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Estudar e trabalhar na Nova Zelândia - Tudo o que você precisa saber

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 24 0

Se você tem espírito aventureiro, gosta de contato com a natureza e não abre mão de um ensino de qualidade, você já deve considerar conhecer a Nova Zelândia. Mas, se você se identificou com tudo isso e nunca pensou nessa possibilidade, talvez esteja na hora de dar um pouco mais de atenção para o país que hospeda a “capital mundial da aventura”.

No artigo de hoje, separamos as principais informações que você precisa saber sobre o país.

Nova Zelândia: muito além da natureza e dos esportes radicais 

 

Dividida em duas grandes ilhas na Oceania, a Nova Zelândia é um dos países com a natureza mais surpreendente do mundo. As paisagens são realmente estonteantes de tão bonitas. Não é à toa que existe até um festival de contemplação à natureza: o Powerco Taranaki Garden Spectacular, um dos festivais mais tradicionais desse gênero, acontece por lá.

A fama dos esportes radicais se deve pelo fato de o bungee jumping ter sido oficialmente inventado por um neozelandês. Só que esse não é o único motivo!  A prática de descidas em corredeiras e escaladas nas montanhas glaciais contribuem para tornar o país no local ideal para quem gosta de aventura. Também há possibilidade de praticar esportes aquáticos e adrenalizar por trilhas em matas fechadas espalhadas pelos parques nacionais.

Além dos esportes radicais e de toda a sua riqueza cultural e natural, o país é o 2º colocado no ranking de países mais seguros do mundo. Esses dados são referentes ao relatório Global Peace Index 2020. Ou seja, é possível deixar suas coisas na areia e dar um mergulho na praia, aproveitar a balada e voltar a pé de madrugada, tudo com muita tranquilidade e total segurança.

E ainda tem mais: em relação à educação, o destino também é muito atrativo. Os cursos oferecidos são reconhecidos internacionalmente e possuem uma altíssima qualidade. Inclusive, a Universidade de Auckland está entre as 100 melhores do mundo de acordo com o QS World University Rankings 2020, e, claro, isso a torna a melhor do país.

Com tantas vantagens assim, é de se imaginar que a maioria dos estudantes intercambistas tenha a intenção de estender sua permanência ou até ficar por tempo indeterminado na Nova Zelândia, até mesmo porque o processo de renovação de visto é facilitado quando o aluno já está estudando e trabalhando legalmente por lá.

Então, se você curte momentos de adrenalina e está afim de fazer um curso no exterior, estudar e trabalhar na Nova Zelândia certamente é uma ótima opção.

Vem com a gente saber mais sobre esse país encantador.

 

Língua oficial 

A língua oficial é o inglês, que, inclusive, tem um sotaque bem característico. Porém, o idioma Maori é considerado um tesouro nacional e cerca de 23% dos neozelandeses falam a língua.

 

Economia

A economia da Nova Zelândia se destaca por seu planejamento e estabilidade. Parte importante está concentrada nas exportações, principalmente de ouro, carvão, areia, ferro, petróleo bruto e gás natural. Por se preocupar com os impactos dessas produções, o país investe muito em pesquisas na área de sustentabilidade.

O turismo, é claro, é outro setor que movimenta muito a economia local, mas o grande destaque é justamente o turismo educacional. Por lá, é possível encontrar cursos de idiomas, profissionalizantes, de graduação, pós-graduação, mestrado e até mesmo oportunidades direcionadas à pesquisas.

A moeda local é dólar neozelandês (NZD). O salário na Nova Zelândia – assim como na maioria dos países –  é pago por hora, e o valor mínimo é de NZ$ 17,70.

 

Clima 

O tempo no país pode mudar rapidamente, por isso, é preciso estar preparado para tudo! Costuma-se dizer que, por lá, é possível experimentar todas as estações do no em único dia!

O extremo norte tem clima subtropical durante o verão, enquanto as áreas alpinas no interior da ilha sul podem chegar ao frio de -10°C durante o inverno. Porém, a maior parte do país fica próximo à costa, o que significa que as temperaturas são amenas durante o ano inteiro. Mesmo no verão as temperaturas não costumam subir muito, ficando em torno de 25 graus, mas, eventualmente, os termômetros podem subir um pouco mais.

 

Cultura Neozelandesa

 

A cultura da Nova Zelândia tem origens europeias, mas também possui características bem distintas, que são uma evolução da cultura indígena Maori. O povo é conhecido por sua receptividade, educação e bom humor. Uma das principais características herdadas desse povo é o amor pela natureza. Ah! Eles também valorizam muito os bons momentos entre amigos e familiares.

O esporte referência no país é o rugby. Aliás, assim como os brasileiros são amantes do futebol, o mesmo acontece com os neozelandeses com esse esporte. Inclusive, a seleção de rugby, All Blacks, já conquistou diversos campeonatos importantes na modalidade.

Outra particularidade da cultura neozelandesa é o quanto levam a sério o trabalho. Eles acreditam que todo o esforço dedicado para alavancar a carreira profissional é uma virtude e deve passar de geração para geração.

Com isso, fica mais fácil entender porque um país que investe em educação e valoriza o trabalho é uma excelente opção para estudar e trabalhar, não é mesmo? E, como “bônus”, ainda oferece paisagens exuberantes de encher os olhos – e a alma.

 

E como é possível estudar e trabalhar na Nova Zelândia? 

Isso é possível através de um intercâmbio que conceda a permissão de trabalho. Para isso, o curso escolhido precisa ter uma duração mínima de 14 semanas. Dessa forma, o aluno terá permissão para trabalhar 20 horas semanais enquanto estuda. O trabalho ou estágio pode ou não ser remunerado, e a remuneração varia conforme a atividade e o nível de inglês do intercambista.

A educação neozelandesa recebe muitos investimentos e é muito valorizada, por isso, a qualidade de ensino acaba sendo um grande destaque do país. Há várias opções de cursos de inglês dentro de excelentes universidades. Há também a possibilidade de fazer diversos cursos profissionalizantes, como curso técnico em engenharia mecânica ou civil, ou especialização em marketing digital, por exemplo.

 

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia

As regras da imigração exigem que estudantes estrangeiros que pretendam trabalhar no país tenham o visto de estudante. Para isso, é necessário estar matriculado em uma instituição classificada na categoria 1 do New Zealand Qualifications Authority (NZQA), o que configura um ensino de qualidade.

Diferente de outros países, só é possível trabalhar em período integral durante as férias aqueles que estiverem matriculados em cursos com duração superior a 12 meses.

Para aplicação do visto é necessário:

  • Passaporte (com validade de, no mínimo, três meses após a data de saída da Nova Zelândia)
  • Uma foto recente (3×4)
  • Formulário online para Visto para Estudante
  • Autorização Eletrônica de Viagem (NZeTA)
  • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco
  • Comprovação de matrícula na instituição
  • Pagamento integral do curso
  • Garantia de acomodação com endereço de onde o aluno vai ficar hospedado
  • 6 extratos bancários de seis meses anteriores à aplicação do visto que comprovem NZD 1,250 para cada mês de permanência no país
  • Imposto de renda e holerite
  • Garantia de seguro saúde/viagem
  • Comprovante de pagamento da taxa de conservação e turismo (IVL)
  • Cópia da passagem aérea (ida e volta) ou print da reserva

Para cursos com mais de 6 meses de duração, é necessário realizar um exame médico, que deve ser emitido por um médico credenciado pela Imigração da Nova Zelândia

 

Quais são as opções de cidades para estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

 

Wellington

 

Wellington é a capital do país. É uma cidade muito charmosa localizada ao sul de North Island e é uma capital cheia de estilo com tudo o que você precisa. Os neozelandeses a chamam de Windy Wellington, ou, a “Wellington dos ventos”. Conhecida por suas colinas verdes, é uma cidade rica em cultura, gastronomia, diversão e arte, tanto que seus museus são famosos no mundo todo.

A capital é cheia de bares, cafés e restaurantes, o que já aumenta a probabilidade de conseguir um emprego, já que a maioria dos brasileiros trabalha nesse tipo de lugar.

Há também muitos locais que vendem cervejas artesanais. Inclusive, todos os anos acontece o famoso festival Beervana, que reúne alguns dos melhores mestres cervejeiros do país. A Cuba Street, por exemplo, é um reduto bem boêmio cheio de estabelecimentos coloridos. Lá circulam muitos jovens, hipster e artistas, e, na rua, é possível encontrar músicos andarilhos, shows de teatro ou até performances com fogo. É ali também que está a Bucket Fountain, um dos cartões postais da cidade.

A beira-mar é um local que vale a pena conhecer. É o lugar em que os intercambistas se misturam com os moradores locais. É muito comum ver pessoas andando de skate, pedalando ou simplesmente curtindo uma praia. Lá também é possível fazer um passeio no histórico bonde de Wellington. Com seu vermelho vivo, é um ícone da capital, que parte de Lambton Quay e sobe até Kelburn, onde se pode visitar o Cable Car Museum — o museu do bonde, no Space Place do Carter Observatory.

 

Auckland

 

É a maior cidade da Nova Zelândia. Embora Wellington seja a capital neozelandesa, Auckland é o principal centro financeiro e econômico. Foi fundada em 1840, e foi a capital do país até 1865.

Auckland é atravessada pela Volcanic Field, uma região onde ficam cerca de 50 vulcões. Estes assumem a forma de cones, lagos, lagoas, ilhas e depressões, e têm produzido várias correntes de lava extensivas.

A cidade conta com uma ampla área verde. Em Auckland, você vai encontrar muita diversidade cultural, boas opções relacionadas a esportes, culinárias e viagens. Sem contar que a cidade foi eleita várias vezes uma das melhores em qualidade de vida do mundo. Desse modos, o grupos étnicos de todos os cantos do mundo a tornam a cidade mais cosmopolita do país.

Auckland também é conhecida por Cidade das Velas, porque este esporte é praticado por todos os lados da cidade, que é cercada de praias e com ventos favoráveis a quem deseja velejar.

Queenstown

 

Está situada na Ilha do Sul e fica às margens de um lago cristalino cercado de montanhas. Na cidade calma, vê-se poucos carros e várias ruas para pedestres lotadas de pequenas lojas de recordações. Ela ficou mundialmente conhecida como capital mundial dos esportes radicais.

Lá, é possível fazer passeios de barco pelo lago e parar numa típica fazenda de ovelhas. Ou saltar de bungee jumping, skydiving, praticar ski, fazer rafting, se aventurar por safáris em meio às montanhas ou praticar mountain biking. Ou seja, Queenstown é um prato cheio para quem gosta de todos os tipos de adrenalina. Em alguns pontos da cidade, também é possível observar um famoso conjunto de montanhas, conhecido como “The Remarkables”.

