Categoria: High School

5 dicas para desemvolver soft skills no intercâmbio

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver através do Intercâmbio

Muito se fala sobre capacitação e qualificação através da Educação: graduação, pós, certificações, cursos de idiomas, treinamentos técnicos. Quanto mais gabaritado e atualizado for o indivíduo, melhor colocado e valorizado ele estará no mercado de trabalho. Porém, atualmente muito se fala sobre outras habilidades, as Soft Skills 

Mais recentemente, os profissionais de RH têm voltado sua atenção a qualidades que não necessariamente podem ser treinadas ou ensinadas. Adaptabilidade, resiliência, empatia, ‘accountability’ são alguns exemplos do que hoje em dia fazem parte do que se convencionou chamar Soft Skills, ou em tradução livre, ‘Habilidades Intangíveis’. Há quem defina estas habilidades como interpessoais ou mesmo comportamentais. 

Estas qualidades, mais subjetivas, não podem ser transmitidas concretamente através de uma receita (como num curso “Como ser flexível”, por exemplo) mas podem sim ser desenvolvidas ao longo do tempo

Veja a seguir alguns exemplos de como uma experiência internacional pode ajudar a desenvolver tais habilidades. 

1 – High School

O fato de um estudante adolescente ter a iniciativa de fazer uma parte do Ensino Médio no exterior já é, em si, um forte indício de curiosidade aguçada, desprendimento e interesse pelo que é novo.  Ao longo dessa experiência, o jovem é constantemente motivado a fazer novas amizades, aprender a superar uma eventual timidez, lidar com o que lhe parece estranho, desenvolver autonomia e a tomar decisões por conta própria sem estar diretamente monitorado pelos pais.  Contudo, o momento em que este tipo de intercâmbio acontece, geralmente entre os 15 e os 17 anos, contribui em muito para a formação da personalidade e do caráter do jovem. Vivenciar uma experiência internacional deste porte nesta faixa etária é altamente benéfico.

2 – Graduação e Pós

Embora o intuito seja a obtenção de uma titulação no exterior, o processo de admissão numa instituição de ensino já é o primeiro passo em que as Soft Skills vêm à tona. Como não costuma haver um vestibular ou prova de admissão (ou pelo menos esta não é a única etapa do processo), quem se candidata a uma vaga em graduação ou pós precisa demonstrar os motivos pelos quais deva ser considerado e aceito naquela instituição – e isto ocorre de várias maneiras. Uma análise subjetiva da história de vida do candidato e suas aspirações pode ser uma delas.

Uma vez iniciados os estudos no exterior, o aluno passa a desenvolver um maior senso de responsabilidade, não dependendo apenas de seus professores para absorver conteúdo. Desse modo, espera-se que ele mesmo se engaje em autoestudo, pesquisa, dissertações. Precisa se envolver nas atividades do campus, conciliar vida acadêmica com estágio, descobrir por si mesmo o funcionamento da vida cotidiana na nova comunidade – e tudo em outro idioma! Certamente tudo isso fará com que questões como resiliência, maleabilidade e visão de mundo sejam marcantes durante toda a trajetória.

3 – Voluntariado

Um programa de voluntariado na Ásia ou na África seja talvez o que mais explicitamente proporcione o desenvolvimento de habilidades interpessoais.  Ao se envolver em projetos ambientais ou sociais de cunho humanitário, o participante exercerá de maneira intensiva uma série de Soft SkillsEmpatia, altruísmo e solidariedade são apenas alguns exemplos. Por se tratar de um programa de curta duração (normalmente entre 2 e 4 semanas) e com custo muito acessível, o impacto de uma experiência assim no currículo é praticamente imediato. 

Imagine que, durante um processo seletivo, o recrutador veja que o candidato tem boa formação acadêmica, tem um bom nível de inglês e traz determinadas experiências profissionais em seu histórico.  Porém, além de tudo isso, constata que este candidato ensinou Matemática ou Artes para monges budistas na Tailândia. Ou que teve uma vivência na Namíbia prestando assistência médica numa comunidade carente. Não é difícil de prever que o recrutador se interessará em saber mais detalhes sobre essa história peculiar e inusitada. E claro, muito provavelmente associará essa vivência às Soft Skills que tanto se valorizam.  Então, se este tipo de experiência te atrai, não deixe de conferir todas as possibilidades clicando aqui.

4 – Trabalho durante as férias da faculdade

 

O objetivo aqui é aproveitar as férias da faculdade para adquirir experiência internacional nos Estados Unidos.  São posições temporárias, de 3 a 4 meses de duração, em estações de ski, resorts, cafés, restaurantes e hotéis.  Pela dinâmica e natureza das vagas, os participantes desta modalidade de intercâmbio trazem na bagagem, além das memórias, um forte senso de trabalho em equipe, pertencimento, agilidade, iniciativa, organização e método.

Não é incomum que alunos universitários recorram a este programa mais de uma vez durante sua graduação, não apenas pela viagem ao exterior e pela possibilidade de colocar o inglês em prática.  A sensação de “missão cumprida” ao término da temporada renova as energias e dá o gás necessário para mais um semestre de aulas.  Todo este traquejo adquirido interfere na autoestima e, por tabela, aflora uma série de Soft Skills. Já parou para pensar sob esta ótica?

5 – Cursos de Idiomas também ajudam a desenvolver Soft Skills

Soft Skills no intercâmbio

Matricular-se num curso de língua estrangeira tem como objetivo aprender o idioma, correto? Sim. E ao mesmo tempo, não apenas.  Aprender um idioma traz uma série de outros benefícios que nem sempre nos damos conta.  Quando passamos a nos comunicar em outra língua, programamos nosso cérebro para que simultaneamente lembremos de vocabulário, formulemos as frases, pronunciemos adequadamente ao mesmo tempo que ouvimos, entendemos, respondemos, interagimos.  Fazer tudo isso requer paciência, lidar com as próprias limitações, superando-as. É sentir-se exposto ao ‘julgamento’ dos colegas, é aprender a rir de si mesmo. É ter uma certa cara de pau, no melhor sentido da expressão.

Vale tanto para um período mais curto, de algumas semanas, como também por períodos mais longos em programas em que é possível, além de estudar, também trabalhar. Haverá momentos de extrema empolgação e outros de frustração, num novo ambiente com diferentes hábitos, costumes, crenças, comida.  Quantas Soft Skills já desenvolvemos só considerando esta parte?  Assim, ainda que o propósito do intercâmbio seja aparentemente um, os reflexos e os benefícios ultrapassam de longe o simples fato de fazer uma viagem.

