip de melhores amigas pela Califórnia de carro por 12 dias. 

SOLUÇÃO DE (QUASE) TODAS AS DÚVIDAS 

 

Acredito que a primeira coisa é saber que tem pessoas que amam o que fazem te dando o suporte, para mim, essa pessoa foi a Andreia da TravelMATE Juvevê. Ela sempre esteve disponível para todas as dúvidas que eu tinha, até lembro uma vez que me respondeu em pleno domingo. 

Procure grupo de WhatsApp com quem já foi, o grupo South Park City 19/20 tem 125 Brasileiros que estavam na temporada, além de alguns que moram lá, pessoas que foram pela segunda vez – melhor meio de conseguir qualquer tipo de ajuda voltada para a cidade, como funciona, onde morar, onde vai ser as festas, encontrar pessoas nos aeroportos para dividir Uber; foi no grupo que consegui meu second jobFacebook também tem vários grupos da cidade onde publicam aluguel de casas e ofertas de emprego. 

Job Offer é um documento fornecido pela agência com a lista com todos os trabalhos disponíveis para a temporada. Nela tem a descrição das posições disponíveis, valor pago por hora, nível de inglês necessário, fornecimento ou não de moradia. 

As entrevistas para as vagas iniciam por agosto, antes de realizá-las terá que fazer uma prova de inglês na empresa mesmo ou apresentar a nota de teste de proficiência. Pratique para entrevista, pode ser o diferencial para ser escolhido na sua primeira opção. Assim que sair a sua seleção, você terá alguns documentos para preencher e entregar como carta de recomendação. 

Lá no início falei a média de gasto, aquele valor se dá pelo fato de que além do pacote da agência tem os custos com: passaporte (se ainda não tem); passagem de avião; visto e custo da viagem até uma cidade com consulado americano. 

Provavelmente antes de ir, ou chegando lá, terá que pagar o aluguel, então é mais um dinheiro para entrar na conta; taxa SEVIS, uma reserva para gastos das primeiras semanas com alimentação, transporte, roupas de frio, plano de celular do país, dinheiro reserva, roupas de frio – até receber o primeiro pay check. E também, se for ficar mais dias do que a data final de trabalho, tem que lembrar de avisar a agência para fazer o seguro saúde desses dias extras. 

É bom esperar que os documentos do empregador para tirar o visto (DS) cheguem para comprar a passagem – use alertas de passagens em uns 4 aplicativos diferentes, às vezes é mais barato comprar para um aeroporto internacional como LAX ou EWR e comprar separado a escala dentro do país. 

Mas, tenha certeza que tem espaço suficiente para imprevistos; então coloque várias opções de aeroportos nos alertas. Só com o DS em mão consegue agendar o visto; o visto é muito difícil de ser negado e, e é comum fazê- lo em menos de um mês antes de viajar. Com isso em mente, planeje-se na faculdade, há chances de estar em semana de provas na data de ir ao consulado. 

Outra coisa bem comum, não desespere-se, é o passaporte chegar em suas mãos na semana da viagem. Na hora de agendar o visto coloque o endereço de um lugar que terá alguém para receber – eu mandei para a agência. 

Deixe sua mala bem reconhecível, use faixas com desenhos diferentes, tie wraps coloridos, algo que teu olho encontre de longe; ainda mais se tiver escala de 1-2 horas, mesmo que pareça muito tempo, se tiver que ir para outro terminal; até se orientar de como chegar, pegar o metrô certo e/ou ônibus (às vezes com as 3 malas!) pode ser mais desafiador do que pensa. 

Roupas de frio, do que comprei aqui no Brasil, só as segundas pele realmente me foi útil, o resto não era apropriado, mesmo o produto sendo para neve. Se você não tem roupas apropriadas para o inverno, compre lá, leve o que tem de mais quente só para um ou dois dias até comprar. 

Busque se tem brechó na cidade; em Park City tem um lugar chamado Christian Center e sempre tem roupas de marcas, muitas vezes pouco usadas, onde é bem mais barato do que em loja, às vezes até com a etiqueta você encontra. Se você já tem como comprar antes pela internet (lembre do IOF) e mandar para onde irá morar, ou conhece alguém que irá antes e pode receber, é uma boa alternativa. Ou uma escala com tempo suficiente para sair do aeroporto e ir em outlet. 

COMO CRESCI E ME DESENVOLVI COMO PROFISSIONAL NAS MINHAS EXPERIÊNCIAS DE WORK & TRAVEL NOS EUA 

 

É um programa que acredito que todos deveriam ter, todos os aspectos da sua vida irão evoluir, pois: sair de casa, aprender a cuidar de si mesmo, ter uma experiência profissional; tudo isso são responsabilidade que desenvolve as suas habilidades de entrar no mundo adulto. E ainda com um bônus de viajar junto. 

Sempre fui de fazer bem feito os trabalhos que eu me proponho a fazer. Quando acabou a minha primeira temporada meu chefe já falou que eu fiz tudo direitinho e que gostaria que eu voltasse. Quando entrei em contado com o hotel para ir a segunda vez minha vaga já estava garantida. Assim que cheguei em Park City meu chefe me promoveu a supervisora da minha equipe, então era responsável por sete pessoas que faziam Work & Travel, novamente todas falavam espanhol, mas dessa vez foi diferente. Presenciei as pessoas evoluírem como aconteceu comigo na primeira vez. Começar meio perdido no que é para fazer, perceber as diferentes personalidades em um ambiente de trabalho, com o tempo familiarizando-se com o trabalho e ganhando responsabilidade.

Liderar uma equipe, vendo tudo que eu tinha vivido de uma forma diferente, passando minhas dicas, facilitando o trabalho, e às vezes confundindo, pois ninguém pensa igual ao outro ao se deparar com uma situação. A segunda vez me trouxe mais contato com pessoas do hotel, americanos. Eu não tinha apenas que atender os hóspedes, mas também me comunicar com os outros setores. Isso porque meu chefe encerrava as atividades antes do final do turno da minha equipe. Conhecia todos os bellman’s até o GM do hotel. As novas aventuras, com maior responsabilidade me permitiram o sentimento de “Gabi, mais uma vez você conseguiu! E com obstáculos ainda maiores.” Foi incrível mais uma vez. 

Mesmo voltando para mesma cidade, as experiências foram completamente diferentes. Na segunda vez não precisei de second job, pois o salário era maior. Aproveitei mais a cidade, os amigos que fiz, alguns que também foram uma segunda vez. Dessa vez meu roommate era brasileiro, moramos em uma casa de uma família americana, então vi muito o dia a dia deles. Aliás, a dona da casa foi sensacional com a gente, tudo que tinha de interessante na cidade, desde competição de ski até festa na casa com amigos, elas nos convidava; até o carro me emprestava. 

E mesmo com todos os conhecimentos, faz parte da vida, imprevistos acontecerem, mas não deixe de aproveitar bastante sua viagem! Vai ser inesquecível, sempre terá o apoio de muita gente, da agência, amigos que já foram, pessoas no grupo. Portanto, não deixe suas inseguranças lhe impedirem de ir, tudo que te desafia te transforma em uma pessoa melhor. 

Estava no programa quando a Covid surgiu, não pude viajar no final. Muitos receios surgiram e não tinha certeza se iria conseguir voltar para o Brasil, com calma, resolvendo as questões conforme surgiram, voltei. E já vou avisando que o próximo W&T eu irei pois é maravilhoso. Quem sabe nos encontramos por lá! 

Você já pensou em fazer uma faculdade no exterior?

Faculdade no exterior: você já pensou em fazer?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 75 0

Você já pensou em como seria interessante ter em seu currículo uma graduação internacional? Por meio de uma experiência de estudo internacional, você entra em contato com professores, metodologias, colegas e conhecimentos que podem ser seus principais diferenciais no mercado de trabalho.

Um dos principais motivadores que levam os estudantes a pensarem em fazer faculdade no exterior é a qualidade de ensino, somada à bagagem enriquecedora que a experiência pode proporcionar. Então, se você quiser saber como é possível estudar fora do país, acompanhe nosso artigo de hoje. 

Vale a pena fazer faculdade no exterior?

 

Vale a pena fazer faculdade no exterior?

Esse é um dos questionamentos que mais aparece quando alguém cogita fazer uma faculdade no exterior. Isso é muito normal, até mesmo porque existem muitas dúvidas relacionadas principalmente ao custo de estudar fora do país. 

Na média, esse valor pode até ser maior se comparado ao custo de uma universidade aqui no Brasil. Contudo, isso varia muito de um local para outro, e também vai depender do curso e da universidade de interesse. Aqui na TravelMATE nós preferimos utilizar a palavra investimento, já que é exatamente isso o que acontece quando você faz uma faculdade no exterior: você investe em sua carreira profissional, obviamente, mas, acima de tudo, investe em seu crescimento pessoal. E, por falar nisso, o retorno dessa experiência é incalculável. Então, sim! Sempre vai valer a pena fazer um faculdade no exterior e nós vamos te dizer o porquê: 

Fluência no idioma

Mesmo que você já tenha pleno domínio de outro idioma, nada se compara com a vivência em outro país, afinal de contas, terá que fazer tudo em uma língua que não é a sua, e isso fará com que aprimore ainda mais essa questão. E cá entre nós: não precisa ser nenhum especialista para saber que os profissionais que falam inglês, por exemplo, se destacam e conseguem as melhores vagas nas empresas. 

Leia também: O que fazer antes de entrar na faculdade 

Desenvolvimento pessoal

Fazer uma faculdade no exterior exige que você se adapte totalmente a uma nova cultura. Você precisa estudar em outro idioma, se habituar com os costumes do país e, muitas vezes, aprender uma nova metodologia de ensino. São várias as situações que tiram você da zona de conforto e que fazem com que você, mesmo sem perceber, tenha um grande desenvolvimento pessoal. Autonomia, segurança, proatividade e independência são as principais habilidades responsáveis por proporcionar seu crescimento. 

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver no Intercâmbio

Networking internacional

Networking por si só já é muito importante. Agora, já imaginou se sua rede profissional for internacional? Hoje em dia essas relações são fundamentais para a carreira profissional de qualquer pessoa.  A troca de informações cria uma visão mais ampla e de diferentes perspectivas sobre os desafios da jornada profissional. Criar uma boa rede de contato faz com que você tenha acesso a mais oportunidades. Dentro de um networking, existe a premissa de apoio e confiança, e é normal que uns ajudem os outros. É por isso que tanto se fala nisso hoje em dia. Como existem alguns destinos que possibilitam trabalhar durante o período no país, é bem provável que você consiga criar uma rede super legal, que pode até ser uma referência para sua carreira futuramente. 

Como fazer uma faculdade no exterior?

 

Você pode ter essa experiência através de um intercâmbio de Higher Education pela TravelMATE. Nessa modalidade, todos os cursos disponíveis são considerados de nível superior. Existe a possibilidade de direcionar o estudo para área profissional ou para área mais acadêmica, isso depende do objetivo e perfil de cada um. 

As regras e exigências são diferentes para cada destino. Dependendo do sistema educacional de cada país, é possível optar por cursos de menor duração, que são considerados cursos de nível superior técnico, ou, então, cursos mais longos, como os de bacharelado, pós-graduação ou mestrado. 

Apesar das diferenças, alguns requisitos valem para qualquer destino: 

É necessário ser proficiente no idioma

Independente do destino escolhido, é preciso ter proficiência. Contudo, há mais de uma forma de comprovar o seu nível no idioma, e, em alguns lugares, não é necessário apresentar o tradicional TOEFL ou IELTS. Caso você não saiba, esses são os exames de proficiência em língua inglesa internacionalmente reconhecidos, sendo o IELTS o mais aceito internacionalmente. 

Em alguns países como o Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo, é possível fazer um curso preparatório. Por meio dele, você comprova o seu nível de inglês e dispensa a necessidade de fazer um exame oficial, entretanto, o nível exigido, tanto para ingressar no preparatório, quanto para sair dele, também pode variar conforme a instituição escolhida. 

Não sabe onde se encaixa o seu nível no idioma? Então conheça o Quadro Europeu de Línguas

Documentação

Quem pretende fazer uma faculdade no exterior deve ter em mente que há uma série de documentos necessários. Histórico de desempenho escolar, comprovação financeira, solicitação do visto, passaporte.. enfim, existem diferentes solicitações e exigências, de acordo com o país e instituição escolhida. Porém, é importante ficar de olho em toda a documentação necessária para que não falte nada no momento que você precisar. O mais indicado é ter acesso a uma lista de tudo aquilo que você poderá precisar e começar a reunir essas informações o quanto antes, mas fica tranquilo(a) que a TM pode te ajudar com tudo isso, tá bem?

 

Por onde começar para fazer uma faculdade no exterior? 

O mais indicado é que você busque todas as informações necessárias sobre o programa que pretende fazer antes mesmo de qualquer planejamento. Para isso, ter o auxílio de uma agência de intercâmbio especializada é fundamental. A experiência que os profissionais dessas empresas possuem torna o processo muito mais simples, agradável e eficiente. 