A região de Queenstown é um local com uma concentração maior de brasileiros que o restante da Nova Zelândia, e a maioria trabalha em áreas como hotelaria, construção e prestação de serviços.

As festas são outra grande atração turística, com várias casas noturnas espalhadas pelo centro da cidade, como a Winnies, Cowboys, Ice Bar, entre outros.

Christchurch

 

estudar e trabalhar na nova zelândia

É um dos destinos mais procurados na Nova Zelândia. Foi colonizada pela Inglaterra e até hoje tem o charme e um pouco da cultura inglesa.

Christchurch tem diversos parques e várias reservas naturais, além de ser conhecida como a “Cidade Jardim”. As pessoas gostam tanto de jardinagem na cidade, que realizam competições entre os bairros para eleger as ruas, residências e até as fábricas mais floridas.

Além disso, possui praias encantadoras de água cristalina e com um swell perfeito para surfar. Contrapondo a isso, há fácil acesso a estações de esqui.  O Trem Tranz Alpino é considerado um dos mais espetaculares passeios de trem no mundo, e sai de Christchurch em direção à costa oeste da Ilha Sul. Isso tudo pode tornar a experiência de intercâmbio em Christchurch ainda mais inesquecível.

Contudo, a cidade conta também com ótimas opções de instituições de ensino, o que torna o lugar uma excelente alternativa para quem pretende estudar e trabalhar na Nova Zelândia. É possível fazer um curso de inglês, profissionalizante, uma graduação ou até mesmo uma pós-graduação.

 

Tauranga

 

Tauranga: uma opção para estudar e tranalhar na Nova Zelândia

 

Tauranga é a cidade mais populosa da região de Bay of Plenty da Ilha Norte na Nova Zelândia. Para os amantes de esportes aquáticos, é um destino inesquecível. Com suas praias paradisíacas, encanta qualquer pessoa.  A cidade fica distante 15 minutos de carro de um dos lugares mais incríveis da Nova Zelândia, o  Monte Maunganui. Indo até lá, você encontra um camping e o “Hot Salt Water Pool”, um local cheio de piscinas de águas quentes e salinas.

Para quem curte dias ensolarados, Tauranga é o local perfeito: são 2400 horas de sol por ano.

Lá também fica um centro comercial muito conhecido, cheio de lojas, bares, restaurantes e cafés, o que a torna um destino muito interessante para o intercâmbio. Tauranga também ficou famosa por conta das trilogias Senhor dos Anéis e Hobbit, uma vez que que serviu de locação para as filmagens.

Como encontrar um emprego na Nova Zelândia 

Assim como em qualquer lugar, encontrar um emprego na Nova Zelândia depende da força de vontade de cada um. Para começar, você pode visitar sites especializados em vagas de emprego. Já existem, inclusive, alguns mais direcionados para estrangeiros, como os sites workhere.co.nz e workingin-newzealand.com. Normalmente, as vagas anunciadas nesses sites são feitas por empregadores que já estão acostumados a contratar estudantes de outros países. No site Careers New Zealand, você também pode acessar uma lista completa com as principais agências de emprego do país.

É claro que criar uma rede de contatos e perguntar sobre as possibilidades é outra excelente maneira de encontrar um emprego. Quando você iniciar os estudos, é válido conversar com seus colegas. Se eles estiverem lá há mais tempo que você, podem ter indicações de lugares que estejam contratando, e, caso recém estejam chegando, assim como você, podem compartilhar essa busca por uma oportunidade. Assim, ao menos você já estará construindo novas amizades.

Principais vagas de emprego 

 

 

Quem vai estudar e trabalhar na Nova Zelândia costuma ocupar vagas mais operacionais. Elas variam de acordo com o nível de inglês do candidato. Muitas vezes, os estudantes começam em funções que não exijam tanto contato com o público, enquanto ainda não estão familiarizados com o idioma. Conforme isso vai melhorando, conseguem vagas com maior contato, o que já ajuda muito a melhorar o inglês.

Portanto, enquanto estiver em busca de um emprego, permita-se viver novas experiências e não tenha medo de fazer algo que você jamais imaginou. O objetivo do intercâmbio é justamente esse: sair da zona de conforto. Tudo vira aprendizado e, com certeza, essas experiências vão agregar muitos valores em sua vida.

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Irlanda

 

A experiência de estudar e trabalhar na Nova Zelândia proporciona convívio com pessoas locais e, também, de diversos outros países. Portannto, essa imersão em outra cultura é uma vivência que todos deveriam ter ao menos uma vez na vida.

O Study&Work, da TravelMATE, é o programa de intercâmbio ideal para quem busca unir estudo e a possibilidade de ter um emprego e se manter no país.

Então, se você se identificou com todas as maravilhas que a Nova Zelândia oferece, entre em contato conosco! Nossos consultores terão o maior prazer em te explicar ainda mais sobre esse lugar encantador.

 

Bora viver momentos incríveis?

 

Você também pode gostar de ler sobre estudar e trabalhar: 

Na Austrália 

No Canadá 

Na Irlanda 

 

5 dicas para desemvolver soft skills no intercâmbio

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver através do Intercâmbio

Muito se fala sobre capacitação e qualificação através da Educação: graduação, pós, certificações, cursos de idiomas, treinamentos técnicos. Quanto mais gabaritado e atualizado for o indivíduo, melhor colocado e valorizado ele estará no mercado de trabalho. Porém, atualmente muito se fala sobre outras habilidades, as Soft Skills 

Mais recentemente, os profissionais de RH têm voltado sua atenção a qualidades que não necessariamente podem ser treinadas ou ensinadas. Adaptabilidade, resiliência, empatia, ‘accountability’ são alguns exemplos do que hoje em dia fazem parte do que se convencionou chamar Soft Skills, ou em tradução livre, ‘Habilidades Intangíveis’. Há quem defina estas habilidades como interpessoais ou mesmo comportamentais. 

Estas qualidades, mais subjetivas, não podem ser transmitidas concretamente através de uma receita (como num curso “Como ser flexível”, por exemplo) mas podem sim ser desenvolvidas ao longo do tempo

Veja a seguir alguns exemplos de como uma experiência internacional pode ajudar a desenvolver tais habilidades. 

1 – High School

O fato de um estudante adolescente ter a iniciativa de fazer uma parte do Ensino Médio no exterior já é, em si, um forte indício de curiosidade aguçada, desprendimento e interesse pelo que é novo.  Ao longo dessa experiência, o jovem é constantemente motivado a fazer novas amizades, aprender a superar uma eventual timidez, lidar com o que lhe parece estranho, desenvolver autonomia e a tomar decisões por conta própria sem estar diretamente monitorado pelos pais.  Contudo, o momento em que este tipo de intercâmbio acontece, geralmente entre os 15 e os 17 anos, contribui em muito para a formação da personalidade e do caráter do jovem. Vivenciar uma experiência internacional deste porte nesta faixa etária é altamente benéfico.

2 – Graduação e Pós

Embora o intuito seja a obtenção de uma titulação no exterior, o processo de admissão numa instituição de ensino já é o primeiro passo em que as Soft Skills vêm à tona. Como não costuma haver um vestibular ou prova de admissão (ou pelo menos esta não é a única etapa do processo), quem se candidata a uma vaga em graduação ou pós precisa demonstrar os motivos pelos quais deva ser considerado e aceito naquela instituição – e isto ocorre de várias maneiras. Uma análise subjetiva da história de vida do candidato e suas aspirações pode ser uma delas.

Uma vez iniciados os estudos no exterior, o aluno passa a desenvolver um maior senso de responsabilidade, não dependendo apenas de seus professores para absorver conteúdo. Desse modo, espera-se que ele mesmo se engaje em autoestudo, pesquisa, dissertações. Precisa se envolver nas atividades do campus, conciliar vida acadêmica com estágio, descobrir por si mesmo o funcionamento da vida cotidiana na nova comunidade – e tudo em outro idioma! Certamente tudo isso fará com que questões como resiliência, maleabilidade e visão de mundo sejam marcantes durante toda a trajetória.

3 – Voluntariado

Um programa de voluntariado na Ásia ou na África seja talvez o que mais explicitamente proporcione o desenvolvimento de habilidades interpessoais.  Ao se envolver em projetos ambientais ou sociais de cunho humanitário, o participante exercerá de maneira intensiva uma série de Soft SkillsEmpatia, altruísmo e solidariedade são apenas alguns exemplos. Por se tratar de um programa de curta duração (normalmente entre 2 e 4 semanas) e com custo muito acessível, o impacto de uma experiência assim no currículo é praticamente imediato. 

Imagine que, durante um processo seletivo, o recrutador veja que o candidato tem boa formação acadêmica, tem um bom nível de inglês e traz determinadas experiências profissionais em seu histórico.  Porém, além de tudo isso, constata que este candidato ensinou Matemática ou Artes para monges budistas na Tailândia. Ou que teve uma vivência na Namíbia prestando assistência médica numa comunidade carente. Não é difícil de prever que o recrutador se interessará em saber mais detalhes sobre essa história peculiar e inusitada. E claro, muito provavelmente associará essa vivência às Soft Skills que tanto se valorizam.  Então, se este tipo de experiência te atrai, não deixe de conferir todas as possibilidades clicando aqui.

4 – Trabalho durante as férias da faculdade

 

O objetivo aqui é aproveitar as férias da faculdade para adquirir experiência internacional nos Estados Unidos.  São posições temporárias, de 3 a 4 meses de duração, em estações de ski, resorts, cafés, restaurantes e hotéis.  Pela dinâmica e natureza das vagas, os participantes desta modalidade de intercâmbio trazem na bagagem, além das memórias, um forte senso de trabalho em equipe, pertencimento, agilidade, iniciativa, organização e método.

Não é incomum que alunos universitários recorram a este programa mais de uma vez durante sua graduação, não apenas pela viagem ao exterior e pela possibilidade de colocar o inglês em prática.  A sensação de “missão cumprida” ao término da temporada renova as energias e dá o gás necessário para mais um semestre de aulas.  Todo este traquejo adquirido interfere na autoestima e, por tabela, aflora uma série de Soft Skills. Já parou para pensar sob esta ótica?