Quais são as Soft Skills que você gostaria de desenvolver? Quais vivências você sente necessidade de propiciar a si mesmo? Fazendo esta breve reflexão, você já estará a meio caminho andado para a definição do seu programa de educação internacional.  E quando isso acontecer, vamos te ajudar em todo o processo. Visite nosso site e não deixe de nos mandar um WhatsApp!     

universidade no exterior: 7 motivos para você fazer

Universidade no exterior: 7 motivos para você estudar fora

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 2307 0

Estudar em uma universidade no exterior vai trazer muitos benefícios, tanto para a sua vida pessoal, quanto para a sua vida profissional. 

Existem diversas razões para você ir estudar fora.Neste artigo, você vai ver 7 motivos para fazer universidade no exterior. Depois disso, você certamente começará a planejar sua viagem agora mesmo!  

1. Ensino de qualidade

8 motivos para fazer universidade no exterior

 

Quando alguém decide sair do seu país para estudar, uma das principais, se não a mais importantes razões, é uma universidade de qualidade

De acordo com QS World University Ranking 2021, entre as 20 melhores universidades do mundo, 10 ficam nos Estados Unidos, 5 ficam no Reino Unido, 2 na Suíça, 2 em Singapura e 1 na China.

Confira a lista completa das universidades

Nenhuma universidade brasileira entrou para o top 100 do mais recente ranking mundial de instituições de ensino superior publicado. 

A Universidade de São Paulo (USP), aparece em 115º lugar no ranking mundial e 3º na América Latina. Esse foi o melhor resultado no ranking, até agora. 

Então, se você quer ter um estudo de alta qualidade é melhor ir pegando seu passaporte e começar a pensar em qual lugar estudar! 

2. Aperfeiçoamento da língua

aperfeiçoar a lingua

 

Você nasceu, cresceu e viveu com a língua que seus grupos sociais falavam, e quando você for estudar em uma universidade no exterior não será diferente. Porém, não com sua língua nativa. Mesmo que você saiba falar outro idioma, com a vivência e as experiências de morar e estudar em outro país é que realmente você ficará fluente em outro idioma

Com a globalização, é muito importante dedicar-se a aprender novas línguas. O inglês não é mais um diferencial, é imprescindível ao candidatar-se a uma vaga de emprego. Além disso, é considerado hoje um fator preponderante para seleção dos candidatos. Com isso, transforma o espanhol na terceira língua, como verdadeiro elemento agregador de valor aos currículos. 

Quem pretende fazer uma universidade no exterior, o idioma será necessário e muito exigido, já que precisará adaptar-se e compreender as informações que pretende absorver e externar para obter conhecimento. 

Mesmo quando for viajar para curtir suas férias fora do país, a comunicação com guias turísticos, taxistas, garçons será muito importante para aproveitar os momentos de diversão. 

 

3. Fazer universidade no exterior abrange diversas áreas para se especializar

universidade no exterior

 

 

 

No Brasil, as universidades oferecem uma quantidade mais limitada de cursos se comparado às melhores universidades do mundo. Estudar fora do Brasil, além de possuir um estudo de alta qualidade, permite que você encontrará diversas áreas únicas para se especializar, que talvez por aqui seja mais difícil.

E mesmo nos cursos tradicionais, um diploma obtido no exterior é uma vantagem que colocará você muito à frente de qualquer concorrente no mercado de trabalho.

Então, se você quer realmente ser diferenciado, prepare as malas e bora lá!

 

4. Conhecer pessoas de diferentes lugares e culturas

 

universidade no exterior

 

 

Para fazer uma universidade no exterior, você precisará fazer alguns esforços, inclusive ficar distante da família e seus amigos. Por outro lado, pode ter a certeza que você vai encontrar pessoas novas e que elas vão agregar muito em sua vida. Suas histórias, modos de viver, culturas diferentes irão fazer você crescer muito. E claro, você também terá a oportunidade de compartilhar a sua cultura com as outras pessoas.

Morando em um novo país as “definições de amizade serão atualizadas”!  Você vai aprender a chamar um amigo para ir ao supermercado com você, por exemplo, e acredite: esses “passeios” são divertidíssimos. Os amigos em um país diferente são mais que amigos, se tornam referências, guias de viagens, críticos de restaurante, e na maioria das vezes, se tornam sua família longe de casa.

Em geral, as amizades são fortes, próximas e simples, e você sentirá um carinho por essas pessoas por muito tempo, mesmo depois de voltar para o Brasil.

Com certeza você terá outra visão do mundo e da sua própria cultura. Então prepare-se para conhecer novos amigos de diferentes estilos!

 

5. Adquirir conhecimento em uma universidade no exterior

 

conhecimento

 

 

Depois de estudar em uma universidade no exterior de qualidade, aperfeiçoar a língua do país, conhecer novos amigos e outras culturas, consequentemente você estará adquirindo conhecimento. E quando falamos em conhecimento, vai muito além do que vai ser ensinado em sala de aula! Conhecimento de vida! 

Essa viagem mudará o seu estilo de vida, o seu senso crítico e alimentará ainda mais a sua vontade de viajar novamente e fazer tudo isso de novo. Viajar é viciante! 

 

6. Mercado de trabalho

 

universidade no exterior

 

Talvez um dos principais pensamentos que você tem quando vai sair do Brasil para fazer uma universidade no exterior está relacionado ao mercado de trabalho. Estudar fora tem relação direta com o seu currículo. E sim, ele será turbinado, não apenas pelo seu estudo na universidade do exterior, mas também por você demonstrar independência, conhecimento, opiniões diferenciadas, experiências fora da zona de conforto. 

Tudo isso te ajudará a dar um grande passo na direção do emprego que você sempre sonhou.

 

7. Novas ideias 

 

novas ideias

 

E por fim, temos a certeza que você vai voltar ao Brasil totalmente renovado e cheio de ideias

A experiência te trará novos olhares e com isso a vontade de colocar as ideias no papel. Elas podem ser soluções pequenas para a sua própria vida ou ainda poderá te dar todas as ferramentas, contatos e ideias para conseguir empreender. 

Viaje, estude e conquiste coisas incríveis em sua vida

Esses 7 motivos são mais que suficientes para te mostrar – e convencer – que estudar em uma universidade no exterior pode ser uma das melhores escolhas da sua vida, hein?

Por isso, não deixe de pensar nisso! Existe um mundo cheio de possibilidades esperando por você! 

Caso você queira mais informações sobre como estudar em uma universidade no exterior, leia mais sobre o Higher Education.  

 

Escolas parceiras Travelmate: confira quais são elas e como é o método de ensino

Postado por: Sirius/ 1988 0

O intercâmbio é uma oportunidade imperdível de conhecer outros países e adquirir aprendizado nas escolas do exterior. Mesmo que os cursos de inglês sejam importantes, o intercâmbio é a maneira mais eficiente de você mergulhar no idioma e ter fluência na nova língua. Na Travelmate, isso é possível por meio do intercâmbio em nossas escolas parceiras.