Além disso, empresas comprometidas oferecem todo o suporte necessário, desde a orientação acadêmica, cursos preparatórios até a colocação universitária, ou seja, uma assistência completa do início ao fim do processo. 

Então, caso você pense em viver a experiência de fazer uma faculdade no exterior,  entre em contato com nossos consultores. Eles terão o maior prazer em explicar sobre as possibilidades existentes e regras de cada um dos destinos disponíveis. Você pode escolher entre Austrália, Canadá, Estados Unidos, IrlandaPortugal, Reino Unido ou Nova Zelândia para concretizar o seu plano de fazer um ensino superior fora do país e decolar sua vida profissional.

Entre em contato com a TravelMATE pelo WhatsApp , solicite informações sobre o  Higher Education e comece a se preparar para estudar em uma das melhores instituições de ensino superior do mundo. 

 

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia - Tudo o que você precisa saber

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 63 0

Se você tem espírito aventureiro, gosta de contato com a natureza e não abre mão de um ensino de qualidade, você já deve considerar conhecer a Nova Zelândia. Mas, se você se identificou com tudo isso e nunca pensou nessa possibilidade, talvez esteja na hora de dar um pouco mais de atenção para o país que hospeda a “capital mundial da aventura”.

No artigo de hoje, separamos as principais informações que você precisa saber sobre o país.

Nova Zelândia: muito além da natureza e dos esportes radicais 

 

Dividida em duas grandes ilhas na Oceania, a Nova Zelândia é um dos países com a natureza mais surpreendente do mundo. As paisagens são realmente estonteantes de tão bonitas. Não é à toa que existe até um festival de contemplação à natureza: o Powerco Taranaki Garden Spectacular, um dos festivais mais tradicionais desse gênero, acontece por lá.

A fama dos esportes radicais se deve pelo fato de o bungee jumping ter sido oficialmente inventado por um neozelandês. Só que esse não é o único motivo!  A prática de descidas em corredeiras e escaladas nas montanhas glaciais contribuem para tornar o país no local ideal para quem gosta de aventura. Também há possibilidade de praticar esportes aquáticos e adrenalizar por trilhas em matas fechadas espalhadas pelos parques nacionais.

Além dos esportes radicais e de toda a sua riqueza cultural e natural, o país é o 2º colocado no ranking de países mais seguros do mundo. Esses dados são referentes ao relatório Global Peace Index 2020. Ou seja, é possível deixar suas coisas na areia e dar um mergulho na praia, aproveitar a balada e voltar a pé de madrugada, tudo com muita tranquilidade e total segurança.

E ainda tem mais: em relação à educação, o destino também é muito atrativo. Os cursos oferecidos são reconhecidos internacionalmente e possuem uma altíssima qualidade. Inclusive, a Universidade de Auckland está entre as 100 melhores do mundo de acordo com o QS World University Rankings 2020, e, claro, isso a torna a melhor do país.

Com tantas vantagens assim, é de se imaginar que a maioria dos estudantes intercambistas tenha a intenção de estender sua permanência ou até ficar por tempo indeterminado na Nova Zelândia, até mesmo porque o processo de renovação de visto é facilitado quando o aluno já está estudando e trabalhando legalmente por lá.

Então, se você curte momentos de adrenalina e está afim de fazer um curso no exterior, estudar e trabalhar na Nova Zelândia certamente é uma ótima opção.

Vem com a gente saber mais sobre esse país encantador.

 

Língua oficial 

A língua oficial é o inglês, que, inclusive, tem um sotaque bem característico. Porém, o idioma Maori é considerado um tesouro nacional e cerca de 23% dos neozelandeses falam a língua.

 

Economia

A economia da Nova Zelândia se destaca por seu planejamento e estabilidade. Parte importante está concentrada nas exportações, principalmente de ouro, carvão, areia, ferro, petróleo bruto e gás natural. Por se preocupar com os impactos dessas produções, o país investe muito em pesquisas na área de sustentabilidade.

O turismo, é claro, é outro setor que movimenta muito a economia local, mas o grande destaque é justamente o turismo educacional. Por lá, é possível encontrar cursos de idiomas, profissionalizantes, de graduação, pós-graduação, mestrado e até mesmo oportunidades direcionadas à pesquisas.

A moeda local é dólar neozelandês (NZD). O salário na Nova Zelândia – assim como na maioria dos países –  é pago por hora, e o valor mínimo é de NZ$ 17,70.

 

Clima 

O tempo no país pode mudar rapidamente, por isso, é preciso estar preparado para tudo! Costuma-se dizer que, por lá, é possível experimentar todas as estações do no em único dia!

O extremo norte tem clima subtropical durante o verão, enquanto as áreas alpinas no interior da ilha sul podem chegar ao frio de -10°C durante o inverno. Porém, a maior parte do país fica próximo à costa, o que significa que as temperaturas são amenas durante o ano inteiro. Mesmo no verão as temperaturas não costumam subir muito, ficando em torno de 25 graus, mas, eventualmente, os termômetros podem subir um pouco mais.

 

Cultura Neozelandesa

 

A cultura da Nova Zelândia tem origens europeias, mas também possui características bem distintas, que são uma evolução da cultura indígena Maori. O povo é conhecido por sua receptividade, educação e bom humor. Uma das principais características herdadas desse povo é o amor pela natureza. Ah! Eles também valorizam muito os bons momentos entre amigos e familiares.

O esporte referência no país é o rugby. Aliás, assim como os brasileiros são amantes do futebol, o mesmo acontece com os neozelandeses com esse esporte. Inclusive, a seleção de rugby, All Blacks, já conquistou diversos campeonatos importantes na modalidade.

Outra particularidade da cultura neozelandesa é o quanto levam a sério o trabalho. Eles acreditam que todo o esforço dedicado para alavancar a carreira profissional é uma virtude e deve passar de geração para geração.

Com isso, fica mais fácil entender porque um país que investe em educação e valoriza o trabalho é uma excelente opção para estudar e trabalhar, não é mesmo? E, como “bônus”, ainda oferece paisagens exuberantes de encher os olhos – e a alma.

 

E como é possível estudar e trabalhar na Nova Zelândia? 

Isso é possível através de um intercâmbio que conceda a permissão de trabalho. Para isso, o curso escolhido precisa ter uma duração mínima de 14 semanas. Dessa forma, o aluno terá permissão para trabalhar 20 horas semanais enquanto estuda. O trabalho ou estágio pode ou não ser remunerado, e a remuneração varia conforme a atividade e o nível de inglês do intercambista.

A educação neozelandesa recebe muitos investimentos e é muito valorizada, por isso, a qualidade de ensino acaba sendo um grande destaque do país. Há várias opções de cursos de inglês dentro de excelentes universidades. Há também a possibilidade de fazer diversos cursos profissionalizantes, como curso técnico em engenharia mecânica ou civil, ou especialização em marketing digital, por exemplo.

 

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia

As regras da imigração exigem que estudantes estrangeiros que pretendam trabalhar no país tenham o visto de estudante. Para isso, é necessário estar matriculado em uma instituição classificada na categoria 1 do New Zealand Qualifications Authority (NZQA), o que configura um ensino de qualidade.

Diferente de outros países, só é possível trabalhar em período integral durante as férias aqueles que estiverem matriculados em cursos com duração superior a 12 meses.

Para aplicação do visto é necessário:

  • Passaporte (com validade de, no mínimo, três meses após a data de saída da Nova Zelândia)
  • Uma foto recente (3×4)
  • Formulário online para Visto para Estudante
  • Autorização Eletrônica de Viagem (NZeTA)
  • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco
  • Comprovação de matrícula na instituição
  • Pagamento integral do curso
  • Garantia de acomodação com endereço de onde o aluno vai ficar hospedado
  • 6 extratos bancários de seis meses anteriores à aplicação do visto que comprovem NZD 1,250 para cada mês de permanência no país
  • Imposto de renda e holerite
  • Garantia de seguro saúde/viagem
  • Comprovante de pagamento da taxa de conservação e turismo (IVL)
  • Cópia da passagem aérea (ida e volta) ou print da reserva

Para cursos com mais de 6 meses de duração, é necessário realizar um exame médico, que deve ser emitido por um médico credenciado pela Imigração da Nova Zelândia

 

Quais são as opções de cidades para estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

 

Wellington

 

Wellington é a capital do país. É uma cidade muito charmosa localizada ao sul de North Island e é uma capital cheia de estilo com tudo o que você precisa. Os neozelandeses a chamam de Windy Wellington, ou, a “Wellington dos ventos”. Conhecida por suas colinas verdes, é uma cidade rica em cultura, gastronomia, diversão e arte, tanto que seus museus são famosos no mundo todo.

A capital é cheia de bares, cafés e restaurantes, o que já aumenta a probabilidade de conseguir um emprego, já que a maioria dos brasileiros trabalha nesse tipo de lugar.

Há também muitos locais que vendem cervejas artesanais. Inclusive, todos os anos acontece o famoso festival Beervana, que reúne alguns dos melhores mestres cervejeiros do país. A Cuba Street, por exemplo, é um reduto bem boêmio cheio de estabelecimentos coloridos. Lá circulam muitos jovens, hipster e artistas, e, na rua, é possível encontrar músicos andarilhos, shows de teatro ou até performances com fogo. É ali também que está a Bucket Fountain, um dos cartões postais da cidade.

A beira-mar é um local que vale a pena conhecer. É o lugar em que os intercambistas se misturam com os moradores locais. É muito comum ver pessoas andando de skate, pedalando ou simplesmente curtindo uma praia. Lá também é possível fazer um passeio no histórico bonde de Wellington. Com seu vermelho vivo, é um ícone da capital, que parte de Lambton Quay e sobe até Kelburn, onde se pode visitar o Cable Car Museum — o museu do bonde, no Space Place do Carter Observatory.

 

Auckland

 

É a maior cidade da Nova Zelândia. Embora Wellington seja a capital neozelandesa, Auckland é o principal centro financeiro e econômico. Foi fundada em 1840, e foi a capital do país até 1865.

Auckland é atravessada pela Volcanic Field, uma região onde ficam cerca de 50 vulcões. Estes assumem a forma de cones, lagos, lagoas, ilhas e depressões, e têm produzido várias correntes de lava extensivas.

A cidade conta com uma ampla área verde. Em Auckland, você vai encontrar muita diversidade cultural, boas opções relacionadas a esportes, culinárias e viagens. Sem contar que a cidade foi eleita várias vezes uma das melhores em qualidade de vida do mundo. Desse modos, o grupos étnicos de todos os cantos do mundo a tornam a cidade mais cosmopolita do país.

Auckland também é conhecida por Cidade das Velas, porque este esporte é praticado por todos os lados da cidade, que é cercada de praias e com ventos favoráveis a quem deseja velejar.

Queenstown

 

Está situada na Ilha do Sul e fica às margens de um lago cristalino cercado de montanhas. Na cidade calma, vê-se poucos carros e várias ruas para pedestres lotadas de pequenas lojas de recordações. Ela ficou mundialmente conhecida como capital mundial dos esportes radicais.

Lá, é possível fazer passeios de barco pelo lago e parar numa típica fazenda de ovelhas. Ou saltar de bungee jumping, skydiving, praticar ski, fazer rafting, se aventurar por safáris em meio às montanhas ou praticar mountain biking. Ou seja, Queenstown é um prato cheio para quem gosta de todos os tipos de adrenalina. Em alguns pontos da cidade, também é possível observar um famoso conjunto de montanhas, conhecido como “The Remarkables”.

A região de Queenstown é um local com uma concentração maior de brasileiros que o restante da Nova Zelândia, e a maioria trabalha em áreas como hotelaria, construção e prestação de serviços.

As festas são outra grande atração turística, com várias casas noturnas espalhadas pelo centro da cidade, como a Winnies, Cowboys, Ice Bar, entre outros.

Christchurch

 

estudar e trabalhar na nova zelândia

É um dos destinos mais procurados na Nova Zelândia. Foi colonizada pela Inglaterra e até hoje tem o charme e um pouco da cultura inglesa.

Christchurch tem diversos parques e várias reservas naturais, além de ser conhecida como a “Cidade Jardim”. As pessoas gostam tanto de jardinagem na cidade, que realizam competições entre os bairros para eleger as ruas, residências e até as fábricas mais floridas.

Além disso, possui praias encantadoras de água cristalina e com um swell perfeito para surfar. Contrapondo a isso, há fácil acesso a estações de esqui.  O Trem Tranz Alpino é considerado um dos mais espetaculares passeios de trem no mundo, e sai de Christchurch em direção à costa oeste da Ilha Sul. Isso tudo pode tornar a experiência de intercâmbio em Christchurch ainda mais inesquecível.

Contudo, a cidade conta também com ótimas opções de instituições de ensino, o que torna o lugar uma excelente alternativa para quem pretende estudar e trabalhar na Nova Zelândia. É possível fazer um curso de inglês, profissionalizante, uma graduação ou até mesmo uma pós-graduação.