5 – Cursos de Idiomas também ajudam a desenvolver Soft Skills

Soft Skills no intercâmbio

Matricular-se num curso de língua estrangeira tem como objetivo aprender o idioma, correto? Sim. E ao mesmo tempo, não apenas.  Aprender um idioma traz uma série de outros benefícios que nem sempre nos damos conta.  Quando passamos a nos comunicar em outra língua, programamos nosso cérebro para que simultaneamente lembremos de vocabulário, formulemos as frases, pronunciemos adequadamente ao mesmo tempo que ouvimos, entendemos, respondemos, interagimos.  Fazer tudo isso requer paciência, lidar com as próprias limitações, superando-as. É sentir-se exposto ao ‘julgamento’ dos colegas, é aprender a rir de si mesmo. É ter uma certa cara de pau, no melhor sentido da expressão.

Vale tanto para um período mais curto, de algumas semanas, como também por períodos mais longos em programas em que é possível, além de estudar, também trabalhar. Haverá momentos de extrema empolgação e outros de frustração, num novo ambiente com diferentes hábitos, costumes, crenças, comida.  Quantas Soft Skills já desenvolvemos só considerando esta parte?  Assim, ainda que o propósito do intercâmbio seja aparentemente um, os reflexos e os benefícios ultrapassam de longe o simples fato de fazer uma viagem.

Quais são as Soft Skills que você gostaria de desenvolver? Quais vivências você sente necessidade de propiciar a si mesmo? Fazendo esta breve reflexão, você já estará a meio caminho andado para a definição do seu programa de educação internacional.  E quando isso acontecer, vamos te ajudar em todo o processo. Visite nosso site e não deixe de nos mandar um WhatsApp!     

Intercâmbio depois dos 30

Intercâmbio depois dos 30: será que já passei da idade?

Começo já com a resposta: NÃO! O termo “intercâmbio” atualmente abrange uma ampla gama de diferentes programas, cada um muitas vezes bem diferentes entre si. Assim, olhando por esse lado, a idade ideal para o seu intercâmbio está, antes de mais nada, relacionada ao seu momento de vida. E saiba: a busca por intercâmbio depois dos 30 é enorme! 

A idade ideal para fazer um programa High School é durante o Ensino Médio. Nem antes, nem depois.  O momento ideal para um acampamento teen durante as férias é na adolescência, assim como uma pós-graduação só será possível após a conclusão da graduação, correto? Até aí estamos todos de acordo.  Mas a origem da pergunta do título desse post na verdade é mais frequente quando se trata de curso de idiomas, de um modo geral. 

Já passei dos 35 anos, agora é tarde demais…

 

Intercâmbio depois dos 30

Uma fala mais comum do que se imagina.  E uma grande inverdade!  Não há limite de idade para se aprender idiomas. Nem aqui no Brasil, nem no exterior. Como a grande maioria dos cursos oferecidos pelas escolas no exterior é estruturada num esquema semanal, é perfeitamente possível montar um mini projeto educacional com apenas 2 semanas de duração, por exemplo. Se houver disponibilidade de mais tempo, pensamos em 3 ou 4 semanas. Ou 2 meses. Ou o tempo que for. 

E assim, ainda que o intercambista seja um profissional na casa dos seus 35 anos e não conseguir se ausentar do trabalho por mais de 20 dias no ano, sentamos e modulamos um curso que atenda a essa disponibilidade e os objetivos do aluno. Aliás, fazer intercâmbio depois dos 30 é uma experiência fantástica! 

OK… mas já passei dos 40, meus colegas poderiam ser meus filhos!

 

intercâmbio depois dos 30

 

Esta também é uma preocupação muito comum e até compreensível.  Antes de qualquer coisa, a idade mínima para cursos de idiomas é 16 anos. Geralmente a média fica em torno dos 23-25 anos podendo variar um pouco, para mais ou para menos, dependendo do destino e da época do ano, já que o aluno pode ingressar em qualquer segunda-feira, todos os meses. 

O período de férias de um adulto profissional não coincide necessariamente com o período de férias escolares – o que não ocorre com os estudantes mais jovens que têm férias apenas entre os semestres de aula.

O que nem sempre nos damos conta é que um profissional na casa dos 40-45 anos convive diariamente com colegas de trabalho mais novos – e também mais velhos.  A vida é assim. Se a diferença de idade não representa um problema no trabalho, por que representaria numa viagem, onde você estará relaxado, curtindo seu curso e fazendo novas descobertas? 

Você ainda não se convenceu sobre fazer intercâmbio depois dos 30?

 

Se ainda não tiver se convencido, vai aqui mais uma dica: ao fazer um curso fora, você estará “operando” numa língua estrangeira, da qual você provavelmente ainda não tem tanto domínio.  Seus colegas idem. Por conta desse processo de aquisição de outro idioma, é muito comum que a faixa etária dos colegas deixe de ser prioritária naquele contexto. 

Todos estarão se comunicando em uma língua que não é a sua, com suas dificuldades e limitações individuais. O esforço mental para se comunicar acaba dissipando essa preocupação que por ventura possa persistir, no que diz respeito à diferença de idade entre colegas.

Mesmo assim você pode ser estratégico na hora de planejar seu curso no exterior.  Prefira épocas fora das férias escolares, pois o mix de idades nas escolas tende a subir. Como profissional, seu foco é aliar férias ao aprendizado e prática de outro idioma, certo?  Escolha destinos menos “badalados” ou extremamente turísticos.  Há muito lugar bacana no mundo todo e certamente você terá uma experiência única e igualmente rica, podendo praticar mais o idioma.

A essa altura você já tem subsídios suficientes para saber que a idade não deve ser um impeditivo para seu intercâmbio. Sabe aquele clichê de sair da zona de conforto, se expor a novos desafios, etc?  Veja se esse não seria o caso e se aventure em um intercâmbio depois dos 30.

Modalidades de intercâmbio depois dos 30

 

 

Ainda não está pronto para embarcar? Pois bem, algumas escolas oferecem cursos voltados para intercâmbio depois dos 30 anos. O leque de opções se restringe um pouco, porém há várias possibilidades bem interessantes. Em alguns casos, menos comuns, turmas apenas formadas por alunos maiores de 40 anos.  Certos destinos e escolas organizam também programas 50+ que combina aulas com atividades extraclasse, geralmente duas vezes por ano em datas pré-fixadas.

Seja qual for o seu caso, seu objetivo e suas preferências, sempre haverá possibilidades de programas em vários formatos e destinos.  Pode vir sem medo, a gente te ajuda!  Que tal deixar seu contato em nosso whatsapp e solicitar mais informações? Existe um mundo esperando por você!

 

 

Quadro Europeu de Línguas: O que é e para que serve?

Todos aqueles que se matricularam em cursos de idiomas alguma vez na vida já se depararam com diferentes nomenclaturas para descrever o seu nível: Livro 1, Livro 2, Básico, Intermediário, Avançado, Starter, Progress, etc. Algumas ainda subdividem os níveis já existentes: Básico 1, Básico 2, Pré-Intermediário, Pós-Intermediário e por aí vai. E não há nada de errado nisso. Ao se transferir de uma escola para outra, com nomenclaturas diferentes, pode gerar alguma confusão, mas não chega exatamente a ser um problema. O que importa, na real, é o quanto cada um consegue se expressar em outro idioma. Justamente por isso, foi criado o Quadro Europeu de Línguas.

Por que o Quadro Europeu de Línguas foi criado? 

Com a unificação da Europa e a criação de um espaço de Livre Comércio e circulação entre os países integrantes desta União, os cidadãos passaram a assumir posições de trabalho e residência em países vizinhos – o que na Europa geralmente envolve uma nova língua.

Imagine a situação: ao se acertarem os detalhes de um processo de seleção numa empresa belga, cujo melhor candidato é espanhol, aparece a grande pergunta: “Você fala francês?” “Sim, estou no nível intermediário!” O que isso quer dizer?

A menos que a resposta fosse um redondo ‘não’, qualquer outra resposta seria igualmente evasiva: o que significa exatamente estar no nível intermediário? Se incluirmos as possíveis variáveis, a dúvida é ainda maior. Qual a diferença entre pós-intermediário e pré-avançado, na prática? E como saber se é isso mesmo?

Para resolver a questão e padronizar o entendimento, o Conselho Europeu instituiu uma régua mais objetiva que demonstra o que um falante de língua estrangeira consegue produzir. Com isso, procurou dar mais ênfase ao que ele de fato consegue produzir no segundo idioma.

Esta padronização foi apelidada de “Can Do (ou seja, “Consegue fazer”). E assim surgiu o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, ou Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Inicialmente idealizado para resolver uma questão entre as línguas da Europa, o quadro foi sendo aos poucos reconhecido e adotado ao redor do mundo.

Leia: O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

quadro europeu de línguas

Como funciona o Quadro Europeu de Línguas?

O CEFR abrange basicamente 3 patamares principais: falante básico, independente e proficiente. Se você consegue se expressar, compreender e ser compreendido sobre a boa parte dos assuntos que fazem parte do seu dia-a-dia, ainda que de maneira simples, podemos concluir que você é um falante que “transita” pelo patamar da base necessária para se expressar num idioma.

Se além dessa habilidade você tem um repertório de vocabulário um pouco mais abrangente e específico para cada situação, maior desenvoltura, consegue acompanhar pensamentos um pouco mais complexos, mesmo com alguns eventuais deslizes, você pode se considerar um falante independente.

Discurso mais elaborado, vocabulário mais preciso e nuances idiomáticas mais sutis (como ironia e humor negro, por exemplo) são características que demonstram que um aprendiz de idiomas é proficiente.

Para simplificar e agilizar a conceituação, chama-se de A o falante básico, B o independente, e C o proficiente. Como pode haver diferenças significativas dentro de um mesmo patamar, foi estipulado dividi-los em 2 subníveis cada, representadas pelos números 1 e 2.

E assim surgiram os famosos níveis no Quadro Europeu: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Portanto, mesmo que você não fale uma palavra de alemão, é possível estimar o que um estudante de alemão é capaz de produzir quando ele diz que é B1, por exemplo. Esta classificação mostrou-se bastante útil em processos seletivos de empresas e principalmente em processos de admissão em instituições de nível superior ao redor do mundo.

Todas as escolas de idiomas utilizam essa classificação?

Muitas escolas de idiomas já utilizam essa classificação para nivelar seus alunos enquanto outras continuam utilizando outras nomenclaturas. Porém todas, sem exceção, têm a devida correspondência ao Quadro Europeu. Assim, se na escola onde você estuda inglês você está no nível Progress 2, informe-se com a equipe pedagógica e saiba a qual nível do CEFR seu estágio corresponde.

Os exames TOEFL, IELTS e Cambridge também tem diferentes metodologias para apresentar resultados, mas todos eles convergem a uma equivalência aos níveis do CEFR. Assim fica muito mais fácil saber em que ponto estamos e quanto falta para atingir nossos objetivos, né?

Ficou curioso sobre a descrição de cada um dos 6 níveis? Veja aqui o que a Wikipedia diz a respeito do CEFR.