Intercâmbio como diferencial

Passar um tempo fora do país pode ser um fator decisivo na hora de uma futura contratação, além de contribuir com a especialização em um ramo específico. O contato com diferentes realidades estimula o conhecimento e respeito por diferentes culturas. Quando o assunto é curso de inglês no exterior, contamos com diferentes possibilidades escolas ao redor do mundo. Confira abaixo as opções de escolas mais procuradas e os principais atrativos de cada uma delas!

ILAC

A International Language Academy of Canada é uma instituição de ensino que aplica três tipos – de curta duração, semi-intensivo e intensivo. Os diferentes tipos de períodos permitem que o estudante passe por uma experiência breve ou longa, de acordo com a preferência pessoal de cada um.

São mais de 75 países mandando seus residentes para serem acolhidos pela ILAC. Os campi possuem estrutura moderna e estão presentes em duas cidades do Canadá, Toronto e Vancouver. Ambas são consideradas duas das melhores cidades do mundo para morar.

EC

Com três intensidades de ensino, a escola leciona por meio de um dos melhores métodos existentes no mercado. O maior diferencial é fornecer cursos voltados para negócios ou mesmo para preparar o intercambista para universidades e exames.

Ao todo, a EC possui escola em 15 países, onde o inglês é o idioma oficial. As instituições estão presentes na Inglaterra, Malta, África do Sul, Canadá e Estados Unidos. Existem três continentes para serem escolhidos. A EC English conta com programas culturais e viagens para agregar ainda mais valor ao repertório de conhecimento.

LAL

A escola LAL conta com uma estrutura diferenciada que combina o ensino com atividades de lazer para jovens e adultos. São três escolas de verão – em Malta, nos Estados Unidos e no Reino Unido. Além destas, existem outras escolas regulares em Boston, Londres, Torbay, Flórida, Cidade do Cabo, Malta e Gozo.

A LAL oferece exercícios online e permite que o estudante utilize seu computador pessoal durante as aulas. Além disso, fornece a oportunidade de conhecer novos lugares, por meio de viagens associadas ao conhecimento e cultura.

Stafford House

O maior diferencial da escola para intercambistas da Stafford House é sua estrutura extremamente moderna, com ambiente climatizado, uma excelente rede de Wi-Fi e quartos de TI. Para aqueles que procuram relaxar enquanto estudam durante os intervalos das aulas, existem cafés e lounge.

Além de gramática, são ministradas formas práticas de conhecimento. Estudar na escola faz com que o aluno desenvolva a fluência em inglês e se sinta seguro na hora de conversar usando o novo idioma.

ILSC

O ILSC Education Group conta com programas educacionais ministrados de maneira dinâmica, o que ajuda na concentração e absorção de conteúdo. O método de ensino conta com diversos programas educacionais incluindo escola de idioma, educação continuada, formação de professores e até treinamento corporativo.

A escola ILSC está presente em quatro países e oito diferentes cidades para o aluno escolher. Todas elas possuem excelentes professores e infraestrutura adequada para o máximo aprendizado. Assim como as demais escolas, possibilita viagens e conhecimento de diferentes culturas.

Inlingua

A escola especializada possui 308 centros de língua, se destacando na quantidade de espaços físicos quando comparada aos seus concorrentes. Esses centros estão espalhados em cinco continentes – Europa, África, Ásia, América do Norte e do Sul, totalizando presença em 34 países.

A escola já formou diversos profissionais capacitados, através de seu método Inlingua de ensino. Conta com uma equipe qualificada e uma estrutura que beneficia ao máximo os estudos. É uma escola para intercambistas moderna, que prioriza a interatividade e procura trabalhar de um jeito divertido.

iTTi

A escola iTTi Vancouver conta com profissionais que irão procurar a melhor conexão entre lares e estudantes, beneficiando tanto o intercambista quanto a família que irá recepcioná-los. Essa seleção da família nativa faz com que o estudante consiga aproveitar ao máximo sua estadia para aprender. Existe durante todo o intercambio o suporte necessário para garantir a satisfação nessa experiência.

Os ambientes são selecionados levando em consideração conforto, através da inspeção da moradia. O estudante terá um quarto confortável e limpo, com acesso ao banheiro e à lavanderia. Existe a possibilidade de optar por dois tipos de refeição, pensão completa ou meia-pensão. Além do mais, tem fácil acesso ao transporte público.

Quest

A Quest é uma escola com intercambistas que já foi premiada pela Languages Canada e pela Aprendizagem Designada (ou DLI), que é inspecionada pelo governo. É possível contratar aulas particulares, onde a atenção é totalmente voltada para o aluno. Estudar na Quest aumenta a preparação do estudante para que tenha bons resultados nas provas aplicadas e para que ele consiga absorver o máximo do ensino.

ISE

A escola ISE Ireland possui uma ótima aceitação dos alunos que já passaram por ela. Além disso, a ISE possui uma boa reputação acadêmica, devido ao seu alto índice de qualidade de ensino. Com um direcionamento personalizado para cada estudante matriculado, o método pode variar de acordo com a origem e costumes do intercambista.

Quer saber mais sobre as escolas? Confira todas os detalhes aqui.

 

BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 2115 2

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

viajar

  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

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  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

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  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e realize seu sonho!

 

5 respostas para as grandes dúvidas de um intercâmbio

Postado por: Sirius/ 467 0

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A simples ideia de fazer um intercâmbio, de imediato, traz uma série de questionamentos que costumam deixar os aspirantes a intercambistas um tanto quanto ansiosos. De fato, a preparação para uma fase da vida tão relevante e de tamanha importância, envolve diretamente a tomada de uma série de decisões.

Para tomá-las de maneira certeira, é preciso explorar mais profundamente questões que à primeira vista parecem básicas, mas que fazem diferença para desenhar a sua trajetória fora do país com mais segurança, confiança e tranquilidade.

Para isso, o importante é você estar orientado e certo de que todas as questões mais importantes para um excelente intercâmbio tenham sido colocadas na mesa e você veja com clareza, qual é a sua verdadeira vontade e reais necessidades.  

 

O que se encaixa como um intercâmbio?

 

De forma geral, um intercâmbio tem como essência promover uma troca de culturas, ou seja, se você for sair do seu país nativo seja para estudar, trabalhar, estudar e trabalhar conjuntamente, fazer um voluntariado ou simplesmente imergir em uma viagem de turismo que lhe permita explorar diferentes hábitos, costumes, idiomas, pessoas e lugares, você está fazendo um intercâmbio.

Portanto, a principal diferença entre uma simples viagem de férias e um intercâmbio, é justamente a questão da imersão. Em suas férias, você está relaxado para explorar o lugar de destino e seus principais pontos turísticos, sem se preocupar profundamente com as demais questões que envolvem um verdadeiro intercâmbio: seu lugar de moradia, sua rotina, sua escola, seu trabalho, a necessidade do aprendizado da língua local e por aí vai. Um intercâmbio vai além.

 

Como é possível fazer um intercâmbio gastando pouco?