 

Tauranga

 

Tauranga: uma opção para estudar e tranalhar na Nova Zelândia

 

Tauranga é a cidade mais populosa da região de Bay of Plenty da Ilha Norte na Nova Zelândia. Para os amantes de esportes aquáticos, é um destino inesquecível. Com suas praias paradisíacas, encanta qualquer pessoa.  A cidade fica distante 15 minutos de carro de um dos lugares mais incríveis da Nova Zelândia, o  Monte Maunganui. Indo até lá, você encontra um camping e o “Hot Salt Water Pool”, um local cheio de piscinas de águas quentes e salinas.

Para quem curte dias ensolarados, Tauranga é o local perfeito: são 2400 horas de sol por ano.

Lá também fica um centro comercial muito conhecido, cheio de lojas, bares, restaurantes e cafés, o que a torna um destino muito interessante para o intercâmbio. Tauranga também ficou famosa por conta das trilogias Senhor dos Anéis e Hobbit, uma vez que que serviu de locação para as filmagens.

Como encontrar um emprego na Nova Zelândia 

Assim como em qualquer lugar, encontrar um emprego na Nova Zelândia depende da força de vontade de cada um. Para começar, você pode visitar sites especializados em vagas de emprego. Já existem, inclusive, alguns mais direcionados para estrangeiros, como os sites workhere.co.nz e workingin-newzealand.com. Normalmente, as vagas anunciadas nesses sites são feitas por empregadores que já estão acostumados a contratar estudantes de outros países. No site Careers New Zealand, você também pode acessar uma lista completa com as principais agências de emprego do país.

É claro que criar uma rede de contatos e perguntar sobre as possibilidades é outra excelente maneira de encontrar um emprego. Quando você iniciar os estudos, é válido conversar com seus colegas. Se eles estiverem lá há mais tempo que você, podem ter indicações de lugares que estejam contratando, e, caso recém estejam chegando, assim como você, podem compartilhar essa busca por uma oportunidade. Assim, ao menos você já estará construindo novas amizades.

Principais vagas de emprego 

 

 

Quem vai estudar e trabalhar na Nova Zelândia costuma ocupar vagas mais operacionais. Elas variam de acordo com o nível de inglês do candidato. Muitas vezes, os estudantes começam em funções que não exijam tanto contato com o público, enquanto ainda não estão familiarizados com o idioma. Conforme isso vai melhorando, conseguem vagas com maior contato, o que já ajuda muito a melhorar o inglês.

Portanto, enquanto estiver em busca de um emprego, permita-se viver novas experiências e não tenha medo de fazer algo que você jamais imaginou. O objetivo do intercâmbio é justamente esse: sair da zona de conforto. Tudo vira aprendizado e, com certeza, essas experiências vão agregar muitos valores em sua vida.

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Irlanda

 

A experiência de estudar e trabalhar na Nova Zelândia proporciona convívio com pessoas locais e, também, de diversos outros países. Portannto, essa imersão em outra cultura é uma vivência que todos deveriam ter ao menos uma vez na vida.

O Study&Work, da TravelMATE, é o programa de intercâmbio ideal para quem busca unir estudo e a possibilidade de ter um emprego e se manter no país.

Então, se você se identificou com todas as maravilhas que a Nova Zelândia oferece, entre em contato conosco! Nossos consultores terão o maior prazer em te explicar ainda mais sobre esse lugar encantador.

 

Bora viver momentos incríveis?

 

Você também pode gostar de ler sobre estudar e trabalhar: 

Na Austrália 

No Canadá 

Na Irlanda 

 

5 dicas para desemvolver soft skills no intercâmbio

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver em seu Intercâmbio

Muito se fala sobre capacitação e qualificação através da Educação: graduação, pós, certificações, cursos de idiomas, treinamentos técnicos. Quanto mais gabaritado e atualizado for o indivíduo, melhor colocado e valorizado ele estará no mercado de trabalho. Porém, atualmente muito se fala sobre outras habilidades, as Soft Skills 

Mais recentemente, os profissionais de RH têm voltado sua atenção a qualidades que não necessariamente podem ser treinadas ou ensinadas. Adaptabilidade, resiliência, empatia, ‘accountability’ são alguns exemplos do que hoje em dia fazem parte do que se convencionou chamar Soft Skills, ou em tradução livre, ‘Habilidades Intangíveis’. Há quem defina estas habilidades como interpessoais ou mesmo comportamentais. 

Estas qualidades, mais subjetivas, não podem ser transmitidas concretamente através de uma receita (como num curso “Como ser flexível”, por exemplo) mas podem sim ser desenvolvidas ao longo do tempo

Veja a seguir alguns exemplos de como uma experiência internacional pode ajudar a desenvolver tais habilidades. 

1 – High School

O fato de um estudante adolescente ter a iniciativa de fazer uma parte do Ensino Médio no exterior já é, em si, um forte indício de curiosidade aguçada, desprendimento e interesse pelo que é novo.  Ao longo dessa experiência, o jovem é constantemente motivado a fazer novas amizades, aprender a superar uma eventual timidez, lidar com o que lhe parece estranho, desenvolver autonomia e a tomar decisões por conta própria sem estar diretamente monitorado pelos pais.  Contudo, o momento em que este tipo de intercâmbio acontece, geralmente entre os 15 e os 17 anos, contribui em muito para a formação da personalidade e do caráter do jovem. Vivenciar uma experiência internacional deste porte nesta faixa etária é altamente benéfico.

2 – Graduação e Pós

Embora o intuito seja a obtenção de uma titulação no exterior, o processo de admissão numa instituição de ensino já é o primeiro passo em que as Soft Skills vêm à tona. Como não costuma haver um vestibular ou prova de admissão (ou pelo menos esta não é a única etapa do processo), quem se candidata a uma vaga em graduação ou pós precisa demonstrar os motivos pelos quais deva ser considerado e aceito naquela instituição – e isto ocorre de várias maneiras. Uma análise subjetiva da história de vida do candidato e suas aspirações pode ser uma delas.

Uma vez iniciados os estudos no exterior, o aluno passa a desenvolver um maior senso de responsabilidade, não dependendo apenas de seus professores para absorver conteúdo. Desse modo, espera-se que ele mesmo se engaje em autoestudo, pesquisa, dissertações. Precisa se envolver nas atividades do campus, conciliar vida acadêmica com estágio, descobrir por si mesmo o funcionamento da vida cotidiana na nova comunidade – e tudo em outro idioma! Certamente tudo isso fará com que questões como resiliência, maleabilidade e visão de mundo sejam marcantes durante toda a trajetória.

3 – Voluntariado

Um programa de voluntariado na Ásia ou na África seja talvez o que mais explicitamente proporcione o desenvolvimento de habilidades interpessoais.  Ao se envolver em projetos ambientais ou sociais de cunho humanitário, o participante exercerá de maneira intensiva uma série de Soft SkillsEmpatia, altruísmo e solidariedade são apenas alguns exemplos. Por se tratar de um programa de curta duração (normalmente entre 2 e 4 semanas) e com custo muito acessível, o impacto de uma experiência assim no currículo é praticamente imediato. 

Imagine que, durante um processo seletivo, o recrutador veja que o candidato tem boa formação acadêmica, tem um bom nível de inglês e traz determinadas experiências profissionais em seu histórico.  Porém, além de tudo isso, constata que este candidato ensinou Matemática ou Artes para monges budistas na Tailândia. Ou que teve uma vivência na Namíbia prestando assistência médica numa comunidade carente. Não é difícil de prever que o recrutador se interessará em saber mais detalhes sobre essa história peculiar e inusitada. E claro, muito provavelmente associará essa vivência às Soft Skills que tanto se valorizam.  Então, se este tipo de experiência te atrai, não deixe de conferir todas as possibilidades clicando aqui.

4 – Trabalho durante as férias da faculdade

 

O objetivo aqui é aproveitar as férias da faculdade para adquirir experiência internacional nos Estados Unidos.  São posições temporárias, de 3 a 4 meses de duração, em estações de ski, resorts, cafés, restaurantes e hotéis.  Pela dinâmica e natureza das vagas, os participantes desta modalidade de intercâmbio trazem na bagagem, além das memórias, um forte senso de trabalho em equipe, pertencimento, agilidade, iniciativa, organização e método.

Não é incomum que alunos universitários recorram a este programa mais de uma vez durante sua graduação, não apenas pela viagem ao exterior e pela possibilidade de colocar o inglês em prática.  A sensação de “missão cumprida” ao término da temporada renova as energias e dá o gás necessário para mais um semestre de aulas.  Todo este traquejo adquirido interfere na autoestima e, por tabela, aflora uma série de Soft Skills. Já parou para pensar sob esta ótica?

5 – Cursos de Idiomas também ajudam a desenvolver Soft Skills

Soft Skills no intercâmbio

Matricular-se num curso de língua estrangeira tem como objetivo aprender o idioma, correto? Sim. E ao mesmo tempo, não apenas.  Aprender um idioma traz uma série de outros benefícios que nem sempre nos damos conta.  Quando passamos a nos comunicar em outra língua, programamos nosso cérebro para que simultaneamente lembremos de vocabulário, formulemos as frases, pronunciemos adequadamente ao mesmo tempo que ouvimos, entendemos, respondemos, interagimos.  Fazer tudo isso requer paciência, lidar com as próprias limitações, superando-as. É sentir-se exposto ao ‘julgamento’ dos colegas, é aprender a rir de si mesmo. É ter uma certa cara de pau, no melhor sentido da expressão.

Vale tanto para um período mais curto, de algumas semanas, como também por períodos mais longos em programas em que é possível, além de estudar, também trabalhar. Haverá momentos de extrema empolgação e outros de frustração, num novo ambiente com diferentes hábitos, costumes, crenças, comida.  Quantas Soft Skills já desenvolvemos só considerando esta parte?  Assim, ainda que o propósito do intercâmbio seja aparentemente um, os reflexos e os benefícios ultrapassam de longe o simples fato de fazer uma viagem.

Quais são as Soft Skills que você gostaria de desenvolver? Quais vivências você sente necessidade de propiciar a si mesmo? Fazendo esta breve reflexão, você já estará a meio caminho andado para a definição do seu programa de educação internacional.  E quando isso acontecer, vamos te ajudar em todo o processo. Visite nosso site e não deixe de nos mandar um WhatsApp!     

Agência de intercâmbio: o que avaliar na hora de contratar?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 58 0

Todas as pessoas que pensam em estudar fora do país acabam buscando pelo suporte de uma agência de intercâmbio. Afinal de contas ninguém quer passar sufoco na hora de realizar o seu sonho, não é mesmo? Se esse é o seu caso, então saiba o que considerar antes de contratar uma empresa especializada e ter tranquilidade do começo ao fim da sua viagem.

Quando você começa a fazer seu planejamento, automaticamente vai filtrando todas das possibilidades: destinos, valores de passagem, modalidades, vistos, custos, acomodações e agências de intercâmbio. Não necessariamente nessa ordem, é claro, mas as informações começam a aparecer. E quanto mais você procura, mais opções encontra. 

Acontece que o momento de decidir qual a empresa irá guiar sua jornada é muito importante. Escolher com cautela evita problemas durante todo o processo. Até mesmo porque o objetivo de contar com o suporte de profissionais qualificados é justamente não ter transtornos, principalmente quando você estiver em um país “desconhecido”. 

Mas, com tantas opções disponíveis pode ser que você não tenha certeza sobre o que avaliar. Por isso no artigo de hoje trouxemos os principais aspectos a serem observados antes de decidir por uma agência de intercâmbio. 

Pesquise sobre a empresa

Vá atrás de todas as informações que conseguir sobre a agência em questão. Infelizmente, nem todas as que você vai se deparar cumprem suas obrigações. Então, não poupe esforços nessa pesquisa inicial e verifique se:

  • Possui CNPJ e endereço fixo no Brasil 
  • Tem reclamações em sites como o Reclame Aqui e se as reclamações são resolvidas
  • Se está envolvida em processos judiciais 
  • Quanto tempo está no mercado 
  • É conveniada a instituições de qualidade e possui SELO BELTA 
  • Tem boas referências no mercado com depoimentos reais de intercambistas 

Parece meio chato, mas essa pesquisa é o que irá garantir que você esteja contratando uma empresa confiável e com a credibilidade esperada. 

Compare as ofertas

Sabe aquele velho ditado de que o barato pode sair caro? Pois bem, desconfie daquelas que façam ofertas com valores muito diferentes dos que você tem visto. As agências podem trabalhar com valores e pacotes diferenciados, mas se perceber que tem algo muito fora da realidade não custa nada redobrar a atenção. 

Até mesmo porque você precisa ter em mente o que cada agência está oferecendo no pacote. Quais serviços cada uma disponibiliza? Com quais escolas ela trabalha? Tudo isso pode influenciar no valor final e, por esse motivo, é tão importante olhar detalhadamente para cada oferta recebida. Assim conseguirá ponderar qual atende melhor a sua expectativa. 