 

universidade no exterior: 7 motivos para você fazer

Universidade no exterior: 7 motivos para você estudar fora

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 2307 0

Estudar em uma universidade no exterior vai trazer muitos benefícios, tanto para a sua vida pessoal, quanto para a sua vida profissional. 

Existem diversas razões para você ir estudar fora.Neste artigo, você vai ver 7 motivos para fazer universidade no exterior. Depois disso, você certamente começará a planejar sua viagem agora mesmo!  

1. Ensino de qualidade

8 motivos para fazer universidade no exterior

 

Quando alguém decide sair do seu país para estudar, uma das principais, se não a mais importantes razões, é uma universidade de qualidade

De acordo com QS World University Ranking 2021, entre as 20 melhores universidades do mundo, 10 ficam nos Estados Unidos, 5 ficam no Reino Unido, 2 na Suíça, 2 em Singapura e 1 na China.

Confira a lista completa das universidades

Nenhuma universidade brasileira entrou para o top 100 do mais recente ranking mundial de instituições de ensino superior publicado. 

A Universidade de São Paulo (USP), aparece em 115º lugar no ranking mundial e 3º na América Latina. Esse foi o melhor resultado no ranking, até agora. 

Então, se você quer ter um estudo de alta qualidade é melhor ir pegando seu passaporte e começar a pensar em qual lugar estudar! 

2. Aperfeiçoamento da língua

aperfeiçoar a lingua

 

Você nasceu, cresceu e viveu com a língua que seus grupos sociais falavam, e quando você for estudar em uma universidade no exterior não será diferente. Porém, não com sua língua nativa. Mesmo que você saiba falar outro idioma, com a vivência e as experiências de morar e estudar em outro país é que realmente você ficará fluente em outro idioma

Com a globalização, é muito importante dedicar-se a aprender novas línguas. O inglês não é mais um diferencial, é imprescindível ao candidatar-se a uma vaga de emprego. Além disso, é considerado hoje um fator preponderante para seleção dos candidatos. Com isso, transforma o espanhol na terceira língua, como verdadeiro elemento agregador de valor aos currículos. 

Quem pretende fazer uma universidade no exterior, o idioma será necessário e muito exigido, já que precisará adaptar-se e compreender as informações que pretende absorver e externar para obter conhecimento. 

Mesmo quando for viajar para curtir suas férias fora do país, a comunicação com guias turísticos, taxistas, garçons será muito importante para aproveitar os momentos de diversão. 

 

3. Fazer universidade no exterior abrange diversas áreas para se especializar

universidade no exterior

 

 

 

No Brasil, as universidades oferecem uma quantidade mais limitada de cursos se comparado às melhores universidades do mundo. Estudar fora do Brasil, além de possuir um estudo de alta qualidade, permite que você encontrará diversas áreas únicas para se especializar, que talvez por aqui seja mais difícil.

E mesmo nos cursos tradicionais, um diploma obtido no exterior é uma vantagem que colocará você muito à frente de qualquer concorrente no mercado de trabalho.

Então, se você quer realmente ser diferenciado, prepare as malas e bora lá!

 

4. Conhecer pessoas de diferentes lugares e culturas

 

universidade no exterior

 

 

Para fazer uma universidade no exterior, você precisará fazer alguns esforços, inclusive ficar distante da família e seus amigos. Por outro lado, pode ter a certeza que você vai encontrar pessoas novas e que elas vão agregar muito em sua vida. Suas histórias, modos de viver, culturas diferentes irão fazer você crescer muito. E claro, você também terá a oportunidade de compartilhar a sua cultura com as outras pessoas.

Morando em um novo país as “definições de amizade serão atualizadas”!  Você vai aprender a chamar um amigo para ir ao supermercado com você, por exemplo, e acredite: esses “passeios” são divertidíssimos. Os amigos em um país diferente são mais que amigos, se tornam referências, guias de viagens, críticos de restaurante, e na maioria das vezes, se tornam sua família longe de casa.

Em geral, as amizades são fortes, próximas e simples, e você sentirá um carinho por essas pessoas por muito tempo, mesmo depois de voltar para o Brasil.

Com certeza você terá outra visão do mundo e da sua própria cultura. Então prepare-se para conhecer novos amigos de diferentes estilos!

 

5. Adquirir conhecimento em uma universidade no exterior

 

conhecimento

 

 

Depois de estudar em uma universidade no exterior de qualidade, aperfeiçoar a língua do país, conhecer novos amigos e outras culturas, consequentemente você estará adquirindo conhecimento. E quando falamos em conhecimento, vai muito além do que vai ser ensinado em sala de aula! Conhecimento de vida! 

Essa viagem mudará o seu estilo de vida, o seu senso crítico e alimentará ainda mais a sua vontade de viajar novamente e fazer tudo isso de novo. Viajar é viciante! 

 

6. Mercado de trabalho

 

universidade no exterior

 

Talvez um dos principais pensamentos que você tem quando vai sair do Brasil para fazer uma universidade no exterior está relacionado ao mercado de trabalho. Estudar fora tem relação direta com o seu currículo. E sim, ele será turbinado, não apenas pelo seu estudo na universidade do exterior, mas também por você demonstrar independência, conhecimento, opiniões diferenciadas, experiências fora da zona de conforto. 

Tudo isso te ajudará a dar um grande passo na direção do emprego que você sempre sonhou.

 

7. Novas ideias 

 

novas ideias

 

E por fim, temos a certeza que você vai voltar ao Brasil totalmente renovado e cheio de ideias

A experiência te trará novos olhares e com isso a vontade de colocar as ideias no papel. Elas podem ser soluções pequenas para a sua própria vida ou ainda poderá te dar todas as ferramentas, contatos e ideias para conseguir empreender. 

Viaje, estude e conquiste coisas incríveis em sua vida

Esses 7 motivos são mais que suficientes para te mostrar – e convencer – que estudar em uma universidade no exterior pode ser uma das melhores escolhas da sua vida, hein?

Por isso, não deixe de pensar nisso! Existe um mundo cheio de possibilidades esperando por você! 

Caso você queira mais informações sobre como estudar em uma universidade no exterior, leia mais sobre o Higher Education.  

 

O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 142 0

Escolher o que vai cursar na graduação é provavelmente uma das primeiras vezes que você realmente tem a oportunidade de decidir o seu futuro. E já pensou em o que fazer antes de entrar na faculdade?

Quando chega aquele momento que (nem) todos esperam – concluir o ensino médio – surgem muitos questionamentos. Até o final do terceirão, é bem provável que você tenha seguido os passos que outras pessoas desejavam pra você. Mas e agora? Como tomar a decisão que provavelmente guiará, no mínimo, os próximos quatro anos de sua vida? 

Take it easy! E se liga só: você realmente precisa decidir isso AGORA?

Portanto, respire e pense bem sobre isso! 

Ir direto para faculdade ou dar um tempo  

Não parece um tanto precipitado ter que definir, muitas vezes aos 17 anos, o que você vai querer para o resto da sua vida?

É verdade que essa passagem do ensino médio para a faculdade é uma transição muito importante na vida de qualquer pessoa. Mas a pressão dos pais, professores, amigos, e inclusive do próprio vestibular, somados à incerteza de qual curso escolher, pode causar muitas frustrações.

A faculdade é completamente diferente do ensino médio, é um novo universo, com vários desafios e que requer muita energia da sua parte.

E considerando que você estava buscando o que fazer antes de entrar na faculdade, é bem provável que ainda não tenha certeza sobre o que quer. E sabe, não há problema nenhum nisso! Até porque o mundo tem muito a oferecer e você não precisa definir seu futuro sem antes conhecer outras possibilidades. 

A gente quer te ajudar a tomar essa decisão!

Você já ouviu falar em softs skills? 

Segundo estudo do Núcleo Brasileiro de Estágios, o Nube, 46% dos recém-formados do Brasil são afetados pelo desemprego assim que concluem o ensino superior.

Porém, muitos dos jovens que conseguem uma colocação no mercado nem atuam em sua área de formação. E sabe o que é apontado como a principal causa disso? A falta de experiência

Mas, que tipo de experiência é essa? Outra pesquisa realizada com mais de 400 líderes executivos revelou que o ao contratar jovens recém formados, apesar de toda a qualificação, o que falta são habilidades de comportamento e relacionamento, ou as conhecidas soft skills

O perfil de um jovem que conclui os estudos cedo na graduação, socialmente é sinônimo de sucesso. Mas, muitas vezes eles não tem tempo de desenvolver essas habilidades comportamentais, tão requisitadas hoje em dia. 

Existem diferentes tipos de soft skills e algumas são mais valorizadas:

  • Colaboração: saber trabalhar bem em grupo
  • Flexibilidade: saber se adaptar às mudanças
  • Trabalhar sob pressão: gerenciar estresse sem perder o foco
  • Comunicação eficaz: ouvir atentamente e se comunicar de maneira clara
  • Orientação para resultados: atingir o resultado final da maneira mais eficaz possível
  • Liderança de equipe: saber como motivar e engajar grupos

Enfim, essas habilidades cada vez mais são mencionadas como um diferencial no mercado de trabalho e, infelizmente, as faculdades não ensinam isso. O que realmente ajuda a desenvolvê-las é a VIDA! Ou seja, a vivência e as experiências adquiridas ao longo do tempo. E olhando por esse lado, é bom saber que existem outras possibilidade de o que fazer antes de entrar na faculdade!

O que fazer antes de entrar na faculdade

Então como adquirir softs skills? Viajando!

Essas competências podem ser desenvolvidas, principalmente em situações do dia a dia. Como são competências sociais, emocionais e mentais ligadas à personalidade de cada um, a melhor maneira de aprimorar esses aspectos é criando oportunidades que desafiem a relação com outras pessoas e com as adversidades da vida.

Definitivamente, não tem oportunidade melhor para desenvolver todas essas – e muitas outras – habilidades do que realizar um intercâmbio. Não por nada! Mas é que quando uma pessoa se permite viver essa experiência, além do conhecimento geral, proporciona o autoconhecimento

Experienciar uma nova cultura, hábitos e regras que obrigatoriamente tiram qualquer pessoa da sua zona de conforto é uma excelente alternativa de crescer e conhecer a si mesmo. Além de transformar a vida, amplia a visão do mundo. 

As situações e os desafios de um intercâmbio vão facilmente proporcionar o desenvolvimento dessas competências, sem que se perceba!  Todas elas são essenciais para que suas vidas longe dos familiares, e em outro país, realmente aconteça.