 

A questão financeira de um intercâmbio pode ser delicada para uma grande parcela da população, visto que viajar e se manter no exterior exige acima de tudo, planejamento. Sendo assim, essa é uma questão relevante e que impacta o tipo de intercâmbio que você vai ter e o local de destino que ele vai acontecer. Tenha em mente que acima de tudo, um intercâmbio é um investimento. Melhor do que isso, é perceber que o resultado desse investimento é tão precioso e único de pessoa para pessoa, que cada centavo despendido nessa empreitada, é absolutamente recompensador.

Para gastar menos, você tem algumas alternativas. Comece pela questão de sua hospedagem. Morar sozinho é sempre mais caro que dividir quarto com alguém ou morar em uma residência de estudantes, também em quartos compartilhados. Outra alternativa que costuma ser mais acessível, é opção de moradia em casas de famílias, que ainda permitem o convívio bastante próximo com hábitos e costumes locais.

 

A localização de sua moradia também é um ponto relevante no fim das contas. Aproveite que a grande maioria dos países no exterior oferecem um bom sistema de transporte, facilitando o acesso aos principais pontos da cidade e permitindo que você more um pouco mais afastado do centro, que costuma ser sempre mais caro, por ser mais concorrido.

Além disso, cozinhe em casa, caminhe o máximo que puder, evite gastos supérfluos e recorrentes como festas, jantares e viagens caras. Tudo isso fará parte do seu intercâmbio, mas para gastar pouco, você precisa usufruí-los com moderação.

 

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Posso fazer um intercâmbio e ficar por lá?

 

Gostar muito do local em que está e não querer voltar na data estipulada para finalizar o seu intercâmbio não é muito difícil de acontecer. É sempre tão bom que muitos pensam seriamente nessa possibilidade. A questão é: pode ou não pode? De forma direta, sim, é possível, mas tem um porém. A dificuldade para ter êxito e cumprir essa vontade não é nada simples. O nível de dificuldade varia de país para país, mas sempre será necessário comprovar um motivo para a permanência, seja ele por trabalho ou estudo.

Alguns países possuem políticas de imigração menos rígidas e mais flexíveis, como por exemplo a Irlanda, Nova Zelândia, Canadá e Austrália. No entanto, em todo caso será necessário o entendimento completo da situação para superar esse obstáculo e seguir com a sua vontade.

 

 

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Existem opções de intercâmbios para maiores de 30, 40 ou 60 anos?

 

Com exceção de cursos específicos para determinada idade, como por exemplo os intercâmbios teens voltados para adolescentes de até 17 anos, não existe restrição de idade alguma para fazer intercâmbio. Existem várias opções de programas que podem variar com relação ao tempo de duração assim como o perfil dos interessados em vivê-los. Os programas mais recorrentes para interessados maiores de 30 anos são os cursos de idiomas.

Por mais que a duração do curso varie de acordo com as intenções e necessidades de cada um dos intercambistas, normalmente estes cursos são um pouco mais curtos que os cursos de graduação, por exemplo. Neste caso, é importante que o interessado garanta estar matriculado em uma turma compatível com seu nível de fluência e tenha claro quais são as expectativas de cada programa.

 

 

Qual é o destino ideal para um intercâmbio?

 

A definição do destino de um intercâmbio provavelmente seja a mais interessante que um futuro intercambista tem para tomar. Sempre que nos imaginamos passando um tempo fora do Brasil, naturalmente imaginamos o cenário por trás disso tudo. No entanto, a resposta para essa pergunta é o bom e velho “depende”. Tudo depende da língua que você quer aprender, do custo de vida das suas opções e quanto você está disposto a gastar, do nível de rigor das estações mais extremas, como inverno e verão entre outros.

Os países mais procurados continuam sendo Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Estados Unidos. Na contramão, nada impede que você cogite opções menos em evidência que pareçam à primeira vista bastante exóticas, mas que merecem ser consideradas com toda a certeza. É o caso de destinos como Malta, África do Sul, países da América do Sul, Japão, Coréia do Sul, Dubai, Suíça e por aí vai.

No entanto, mesmo que você esteja determinado a escolher um certo país em evidência e que consequentemente tenha um custo de vida maior, a escolha pela cidade pode fazer bastante diferença no seu orçamento. Pense em suas possibilidades e compare.

 

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Esses e outros questionamentos envolvendo um intercâmbio são comuns e o ideal é que você esteja munido de informações e orientado da melhor forma possível, a fim de estar seguro na hora de tomar as decisões mais importantes e ter uma experiência perfeita.

 

Conte com a Travelmate para desenhar o melhor plano para o seu intercâmbio. Clique aqui e fale com um de nossos consultores!

 

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Como escolher entre High School ou Higher Education

Postado por: Tatiana Serbena/ 1246 0

A pergunta “qual é a melhor idade para fazer intercâmbio” costuma rondar a cabeça de muitos pais e estudantes que têm um intercâmbio em vista e estão entre High School ou Higher Education. Pois bem, a melhor resposta para esta dúvida é justamente que não há resposta certa! Escolher fazer um intercâmbio é uma decisão muito pessoal e a hora certa para acontecer vai depender dos objetivos e motivações de cada um.  Por este motivo é tão importante conhecê-los, pois com isso, vem a certeza do momento mais propício do seu intercâmbio acontecer.

high school ou higher education
High School ou Higher Education

 

Antes de conhecer algumas dicas para definir o melhor momento para um intercâmbio, vamos entender as principais diferenças entre High School e Higher Education? De forma breve, High School é uma modalidade de intercâmbio em que o estudante cursa uma parte ou todo o ensino médio no exterior, substituindo o mesmo período de estudos no Brasil com reconhecimento e validação do Ministério da Educação. Já o Higher Education se difere em termos de nível de estudo, pois está relacionado ao Ensino Superior. O intercambista pode optar por fazer um curso que seja voltado mais para as demandas do mercado de trabalho ou optar por um programa essencialmente acadêmico.

Sabendo para que cada um está destinado, vamos ver alguns pontos que devem ser levados em conta na hora de decidir se você vai para o intercâmbio durante o ensino médio ou se vai durante ou após a graduação? Vamos lá.

 

  1. A vontade precisa ser sua

Seja com 15 ou com 20 anos, é preciso que a vontade e consequentemente a decisão de fazer intercâmbio sejam suas. É comum que existam palpites vindo de todos os lados, principalmente dos pais. Porém, por mais que a opinião e o desejo deles contem muito, o desejo de viver, estudar e morar no exterior precisa estar dentro de você.

 

  1. Encontre e defina os seus objetivos

Ter claro o que você busca e o que quer alcançar com um intercâmbio é essencial para o seu sucesso não só quando estiver lá fora, como também quando voltar. Assim, você saberá o momento certo de ir e se é fazendo um High School ou um Higher Education que você vai conseguir o que deseja.