Converse com ex-intercambistas

Essas, sem dúvida, são as melhores pessoas para falar a respeito do serviço da agência. É claro que as opiniões são pessoais, e nem sempre demonstram com fidelidade a realidade. Atente-se aos feedbacks muito emocionais, tanto para um lado como para o outro.

Mas, se de um modo geral a maioria fizer relatos positivos, existe maior probabilidade em não ter surpresas desagradáveis, concorda? Por outro lado se houver mais relatos negativos, ao menos já saberá qual não escolher. 

Verifique o suporte da agência de intercâmbio no destino de interesse

Mesmo que não haja uma sede por lá é fundamental ter uma referência nos países em que atuam. Pode ser uma única pessoa, mas saber que você terá esse suporte quando estiver fora do país fará sentir mais segurança. Já que caso surja algum problema durante sua estadia saberá a quem recorrer para ajudar a solucioná-lo. 

Atendimento

Muitas pessoas acabam se atendo apenas ao contato realizado inicialmente. Mas esquecem que o principal de tudo é saber como os consultores de intercâmbio continuam auxiliando e atendendo seus intercambistas ao longo do processo. Os canais de comunicação também devem estar disponíveis para que você entre em contato quando necessário, seja antes ou depois de embarcar. 

Outro ponto importante sobre essa questão é a transparência. Tenha certeza de que todas as etapas estejam sendo bem claras, sem cláusulas disfarçadas. E sempre que tiver alguma dúvida não deixe de questionar. Quanto mais informações você extrair, mais precisa será sua análise sobre a empresa e mais assertiva será sua decisão. 

Tenha calma ao escolher sua agência de intercâmbio 

Tenha calma na hora de escolher uma Agência de intercâmbio

É claro que a ansiedade pode tomar conta e induzir que você não planeje todas as etapas corretamente. Contudo, principalmente a fase de decidir quem vai auxiliar em sua vivência precisa ser feita com calma. 

Se a empresa que você mais se identificou for séria, ela não irá se importar em esclarecer suas dúvidas. Pergunte tudo o que precisa saber e pense sobre os aspectos que listamos acima. Eles são parte essencial para o sucesso de sua escolha. 

Aqui na TravelMATE, por exemplo, nossos consultores são ex-intercambistas. Portanto sabem exatamente como funciona todo o processo. O conhecimento de ter vivido os mesmos anseios permite que eles entendam a importância de cada questionamento. Então, se estiver precisando de algum auxílio, não deixe de fazer contato conosco através do WhatsApp

Além disso, somos uma agência selo BELTA o que significa mais segurança para você! Já que ele é concedido apenas para as melhores empresas de intercâmbio do Brasil.

Nós queremos ser mais do que sua agência de intercâmbio. Queremos ser o apoio para que você conquiste com tranquilidade o seu objetivo de viver momentos incríveis fora do país. Sabemos o quão desafiador é planejar um intercâmbio. Por isso, saiba que pode contar conosco para transformar sua experiência internacional em uma memória pra vida toda

Study Work - Trabalhar e estudar no exterior

Study & Work: o programa para quem pretende trabalhar e estudar no exterior

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 100 0

Muitas pessoas têm o sonho de trabalhar e estudar no exterior.  E essa é uma excelente opção para estudantes que querem aperfeiçoar o idioma, viver momentos incríveis e ter experiência profissional fora do país. No dia a dia do trabalho e da escola que você frequentar conhecerá pessoas de todos os lugares do mundo. O próprio convívio com os chefes e seus colegas de trabalho locais vão te ensinar mais sobre a cultura e os costumes do país. Ou seja, você vai praticar seu inglês em situações da vida real, conseguirá ganhar uma grana e conhecer lugares fantásticosAté mesmo porque se você souber administrar o salário que vai receber, poderá aproveitar para viajar – e muito, pelos países próximos.

Então se você é do time que pensa em estudar e trabalhar no exterior precisa conferir o nosso post de hoje. 

Por que estudar e trabalhar no exterior?

Simplesmente pelo fato de ser uma das experiências mais ricas de intercâmbio. Toda a nossa história se constrói através de nossas vivências, das situações que enfrentamos, das pessoas com quem nos relacionamos e da maneira como decidimos viver a vida. E, talvez, não exista nada mais gratificante do que abrir sua mente e desfrutar de todas as maravilhas que o mundo tem a oferecer

De verdade mesmo, há muito o que ser explorado por aí. Sem contar que você vai aperfeiçoar outra língua através de uma imersão total nos costumes do país escolhido. Isso porque você terá que trabalhar, estudar e viver sua vida normalmente, porém, longe de casa.

Imergir na cultura local faz com que você aprenda muito mais do que imagina. Até mesmo porque irá ter contato com pessoas de outros locais. Conviver com a diversidade e o multiculturalismo contribuiu para que você expanda os seus conhecimentos e aprenda a respeitar ainda mais as diferenças. Crenças, formas de pensar, agir, costumes, alimentação, tudo pode ser diferente ao que você está habituado. Portanto, terá que se acostumar com uma realidade que, até então, não era a sua. O que é MUITO enriquecedor, acredite. Quem vai trabalhar e estudar no exterior desenvolve habilidades extremamente requisitadas hoje em dia. São elas: 

1 – Capacidade de adaptação a diferentes ambientes e situações

 

Não importa qual seja o tipo de trabalho nem mesmo o destino escolhido você vai aprender a se adaptar ao meio e começará a ter mais flexibilidade para se adequar às mais diversas situações. Inclusive, a própria questão de trabalhar com algo que nunca pensou antes – e em outro idioma –  já é uma forma de ser mais flexível em suas escolhas. E num mundo onde as coisas mudam a todo o momento, ser flexível é uma das qualidades mais interessantes em seus relacionamentos interpessoais. 

2 – Boa comunicação 

 

Conseguir se expressar de forma clara e objetiva vai facilitar muito a adaptação em outro país. Mesmo que no início você tenha certa dificuldade com o idioma – o que é normal – vai exercer essa questão de se comunicar. Afinal de contas, se você for trabalhar e estudar no exterior terá que conversar com seus colegas de aula, professores, chefe, colegas de trabalho e clientes. 

3- Proatividade 

Sim. Você não vai poder ficar parado esperando que as oportunidades caiam do céu. E tem maneira mais eficiente de ser proativo que ir em busca de seus propósitos? Essa capacidade de tomar a iniciativa e ir atrás da solução, de uma vaga de emprego ou qualquer que seja a situação, é um aprendizado que vai fazer você crescer tanto pessoalmente quanto profissionalmente

Além dessas três habilidades, existem muitas outras conquistadas no intercâmbio. Independência, segurança, maturidade. Quer dizer, é impossível que essa experiência não enriqueça ainda mais sua vida. Se você conversar com pessoas que tenham feito intercâmbio vai perceber que é unânime: todos afirmam ter sido um dos períodos mais incríveis de suas vidas.  

Como trabalhar e estudar no exterior? Study&Work

 

Para que seja possível trabalhar e estudar no exterior, antes de tudo, é necessário escolher um programa de intercâmbio que permita que, além de frequentar o curso, você tenha também um emprego. Aqui na TravelMATE o nosso programa destinado a isso é o Study&Work

Ele é destinado justamente para aqueles que desejam estudar e trabalhar enquanto vivem em um país estrangeiro. É um dos programas mais procurados para os que buscam uma experiência fora do Brasil, já que une duas coisas que todos querem: aprendizado da língua e remuneração.

Falando nisso, uma dúvida recorrente de quem busca uma oportunidade de trabalhar e estudar no exterior é sobre salário e as funções disponíveis para os intercambistas. Isso depende muito do domínio da língua que cada um tem. Pessoas mais fluentes no idioma local costumam encontrar cargos de atendimento ao público e que pagam um pouco melhor. Já quem tem dificuldade de se comunicar acaba conquistando vagas mais operacionais, as quais não são tão bem remuneradas. Mas vai depender muito da força de vontade. Uma coisa é certa: quem mais procura acha as melhores oportunidades.

De um modo geral as principais vagas são: ajudante de cozinha, auxiliar de limpeza, garçom, barista,  recepção de restaurantes, atendente em bares, jardineiro. Todas são vagas sem muita exigência técnica e geralmente têm bastante demanda em qualquer um dos destinos disponíveis. Mas, como dito anteriormente, tudo pode variar conforme o local escolhido. 

Nós até já fizemos posts super completos sobre trabalhar e estudar no exterior para Austrália, Canadá e Irlanda. Mas, além desses também há possibilidade de fazer o programa em Dubai, Malta ou Nova Zelândia

Cada país tem suas regras e exigências, mas o tempo mínimo de duração do programa para que se possa trabalhar é de 8 semanas em Dubai, 14 semanas na Austrália e na Nova Zelândia, 24 semanas no Canadá e 25 semanas para Irlanda.

Portanto, o mais adequado é que você acesse a página oficial do Study&Work clicando aqui para viajar pelas opções que nós oferecemos. Talvez você se encante por um destino específico e comece a arrumar as malas para realizar seu sonho de trabalhar e estudar no exterior. Acha uma boa ideia? 

Mas, se você preferir pode tirar todas as suas dúvidas com um de nossos consultores através de nosso WhatsApp. Será um prazer te auxiliar para que você embarque nessa aventura. 

 

Trabalhar no exterior: saiba quais programas de intercâmbio te dão essa possibilidade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 139 1

Se alguma vez na vida já passou pela sua cabeça como seria trabalhar no exterior, nós podemos adiantar uma coisa: de forma resumida, é a oportunidade de ter uma experiência fantástica e enriquecer sua vida com habilidades que somente quem vive em um país diferente do seu de origem consegue adquirir. 

Mas, é claro que nós sabemos que existem muitas dúvidas sobre o assunto e, no post de hoje, vamos esclarecer alguns pontos importantes para quem pretende trabalhar no exterior

Vale a pena trabalhar no exterior? 

Certamente vale muito a pena! Não somente pela possibilidade da remuneração em outra moeda! Mas, principalmente pelo fato de que agregar uma experiência internacional ao seu currículo e à sua história faz toda a diferença em sua vida pessoal e, é claro, profissional. Viver em um local que tenha cultura e costumes diferentes é a melhor forma de viver coisas novas. É também uma ótima chance de conhecer modos de pensar e agir completamente distintos do que você vivencia no dia a dia. 

De forma mais ampla, as principais vantagens de trabalhar no exterior são:

  • Aperfeiçoar outro idioma 
  • Adaptação a diferentes ambientes e funções profissionais 
  • Desenvolvimento de novas habilidades 
  • Oportunidade de conhecer outras culturas 
  • Possibilidade de viajar para lugares extraordinários
  • E, claro, ter um excelente diferencial em seu currículo

É fácil trabalhar no exterior?

Isso depende muito do seu perfil. Algumas pessoas lidam com mudanças melhor do que outras e têm mais facilidade em se relacionar e ir em busca de oportunidades. É claro que trabalhar no exterior tem desafios, principalmente pelo fato de tudo ser em outro idioma! Então, tudo depende de como você se dispõe a enfrentar as adversidades que possam aparecer. 

Quem acorda cedo, corre atrás, demonstra disponibilidade e faz Networking tem mais facilidade nesse processo. Até mesmo porque os contratantes valorizam muito pessoas proativas e que não tenham medo de se comunicar, já que muitas vagas são justamente para lidar com o público.

Quais os programas de intercâmbio para quem quer trabalhar no exterior?

Existem diferentes formas de trabalhar no exterior. Cada vez mais as modalidades de intercâmbio que unem trabalho e algum tipo de aprendizado estão em alta. Isso porque, dependendo o tipo do programa, é possível pagar os custos da viagem e ainda se sustentar durante o tempo no país. 

Au Pair 

Trabalhar no exterior - Au pair

 

O Au Pair é nada mais que cuidar de crianças em outro país. Geralmente é mais comum a contratação de mulheres, mas isso não quer dizer que seja uma exclusividade. Apesar de ser mais incomum existem alguns programas que aceitam jovens do sexo masculino. 

Nesse tipo de serviço a moradia acontece na casa de famílias e a função é tomar conta de crianças e de tudo o que esteja relacionado a elas: roupa, alimentação, tarefas, lazer, brincadeiras, banho, hora de dormir. Portanto, é essencial conseguir suprir a necessidade de forma completa. 

É claro que cada caso é acertado de acordo com a proposta dos contratantes. 

Um dos motivos que torna essa possibilidade tão atrativa é o seu custo, que é um dos mais baixos entre todas as opções de trabalho no exterior. Contudo, o fato de ser possível imergir totalmente na cultura local e vivenciar o dia a dia de uma família estrangeira, mostram que os aprendizados e benefícios vão muito além da remuneração.

Quem faz Au Pair cria laços com sua família hospedeira e, principalmente, com as crianças. Sendo assim, o contato costuma perdurar por muito tempo, mesmo depois do término do serviço. 

Sua duração é de no mínimo um ano completo e pode ser estendido por 6, 9 ou 12 meses, caso haja interesse. É possível permanecer no país por 30 dias após o término da contratação, o que possibilita viagens e passeios para conhecer melhor o país. 