Ou seja, é sem dúvida a melhor maneira de conseguir desenvolver as habilidades que líderes esperam. E isso, como dissemos, não é ensinado em sala de aula! E sabe o melhor disso tudo? Todas essas competências exigidas, as soft skills, são essenciais para a vida! Já que essas habilidades lidam diretamente com as relações e interações com os outros. 

Viajar transforma! 

A transformação de quem desfruta a incrível experiência – e aventura – de um intercâmbio é total. Morar sozinho, dividir uma casa ou alojamento com pessoas de diferentes culturas, resolver questões e conflitos, além de aprender outro idioma (habilidade muitíssimo valorizada nos dias de hoje) e longe de casa!

Tem como imaginar o quanto tudo isso traz vantagens, não só para um futuro profissional promissor, mas principalmente para a sua VIDA? Sendo assim, talvez o intercâmbio seja realmente uma excelente opção de o que fazer antes de entrar na faculdade, não é? 

A oportunidade de viver, mesmo que por um curto período, em outro país desafia o jovem a se virar e fortalecer soft skills de negociação, comunicação, relacionamento, flexibilidade, criatividade, responsabilidade e muitas outras. 

Depois de viver um intercâmbio e todas as possibilidades que isso proporciona, com certeza se tornará muito mais fácil definir um curso, uma formação, uma profissão e alcançar uma vida pessoal e profissional de sucesso

O que fazer antes de entrar na faculdade

Leia também: Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

O que fazer antes de entrar na faculdade? Intercâmbio

Em outras palavras, queremos te mostrar que dizer “viajei e vivi as melhores experiências da minha vida” vale muito mais do que “terminei o terceirão e entrei num curso que eu nem conhecia direito”

É claro que a faculdade é importante. E também é verdade que realizar um intercâmbio pode trazer incertezas. Antes de mais nada, você deve pensar fora da caixa e considerar o que realmente será mais valorizado nesse momento. Não para os outros, para você! 

Viajar faz com que qualquer pessoa amadureça e possa conhecer melhor a si mesmo. 

A grande vantagem é que você pode fazer isso de diversas formas e por períodos de tempos pré definidos de acordo com a sua realidade, necessidade e vontade. 

Caso você sinta vontade de viver algo incrível e que vai ficar marcado em sua vida para sempre, nós temos algumas sugestões para considerar essa possibilidade. 

Afinal, você está pronto para fazer sua própria história? 

Quer saber mais sobre os planos de intercâmbio e começar a viver a melhor experiência – e aprendizado – da sua vida? Converse com um de nossos consultores aqui e conheça mais sobre a TravelMATE.

Escolas parceiras Travelmate: confira quais são elas e como é o método de ensino

Postado por: Sirius/ 1988 0

O intercâmbio é uma oportunidade imperdível de conhecer outros países e adquirir aprendizado nas escolas do exterior. Mesmo que os cursos de inglês sejam importantes, o intercâmbio é a maneira mais eficiente de você mergulhar no idioma e ter fluência na nova língua. Na Travelmate, isso é possível por meio do intercâmbio em nossas escolas parceiras.

Intercâmbio como diferencial

Passar um tempo fora do país pode ser um fator decisivo na hora de uma futura contratação, além de contribuir com a especialização em um ramo específico. O contato com diferentes realidades estimula o conhecimento e respeito por diferentes culturas. Quando o assunto é curso de inglês no exterior, contamos com diferentes possibilidades escolas ao redor do mundo. Confira abaixo as opções de escolas mais procuradas e os principais atrativos de cada uma delas!

ILAC

A International Language Academy of Canada é uma instituição de ensino que aplica três tipos – de curta duração, semi-intensivo e intensivo. Os diferentes tipos de períodos permitem que o estudante passe por uma experiência breve ou longa, de acordo com a preferência pessoal de cada um.

São mais de 75 países mandando seus residentes para serem acolhidos pela ILAC. Os campi possuem estrutura moderna e estão presentes em duas cidades do Canadá, Toronto e Vancouver. Ambas são consideradas duas das melhores cidades do mundo para morar.

EC

Com três intensidades de ensino, a escola leciona por meio de um dos melhores métodos existentes no mercado. O maior diferencial é fornecer cursos voltados para negócios ou mesmo para preparar o intercambista para universidades e exames.

Ao todo, a EC possui escola em 15 países, onde o inglês é o idioma oficial. As instituições estão presentes na Inglaterra, Malta, África do Sul, Canadá e Estados Unidos. Existem três continentes para serem escolhidos. A EC English conta com programas culturais e viagens para agregar ainda mais valor ao repertório de conhecimento.

LAL

A escola LAL conta com uma estrutura diferenciada que combina o ensino com atividades de lazer para jovens e adultos. São três escolas de verão – em Malta, nos Estados Unidos e no Reino Unido. Além destas, existem outras escolas regulares em Boston, Londres, Torbay, Flórida, Cidade do Cabo, Malta e Gozo.

A LAL oferece exercícios online e permite que o estudante utilize seu computador pessoal durante as aulas. Além disso, fornece a oportunidade de conhecer novos lugares, por meio de viagens associadas ao conhecimento e cultura.

Stafford House

O maior diferencial da escola para intercambistas da Stafford House é sua estrutura extremamente moderna, com ambiente climatizado, uma excelente rede de Wi-Fi e quartos de TI. Para aqueles que procuram relaxar enquanto estudam durante os intervalos das aulas, existem cafés e lounge.

Além de gramática, são ministradas formas práticas de conhecimento. Estudar na escola faz com que o aluno desenvolva a fluência em inglês e se sinta seguro na hora de conversar usando o novo idioma.

ILSC

O ILSC Education Group conta com programas educacionais ministrados de maneira dinâmica, o que ajuda na concentração e absorção de conteúdo. O método de ensino conta com diversos programas educacionais incluindo escola de idioma, educação continuada, formação de professores e até treinamento corporativo.

A escola ILSC está presente em quatro países e oito diferentes cidades para o aluno escolher. Todas elas possuem excelentes professores e infraestrutura adequada para o máximo aprendizado. Assim como as demais escolas, possibilita viagens e conhecimento de diferentes culturas.

Inlingua

A escola especializada possui 308 centros de língua, se destacando na quantidade de espaços físicos quando comparada aos seus concorrentes. Esses centros estão espalhados em cinco continentes – Europa, África, Ásia, América do Norte e do Sul, totalizando presença em 34 países.

A escola já formou diversos profissionais capacitados, através de seu método Inlingua de ensino. Conta com uma equipe qualificada e uma estrutura que beneficia ao máximo os estudos. É uma escola para intercambistas moderna, que prioriza a interatividade e procura trabalhar de um jeito divertido.

iTTi

A escola iTTi Vancouver conta com profissionais que irão procurar a melhor conexão entre lares e estudantes, beneficiando tanto o intercambista quanto a família que irá recepcioná-los. Essa seleção da família nativa faz com que o estudante consiga aproveitar ao máximo sua estadia para aprender. Existe durante todo o intercambio o suporte necessário para garantir a satisfação nessa experiência.

Os ambientes são selecionados levando em consideração conforto, através da inspeção da moradia. O estudante terá um quarto confortável e limpo, com acesso ao banheiro e à lavanderia. Existe a possibilidade de optar por dois tipos de refeição, pensão completa ou meia-pensão. Além do mais, tem fácil acesso ao transporte público.

Quest

A Quest é uma escola com intercambistas que já foi premiada pela Languages Canada e pela Aprendizagem Designada (ou DLI), que é inspecionada pelo governo. É possível contratar aulas particulares, onde a atenção é totalmente voltada para o aluno. Estudar na Quest aumenta a preparação do estudante para que tenha bons resultados nas provas aplicadas e para que ele consiga absorver o máximo do ensino.

ISE

A escola ISE Ireland possui uma ótima aceitação dos alunos que já passaram por ela. Além disso, a ISE possui uma boa reputação acadêmica, devido ao seu alto índice de qualidade de ensino. Com um direcionamento personalizado para cada estudante matriculado, o método pode variar de acordo com a origem e costumes do intercambista.

Quer saber mais sobre as escolas? Confira todas os detalhes aqui.

 

O que preciso para o meu intercâmbio? Veja como garantir a segurança e conforto para a viagem

Postado por: Sirius/ 1578 0

O interesse por aprimorar um idioma e ter uma experiência no exterior têm sido prioridade de muitos estudantes brasileiros. O mercado de educação internacional cresceu 20,46% em 2018, passando de 302 mil estudantes embarcados para 365 mil, segundo números divulgados pelo Consulado da Irlanda.

Só no ano passado, o setor movimentou 1,2 bilhão de dólares, e apesar de os estudantes terem o primeiro contato com informações e agências pela internet, a maioria deles fecha negócio presencialmente. Isso mostra que 67% dos intercambistas ainda preferem a segurança do atendimento na agência física. Junto com esse movimento de aumento no intercâmbio, surgem também as dúvidas de todos os detalhes que devem ser levados em conta antes da viagem. Afinal, o que preciso para o meu intercâmbio? A Travelmate oferece todas as soluções para que você tenha uma viagem completa e segura. Confira os serviços:

Visa Travel Money

Preocupado em como pagar produtos e serviços durante o intercâmbio? Não se preocupe. Uma das opções que facilita a vida de um estudante no exterior são os cartões pré-pagos. O Visa Travel Money, por exemplo, é um deles. Ele é recarregável, protegido por senha e pode ser carregado previamente em dólar americano, euro, libras esterlinas, peso argentino, dólar australiano, dólar canadense ou em qualquer moeda local do seu país de destino. 

Com a consulta de saldo e extrato online pela internet, você pode ter acesso fácil de qualquer lugar. Além disso, ainda há uma Central de Atendimento que funciona 24h e possui suporte em português, totalmente gratuito. E não precisa se preocupar com a taxa de câmbio. O Visa Travel Money garante o câmbio do dia da compra e você recebe o cartão na hora.

Seguro Viagem

Apesar de muitos viajantes acreditarem que o seguro viagem é necessário apenas para viagens longas, não é bem assim. Além de estragar o momento, os imprevistos podem acabar custando mais do que você gastou com a viagem. De acordo com dados da Coris April, nos Estados Unidos, por exemplo, uma consulta médica simples pode chegar à USD 500. Por isso, o ideal é ir preparado e garantir sua segurança durante toda a viagem

Pensando nisso, a Travelmate oferece em todos os seus planos a assistência plena e integral que cobre doenças ou acidentes ocorridos durante a viagem (incluindo internações, traslados sanitários, medicamentos, gastos em hotel por convalescença, entre outros). Além da parte médica, a assistência também funciona para perda de bagagem e assistência legal, que consiste na cobertura de honorários legais gerados como consequência de eventuais acidentes de trânsito.