 

  1. Custos

Gastos sempre devem ser planejados. Atente-se ao momento. Na hora de montar um orçamento para a viagem, leve em consideração gastos que vão além das despesas fixas da mensalidade do curso. Considere passagem aérea, acomodação, alimentação, transporte, viagens extras e passeios. Afinal, todo mundo quer conhecer um pouco além dos limites da sua cidade e isso faz bem!

 

  1. Independência

No intercâmbio High School, a vida é um pouco mais regrada, considerando a idade do intercambista. Por ser menor de idade, você não poderá sair fazendo o que quiser por aí. Você pode tirar a melhor parte dos passeios planejados, da companhia constante nas moradias, e do apoio maior e mais constante que acontece com os estudantes High School. O mais comum para esta idade é morar em alojamentos estudantis ou em casas de família. Em contrapartida, aprenderá a lidar com outras questões que já não fazem parte da vida de quem faz intercâmbio Higher Education. O High School é seu primeiro contato com a independência, e traz lições como o aprendizado por meio de diferentes culturas, a flexibilidade, pois você irá morar com pessoas com diferentes hábitos e o amadurecimento em geral. Já no Higher Education, inclusive pela questão da idade, você também irá colher aprendizados como esses, mas com mais liberdade. Entender como cuidar de sua vida sozinho e escolher quais passos você irá seguir na sua vida pessoal e profissional são crescimentos que esse programa proporciona.

 

Conte com a Travelmate para te auxiliar em todo esse processo.

Benefícios trazidos pelo Intercâmbio High School

Postado por: Tatiana Serbena/ 1493 0

A autoconfiança, o aprendizado e a autonomia são alguns dos benefícios trazidos pelo intercâmbio High School. Ir atrás de novas experiências e responsabilidades traz ao jovem estudante um aprendizado bastante construtivo não só no âmbito educacional como também no pessoal. Uma das vantagens mais significativas dos jovens de 14 a 18 anos que se propõem desbravar a aventura de morar em um país estrangeiro é a conquista de um amadurecido mais sólido.

Com o intercâmbio High School, o estudante tem a possibilidade de viver uma valiosa imersão cultural e linguística, que pode ser enriquecida caso o aluno opte por fazer parte de grupos esportivos ou clubes, que são muito comuns nessa fase em países como Estados Unidos e Canadá. Os alunos podem escolher entre escolas públicas, com um custo mais acessível ou escolas em regime semelhante ao de internato, chamadas “Boarding Schools”. Com relação ao ensino no Brasil, não há motivos para se preocupar, pois o intercâmbio no ensino médio não atrasa o ensino médio no Brasil. Portanto, o semestre ou ano escolar realizado no exterior é totalmente validado no Brasil, não sendo necessário cursar o mesmo período quando retornar.

Intercâmbio High School

O aluno que optar pela experiência do intercâmbio no ensino médio, passará por alguns passos básicos, como testes de idioma a fim de avaliar o nivelamento e a elaboração de seu perfil com características pessoais, experiências e interesses, para que a escolha da família anfitriã seja feita de modo personalizado e em consonância com o seu perfil. A duração de um intercâmbio High School pode ser de um semestre acadêmico, o que corresponde a 5 meses de estudo ou de 1 ano letivo, correspondente a 10 meses de estudo. No entanto, mais importante que o tempo de permanência, é o local de destino: o palco onde todo esse universo mágico de descobertas irá acontecer.

Com a Travelmate, é possível escolher entre Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Inglaterra, Nova Zelândia e Suíça. Os mais procurados no High School, assim como para um intercâmbio de qualquer idade continuam sendo Estados Unidos e Canadá. Os dois países contêm grandes opções de destinos e oferecem inúmeras oportunidades de grandes vivências assim como um contato vasto com pessoas das mais distintas nacionalidades.

Confira todos os detalhes do intercâmbio High School da Travelmate clicando aqui. Mergulhe nessa experiência e mude a sua vida com a Travelmate!

Os intercâmbios de Caroline!

Postado por: Marketing Travelmate/ 1556 0

Quem já fez intercâmbio sabe, sempre dá vontade de ir de novo, né? A Caroline Rissi concorda e, por isso, realizou dois intercâmbios pela Travelmate Chapecó! Em 2016 foi à Nova Zelândia, para o famoso High School. Dois anos depois, como presente de aniversário de 18 anos, ganhou um mês de curso de inglês na Cidade do Cabo, com a prima Nathália. Olha o que ela achou:

 

“Um presente que se transformou em uma viagem inesquecível! Ter tido a oportunidade de conhecer uma nova cultura, entender toda a historia e o sofrimento de uma nação com o apartheid, foi com certeza algo que fez com que eu refletisse sobre a vida e entendesse melhor pelo que realmente passaram. Além de conhecer uma nova cultura, ter feito amigos de vários lugares do mundo foi incrível! Fui com o objetivo de aprimorar meu inglês, mas na verdade voltei com uma bagagem MUITO maior, cheia de memórias e aventuras sensacionais e pessoas que fizeram desse 1 mês maravilhoso!!! Além de tudo isso, Cape Town é uma cidade encantadora e cheia de contrastes. A vibe africana não tem igual, as praias, paisagens, a natureza em geral é única, cada lugar com sua beleza particular. Com certeza é um lugar que eu voltaria para conhecer melhor e criar novas memórias e viver mais aventuras que ficarão para sempre na minha vida! Uma experiência maravilhosa, com a melhor companhia de todas e vai deixar saudade!!”

 

Tá esperando o que para fazer o seu? Entre em contato!

  

   

 

 

Como escolher o seu intercâmbio?

Postado por: Tatiana Serbena/ 3155 0

Uma hora chega o momento de decidir: Vou fazer um intercâmbio! Mas por onde começar? Para onde eu vou? O que posso gastar? Veja os principais passos para você escolher o seu intercâmbio.

  • Que idioma você quer aprender?

Antes de mais nada, o principal é saber qual idioma você quer aperfeiçoar e assim decidir o país de seu destino. Existem países que possuem várias línguas, por ser povoado por diversas culturas, como o Canadá, normalmente as pessoas vão até lá para falar inglês, mas caso você queira estudar francês, você terá muita facilidade em encontrar pessoas que falam a língua, principalmente em Montreal e Quebec.

como escolher o seu intercambio

  • Que país quer conhecer?

Talvez a parte mais difícil e a mais legal, escolher o país é uma decisão que vai mudar a sua vida! Sim, é meio radical, mas escolher o país, principalmente para seu primeiro intercâmbio, é escolher o destino onde você vai realizar seu sonho e conhecer lugares que você sempre quis.

Quem nunca sonhou em conhecer o Grand Canyon ou a Torre Eifel. Então, para sua viagem ser perfeita, escolha o lugar do seus sonhos e embarque no avião.