Porém, isso pode variar de acordo com a região escolhida. Para saber mais sobre cada uma delas acesse os links abaixo: 

Au Pair Alemanha

Au Pair Estados Unidos

Au Pair Plus Holanda

Camp Leader (monitor de acampamento) 

Trabalhar no exterior - Camp Leader

Sabe aqueles acampamentos de verão que assistimos em filmes americanos? Sim, eles existem e você pode monitorar um deles caso pense em trabalhar no exterior. Mas, é necessário muito empenho e disposição. Nessa modalidade é necessário trabalhar se dedicando exclusivamente às crianças e adolescentes do acampamento. 

Esse tipo de intercâmbio acontece nas férias de inverno aqui do Brasil, entre Junho e Agosto. Então, dá pra aproveitar até mesmo a pausa entre um semestre e outro e curtir essa experiência maravilhosa – e bem animada – de ser Camp Leader. 

Os dias de folgas são determinados por cada acampamento, mas, geralmente, os monitores costumam ter um dia de folga por semana ou algumas noites. Após a conclusão do programa, pode-se aproveitar o Grace Period, que dá o direito de ficar legalmente por 30 dias de férias no país.

Clique aqui e saiba mais sobre o esse intercâmbio. 

Estágio também é uma possibilidade para quem pretende trabalhar no exterior! 

Estágios no Exterior

 

Para quem tem o sonho de seguir a carreira profissional em uma área específica, fazer um estágio em uma empresa renomada já é um grande diferencial. Agora, imagina fazer isso no exterior! Quem tem essa oportunidade certamente sai na frente de muitos concorrentes. 

Por meio do programa de Estágio da TravelMATE, você dá aquele up em seu currículo com uma experiência na Austrália, nas áreas de gastronomia, hotelaria, recursos humanos e marketing. Além disso, ainda há a possibilidade de fazer um estágio não remunerado em qualquer outra área, com exceção da saúde.

Não é nem preciso dizer o quanto isso vai agregar ao seu currículo e permitir que você se transforme em um profissional requisitado no mercado de trabalho, não é mesmo?

E voluntariado no exterior, você já pensou em fazer?

Voluntariado é uma das possibilidades de trabalhar no exterior

Quer fazer algo especial pela humanidade? Trabalhar em prol de uma causa e saber que você está cumprindo seu papel é uma experiência de vida inesquecível. Mesmo não sendo remunerado é um das funções mais enriquecedoras com experiências incríveis. 

Praticar o bem, seja da forma que for, reforça valores, princípios e ajuda a melhorar o mundo. Trabalhar no exterior com voluntarismo permite viver a cultura de forma total e aprimorar o idioma do país. E o mais legal disso tudo é que dá pra retribuir através do envolvimento em projetos sociais ou ambientais. Então, se você quer fazer algo realmente humanitário deve mesmo considerar o voluntariado no exterior. 

 Para saber mais sobre o programa clique aqui.   

Study&Work 

Study and Work - Trabalho no exterior

Esse é um intercâmbio voltado para os estudantes que pretendem aprender ou aperfeiçoar a língua e unir a uma oportunidade de trabalho. Aliás, com a possibilidade de trabalhar é possível pôr em prática tudo o que é ensinado em sala, através da vivência real do dia a dia. Isso inclusive é ótimo, já que é uma maneira de imergir totalmente na cultura local. 

O salário ajuda a custear as despesas da viagem e colabora muito para enriquecer o currículo, tanto em qualificações, como em experiência.

Nós já fizemos conteúdos completos com tudo o que você precisa saber sobre estudar e trabalhar na Austrália, Canadá e Irlanda. Portanto, não deixe de ler! 

Para saber mais sobre o programa, como regras, duração e outros destinos disponíveis clique aqui. 

Work&Travel 

Work&Travel trabalhar no exterior

Para quem é universitário essa é uma excelente opção para viver momentos inesquecíveis em lugares incríveis sem perder o tempo de estudo. Isso porque esse tipo de trabalho no exterior é realizado durante as férias de verão (aqui do Brasil) por um período de 3 a 4 meses, o que dispensa a necessidade de trancar o semestre. 

Aqui na TravelMATE nós trabalhamos com duas modalidades: o Work e Travel Independent em que o estudante fica responsável por conseguir sua vaga de trabalho ou o Work & Travel Premium em que nós auxiliamos em todo o processo de colocação em uma vaga disponibilizada pelos mais de 40 empregadores confirmados.  

Vamos embarcar nessa aventura de trabalhar no exterior? 

É claro que existe diferença, inclusive por questões culturais entre trabalhar no exterior e no Brasil. Mas, para quem tem a mente aberta o processo de adaptação ao novo país e as novas funções acontecem naturalmente. 

Por isso, para embarcar nessa aventura é fundamental estar disponível e ter gás para conseguir absorver ao máximo sobre a nova cultura, uma nova maneira de trabalhar em um outro idioma e novos hábitos.

Ficou com alguma dúvida? Então entre em contato conosco em nosso WhastApp e aproveite também para acompanhar os conteúdos exclusivos que nós preparamos em nosso Instagram sobre cada uma dessas opções. 

 

Intercâmbio depois dos 30

Intercâmbio depois dos 30: será que já passei da idade?

Começo já com a resposta: NÃO! O termo “intercâmbio” atualmente abrange uma ampla gama de diferentes programas, cada um muitas vezes bem diferentes entre si. Assim, olhando por esse lado, a idade ideal para o seu intercâmbio está, antes de mais nada, relacionada ao seu momento de vida. E saiba: a busca por intercâmbio depois dos 30 é enorme! 

A idade ideal para fazer um programa High School é durante o Ensino Médio. Nem antes, nem depois.  O momento ideal para um acampamento teen durante as férias é na adolescência, assim como uma pós-graduação só será possível após a conclusão da graduação, correto? Até aí estamos todos de acordo.  Mas a origem da pergunta do título desse post na verdade é mais frequente quando se trata de curso de idiomas, de um modo geral. 

Já passei dos 35 anos, agora é tarde demais…

 

Intercâmbio depois dos 30

Uma fala mais comum do que se imagina.  E uma grande inverdade!  Não há limite de idade para se aprender idiomas. Nem aqui no Brasil, nem no exterior. Como a grande maioria dos cursos oferecidos pelas escolas no exterior é estruturada num esquema semanal, é perfeitamente possível montar um mini projeto educacional com apenas 2 semanas de duração, por exemplo. Se houver disponibilidade de mais tempo, pensamos em 3 ou 4 semanas. Ou 2 meses. Ou o tempo que for. 

E assim, ainda que o intercambista seja um profissional na casa dos seus 35 anos e não conseguir se ausentar do trabalho por mais de 20 dias no ano, sentamos e modulamos um curso que atenda a essa disponibilidade e os objetivos do aluno. Aliás, fazer intercâmbio depois dos 30 é uma experiência fantástica! 

OK… mas já passei dos 40, meus colegas poderiam ser meus filhos!

 

intercâmbio depois dos 30

 

Esta também é uma preocupação muito comum e até compreensível.  Antes de qualquer coisa, a idade mínima para cursos de idiomas é 16 anos. Geralmente a média fica em torno dos 23-25 anos podendo variar um pouco, para mais ou para menos, dependendo do destino e da época do ano, já que o aluno pode ingressar em qualquer segunda-feira, todos os meses. 

O período de férias de um adulto profissional não coincide necessariamente com o período de férias escolares – o que não ocorre com os estudantes mais jovens que têm férias apenas entre os semestres de aula.

O que nem sempre nos damos conta é que um profissional na casa dos 40-45 anos convive diariamente com colegas de trabalho mais novos – e também mais velhos.  A vida é assim. Se a diferença de idade não representa um problema no trabalho, por que representaria numa viagem, onde você estará relaxado, curtindo seu curso e fazendo novas descobertas? 

Você ainda não se convenceu sobre fazer intercâmbio depois dos 30?

 

Se ainda não tiver se convencido, vai aqui mais uma dica: ao fazer um curso fora, você estará “operando” numa língua estrangeira, da qual você provavelmente ainda não tem tanto domínio.  Seus colegas idem. Por conta desse processo de aquisição de outro idioma, é muito comum que a faixa etária dos colegas deixe de ser prioritária naquele contexto. 

Todos estarão se comunicando em uma língua que não é a sua, com suas dificuldades e limitações individuais. O esforço mental para se comunicar acaba dissipando essa preocupação que por ventura possa persistir, no que diz respeito à diferença de idade entre colegas.

Mesmo assim você pode ser estratégico na hora de planejar seu curso no exterior.  Prefira épocas fora das férias escolares, pois o mix de idades nas escolas tende a subir. Como profissional, seu foco é aliar férias ao aprendizado e prática de outro idioma, certo?  Escolha destinos menos “badalados” ou extremamente turísticos.  Há muito lugar bacana no mundo todo e certamente você terá uma experiência única e igualmente rica, podendo praticar mais o idioma.

A essa altura você já tem subsídios suficientes para saber que a idade não deve ser um impeditivo para seu intercâmbio. Sabe aquele clichê de sair da zona de conforto, se expor a novos desafios, etc?  Veja se esse não seria o caso e se aventure em um intercâmbio depois dos 30.

Modalidades de intercâmbio depois dos 30

 

 

Ainda não está pronto para embarcar? Pois bem, algumas escolas oferecem cursos voltados para intercâmbio depois dos 30 anos. O leque de opções se restringe um pouco, porém há várias possibilidades bem interessantes. Em alguns casos, menos comuns, turmas apenas formadas por alunos maiores de 40 anos.  Certos destinos e escolas organizam também programas 50+ que combina aulas com atividades extraclasse, geralmente duas vezes por ano em datas pré-fixadas.

Seja qual for o seu caso, seu objetivo e suas preferências, sempre haverá possibilidades de programas em vários formatos e destinos.  Pode vir sem medo, a gente te ajuda!  Que tal deixar seu contato em nosso whatsapp e solicitar mais informações? Existe um mundo esperando por você!

 

 

Quadro Europeu de Línguas: O que é e para que serve?

Todos aqueles que se matricularam em cursos de idiomas alguma vez na vida já se depararam com diferentes nomenclaturas para descrever o seu nível: Livro 1, Livro 2, Básico, Intermediário, Avançado, Starter, Progress, etc. Algumas ainda subdividem os níveis já existentes: Básico 1, Básico 2, Pré-Intermediário, Pós-Intermediário e por aí vai. E não há nada de errado nisso. Ao se transferir de uma escola para outra, com nomenclaturas diferentes, pode gerar alguma confusão, mas não chega exatamente a ser um problema. O que importa, na real, é o quanto cada um consegue se expressar em outro idioma. Justamente por isso, foi criado o Quadro Europeu de Línguas.

Por que o Quadro Europeu de Línguas foi criado? 

Com a unificação da Europa e a criação de um espaço de Livre Comércio e circulação entre os países integrantes desta União, os cidadãos passaram a assumir posições de trabalho e residência em países vizinhos – o que na Europa geralmente envolve uma nova língua.

Imagine a situação: ao se acertarem os detalhes de um processo de seleção numa empresa belga, cujo melhor candidato é espanhol, aparece a grande pergunta: “Você fala francês?” “Sim, estou no nível intermediário!” O que isso quer dizer?

A menos que a resposta fosse um redondo ‘não’, qualquer outra resposta seria igualmente evasiva: o que significa exatamente estar no nível intermediário? Se incluirmos as possíveis variáveis, a dúvida é ainda maior. Qual a diferença entre pós-intermediário e pré-avançado, na prática? E como saber se é isso mesmo?

Para resolver a questão e padronizar o entendimento, o Conselho Europeu instituiu uma régua mais objetiva que demonstra o que um falante de língua estrangeira consegue produzir. Com isso, procurou dar mais ênfase ao que ele de fato consegue produzir no segundo idioma.

Esta padronização foi apelidada de “Can Do (ou seja, “Consegue fazer”). E assim surgiu o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, ou Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Inicialmente idealizado para resolver uma questão entre as línguas da Europa, o quadro foi sendo aos poucos reconhecido e adotado ao redor do mundo.

Leia: O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

quadro europeu de línguas

Como funciona o Quadro Europeu de Línguas?

O CEFR abrange basicamente 3 patamares principais: falante básico, independente e proficiente. Se você consegue se expressar, compreender e ser compreendido sobre a boa parte dos assuntos que fazem parte do seu dia-a-dia, ainda que de maneira simples, podemos concluir que você é um falante que “transita” pelo patamar da base necessária para se expressar num idioma.

Se além dessa habilidade você tem um repertório de vocabulário um pouco mais abrangente e específico para cada situação, maior desenvoltura, consegue acompanhar pensamentos um pouco mais complexos, mesmo com alguns eventuais deslizes, você pode se considerar um falante independente.

Discurso mais elaborado, vocabulário mais preciso e nuances idiomáticas mais sutis (como ironia e humor negro, por exemplo) são características que demonstram que um aprendiz de idiomas é proficiente.