Chip Internacional

Estar no exterior sem comunicação não é uma opção, não é? Por isso, a ideia de já sair do Brasil com a segurança e conforto de um chip internacional tem atraído cada vez mais a atenção dos viajantes. Um dos mais utilizados que possui ampla cobertura é o mysimtravel. O chip internacional funciona em mais de 200 países, ou seja, não é preciso mudar o chip da operadora cada vez que você viaja de um país ao outro. Além de manter seu número do Brasil, o chip funciona como um cartão pré-pago. Os planos de internet vão de 150 MB a 5 GB.

A mysimtravel também disponibiliza um aplicativo para celular, o mysimtravel FORYOU, para que você possa recarregar e consultar seu saldo e seu pacote de internet consumidos até o momento. Uma opção do mysimtravel também é testar o chip aqui no Brasil antes de embarcar.

Vistos

Outra grande preocupação dos intercambistas na hora de planejar a viagem é em relação aos vistos. A Travelmate oferece serviços de assessoria para encaminhamento de processos de visto consular para os principais países. Assim, você pode ter tranquilidade na hora de emitir os documentos necessários. Se você tem dúvidas sobre quais são os documentos exigidos nos principais países, acesse nosso site!

Passagens

Encontrar as passagens com o melhor preço e ajustá-la às melhores datas é um dos desafios para quem está planejando o intercâmbio. Dessa forma, a Travelmate dá todo o suporte para que você encontre as melhores oportunidades e viaje com tranquilidade.

Por isso, na hora de planejar a viagem, procure uma agência especializada. Assim, você poderá ir para o intercâmbio com tudo pronto e toda a assistência necessária. Conheça todos os serviços da Travelmate aqui!

Fazer o bem sem olhar a quem, por onde for.

Postado por: Marketing Travelmate/ 1671 0

Intercambista da Travelmate São Paulo unidade do Itaim Bibi, Karina Pereira escolheu como destino Dublin para dar asas a um projeto de usar o palhaço como arte, o qual já existe aqui no Brasil e ela levou na bagagem para a Irlanda contagiando e envolvendo todos por lá, incentivando doações de brinquedos, roupas e livros para crianças da Tanzânia. País este, que ela conheceu em uma de suas aventuras como clown.

Ainda na faculdade, Karina já começou a se envolver e se encantar com este universo de palhaço terapia (clown) e com isso, junto com algumas amigas da área de saúde começou um projeto o qual tinha como objetivo fazer abordagens mais empáticas, simpáticas e humanizadas com novos pacientes.

“O projeto foi um marco na minha vida e, quando cheguei a Dublin, em 2017, reescrevi uma nova versão com o foco na intergeracionalidade, ou seja, na troca mais genuína e afetuosa entre crianças e idosos por meio do clown”, disse Dra. Lady Melancia, o nome oficial que Karina usa como palhaça.
Já em Dublin, Karina com seu projeto repaginado expandiu oferecendo oficinas para os brasileiros que estão lá na Irlanda. Estas oficinas formaram novos palhaços. E ela não parou por aí!
Por indicação entrou em contato com uma médica do projeto TLM (Their Lives Matter). A médica trabalha em um Hospital da Tanzânia, e tomou um café com Karina quando estava em Dublin. A moça depois desta conversa decidiu que iria até lá fazer seu voluntariado e voltou para Dublin mais engajada ainda!
Fonte: E-Dublin

Cursos de idiomas nos Estados Unidos

Postado por: Tatiana Serbena/ 1415 0

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É impossível que você nunca tenha se deparado com alguma frase em inglês, seja na internet, em vitrines, manuais de eletrônicos, ou até mesmo nas suas roupas. O inglês está em todo lugar, e mesmo que você queira, não pode fugir dele, e como dizia aquele velho ditado, se você não pode vencer o seu inimigo, junte-se a ele.

O Inglês é o terceiro idioma mais falado do mundo, considerando os países que o tem como idioma oficial, porém, quando se fala em idioma secundário, sem dúvidas o inglês é primeiro idioma colocado na lista. O poder que os Estados Unidos conquistaram depois da Segunda Guerra Mundial foi essencial para que o inglês se tornasse o “idioma mundial”.

Os Estados Unidos são referência mundial em ensino de inglês (apesar de a “mãe” da língua ser a Inglaterra), o país conta com centenas de escolas em todo o país, para todos os gostos e níveis de inglês, como por exemplo: A Embassy English, EC English, OHLA, LaL, Stafford House e muitas outras escolas que estão esperando por você.

Você pode até ficar fazendo oito anos de curso de inglês aqui no Brasil, mas vivenciar o idioma é algo totalmente diferente. Viver 24 horas por dia em um país, onde o inglês é o único idioma falado, é incrível! Em poucos meses você consegue um resultado melhor do que teria em anos estudando no Brasil. Além de que no exterior, você aprende as peculiaridades da língua, gírias, expressões locais, sinônimos e muitas outras coisas que vão além dos ensinamentos em sala de aula.

Ficou interessado em aprimorar o seu inglês ao estilo norte-americano? Aqui na Travelmate temos vários pacotes de intercâmbio voltados para os cursos de idioma, tanto nos Estados Unidos, como em outros lugares ao redor do mundo. Procure um dos nossos consultores aqui no chat ao lado e tire todas as suas dúvidas com ele. Nós estamos esperando por você, que além de aprender inglês, quer vivenciar o idioma.

Curso de Inglês em Londres na Inglaterra

Postado por: Marketing Travelmate/ 2111 0

Da favela para o mundo:

intercambista Travelmate conta sua história em Londres

 

Com poucos recursos financeiros, mas uma vontade imensa de vencer, Inez fez um intercâmbio com a Travelmate e contou como chegou onde desejava.

Inez Lemos Lopes, nasceu em São Paulo e mora até hoje lá com sua família, Lá também Inez começou sua carreira de contadora em seu próprio escritório aos 21 anos. Hoje com 46 anos ela decidiu ir atrás de mais um sonho: aprender inglês!

O intercâmbio está sendo incrível segundo ela e a experiência de pela primeira vez viajar sozinha, sem sua família faz desse momento um marco em sua carreira e amadurecimento pessoal. 

Inez escolheu Londres para fazer seu curso pois afirma ter gostado muito da cidade quando a visitou em uma viagem turística, e ela afirmou mais: ” A cidade é calma e tem oportunidade de conhecer a europa de forma interativa com o curso que está fazendo. Aqui, apesar de ter a fama da formalidade, senti que as pessoas são mais abertas”, respondeu Inez quanto ao que mais gostou de Londres.

Finalizando seu curso em Londres Inez irá para Montreal no Canadá para participar de um curso de liderança. Ela não para!

De infância humilde com 5 irmãos, ela comenta que seus pais foram sua inspiração para sair de onde saiu e chegar onde chegou. “Eu tive duas opções: morar na favela em um barraco ou em uma casa de alvenaria. Meu pai disse: ou a gente constrói ou moramos no barraco. Com isso, eu aprendi a colocar um piso, construir uma casa e acima de tudo, ter esse cuidado de escolhas”.

Inez afirma que sonhar é muito importante para todos e necessário. “A gente tem que ter sonhos, não é porque você nasceu em uma família pobre precisa ser pobre. Ou você precisa ser bandido por que veio da favela e preguiçoso porque é nordestino. Meu pai foi autodidata, praticamente, calçou um sapato pela primeira vez, aos 18 anos. A minha mãe perdeu a mãe (minha avó) aos 5 anos, o pai dela abandonou os filhos. Meus pais foram tendo um filho atrás do outro”, disse.

Os irmãos dela sempre estudaram e se dedicaram pois o pai era muito rígido. Chegaram a trabalhar juntos porém cada um seguiu seu rumo. Por fim Inez nos deixa uma reflexão para nos inspirar.

 “Tudo tem a ver com a minha busca pelo conhecimento em ser uma pessoa e uma líder melhor. O sonho atrelado a atitude é a chave para a realização do que deseja, sem isso as pessoas não saem do lugar. Sem desculpas para: ah… porque não tenho inglês, porque sou nordestino, etc… é melhor dar o primeiro passo!”, concluiu.

 

Fonte: Portal Londres

 

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BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 2115 2

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

viajar

  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

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  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

travelmate

  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e realize seu sonho!

 

4 motivos para fazer intercâmbio nas férias

Postado por: Sirius/ 696 0

Sonha em fazer intercâmbio mas não sabe como organizá-lo na agenda durante o ano? Não se preocupe: o intercâmbio nas férias pode ser a solução! Com diferentes formatos, os programas voltados para as férias podem auxiliar a melhorar o currículo, além de permitir conhecer outra cultura e fazer passeios incríveis.

 

Se você ainda tem dúvidas sobre qual tipo de intercâmbio fazer, confira algumas dicas! Separamos quatro motivos para você escolher pelo intercâmbio nas férias.

 

Não interfere nos estudos

Esse é sem dúvidas um dos grandes diferenciais para optar pelo intercâmbio nas férias. Assim você não precisa se preocupar com suas rotinas e conciliar a viagem com os demais compromissos. Com isso é possível aproveitar o período de férias, se desligar completamente e viver uma experiência única e inesquecível.

 

Adquira mais segurança no idioma

Mesmo sem passar um longo período no local de destino, você já estará vivendo uma imersão em uma nova cultura, o que traz muita autoconfiança. Além disso, você terá quase um mês de vivência no novo lugar, que lhe fará praticar outro idioma automaticamente. Isso sem contar a possibilidade de realizar cursos de idiomas e, ainda assim, passear aos finais de semana.

 

Aproveite as férias de forma produtiva

Quem nunca passou as férias em casa e acabou cansado de ficar improdutivo? Então essa é a oportunidade de ter uma nova experiência, melhorando o currículo, aproveitando o tempo e conhecendo novas culturas.

 

Use o tempo livre para viajar

Mesmo optando por um curso, você terá alguns dias e finais de semana livres. Isso te dá a possibilidade de viajar para outras cidades ou mesmo fazer passeios onde estiver. Alguns programas de intercâmbio já incluem os passeios e o curso, o que facilita para você organizar sua agenda. Além disso, terão mais turistas circulando pelo país de destino, o que facilita para conhecer pessoas do mundo todo.

 

Como fazer um intercâmbio nas férias

Você já conhece o férias teen? O programa de intercâmbio da Travelmate engloba cursos de idiomas especialmente voltados para crianças e adolescentes. Com a duração de 2 a 4 semanas, o aluno pode praticar inglês e se divertir com passeios a pontos turísticos.  As viagens normalmente ocorrem em datas específicas, que acompanham as férias do calendário escolar.