Dica: Se você não possui condições financeiras em escolher o local que você desejaria, alguns lugares são incríveis e ainda você vai sair economizando, como Malta, Canadá, Irlanda e Argentina.

  • Em que cidade quer morar?

Sim, quando você acha que a parte difícil de escolher o país acabou, vem a parte de escolher a cidade, óbvio. Normalmente as cidades mais famosas tem todos os tipos de cursos de intercâmbio, então a escolha também vai ser feita um pouquinho com o coração.

Recomendamos que você escolha uma cidade com vários lugares legais e com muitas atrações (Quase todas são assim, então complica mais um pouco), como Nova York que tem a famosa Estátua da Liberdade ou a Times Square, ou Toronto, que possui uma das maiores torres do mundo e também possui parques de diversão incríveis como o Canadá’s Wonderland.

malta

  • Qual tipo de curso de idioma no exterior quer fazer?

O próximo passo é escolher qual o tipo de programa que você quer fazer. Existem programas para estudar, trabalhar ou fazer ambos. Clique neles para saber mais informações.

Estudar:

Trabalhar:

Ambos:

high school

 

  • Quanto tempo estudar no exterior?

O tempo que você vai ficar no exterior é influenciado por várias coisas, como o tipo de curso escolhido e a sua condição financeira.

Outro fator importante é o seu tempo disponível, normalmente as pessoas que trabalham fazem um intercâmbio de 4 semanas, já as pessoas que apenas estudam têm a disponibilidade das férias do fim de ano, podendo chegar até 3 meses.

Dependendo do curso, você pode fazer um intercâmbio com até 2 anos de duração.

  • Onde ficar durante o intercâmbio?

Também dependendo do seu destino e o tempo, saber escolher onde ficar no intercâmbio é muito importante.

Se for ficar entre 4 e 12 semanas recomendamos ficar em uma casa de família, além de você treinar seu inglês com as pessoas da casa, você também pode optar por fazer as refeições na própria casa, assim dedicando seu tempo inteiro ao estudo e em conhecer os lugares da sua cidade, e o melhor, é o mais econômico.

Outra opção de moradia é a residência estudantil, que na maioria oferece quarto individual. Banheiro e cozinha são coletivos. Pode ficar dentro da escola/universidade ou em prédios (geralmente) próximos ao local de estudo.

Se for ficar mais de 6 meses, você provavelmente (depende das regras do país) poderá trabalhar, sendo assim fica mais fácil para alugar uma casa.

intercambio

  • Entrar em contato com a melhor agência de todas

Você pode resolver todos esses passos sozinhos, mas caso queira alguma ajuda pode saber que a Travelmate vai te auxiliar do começo ao fim. Para entrar em contato clique aqui e converse com nossos representantes.

Quer conhecer alguns pacotes de intercâmbio? Clique aqui

Depois de tudo resolvido, basta pegar sua bagagem e partiu viajar!

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Malu Tulio – Último post!

Postado por: Marketing Travelmate/ 1198 0

Como tudo que é bom dura pouco, o intercâmbio da Malu chegou ao fim :'(  Mas o lado bom é reencontrar a família e dormir na nossa própria cama, né 😀

A Malu mostrou o último dia dela em Denver e sua volta pra casa!

 

A Travelmate espera que todos tenham gostado de acompanhar a aventura de nossa intercambista, sentiremos saudades dos seus vídeos, Malu!

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Malu Tulio – High School EUA

Postado por: Marketing Travelmate/ 1472 0

Sempre teve curiosidade em saber como é a vida de um intercambista? A Malu fez um tour pela escola e pela casa para a gente acompanhar de pertinho a experiência dela! Olhá só:

 

 

 

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Antonia Furlanetto – High School

Postado por: Marketing Travelmate/ 1217 0

A Antonia está em Ottawa, no Canadá. Com a ajuda da Gabriela, da TM Chapecó, ela está realizando o sonho de fazer High School no exterior!

“Oi, meu nome é Antonia! Estou fazendo intercâmbio em Ottawa, no Canadá, e tem sido uma experiência incrível! Cheguei aqui a uma mês e meio, e desde o início minha família tem sido muito acolhedora, assim como o pessoal da escola, que diferente do que eu estava pensando, sempre estão fazendo eu me sentir bem no colégio. Eles também são bem abertos a novos relacionamentos, mas quem precisou dar o primeiro passo e ir falar com eles fui eu (confesso que foi um pouco difícil)!

Por mais que todo mundo fale que não seja bom sair com brasileiros durante o intercâmbio, tenho saído bastante com eles, e não vejo que isso tenha prejudicado meu inglês. A maioria da galera é de Curitiba, e os conheci no início do intercâmbio mesmo. São pessoas muito legais, e espero continuar a amizade depois da viagem.

Minha família é composta por uma mãe, um pai e outra intercambista italiana. Eles são maravilhosos, e sempre proporcionam coisas que sabem que eu gosto. Sempre gostei muito de culinária, meus hosts sempre pedem pra eu cozinhar algo do Brasil, e isso é muito legal! Eles amaram brigadeiro, minha host já comprou leite condensado umas três pra eu fazer de novo pra ela.

Meu primeiro dia na escola foi um pouco difícil, porque não conhecia ninguém, mas aos poucos foi melhorando. Minha aula começa 9:05 e termina 15:15. Sobre as disciplinas, tô tendo que fazer matemática, química e inglês pra poder validar no Brasil, e a quarta, que eu pude escolher, é fitness class (gosto muito, mas tô sempre morta no fim do dia ahaha).

Nesse último fim de semana fui na casa de uma amiga canadense com mais outras duas amigas (canadense e espanhola) esculpir abóbora, pois está chegando o halloween e eles levam muito a sério aqui (mal posso esperar pelo dia 31)!

Sou muito grata a minha família por ter me proporcionado essa experiência incrível, assim como à equipe da travel, que foi maravilhosa em todos os momentos!”

 

Rafaella Firmino - High School

Rafaella Firmino – High School

Postado por: Marketing Travelmate/ 947 0

A Rafaella Firmino embarcou na aventura dela para fazer High School em Abbotsford, no Canadá, com a assessoria da Gisele, da TM Campinas! Olha o que ela achou da experiência:

 

“Quando decidi fazer intercâmbio, sabia que seria uma experiência incerta: não sabia como seria recebida, se faria amigos ou se conseguiria viver em um lugar desconhecido por 6 meses, no meu caso, o Canadá.

Assim que eu cheguei, fui acolhida pela minha hostfamily muito bem, mas mesmo assim, principalmente na primeira semana, foi muito difícil ficar longe da minha vida no Brasil. Tudo melhorou assim que comecei a rotina de escola e adaptação com o high school – que é um tanto quanto diferente do Brasil. Fiz amizades com canadenses, pessoas de diferentes lugares e até com professores. A partir dai, fui me apaixonando cada vez mais pela minha nova vida.