Para simplificar e agilizar a conceituação, chama-se de A o falante básico, B o independente, e C o proficiente. Como pode haver diferenças significativas dentro de um mesmo patamar, foi estipulado dividi-los em 2 subníveis cada, representadas pelos números 1 e 2.

E assim surgiram os famosos níveis no Quadro Europeu: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Portanto, mesmo que você não fale uma palavra de alemão, é possível estimar o que um estudante de alemão é capaz de produzir quando ele diz que é B1, por exemplo. Esta classificação mostrou-se bastante útil em processos seletivos de empresas e principalmente em processos de admissão em instituições de nível superior ao redor do mundo.

Todas as escolas de idiomas utilizam essa classificação?

Muitas escolas de idiomas já utilizam essa classificação para nivelar seus alunos enquanto outras continuam utilizando outras nomenclaturas. Porém todas, sem exceção, têm a devida correspondência ao Quadro Europeu. Assim, se na escola onde você estuda inglês você está no nível Progress 2, informe-se com a equipe pedagógica e saiba a qual nível do CEFR seu estágio corresponde.

Os exames TOEFL, IELTS e Cambridge também tem diferentes metodologias para apresentar resultados, mas todos eles convergem a uma equivalência aos níveis do CEFR. Assim fica muito mais fácil saber em que ponto estamos e quanto falta para atingir nossos objetivos, né?

Ficou curioso sobre a descrição de cada um dos 6 níveis? Veja aqui o que a Wikipedia diz a respeito do CEFR.

 

universidade no exterior: 7 motivos para você fazer

Universidade no exterior: 7 motivos para você estudar fora

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 2327 0

Estudar em uma universidade no exterior vai trazer muitos benefícios, tanto para a sua vida pessoal, quanto para a sua vida profissional. 

Existem diversas razões para você ir estudar fora.Neste artigo, você vai ver 7 motivos para fazer universidade no exterior. Depois disso, você certamente começará a planejar sua viagem agora mesmo!  

1. Ensino de qualidade

8 motivos para fazer universidade no exterior

 

Quando alguém decide sair do seu país para estudar, uma das principais, se não a mais importantes razões, é uma universidade de qualidade

De acordo com QS World University Ranking 2021, entre as 20 melhores universidades do mundo, 10 ficam nos Estados Unidos, 5 ficam no Reino Unido, 2 na Suíça, 2 em Singapura e 1 na China.

Confira a lista completa das universidades

Nenhuma universidade brasileira entrou para o top 100 do mais recente ranking mundial de instituições de ensino superior publicado. 

A Universidade de São Paulo (USP), aparece em 115º lugar no ranking mundial e 3º na América Latina. Esse foi o melhor resultado no ranking, até agora. 

Então, se você quer ter um estudo de alta qualidade é melhor ir pegando seu passaporte e começar a pensar em qual lugar estudar! 

2. Aperfeiçoamento da língua

aperfeiçoar a lingua

 

Você nasceu, cresceu e viveu com a língua que seus grupos sociais falavam, e quando você for estudar em uma universidade no exterior não será diferente. Porém, não com sua língua nativa. Mesmo que você saiba falar outro idioma, com a vivência e as experiências de morar e estudar em outro país é que realmente você ficará fluente em outro idioma

Com a globalização, é muito importante dedicar-se a aprender novas línguas. O inglês não é mais um diferencial, é imprescindível ao candidatar-se a uma vaga de emprego. Além disso, é considerado hoje um fator preponderante para seleção dos candidatos. Com isso, transforma o espanhol na terceira língua, como verdadeiro elemento agregador de valor aos currículos. 

Quem pretende fazer uma universidade no exterior, o idioma será necessário e muito exigido, já que precisará adaptar-se e compreender as informações que pretende absorver e externar para obter conhecimento. 

Mesmo quando for viajar para curtir suas férias fora do país, a comunicação com guias turísticos, taxistas, garçons será muito importante para aproveitar os momentos de diversão. 

 

3. Fazer universidade no exterior abrange diversas áreas para se especializar

universidade no exterior

 

 

 

No Brasil, as universidades oferecem uma quantidade mais limitada de cursos se comparado às melhores universidades do mundo. Estudar fora do Brasil, além de possuir um estudo de alta qualidade, permite que você encontrará diversas áreas únicas para se especializar, que talvez por aqui seja mais difícil.

E mesmo nos cursos tradicionais, um diploma obtido no exterior é uma vantagem que colocará você muito à frente de qualquer concorrente no mercado de trabalho.

Então, se você quer realmente ser diferenciado, prepare as malas e bora lá!

 

4. Conhecer pessoas de diferentes lugares e culturas

 

universidade no exterior

 

 

Para fazer uma universidade no exterior, você precisará fazer alguns esforços, inclusive ficar distante da família e seus amigos. Por outro lado, pode ter a certeza que você vai encontrar pessoas novas e que elas vão agregar muito em sua vida. Suas histórias, modos de viver, culturas diferentes irão fazer você crescer muito. E claro, você também terá a oportunidade de compartilhar a sua cultura com as outras pessoas.

Morando em um novo país as “definições de amizade serão atualizadas”!  Você vai aprender a chamar um amigo para ir ao supermercado com você, por exemplo, e acredite: esses “passeios” são divertidíssimos. Os amigos em um país diferente são mais que amigos, se tornam referências, guias de viagens, críticos de restaurante, e na maioria das vezes, se tornam sua família longe de casa.

Em geral, as amizades são fortes, próximas e simples, e você sentirá um carinho por essas pessoas por muito tempo, mesmo depois de voltar para o Brasil.

Com certeza você terá outra visão do mundo e da sua própria cultura. Então prepare-se para conhecer novos amigos de diferentes estilos!

 

5. Adquirir conhecimento em uma universidade no exterior

 

conhecimento

 

 

Depois de estudar em uma universidade no exterior de qualidade, aperfeiçoar a língua do país, conhecer novos amigos e outras culturas, consequentemente você estará adquirindo conhecimento. E quando falamos em conhecimento, vai muito além do que vai ser ensinado em sala de aula! Conhecimento de vida! 

Essa viagem mudará o seu estilo de vida, o seu senso crítico e alimentará ainda mais a sua vontade de viajar novamente e fazer tudo isso de novo. Viajar é viciante! 

 

6. Mercado de trabalho

 

universidade no exterior

 

Talvez um dos principais pensamentos que você tem quando vai sair do Brasil para fazer uma universidade no exterior está relacionado ao mercado de trabalho. Estudar fora tem relação direta com o seu currículo. E sim, ele será turbinado, não apenas pelo seu estudo na universidade do exterior, mas também por você demonstrar independência, conhecimento, opiniões diferenciadas, experiências fora da zona de conforto. 

Tudo isso te ajudará a dar um grande passo na direção do emprego que você sempre sonhou.

 

7. Novas ideias 

 

novas ideias

 

E por fim, temos a certeza que você vai voltar ao Brasil totalmente renovado e cheio de ideias

A experiência te trará novos olhares e com isso a vontade de colocar as ideias no papel. Elas podem ser soluções pequenas para a sua própria vida ou ainda poderá te dar todas as ferramentas, contatos e ideias para conseguir empreender. 

Viaje, estude e conquiste coisas incríveis em sua vida

Esses 7 motivos são mais que suficientes para te mostrar – e convencer – que estudar em uma universidade no exterior pode ser uma das melhores escolhas da sua vida, hein?

Por isso, não deixe de pensar nisso! Existe um mundo cheio de possibilidades esperando por você! 

Caso você queira mais informações sobre como estudar em uma universidade no exterior, leia mais sobre o Higher Education.  

 

Diferença entre college e university

Diferença entre College e University: você sabe como funciona o ensino superior no Canadá?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 158 0

Quem nunca pensou em fazer um curso no exterior, não é mesmo? Porém, se você decidiu que quer estudar no Canadá, é essencial que você saiba a diferença entre College e University por lá. Por isso, no artigo de hoje nós explicaremos tudo o que você precisa saber para planejar sua viagem. 

Antes de qualquer coisa, é importante esclarecer quais as equivalências de cada nível de ensino, comparando com o nosso sistema de educação:  

  • O High School equivale ao Ensino Médio 
  • O College equivale a Faculdade
  • University equivale a Universidade 

Bem, aqui no Brasil pouco se fala sobre a diferença entre uma faculdade ou uma universidade. Portanto, talvez você até estranhe estarmos falando sobre isso. Entretanto, em outros países, especialmente no Canadá, a diferença entre College e University é bem relevante. 

diferença entre college e university

E qual a principal diferença entre College e University

University

Falando de uma maneira mais ampla, a university é como nós, brasileiros, chamamos as universidades. Geralmente, essas instituições oferecem diversas opções de cursos de ensino superior e tem uma abordagem direcionada para a pesquisa e o desenvolvimento. Ou seja, as universities dão mais enfoque para quem busca a carreira acadêmica. Por isso, é fundamental saber a diferença entre college e university se você pretende estudar no Canadá. 

Além disso, a maioria dos cursos da área da saúde são oferecidos apenas pelas universidades. E temos que falar uma coisa: o custo do semestre na universidade pode ser quase o dobro do semestre do college. 

Quanto às certificações, as universities possuem três tipos diferentes: 

  • Bachelor 
  • Master 
  • Doctor

O tempo de duração de cada um varia de acordo com a área de atuação.

Colleges

Os colleges no Canadá equivalem a faculdade ou cursos técnicos aqui do Brasil. De um modo geral, são instituições menores – que em alguns casos fazem parte de uma universidade – e que oferecem cursos específicos de graduação mais direcionados para área profissional.

Esse tipo de ensino objetiva preparar os estudantes para que se posicionem de maneira mais rápida no mercado de trabalho. Ou seja, é mais profissionalizante e destinado para preparar o aluno para uma área específica de interesse do estudante. 

Inclusive, os colleges foram criados pelo governo canadense na década de 60 para ajudar os estudantes a terem uma formação de qualidade mais rápida e assim, se inserirem no mercado de trabalho. Contribuindo efetivamente com o crescimento da economia local. 

Além disso, seja para um curso de graduação ou de pós-graduação, os colleges são bastante valorizados pelos empregadores. Para aqueles que buscam cursos mais curtos e uma rápida colocação no mercado, o college pode ser a melhor via de acesso a esse objetivo. 

Existem, dentro dos colleges, diferentes tipos de cursos e cada um deles com um tempo de duração distintos. São eles:  

  • Certificates – 2 semestres
  • Diplomas – 4 semestres
  • Bachelor Degrees – 8 semestres
  • Post-Grad – 2 a 4 semestres

Importante! Os colleges são direcionados para o mercado de trabalho, portanto, se o aluno se formar em um college, só poderá dar continuidade a um mestrado ou doutorado caso faça um Bachelor Degree

E qual a melhor opção?

Isso é algo que depende muito de seu objetivo pessoal (e profissional, é claro). Escolher qual a melhor não diz respeito apenas à vontade de morar no Canadá. É essencial ter em mente qual sua projeção de atuação profissional. E isso depende só de você! 

Claro que agora que você entendeu a diferença entre college e university fica mais fácil começar a planejar de maneira mais assertiva seu estudo no exterior.

Porém, se você ainda tiver alguma dúvida sobre qual é o melhor caminho a seguir entre em contato conosco pelo whatsapp. Nossos consultores possuem experiências e vivências que podem ajudar – e muito – para que você tome a decisão mais certa, de acordo com as suas expectativas.

Ensino superior na Irlanda: você sabe como funciona?

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 314 0

É muito comum pensarmos na Irlanda para realizar somente o curso de idioma, certo? Normalmente, não pensamos no país para o ensino superior, mas há ótimas oportunidades e diversos cursos. As principais universidades estão entre as 300 melhores do mundo em um total de 30 mil instituições. Além disso, a Irlanda tem um dos melhores sistema de educação do mundo. Por isso, nesse artigo explicaremos tudo o que você precisa saber sobre ensino superior na Irlanda.

A economia irlandesa está crescendo bastante, dessa forma, dando oportunidade aos estudantes internacionais trabalharem ao longo do curso como part-time (20 horas semanais) e Full-time nas férias (40 horas semanais). Ao mesmo tempo, o salário é pago por hora e é um dos salários mínimos mais altos da Europa. Atualmente, muitas empresas possuem escritórios na Irlanda, como: Google, Deloitte, Microsoft, Linkedln e outras que possibilitam muitas oportunidades aos estudantes universitários.

O governo irlandês possui um órgão educacional para promover suas instituições de ensino superior do país e incentivar os estrangeiros a irem estudar por lá. A Travelmate foi convidada por esse órgão para visitar e conhecer algumas das universidades e suas estruturas fantásticas.

IRISH NATIONAL FRAMEWORK OF QUALIFICATIONS (NFQ)

Para que você entenda como funciona o ensino superior na Irlanda, é importante saber que a educação é dividida por nível. Sendo do 1º ao 6º cursos técnicos. A partir do nível 7 são bacharelados, mestrados e doutorados (universidades e institutos de tecnologia).