 

Florida Teen Program

Já pensou em passar as férias nos Estados Unidos? O férias teen para St. Petersburg, na Flórida, é focado para estudantes entre 11 e 16 anos. O programa inclui curso de inglês de três semanas na ELS, no campus do Eckerd College. O pacote também conta com acomodação, refeições e certificado de conclusão de curso. Além disso, os pais não precisam se preocupar: a Travelmate conta com suporte de monitores locais 24 horas por dia.

 

Vancouver Teen Program

Se seu sonho é conhecer o Canadá, o programa férias teen para Vancouver pode ser a solução. São 17 dias no Canadá, com curso de inglês e passeios para conhecer essa cidade canadense encantadora. Voltado para crianças e adolescentes entre 14 e 18 anos, o programa tem programação cultural, acomodação, certificado de conclusão de curso e suporte com monitores 24h por dia. Saiba todas as condições aqui.

 

Toronto ou Oakland? Entramos no clima das Finais da NBA

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Entramos no clima das Finais da NBA! Enquanto o Toronto Raptors e o Golden State Warriors estão decidindo o título da temporada 2018/2019, nós queremos saber: qual é seu destino preferido?

Toronto: a casa do Toronto Raptors

A maior cidade do Canadá é conhecida como um dos maiores centro culturais do mundo! Toronto tem mais de mil festivais culturais todo ano e 125 museus. Com a mistura de arquitetura moderna e histórica, morar na cidade é uma experiência inesquecível!

  • Maior cidade do Canadá
  • Cerca de 2,7 milhões de habitantes
  • Considerada uma das cidades mais multiculturais do mundo
  • Pontos turísticos mais conhecidos:  CN Tower, Royal Ontario Museum, Toronto Eaton Centre, Art Gallery of Ontario, Queen’s Park

Oakland: onde fica a sede do Golden State Warriors

Localizada no estado americano da Califórnia, Oakland se destaca pela forte cultura e pelo estilo ousado e autêntico. Além disso, a cidade é conhecida nacionalmente por ser a cidade étnica mais diversa do país.

  • Terceira maior cidade da Baía de San Francisco
  • Cerca de 400 mil habitantes
  • Conhecida por seu perfil artístico e dinâmico
  • Pontos turísticos mais conhecidos: Golden Gate Bridge, Oakland Zoo, Children’s Fairyland, Jack London Square, Oakland Museum of California

Sonha em fazer intercâmbio e conhecer esses destinos? Vejam as oportunidades que separamos para você!

Toronto:

Estude no Canadá por 04 semanas ou estude inglês em Toronto por duas semanas!

Oakland:

Conheça Berkeley, que fica na região metropolitana de San Francisco ou estude inglês em San Francisco!

Conheça as principais dicas para planejar o intercâmbio

Postado por: Sirius/ 769 0

 

A escolha dos jovens pelo intercâmbio tem aumentado a cada ano. Segundo uma pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), no ano passado, o Brasil atingiu a marca inédita de 302 mil estudantes no exterior. Isso mostra que os intercambistas têm opções mais atrativas e estão mais preparados para planejar o intercâmbio.

As primeiras pesquisas sobre o intercâmbio começam, muitas vezes, anos antes da viagem em si. Mas muitas dúvidas são comuns: com quanto tempo preciso me programar? Como escolher o destino? Por isso, separamos algumas das principais dicas para quem decidiu viajar ao exterior.

Tempo para planejar

O tempo de antecedência é relativamente simples: quanto antes começar o planejamento, antes você começa a guardar dinheiro. O ideal para planejar o intercâmbio é começar pelo menos um ano antes, para que assim seja possível cuidar de cada detalhe com calma.

Definir objetivos

As agências de intercâmbio têm oferecido cada vez mais opções para quem deseja morar no exterior. Por isso, é essencial definir os principais objetivos da viagem. Entre os programas mais conhecidos estão os de High School, para estudar no exterior, Work & Travel, para trabalhar e estudar, voluntariados e especializações. Após avaliar quais são os pacotes oferecidos pelas agências, é importante definir as prioridades.

Escolher seu destino

O destino escolhido deve levar em conta seus objetivos. Caso você queira aprender inglês, pode optar pelos lugares mais preferidos dos intercambistas, como Canadá, Londres e Nova Iorque, ou pode escolher por outros mais em conta, que também permitem que você aprenda inglês, como Malta e África do Sul. Caso a prioridade seja trabalhar, pesquise pelos países que oferecem essa opção. Outro ponto importante é considerar suas próprias preferências, como gostar mais de calor do que de frio ou preferir cidades históricas, por exemplo.

Uma das dicas mais importantes é: não esqueça de considerar o custo de vida. Esse é um dos fatores que devem ser levados em conta no planejamento. Os lugares um pouco menos cobiçados podem te ajudar a economizar. Leve em conta, também, a conversão do real para a moeda vigente naquele país.

Fique atento aos documentos necessários

Alguns destinos possuem pré-requisitos para estrangeiros. Um exemplo disso é o próprio visto. Mas não se preocupe! As agências especializadas já possuem um check list do que é necessário para cada país. Outra importante dica ao planejar o intercâmbio é comprar a passagem com antecedência para conseguir melhores preços. Inclusive, não esqueça de revisar os pacotes das agências, já que muitas vezes o valor não engloba a passagem aérea.

Busque agências confiáveis

São inúmeras agências de viagens com programas de intercâmbio. Mas, esteja certo que de que você está escolhendo uma empresa confiável. Pesquisar sobre ela, ir até a sede para conhecê-la e, se possível, conversar com alguém que já viajou com a agência, pode te ajudar a não se arrepender da escolha. Aqui na Travelmate temos várias opções para você realizar seu sonho!

Quer aprender espanhol no intercâmbio? Conheça alguns destinos

Postado por: Sirius/ 792 0

Existem muitas razões para aprender espanhol. A língua é a que possui o segundo maior número de falantes nativos do mundo, somando cerca de 470 milhões de pessoas. O espanhol é também o principal idioma falado pelos nossos vizinhos latino-americanos – região, inclusive, bastante escolhida por intercambistas para aprender a língua.

Os países hispanofalantes possuem uma cultura bastante rica, o que é um grande atrativo para os viajantes que buscam experiências únicas. Ainda tem dúvidas sobre qual país escolher? Confira algumas sugestões abaixo.

Argentina

O país dos nossos hermanos é um dos destinos clássicos para intercâmbio. Com excelentes instituições de ensino, a Argentina possui cursos que se destacam pela dinamicidade e diversidade. Além de ser referência para os estudos, o país possui uma boa infraestrutura e muitas atrações para o tempo livre.

Quem passa pela Argentina não pode deixar de aproveitar as características marcantes da cultura: alfajor, vinho, doce de leite e tango! Entre os pontos turísticos mais visitados estão a Casa Rosada, o Teatro Colón e as Cataratas do Iguaçu. Para os que podem ir um pouco mais longe, vale visitar o Mar del Plata, Patagônia, Mendoza e Salta.

Costa Rica

Localizada na América Central, a Costa Rica tem cerca de 4,8 milhões de habitantes. Conhecido como “a Suíça da América Central” por causa da sua prosperidade econômica, o país possui em 26% do seu território belezas naturais – resultado da alta consciência ambiental. Entre os principais pontos turísticos da Costa Rica estão o Parque Nacional Vulcão Tenório, Parque Nacional Manuel Antonio e o Parque Nacional Vulcão Arenal. O país também é referência em instituições de ensino, além de ter um povo bastante receptivo.

México

Com uma cultura rica e original, o México é o berço das civilizações antigas. Antes habitado por maias e astecas, o local é naturalmente uma aula de história. Com paisagens surpreendentes, o país conta com um dos centros urbanos mais populosos do mundo e possui muitas atrações turísticas.

A Cidade do México é o destino certo para quem tem curiosidade em conhecer as construções antigas e ao mesmo tempo não abre mão do agito da cidade grande.  O país também conta com belas praias, além de uma culinária única e uma das festas mais famosas do mundo, o Dia de los Muertos, que é uma grande atração turística do país. Entre as cidades mais escolhidas para intercâmbio também está Guadalajara.

Espanha

Mesmo não sendo o mais destino mais escolhido – principalmente por ter uma moeda mais cara do que as dos países da América do Sul -, o país é um ícone para aprender espanhol. Com toda sua magia europeia, a Espanha possui cidades com diferentes culturas.

Para aqueles que querem uma cidade vibrante, moderna e com as lojas mais conhecidas do mundo, Madri é uma boa escolha. A maior cidade da Espanha é também o  centro financeiro, comercial e econômico do país. Além das belas paisagens, a cidade é um ótimo destino gastronômico. Já para quem quer experiências diferentes, Barcelona, Valência e Salamanca são algumas opções.

 

Tóquio: conheça as principais dicas!

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Com mais de 13 milhões de habitantes, a cidade oferece uma imersão cultural

 

Uma cultura rica, tradições, muita tecnologia e experiências únicas. Essas são algumas das bagagens que os visitantes de Tóquio trazem obrigatoriamente ao voltar. Com uma população de 13 milhões de habitantes, a cidade se destaca por ser vibrante e elétrica – como nenhum outro lugar do mundo. Escolher Tóquio como destino é ter a certeza do grande choque cultural em todos os âmbitos.

 

A cidade foi eleita como uma das 10 melhores do mundo em 2019, segundo o estudo divulgado pela Time Out. O local, inclusive, é um dos mais visitados pelos estrangeiros. Tóquio foi a 13ª cidade que mais recebeu turistas em 2017. Se você é um dos que sonha conhecer esse lugar, acompanhe as dicas que a Travelmate separou!

 

Pontos turísticos: os que não podem faltar!

pontos turisticos toquio

Algumas visitas têm que estar obrigatoriamente na agenda de quem vai a Tóquio. Um dos lugares mais indicados é a Skytree. A torre com mais de 634 metros de altura tem vista para a cidade inteira, inclusive para o Monte Fuji (se o tempo colaborar). A Skytree é a torre mais alta do Japão e o mundo.

 

Outra região que atrai muitos turistas é Shibuya, o local que possui o maior cruzamento de ruas do mundo e uma variedade imensa de lojas. Ali, encontra-se também a estátua do cachorro Hachiko, cuja história é contada no filme “Sempre ao Seu Lado”.

 

Para os amantes da cultura pop, o Harajuku é o bairro ideal. São ruas com lojas de roupas, sapatos, bijuterias, cosméticos, souvenirs e produtos a 1 dólar. Aos finais de semana, centenas de pessoas se reúnem no local, deixando as ruas lotadas.