O que mais me ajudou a adaptar àquela experiência, foi a minha hostfamily que, mesmo depois de quase dois anos que eu voltei, se tornou muito mais, hoje eles são parte da minha família, e eu, da deles. Ou seja, além de melhorar meu inglês, conhecer lugares maravilhosos e fazer amizades com pessoas ao redor do mundo, ganhei uma segunda família, que levarei para sempre comigo.”

 

  

 

 

 

 

Malu Tulio High School #5

Postado por: Tatiana Serbena/ 1052 0

Esse post é para quem gosta de saber cada detalhe sobre a vida e cultura nos EUA.  O primeiro vídeo é sobre Halloween, uma das datas mais comemoradas no país, e a Malu conta todos os detalhes sobre como foi o seu dia das bruxas. Mas não é só isso! Ela também visitou o Monte Rushmore, um dos pontos turísticos mais tradicionais dos Estados Unidos :O

 

Já no segundo vídeo, as Malus falaram sobre algo que sempre deixa os futuros intercambistas preocupados: o inglês.

 

 

Gostou? Não esquece de conferir os outros vídeos dela!

Malu responde!

Postado por: Tatiana Serbena/ 989 0

A Malu está mostrando tuuudo sobre o intercâmbio dela e nós estamos amando! Mas quanto mais ela mostra, mais a gente quer saber, né?  Ela sempre recebe várias dúvidas e resolveu fazer um vídeo super divertido respondendo algumas delas, por isso, fizemos este post especial! Desde agência de intercâmbio, pré-viagem, comida e amigos, a Malu falou um pouquinho sobre tudo! Tá esperando o que para assistir?

 

Malu Tulio – High School #4

Postado por: Tatiana Serbena/ 957 0

Depois de ir ao restaurante brasileiro e ir ao Homecoming da escola, agora sim nossa Malu virou oficialmente uma intercambista de High School!

 

Na escola da Malu rolou o homecoming e a espirit week, que é uma semana com várias atividades diferentes!  Para saber o que rolou você precisa assistir esse vídeo!

 

 

Esse momento é sempre muito importante na vida de um intercambista Ir a um restaurante brasileiro! Coxinha, guaraná (entre outras comidinhas que só os brasileiros tem) são o que dá mais saudade! Viajar é a melhor coisa do mundo, mas nossa comida também é sensacional, né? Olha a felicidade da Malu!

 

Malu Tulio – High School #3

Postado por: Tatiana Serbena/ 968 0

Um dos vídeos de hoje tem um tema bem diferente e divertido!  Como nem tudo são flores, a Malu vai falar sobre os micos que ela já passou no intercâmbio até agora, você vai morrer de rir! Se as viagens sempre fossem perfeitas a gente não teria histórias pra contar, né?

 

 

E agora uma novidade: as aulas da Malu já começaram! Ela fez um vídeo só sobre a escola, contou tudo sobre o primeiro dia, as matérias que ela tem e como está sendo para fazer amigos. Ela também fez um tour pra gente mostrando todas as salas e corredores, e parece que ela está em um cenário de filme adolescente, é muuito legal!

 

 

Malu Tulio – High School #2

Postado por: Tatiana Serbena/ 941 0

A Malu já está em solo americano! Antes de seu destino final, ela foi pra Orlando receber a orientação pré intercâmbio junto com os outros intercambistas! Dá uma olhada em como foi:

 

 

E agora começa a nova fase da vida da Malu! Finalmente chegou o grande dia e ela já está com a sua host family em Denver! Mas e agora? Esse é o momento que “a ficha cai” você percebe que finalmente começou a viver seu intercâmbio! Cidade, família, escola, idioma… É tudo novo, e quem já fez intercâmbio sabe como é difícil se acostumar com a nova rotina. Com a Malu não foi diferente, mas deu tudo certo! Olha como foram os primeiros dias dela:

 

Não falamos que ela ia contar cada detalhe? Esses vídeos só dão vontade de assistir mais! Inscreva-se no canal dela para acompanhar tuudo!

Se você perdeu o primeiro post da Malu contando sobre os preparativos pré-viagem, dá uma olhada aqui

Malu Tulio – High School

Postado por: Tatiana Serbena/ 972 0

High school no exterior é o desejo da maioria dos adolescentes. Afinal, quem não quer ir estudar fora e se sentir em um filme?Longe dos pais, praticando inglês, conhecendo muita gente nova e vivendo como um nativo do país… Tem tudo para ser inesquecível. Os Estados Unidos costumam ser o destino mais procurado por quem quer esse tipo de intercâmbio, e quem vai não quer mais voltar!

 

A Maria Luiza conseguiu realizar esse sonho e está muito feliz! Ela vai embarcar numa aventura para Denver, no Colorado, e criou um canal para registrar tudo, e nós já adoramos desde o primeiro vídeo!

O primeiro é uma apresentação para todos conhecerem nossa Malu. Ela conta porque quis ir e um pouquinho sobre a pré-viagem, só para deixar todo mundo curioso!

 

No segundo, ela mostra a viagem de ida, os embarques e o momento de chegada. Dá vontade de ir junto, né?

 

 

E aí, quem ficou curioso para saber como estão sendo os primeiros dias dela? Fiquem de olho no canal dela!

Isabelle Lehmkuhl – High School

Postado por: Tatiana Serbena/ 987 0

Tem intercambista nova na área! A Isabelle Lehmkuhl tem um blog onde ela fala sobre vários assuntos, inclusive seu intercâmbio. Como nós adoramos ouvir o que os viajantes tem a contar, vamos compartilhar aqui os textos da Isa.

Ela vai passar seis meses em Saint Stephen, no Canadá, uma cidadezinha pequena e aconchegante, daquelas de filme! Ela chegou há pouco tempo mas já tem muita coisa pra mostrar! Olhá só:

 

Viagem e primeiras impressões

 

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“Finalmente.

A todos que tem esperado uma postagem falando sobre como está sendo aqui no Canadá, minhas sinceras desculpas. Hoje faz exatamente duas semanas que eu cheguei e só agora que consegui um tempinho pra escrever. Eu andei ocupada e, quando não estava fazendo alguma coisa, estava cansada demais para escrever… Mas tenho muitas coisas para contar para vocês, desde o dia primeiro de setembro, quando sai de Curitiba, até hoje, muito aconteceu!
Pois então vamos lá!