 

ensino superior na irlanda

 

NFQ Level 7 – Ordinary Bachelor Degree (Bacharelado)

Os cursos, normalmente, duram três anos e permitem que o estudante tenha o diploma de bacharelado. Existem várias opções de programas dentro das universidades e institutos tecnológicos.  

Portanto, se você conquistar o diploma com honras, você se qualifica para o NFQ Level 8 – Honours Bachelor Degree.

NFQ Level 8 – Higher Diploma (Diploma superior)  

Após finalizar o curso de bacharelado, o estudante pode optar pelo diploma superior, que necessita mais um ano de estudos. Para muitas empresas, essa certificação equivale ao diploma de pós-graduação.

NFQ Level 9 – Postgraduate Diploma (Pós graduação) / Masters Degree – Mestrado

Os cursos podem ser entre 1 a 3 anos. São oferecidos em vários campos. Pode ser um curso com base em pesquisas e, geralmente, envolve a necessidade da entrega de uma tese. 

NFQ Level 10 – Doctoral Degree – Doutorado

Por último, o nível 10. Com duração de aproximadamente quatro anos, é feito com uma tese baseada em alguma pesquisa da área escolhida.

Ensino Superior na Irlanda

E como funciona o processo para fazer ensino superior na Irlanda

 

Processo admissional

As instituições querem estudantes sérios e comprometidos para serem aprovados! Com isso, as notas são relevantes, principalmente, para bolsa. O nível de inglês é exigido e comprovado por uma prova de proficiência: TOEFL ou IELTS.  

Para estudantes saindo do ensino médio deve fazer o Foundation year (um ano acadêmico dentro da universidade, pois o ensino médio na Europa há um ano a mais do que no Brasil).  Assim como para mestrados serão solicitados redações, currículos e até mesmo entrevistas.

Prazos

A maioria das instituições inicia em setembro de cada ano. Porém, os prazos para análise dos documentos é até março, pois as universidades precisarão de tempo para analisar e dar uma posição sendo negativa ou positiva. Portanto, é muito importante se preparar com antecedência para todo o tramite.

Visto

Brasileiro não precisa de visto. Chega ao país com aceitação da universidade, passaporte e, seguro saúde.  Os estudantes têm três meses para se cadastrar na imigração. Dessa maneira, receberá um documento, como se fosse nosso CPF, para trabalhar legalmente e ganhar sua remuneração. 

Aos estudantes que estão indo para Dublin, tem que marcar horário na imigração, pois há muita procura e pouco horário. Portanto, o ideal é realizar o agendamento aqui no Brasil dois meses antes de viajar. 

Mas, caso seja outra região, não haverá necessidade é só ir à imigração levando consigo a carta da universidade, passaporte e extrato bancário com 3 mil euros (Pode ser extrato bancário do Brasil). Porém, essa comprovação será somente para o primeiro ano, para os próximos não haverá necessidade. Esse procedimento junto a imigração é pago, em torno de 300 euros. O documento será válido por um ano. 

Com o visto em mãos o estudante poderá trabalhar até 20 horas semanais ao longo do curso e 40 horas semanais durante as férias. Caso o estudante faça um mestrado terá  mais dois anos em que poderá apenas  trabalhar.  O primeiro ano é  automático, porém, o segundo ano precisa solicitar à imigração.

Investimento para ensino superior na Irlanda

As instituições irlandesas irão lecionar em inglês. O investimento será entre 8 mil a 20 mil euros ao ano. Moradia e Alimentação estimamos um valor de 1.000 euros mês. 

Obs.: Para ter condição diferenciada no valor da tuition com o passaporte europeu, é necessário comprovar residência no país no mínimo 3 anos pagando impostos. 

Instituições parceiras 

Aqui na Travelmate nós contamos com parceria das melhores instituições de ensino superior na Irlanda, conforme você confere a seguir: 

 

TRINITY COLLEGE DUBLIN  

Fundada em 1592. É a instituição de ensino superior mais antiga da Irlanda e além disso, também a que melhor representa os irlandeses no ranking internacional. 

 

UNIVERSITY OF LIMERICK

A Universidade se destaca em cursos inovadores e tem forte relevância para o mercado de trabalho. 

 

UNIVERSITY COLLEGE DUBLIN

É outra tradicional universidade irlandesa. Fundada em 1854, com mais de 33 mil alunos, a universidade se divide em cinco faculdades.

 

UNIVERSITY COLLEGE CORK

É a quarta mais bem colocada universidade irlandesa nos rankings internacionais. Com mais de 20 mil alunos, a universidade tem um dos principais departamentos de pesquisa do país.

 

DUBLIN CITY UNIVERSITY

A instituição foi criada em 1975 e, atualmente, tem 12 mil alunos matriculados, sendo que 2 mil são estrangeiros. 

 

NUI – NATIONAL UNIVERSITY OF IRELAND – GALWAY

 Possui mais de 18 mil estudantes. Além disso, é considerada a melhor instituição em Business e Engenharia do país. Oferece cursos de graduação e pós-graduação.

 

DUBLIN BUSINESS SCHOOL

Fundada em 1975, oferece cursos de graduação, pós-graduação e profissionalizantes com carga horária integral ou de meio período. 

 

CORK INSTITUTE OF TECHNOLOGY (CIT)

A instituição recebe fundos da Enterprise Ireland para investimento em projetos. 

 

TU DUBLIN

 É a primeira universidade tecnológica da Irlanda. á diversos cursos na TU Dublin sendo destacado a Arquitetura que está em primeiro no país.

 

ATHLONE INSTITUTE OF TECHNOLOGY – Athlone

 O instituto é reconhecido na Irlanda como uma das mais bem sucedidas instituição de ensino superior para financiamento de pesquisas acadêmicas. Oferece programas acadêmicos em Business, Humanas Engenharia e Ciências.

 

MARY IMMACULATE COLLEGE – LIMERICK

Fundada em 1898. Ela é uma Faculdade Católica de Educação e Artes Liberais e oferece uma variedade de graduações e pós-graduações. Tem um programa de intercâmbio internacional entre muitas instituições e além disso, recebe mais de 70 intercambistas todos os anos

 

GRIFFITH COLLEGE DUBLIN

 Fundada em 1974, essa universidade possui 8 mil estudantes, dos quais 1.400 são estrangeiros de 77 países diferentes.

Logo, como você pode ver, cada uma dessas instituições possuem suas peculiaridades. Portanto, o ideal é se informar bem sobre cada uma delas para começar a planejar seu ensino superior na Irlanda. Caso você tenha dúvidas entre em contato pelo nosso whatsapp. Nós podemos esclarecer seus questionamentos e juntos vamos encontrar o melhor caminho para você materializar seus sonhos!

O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 160 0

Escolher o que vai cursar na graduação é provavelmente uma das primeiras vezes que você realmente tem a oportunidade de decidir o seu futuro. E já pensou em o que fazer antes de entrar na faculdade?

Quando chega aquele momento que (nem) todos esperam – concluir o ensino médio – surgem muitos questionamentos. Até o final do terceirão, é bem provável que você tenha seguido os passos que outras pessoas desejavam pra você. Mas e agora? Como tomar a decisão que provavelmente guiará, no mínimo, os próximos quatro anos de sua vida? 

Take it easy! E se liga só: você realmente precisa decidir isso AGORA?

Portanto, respire e pense bem sobre isso! 

Ir direto para faculdade ou dar um tempo  

Não parece um tanto precipitado ter que definir, muitas vezes aos 17 anos, o que você vai querer para o resto da sua vida?

É verdade que essa passagem do ensino médio para a faculdade é uma transição muito importante na vida de qualquer pessoa. Mas a pressão dos pais, professores, amigos, e inclusive do próprio vestibular, somados à incerteza de qual curso escolher, pode causar muitas frustrações.

A faculdade é completamente diferente do ensino médio, é um novo universo, com vários desafios e que requer muita energia da sua parte.

E considerando que você estava buscando o que fazer antes de entrar na faculdade, é bem provável que ainda não tenha certeza sobre o que quer. E sabe, não há problema nenhum nisso! Até porque o mundo tem muito a oferecer e você não precisa definir seu futuro sem antes conhecer outras possibilidades. 

A gente quer te ajudar a tomar essa decisão!

Você já ouviu falar em softs skills? 

Segundo estudo do Núcleo Brasileiro de Estágios, o Nube, 46% dos recém-formados do Brasil são afetados pelo desemprego assim que concluem o ensino superior.

Porém, muitos dos jovens que conseguem uma colocação no mercado nem atuam em sua área de formação. E sabe o que é apontado como a principal causa disso? A falta de experiência

Mas, que tipo de experiência é essa? Outra pesquisa realizada com mais de 400 líderes executivos revelou que o ao contratar jovens recém formados, apesar de toda a qualificação, o que falta são habilidades de comportamento e relacionamento, ou as conhecidas soft skills

O perfil de um jovem que conclui os estudos cedo na graduação, socialmente é sinônimo de sucesso. Mas, muitas vezes eles não tem tempo de desenvolver essas habilidades comportamentais, tão requisitadas hoje em dia. 

Existem diferentes tipos de soft skills e algumas são mais valorizadas:

  • Colaboração: saber trabalhar bem em grupo
  • Flexibilidade: saber se adaptar às mudanças
  • Trabalhar sob pressão: gerenciar estresse sem perder o foco
  • Comunicação eficaz: ouvir atentamente e se comunicar de maneira clara
  • Orientação para resultados: atingir o resultado final da maneira mais eficaz possível
  • Liderança de equipe: saber como motivar e engajar grupos

Enfim, essas habilidades cada vez mais são mencionadas como um diferencial no mercado de trabalho e, infelizmente, as faculdades não ensinam isso. O que realmente ajuda a desenvolvê-las é a VIDA! Ou seja, a vivência e as experiências adquiridas ao longo do tempo. E olhando por esse lado, é bom saber que existem outras possibilidade de o que fazer antes de entrar na faculdade!

O que fazer antes de entrar na faculdade

Então como adquirir softs skills? Viajando!

Essas competências podem ser desenvolvidas, principalmente em situações do dia a dia. Como são competências sociais, emocionais e mentais ligadas à personalidade de cada um, a melhor maneira de aprimorar esses aspectos é criando oportunidades que desafiem a relação com outras pessoas e com as adversidades da vida.

Definitivamente, não tem oportunidade melhor para desenvolver todas essas – e muitas outras – habilidades do que realizar um intercâmbio. Não por nada! Mas é que quando uma pessoa se permite viver essa experiência, além do conhecimento geral, proporciona o autoconhecimento

Experienciar uma nova cultura, hábitos e regras que obrigatoriamente tiram qualquer pessoa da sua zona de conforto é uma excelente alternativa de crescer e conhecer a si mesmo. Além de transformar a vida, amplia a visão do mundo. 

As situações e os desafios de um intercâmbio vão facilmente proporcionar o desenvolvimento dessas competências, sem que se perceba!  Todas elas são essenciais para que suas vidas longe dos familiares, e em outro país, realmente aconteça.

Ou seja, é sem dúvida a melhor maneira de conseguir desenvolver as habilidades que líderes esperam. E isso, como dissemos, não é ensinado em sala de aula! E sabe o melhor disso tudo? Todas essas competências exigidas, as soft skills, são essenciais para a vida! Já que essas habilidades lidam diretamente com as relações e interações com os outros. 

Viajar transforma! 

A transformação de quem desfruta a incrível experiência – e aventura – de um intercâmbio é total. Morar sozinho, dividir uma casa ou alojamento com pessoas de diferentes culturas, resolver questões e conflitos, além de aprender outro idioma (habilidade muitíssimo valorizada nos dias de hoje) e longe de casa!

Tem como imaginar o quanto tudo isso traz vantagens, não só para um futuro profissional promissor, mas principalmente para a sua VIDA? Sendo assim, talvez o intercâmbio seja realmente uma excelente opção de o que fazer antes de entrar na faculdade, não é? 

A oportunidade de viver, mesmo que por um curto período, em outro país desafia o jovem a se virar e fortalecer soft skills de negociação, comunicação, relacionamento, flexibilidade, criatividade, responsabilidade e muitas outras. 

Depois de viver um intercâmbio e todas as possibilidades que isso proporciona, com certeza se tornará muito mais fácil definir um curso, uma formação, uma profissão e alcançar uma vida pessoal e profissional de sucesso

O que fazer antes de entrar na faculdade

Leia também: Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

O que fazer antes de entrar na faculdade? Intercâmbio

Em outras palavras, queremos te mostrar que dizer “viajei e vivi as melhores experiências da minha vida” vale muito mais do que “terminei o terceirão e entrei num curso que eu nem conhecia direito”

É claro que a faculdade é importante. E também é verdade que realizar um intercâmbio pode trazer incertezas. Antes de mais nada, você deve pensar fora da caixa e considerar o que realmente será mais valorizado nesse momento. Não para os outros, para você! 

Viajar faz com que qualquer pessoa amadureça e possa conhecer melhor a si mesmo. 

A grande vantagem é que você pode fazer isso de diversas formas e por períodos de tempos pré definidos de acordo com a sua realidade, necessidade e vontade. 