 

Além disso, uma dica certa para colocar no seu roteiro é a região de Asakusa. Neste local está o templo Senso-ji, o mais antigo templo budista da cidade e um dos mais famosos. A construção foi em homenagem a Kannon, popular deusa da misericórdia. Para chegar até ele, vale começar o passeio pelo portal Kaminarimon – um portal de entrada para o templo que atrai muitos turistas.

 

Onde fazer compras

compras toquio

Conhecido como o verdadeiro paraíso das compras, Tóquio reúne o mundo dos eletrônicos.  Lá você encontra shoppings e os mais variados estilos de lojas possíveis, com eletrônicos, roupas, calçados, produtos típicos, além de souvenires. Ao passear em Tóquio, vale a pena visitar lojas casuais que vem crescendo, como Uniqlo e Muji, além das grandes lojas de departamento, como Isetan, Takashimaya, Mitsukoshi e Daimaru. A visita também é obrigatória em uma das ruas mais charmosas da Ásia, Omotesando, conhecida como a Champs Elysées de Tóquio. Lá estão as principais lojas de luxo, como Prada, Louis Vuitton, Gucci e Dior.

 

Gastronomia

culinária toquio

Que o japão possui uma das gastronomias mais ricas do mundo não é novidade. E Tóquio tem grande participação nisso. A cidade tem vários restaurantes com Estrelas Michelin. Os frutos do mar, legumes e vegetais são muito presentes na comida japonesa. E apesar de ser referência em restaurantes, é a comida de rua que merece atenção: marca registrada da cidade.

 

Ao caminhar pelos restaurantes, ruas e becos gastronômicos você encontra uma gama enorme de opções que vão muito além de sushis. O Tamagoyaki, por exemplo, é um omelete clássico da culinária japonesa. Ele é macio e servido em um espeto. Além dele, são muito conhecidos os Ningyo-yakis, biscoitos feitos com massa de panqueca nos mais diferentes formatos.

 

Outro clássico que vale a pena provar é o Anpa, pãozinho doce e macio com recheios que variam – sendo o mais comum o recheado com anko (pasta de feijão vermelho). Isso sem contar toda a variedade da culinária que já conhecemos: Tempura, Yakisoba, Sobá, Onigiri, entre outros.

 

Ficou interessado em conhecer todas essa cultura de perto? Conheça os pacotes da Travelmate para Tóquio.

 

Tudo o que você precisa saber sobre Edimburgo

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A cidade que mistura o novo e o antigo atrai turistas durante o ano todo

Você já ouviu falar sobre Edimburgo? Capital da Escócia, a cidade conquista os turistas por seu cenário medieval. Com ruas estreitas, construções antigas e jardins inspiradores, possui cerca de 488 mil habitantes. Mesmo sendo vizinha de uma das melhores cidades de 2019, Glasgow, Edimburgo é a mais procurada da Escócia pelos intercambistas. Além disso, a cidade tem a economia mais forte do Reino Unido, depois de Londres.

 

Conhecida como Auld Reekie (chaminé antiga) devido a quantidade de chaminés que mantém as casas aquecidas, a cidade proporciona passeios que são uma verdadeira imersão cultural. A área central é dividida em duas: a Old Town, com uma estrutura medieval, e a New Town, desenvolvida a partir do século XVIII, com o estilo neoclássico.

 

O que fazer em Edimburgo

Nada melhor do que conhecer aquela famosa via que reúne lojas, bares e pontos turísticos, não é? Essa é a Royal Mile. Principal local de circulação em Edimburgo, ela é uma sucessão de ruas que liga o Castelo de Edimburgo ao Palácio Hollywroodhouse – dois importantes pontos turísticos da cidade.

 

Uma opção de visita para os turistas é o Tartan Weaving Mill & Exhibition, uma loja de produtos escoceses com cinco andares, em que é possível ver a produção dos itens. Além disso, a passagem pela Camera Obscura & World of Illusions é obrigatória para os curiosos. Com seis andares de exposições, o local desafia nosso cérebro.

 

Para os que gostam de história, a passagem pela Catedral de St. Giles tem que estar na agenda! Dedicada a São Egídio, padroeiro de Edimburgo, este é um dos locais mais importantes da cidade. Já os que gostam de museus, podem optar pelo Museum of Childhood, Museum of Edinburgh e o The People’s Story.

 

Festival de Edimburgo

Considerado um dos maiores eventos culturais do mundo, o Festival acontece desde 1947. Durante três semanas, a cidade reúne música, dança, teatro e artes visuais, atraindo pessoas do mundo todo.

 

O evento é uma união de diferentes festivais, com atrações variadas. Entre eles estão o Edinburgh International Festival, Edinburgh Festival Fringe, Edinburgh International Film Festival e o Royal Edinburgh Military Tattoo.

 

O que comer

Ir a um país e não provar sua comida típica é o mesmo que não ter ido. Um dos pratos mais conhecidos na Escócia são os Haggis – bucho de carneiro com miúdos moídos. Opção dos escoceses a qualquer hora, é costume comê-lo no dia 25 de janeiro, no conhecido Jantar de Burns, data em que se homenageia o poeta escocês Robert Burns.

 

Outra comida obrigatória para os turistas são os Oat Cakes, que são biscoitos de aveia. Além disso, também se destacam na gastronomia o Haddock, uma espécie de merluza, Neeps and tatties, purê de rabanete e batatas e o Cock-a-leekie, sopa de alho-poró, batatas, caldo de frango e manteiga. A gastronomia de Edimburgo também é conhecida pelos pratos com peixes em geral.

 

Intercâmbio

A variedade cultural e a arquitetura histórica da cidade escocesa atrai centenas de visitantes anualmente. A receptividade e simpatia do povo escocês faz de Edimburgo o local mais escolhido por turistas na Escócia. Uma das características que atrai bastante a atenção dos turistas são as temperaturas, já que durante o verão a média fica entre 18 e 20°C e no inverno as temperaturas ficam entre 1 e 5 °C. Conheça os pacotes de estudo da Travelmate para Edimburgo.

 

 

Travelmate recebe certificado da Education New Zealand

Postado por: Sirius/ 733 0

A Travelmate recebeu o certificado de Agência Reconhecida (Recognised Agency) pelo Education New Zealand (ENZ). O programa, desenvolvido pelo governo da Nova Zelândia, tem o intuito de avaliar o trabalho de empresas do mercado de educação para estrangeiros e reconhecer serviços de qualidade.

O certificado

Na Nova Zelândia, as instituições de ensino recebem a indicação de trabalhar somente com agências reconhecidas pelo Education New Zealand, já que isso determina a credibilidade e o alto nível de profissionalismo da empresa. O status de agência reconhecida comprova a qualidade e experiência da Travelmate com intercâmbios para esse destino.

Travelmate

Com mais de 16 anos de experiência, a Travelmate possui unidades espalhadas por todo o Brasil e exterior. São mais de 70 unidades que já somaram mais de 20 mil clientes embarcados por todo o mundo. Especialmente para a Nova Zelândia, possuímos diferentes tipos de pacotes para intercâmbio:  Work & Study, High School, Cursos de Idiomas, entre outros. Vá com quem tem confiança e credibilidade! Confira nossos pacotes.

 

4 motivos para fazer intercâmbio em Melbourne

Postado por: Sirius/ 630 0

A cidade foi eleita como uma das melhores do mundo em 2019

Não é a toa que a Austrália é a queridinha dos intercambistas. Segundo uma pesquisa da  International Education Association Australia (IEAA), o país é o terceiro mais procurado por estudantes estrangeiros. Entre os principais destinos escolhidos para fazer intercâmbio está Melbourne. Com mais de 4 milhões de habitantes, sendo a mais populosa da Austrália depois de Sydney, Melbourne foi escolhida como uma das melhores cidades de 2019, de acordo com uma pesquisa realizada pela Time Out. O estudo levou em conta a opinião dos residentes de cada país, entrevistando mais de 34 mil pessoas.

 

Os moradores consideram a cidade como a mais criativa do mundo, além de destacarem a comida, bebida, diversão e multiculturalismo – Melbourne possui uma vida cultural bastante intensa. O que muitos não sabem é que o destino pode ser também uma boa opção para o intercâmbio de estudo. Por isso, nós da Travelmate separamos alguns motivos pelos quais a escolha pela cidade pode ser interessante para os estudantes.

 

Fazer intercâmbio em Melbourne: Ensino em destaque

fazer intercâmbio em Melbourne

A cidade conta com duas universidades que estão entre as 145 melhores do mundo, segundo o World University Ranking 2018-2019. Além de ser um importante polo para especialização, o destino é bastante procurado por quem busca fazer intercâmbio para aprender inglês. Outro fato curioso e interessante para os estudantes é que quase 40% dos moradores da Grande Melbourne nasceram em outro país. Por isso, a concentração de estrangeiros é bastante significativa, o que contribui para a troca de experiências com outras culturas.

 

Fazer intercâmbio em Melbourne: Visual apaixonante

Fazer intercâmbio em Melbourne

Para aqueles que sempre tiveram o sonho de morar em uma cidade litorânea, essa é a oportunidade. Apesar de não ter a areia fofa e a temperatura da água tão atraente, as praias de Melbourne reúnem constantemente famílias e amigos – principalmente na hora do pôr do sol. Não há quem conheça a cidade e não passe por Brighton Beach, para tirar fotos em frente às conhecidas casinhas coloridas.

 

Fazer intercâmbio em Melbourne: Imersão cultural

Fazer intercâmbio em Melbourne

Se você gosta de construções históricas e imersão de cultura, então este é o lugar certo! Com o estilo europeu, Melbourne tem muita arte na rua, arquitetura vitoriana e opções para se divertir. Conhecida como um museu a céu aberto, é comum encontrar eventos e programações culturais durante os passeios. Os parques e praças dão o equilíbrio perfeito para aqueles que gostam do contato com a natureza.

 

Fazer intercâmbio em Melbourne: Esportes e atividades ao ar livre

Fazer intercâmbio em Melbourne

De manhã e aos finais de tarde, esportistas se reúnem na margem do rio Yarra para praticar exercícios. As extensas áreas verdes nos bairros, assim como os parques, contribuem para o espírito esportivo da cidade. Melbourne oferece muitas opções de atividades ao ar livre, como cinema, eventos culturais e performances teatrais – o que é muito bom para quem quer fazer intercâmbio em Melbourne, já que é uma cidade com muito lazer. Por isso, o destino também conta com uma série de passeios únicos. Um dos mais conhecidos é o passeio de balão e também a subida no Eureka Skydeck (obrigatória!), o prédio mais alto do Hemisfério Sul, com 91 andares.

 

Gostou de Melbourne? Comece a planejar seu intercâmbio com a Travelmate. Conheça nossos planos!

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