CURITIBA – SAINT STEPHEN
Dia primeiro de setembro eu e mais algumas pessoas partirmos para o Canadá (a maioria de nós para New Brunswick). Essa longa viagem começou “cedo”. 8h50am eu tinha que estar no aeroporto para fazer check-in e despachar a minha mala para, as 11h50am, pegar meu voo para Guarulhos. Me despedi da minha família sem choro, só com o sentimento de que eu estava fazendo o melhor pra mim e para o meu futuro (se bem que eu quase chorei quando fui me despedir do meu irmão. Quase!).
Eu e mais cinco pessoas saímos de Curitiba e fomos para Guarulhos. Lá, uma pessoa representando nossa agência estava nos esperando e nos ajudou com tudo o que precisávamos. Almoçamos e algumas outras pessoas que iriam para o Canadá conosco foram chegando. No total fomos em um grupo de 11 pessoas. Após muito tempo no aeroporto finalmente fomos para o embarque do nosso voo de Guarulhos para Toronto, que saiu 20h05pm. Passamos pela polícia federal e fomos para o nosso portão, “um pouco” ansiosos e nervosos para ir. Alguns de nós ficaram sentados juntos durante o voo de 10 horas e 30 minutos, alguns não. Eu fiquei sentada do lado de um americano e, assim que eu entrei e fui me sentar, ele já me perguntou algo. Em inglês. Gaguejei mas respondi. Eu não estava preparada para falar inglês ainda! O meu psicológico só estava preparado para falar inglês quando chegássemos em Toronto e olha lá! Mas ele não parava de falar, perguntar coisas… e, em algum momento, meu nervosismo de falar inglês e errar alguma coisa passou. Tenho muito para agradecer aquele senhor que ocupou todo o apoio de braço pois, quando eu cheguei em Toronto e tive que falar em inglês na imigração e com as pessoas do aeroporto, eu não poderia estar mais tranquila.
Durante a viagem eu consegui dormir umas 3 horas. Dormia 10 minutos e acordava com dor em algum lugar. Trocava de posição, dormia por mais 10 minutos e acordava com dor em algum lugar e por aí foram as 10 quase 11 longas horas. Antes de entrar no avião conversei com meus colegas intercambistas e eles disseram que a comida do avião era muito ruim. Poxa. Eu esperava comer algo gostoso para compensar todo o tempo que passaria esmagada em uma pequena cadeira (que, no final, não era tão pequena assim, minhas pernas ficaram só um pouco espremidas)!
Acabou que, de jantar comi carne com arroz e alguns legumes, salada, pão e um pudim de chocolate de sobremesa. De café da manhã comi panquecas, pão e algumas frutas. E tudo estava muito gostoso!
Após chegarmos em Toronto (por volta de 05h40am do horário de lá), passarmos por um milhão de lugares aonde verificaram nossos documentos e essas coisas, cada um foi para o seu lado e eu fiquei novamente com um pequeno grupo de pessoas que também iriam para meu próximo destino, Fredericton. O avião que ia para lá saia de Toronto 8h15am. Chegamos em Fredericton por volta de 11h20. Várias famílias estavam lá, com balões e plaquinhas, esperando ansiosamente os novos integrantes de suas famílias. Mas adivinha? A minha não estava. Eu procurei e procurei e não via nenhum deles. Fui procurar uma tomada para carregar meu celular, que estava sem bateria, para ver se eles tinham mandado alguma mensagem, porém, nenhuma mensagem. O host dad de uma das garotas que veio comigo de Curitiba me chamou e conversamos um pouco, ele perguntou aonde estava a minha família e eu disse que não sabia. E aí, tcharam, eles chegaram! Foi tão engraçado, eu já estava um pouco nervosa e, assim que os vi, apontei para eles e dei um grito! O meu host brother estava segurando uma plaquinha que dizia “Welcome Isabelle”. Eu não poderia ter amado mais! Saímos do aeroporto e fomos almoçar em um restaurante japonês. Após isso passamos em algumas lojas e partimos para mais uma viagem, que durou cerca de 1h30, para a cidade que agora é a minha casa, Saint Stephen.

FAMÍLIA, CASA, CIDADE.
No dia que eu cheguei em Saint Stephen, uma sexta, uma festa de despedida ia acontecer na minha casa. Uma estudante da universidade morou na casa da minha host family por volta de 2 anos e iria embora no domingo. Fizemos uma fogueira, compramos muitos doces e salgadinhos, veio bastante gente. Conversei com varias pessoas e, surpreendentemente, consegui aproveitar a festa até por volta da meia noite.
Eu fiquei surpresa quando cheguei na casa, era enorme, mas também me senti em casa. Crianças correndo, brinquedos espalhados, risadas. Mesmo sendo tao longe, e bem parecida com a minha casa e família do Brasil. Eu tenho uma cama de casal e um closet, meu quarto também é o único no primeiro andar. Acordo com uma linda vista e quase todos os dias desde que cheguei aqui foram ensolarados. A cidade e pequena e aconchegante, toda vez que saímos de casa encontramos algum conhecido. Uma coisa que achei diferente é que, sabe aquela coisa chamada de faixa de pedestres? Pois é, os carros param para os pedestres passarem. E, nas ruas principais, em quase todos os semáforos, tem aqueles botões que o pedestre aperta para avisar que quer atravessar a rua. E normalmente o sinal abre para você no segundo em que você aperta!
No meu primeiro final de semana aqui fizemos uma pequena viagem para uma cidade vizinha, Saint Andrews. Cidade praiana e turistica daquelas que você compra uma camiseta para o parente que diz “Estive em Saint Andrews e lembrei de você!”. Comi um famosa prato pela primeira vez, fish & chips e adorei. Muitas descobertas aconteceram durante esse meu curto período aqui e muitas ainda estão por vir.

COLÉGIO
Minhas aulas começaram dia 7 de setembro, uma quarta. Porém, no dia anterior, eu e todos os outros intercambistas fomos para o colégio para uma orientação. Além de mim, tem mais 7 estudantes brasileiros. Alguns da Alemanha, Espanha, México e Turquia. Todos são muito legais, todos passando pela mesma experiência. No primeiro dia eu recebi meu horário de aulas e fiquei surpresa. Nada de matemática, nada de história, nada de biologia, química, física, geografia… Só tinham as aulas “legais”. Como preciso fazer algumas matérias para validar minhas notas quando voltar para o Brasil, tive que mudar todas as matérias. Meu horário ficou assim: na primeira aula eu tenho culinária, na segunda história, na terceira tenho literatura, na quarta biologia, na quinta aula todos os alunos tem uma aula “livre” na qual ficamos em uma sala e fazemos os deveres de casa ou estudamos para alguma prova. Eu tenho essas mesmas aulas todos os dias da semana. Tenho que admitir que achei essa estrutura bem melhor do que a que a que eu sempre estudei no Brasil. Nós temos aqui uma relação bem mais conectada com o professor e também temos tempo para fazer trabalhos e coisas do tipo nas aulas, por termos várias. Minhas aulas começam 8h20am e terminam 15hpm. Passo a maior parte do meu dia lá e, sinceramente, não acho ruim, muito pelo contrário. Não é um ambiente sufocante igual ao qual eu estava acostumada no meu curso pre vestibular. É confortável, amigável e aconchegante. <3″

 

Gostou? O blog dela tá cheio de outros legais, é só acompanhar!

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