Caso você sinta vontade de viver algo incrível e que vai ficar marcado em sua vida para sempre, nós temos algumas sugestões para considerar essa possibilidade. 

Afinal, você está pronto para fazer sua própria história? 

Quer saber mais sobre os planos de intercâmbio e começar a viver a melhor experiência – e aprendizado – da sua vida? Converse com um de nossos consultores aqui e conheça mais sobre a TravelMATE.

Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

Postado por: Tatiana Serbena/ 1012 0

Se tratando de intercâmbio, uma série de decisões devem ser tomadas. Para ter certeza de que você chegou na melhor opção, é preciso primeiramente conhecer as alternativas possíveis e fazer um balanço dos fatores que mais pesam. Uma importante decisão a ser tomada é com relação a sua moradia. Listamos abaixo as três modalidades mais comuns e pontuamos as vantagens e desvantagens mais evidentes de cada uma delas. Lembrando que essa é uma decisão que não precisa ser fixa do início ao fim do seu intercâmbio. Você pode mudar caso não se sinta à vontade ou perceba que não é da maneira como você esperava.

hospedagem mais comuns no intercâmbio
Hospedagem mais comuns no intercâmbio
  • Host Family 

Um dos modelos mais comuns de se hospedar no intercâmbio é o que chamamos de Host Family, que significa morar na casa de uma família e dividir com eles o dia a dia. Este, possivelmente, é o caminho mais curto para economizar e mergulhar na cultura de um país, pois é uma troca bastante significativa e diária. As três maiores vantagens que resumem essa modalidade de hospedagem são: economia, segurança e excelente custo-benefício. Além disso, esse tipo de acomodação costuma ter pelo menos uma refeição inclusa, um fator confortável e que reduz gastos.  Sem contar ainda que “ter uma família” do outro lado pode ser bastante confortante. Há momentos em que pode-se precisar de uma atenção um pouco mais particular.

Além disso, quem vivenciou na pele esse tipo de modalidade de hospedagem afirma ter tido uma melhora e aprofundamento significativo na língua materna local, seja ela qual for. Se a sua intenção for realmente aprender inglês, por exemplo, a Host Family é seguramente uma excelente opção.

No entanto, você pode estar indo para o intercâmbio com um espírito um pouquinho diferente, e opções como “residência estudantil” e “morar sozinho” podem ser mais adequadas.

 

  • Residência estudantil

O ambiente é outro. Você vive entre estudantes que geralmente tem a mesma idade que a sua e possivelmente as mesmas pretensões e objetivos. As acomodações nessa modalidade podem variar entre quartos compartilhados ou individuais. Aqui, você já é um pouco mais dono do próprio nariz e deve menos satisfações. É uma rotina um pouco mais autônoma que a intimidade vivida em uma casa de família. As residências estudantis costumam ter excelentes infraestrutura e localizações centrais privilegiadas. Algumas incluem até mesmo a facilidade das três refeições diárias, já outras oferecem cozinhas e a infraestrutura necessária para que você mesmo faça a sua própria comida. Existem outros tipos de variações, como banheiros compartilhados ou não.

Uma vantagem da residência estudantil que se assemelha à casa de família é o fator convivência diária com a língua diferente da sua e que você provavelmente tenha imenso interesse em aprender.

Uma das principais desvantagens, principalmente em comparação com a casa de família é o preço. Residências estudantis costumam ser mais caras e também mais concorridas. Em alguns casos há filas de espera para conseguir uma vaga. Por mais esse motivo é importante fazer tudo com antecedência.

Lembre-se também do fator convivência. Como você dividirá os espaços e possivelmente seu quarto com diferentes pessoas das mais distintas culturas, é preciso haver uma conversa para que haja a responsabilidade devida, respeito e organização, a fim de evitar conflitos futuros.

Por outro lado, se você pretende ficar muito tempo no local de destino, esse é um ambiente ótimo para a sua chegada. Lá, você irá fazer amigos e encontrar possíveis colegas para dividir um apartamento, opção que oferece um pouco mais de privacidade e conforto, além de criar laços e amizades duradoras com pessoas de diversos lugares.

 

  • Morar sozinho

Eis a opção que exigirá uma disposição maior em desembolsar um valor a mais por mês. Morar sozinho tem qualidades evidentes que atraem qualquer um que deseja uma experiência de autonomia no exterior. No entanto, costuma ser a menos popular entre as opções mais comuns de moradia, principalmente tratando-se de intercâmbio estudantil. Além de ser mais caro na grande maioria dos casos, morar sozinho exige que você tenha mais autonomia em resolver todos os seus problemas de maneira independente. É preciso também ter um pouco mais de controle com gastos e pagamentos de contas.

No entanto, ter o seu próprio cantinho pode significar um prazer imenso para quem não abre mão de conforto, liberdade total e principalmente privacidade.

Se o local comportar, nada impede também que futuramente você também opte por dividir com uma ou mais pessoas, já que existirá a liberdade de fazer esse tipo de escolha. Essa opção cai bem não só pela companhia, caso você deseje, como também para dar uma folga nos gastos mensais da casa.

Agora que você já conhece as principais vantagens e desvantagens de cada uma das principais modalidades de hospedagem para o seu intercâmbio, entre em contato com a Travelmate e dê o primeiro passo para o seu sonho de morar fora!

Você conhece as bases Travelmate pelo mundo?

Postado por: Marketing Travelmate/ 940 0

Travelmate inaugura 2 novas bases, agora na Austrália e Irlanda

 

Chegar à um país diferente é sempre uma descoberta… Aprender um idioma, se adaptar a uma nova cultura, novas pessoas, fazem parte do processo que vai fazer com que o intercâmbio seja uma experiência inesquecível, e desafiadora.

E esse desafio pode trazer inseguranças e medos, então pensando nessa necessidade, inauguramos bases TravelMATE nos principais destinos para os programas de Study & Work, com o objetivo único trazer segurança aos nossos intercambistas.

Além de um espaço físico na principal cidade de cada país, contamos com uma equipe especializada nas demais cidades que recebem intercambistas.

Então se você vai embarcar para Austrália ou Irlanda, conte com a gente no seu destino.

 

Conheça as bases TravelMATE

 

A gente sabe o que é importate para você, por isso contamos com uma equipe especializada e preparada para acompanhar os alunos em todas as etapas após o embarque.

 

BASE IRLANDA – DUBLIN

 

Endereço: Dame Street, 30, Dublin

Parceiro: Service in Dublin

 

  • Pré embarque online 
  • Grupo oficial no WhatsApp com todos os alunos, facilitando networking, indicações e oportunidades
  • Induction Day –  Reunião presencial com a equipe após a chegada
  • City Tour pelos principais pontos turísticos 
  • Workshop sobre currículo e busca de empregos
  • Calendário de atividades mensais: viagens, festas, eventos
  • Suporte durante todo o intercâmbio

 

BASE AUSTRÁLIA – SYDNEY

 

Endereço: Victoria Street, 326, Sydney

Parceiro: Tagarela Intercâmbios

 

  • Pré embarque online 
  • Grupo oficial no WhatsApp com todos os alunos, facilitando networking, indicações e oportunidades
  • Induction Day –  Reunião presencial com a equipe após a chegada
  • Aula de inglês gratuita 1x por semana (para os alunos de Sydney)
  • Workshops
  • Calendário de atividades
  • Happy Hour e festas 
  • Suporte durante todo o intercâmbio

 

A gente sabe o que é importante para você, por isso a equipesua experiência, afinal, intercâmbio é para vida toda.

 

Conta com a gente agora, antes e depois do seu embarque! 

Escolas parceiras Travelmate: confira quais são elas e como é o método de ensino

Postado por: Sirius/ 2004 0

O intercâmbio é uma oportunidade imperdível de conhecer outros países e adquirir aprendizado nas escolas do exterior. Mesmo que os cursos de inglês sejam importantes, o intercâmbio é a maneira mais eficiente de você mergulhar no idioma e ter fluência na nova língua. Na Travelmate, isso é possível por meio do intercâmbio em nossas escolas parceiras.

Intercâmbio como diferencial

Passar um tempo fora do país pode ser um fator decisivo na hora de uma futura contratação, além de contribuir com a especialização em um ramo específico. O contato com diferentes realidades estimula o conhecimento e respeito por diferentes culturas. Quando o assunto é curso de inglês no exterior, contamos com diferentes possibilidades escolas ao redor do mundo. Confira abaixo as opções de escolas mais procuradas e os principais atrativos de cada uma delas!

ILAC

A International Language Academy of Canada é uma instituição de ensino que aplica três tipos – de curta duração, semi-intensivo e intensivo. Os diferentes tipos de períodos permitem que o estudante passe por uma experiência breve ou longa, de acordo com a preferência pessoal de cada um.

São mais de 75 países mandando seus residentes para serem acolhidos pela ILAC. Os campi possuem estrutura moderna e estão presentes em duas cidades do Canadá, Toronto e Vancouver. Ambas são consideradas duas das melhores cidades do mundo para morar.

EC

Com três intensidades de ensino, a escola leciona por meio de um dos melhores métodos existentes no mercado. O maior diferencial é fornecer cursos voltados para negócios ou mesmo para preparar o intercambista para universidades e exames.

Ao todo, a EC possui escola em 15 países, onde o inglês é o idioma oficial. As instituições estão presentes na Inglaterra, Malta, África do Sul, Canadá e Estados Unidos. Existem três continentes para serem escolhidos. A EC English conta com programas culturais e viagens para agregar ainda mais valor ao repertório de conhecimento.

LAL

A escola LAL conta com uma estrutura diferenciada que combina o ensino com atividades de lazer para jovens e adultos. São três escolas de verão – em Malta, nos Estados Unidos e no Reino Unido. Além destas, existem outras escolas regulares em Boston, Londres, Torbay, Flórida, Cidade do Cabo, Malta e Gozo.

A LAL oferece exercícios online e permite que o estudante utilize seu computador pessoal durante as aulas. Além disso, fornece a oportunidade de conhecer novos lugares, por meio de viagens associadas ao conhecimento e cultura.

Stafford House

O maior diferencial da escola para intercambistas da Stafford House é sua estrutura extremamente moderna, com ambiente climatizado, uma excelente rede de Wi-Fi e quartos de TI. Para aqueles que procuram relaxar enquanto estudam durante os intervalos das aulas, existem cafés e lounge.

Além de gramática, são ministradas formas práticas de conhecimento. Estudar na escola faz com que o aluno desenvolva a fluência em inglês e se sinta seguro na hora de conversar usando o novo idioma.

ILSC

O ILSC Education Group conta com programas educacionais ministrados de maneira dinâmica, o que ajuda na concentração e absorção de conteúdo. O método de ensino conta com diversos programas educacionais incluindo escola de idioma, educação continuada, formação de professores e até treinamento corporativo.

A escola ILSC está presente em quatro países e oito diferentes cidades para o aluno escolher. Todas elas possuem excelentes professores e infraestrutura adequada para o máximo aprendizado. Assim como as demais escolas, possibilita viagens e conhecimento de diferentes culturas.

Inlingua

A escola especializada possui 308 centros de língua, se destacando na quantidade de espaços físicos quando comparada aos seus concorrentes. Esses centros estão espalhados em cinco continentes – Europa, África, Ásia, América do Norte e do Sul, totalizando presença em 34 países.

A escola já formou diversos profissionais capacitados, através de seu método Inlingua de ensino. Conta com uma equipe qualificada e uma estrutura que beneficia ao máximo os estudos. É uma escola para intercambistas moderna, que prioriza a interatividade e procura trabalhar de um jeito divertido.

iTTi

A escola iTTi Vancouver conta com profissionais que irão procurar a melhor conexão entre lares e estudantes, beneficiando tanto o intercambista quanto a família que irá recepcioná-los. Essa seleção da família nativa faz com que o estudante consiga aproveitar ao máximo sua estadia para aprender. Existe durante todo o intercambio o suporte necessário para garantir a satisfação nessa experiência.

Os ambientes são selecionados levando em consideração conforto, através da inspeção da moradia. O estudante terá um quarto confortável e limpo, com acesso ao banheiro e à lavanderia. Existe a possibilidade de optar por dois tipos de refeição, pensão completa ou meia-pensão. Além do mais, tem fácil acesso ao transporte público.

Quest

A Quest é uma escola com intercambistas que já foi premiada pela Languages Canada e pela Aprendizagem Designada (ou DLI), que é inspecionada pelo governo. É possível contratar aulas particulares, onde a atenção é totalmente voltada para o aluno. Estudar na Quest aumenta a preparação do estudante para que tenha bons resultados nas provas aplicadas e para que ele consiga absorver o máximo do ensino.

ISE

A escola ISE Ireland possui uma ótima aceitação dos alunos que já passaram por ela. Além disso, a ISE possui uma boa reputação acadêmica, devido ao seu alto índice de qualidade de ensino. Com um direcionamento personalizado para cada estudante matriculado, o método pode variar de acordo com a origem e costumes do intercambista.

Quer saber mais sobre as escolas? Confira todas os detalhes aqui.

 

Translate »