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Estudar e trabalhar na Nova Zelândia - Tudo o que você precisa saber

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 24 0

Se você tem espírito aventureiro, gosta de contato com a natureza e não abre mão de um ensino de qualidade, você já deve considerar conhecer a Nova Zelândia. Mas, se você se identificou com tudo isso e nunca pensou nessa possibilidade, talvez esteja na hora de dar um pouco mais de atenção para o país que hospeda a “capital mundial da aventura”.

No artigo de hoje, separamos as principais informações que você precisa saber sobre o país.

Nova Zelândia: muito além da natureza e dos esportes radicais 

 

Dividida em duas grandes ilhas na Oceania, a Nova Zelândia é um dos países com a natureza mais surpreendente do mundo. As paisagens são realmente estonteantes de tão bonitas. Não é à toa que existe até um festival de contemplação à natureza: o Powerco Taranaki Garden Spectacular, um dos festivais mais tradicionais desse gênero, acontece por lá.

A fama dos esportes radicais se deve pelo fato de o bungee jumping ter sido oficialmente inventado por um neozelandês. Só que esse não é o único motivo!  A prática de descidas em corredeiras e escaladas nas montanhas glaciais contribuem para tornar o país no local ideal para quem gosta de aventura. Também há possibilidade de praticar esportes aquáticos e adrenalizar por trilhas em matas fechadas espalhadas pelos parques nacionais.

Além dos esportes radicais e de toda a sua riqueza cultural e natural, o país é o 2º colocado no ranking de países mais seguros do mundo. Esses dados são referentes ao relatório Global Peace Index 2020. Ou seja, é possível deixar suas coisas na areia e dar um mergulho na praia, aproveitar a balada e voltar a pé de madrugada, tudo com muita tranquilidade e total segurança.

E ainda tem mais: em relação à educação, o destino também é muito atrativo. Os cursos oferecidos são reconhecidos internacionalmente e possuem uma altíssima qualidade. Inclusive, a Universidade de Auckland está entre as 100 melhores do mundo de acordo com o QS World University Rankings 2020, e, claro, isso a torna a melhor do país.

Com tantas vantagens assim, é de se imaginar que a maioria dos estudantes intercambistas tenha a intenção de estender sua permanência ou até ficar por tempo indeterminado na Nova Zelândia, até mesmo porque o processo de renovação de visto é facilitado quando o aluno já está estudando e trabalhando legalmente por lá.

Então, se você curte momentos de adrenalina e está afim de fazer um curso no exterior, estudar e trabalhar na Nova Zelândia certamente é uma ótima opção.

Vem com a gente saber mais sobre esse país encantador.

 

Língua oficial 

A língua oficial é o inglês, que, inclusive, tem um sotaque bem característico. Porém, o idioma Maori é considerado um tesouro nacional e cerca de 23% dos neozelandeses falam a língua.

 

Economia

A economia da Nova Zelândia se destaca por seu planejamento e estabilidade. Parte importante está concentrada nas exportações, principalmente de ouro, carvão, areia, ferro, petróleo bruto e gás natural. Por se preocupar com os impactos dessas produções, o país investe muito em pesquisas na área de sustentabilidade.

O turismo, é claro, é outro setor que movimenta muito a economia local, mas o grande destaque é justamente o turismo educacional. Por lá, é possível encontrar cursos de idiomas, profissionalizantes, de graduação, pós-graduação, mestrado e até mesmo oportunidades direcionadas à pesquisas.

A moeda local é dólar neozelandês (NZD). O salário na Nova Zelândia – assim como na maioria dos países –  é pago por hora, e o valor mínimo é de NZ$ 17,70.

 

Clima 

O tempo no país pode mudar rapidamente, por isso, é preciso estar preparado para tudo! Costuma-se dizer que, por lá, é possível experimentar todas as estações do no em único dia!

O extremo norte tem clima subtropical durante o verão, enquanto as áreas alpinas no interior da ilha sul podem chegar ao frio de -10°C durante o inverno. Porém, a maior parte do país fica próximo à costa, o que significa que as temperaturas são amenas durante o ano inteiro. Mesmo no verão as temperaturas não costumam subir muito, ficando em torno de 25 graus, mas, eventualmente, os termômetros podem subir um pouco mais.

 

Cultura Neozelandesa

 

A cultura da Nova Zelândia tem origens europeias, mas também possui características bem distintas, que são uma evolução da cultura indígena Maori. O povo é conhecido por sua receptividade, educação e bom humor. Uma das principais características herdadas desse povo é o amor pela natureza. Ah! Eles também valorizam muito os bons momentos entre amigos e familiares.

O esporte referência no país é o rugby. Aliás, assim como os brasileiros são amantes do futebol, o mesmo acontece com os neozelandeses com esse esporte. Inclusive, a seleção de rugby, All Blacks, já conquistou diversos campeonatos importantes na modalidade.

Outra particularidade da cultura neozelandesa é o quanto levam a sério o trabalho. Eles acreditam que todo o esforço dedicado para alavancar a carreira profissional é uma virtude e deve passar de geração para geração.

Com isso, fica mais fácil entender porque um país que investe em educação e valoriza o trabalho é uma excelente opção para estudar e trabalhar, não é mesmo? E, como “bônus”, ainda oferece paisagens exuberantes de encher os olhos – e a alma.

 

E como é possível estudar e trabalhar na Nova Zelândia? 

Isso é possível através de um intercâmbio que conceda a permissão de trabalho. Para isso, o curso escolhido precisa ter uma duração mínima de 14 semanas. Dessa forma, o aluno terá permissão para trabalhar 20 horas semanais enquanto estuda. O trabalho ou estágio pode ou não ser remunerado, e a remuneração varia conforme a atividade e o nível de inglês do intercambista.

A educação neozelandesa recebe muitos investimentos e é muito valorizada, por isso, a qualidade de ensino acaba sendo um grande destaque do país. Há várias opções de cursos de inglês dentro de excelentes universidades. Há também a possibilidade de fazer diversos cursos profissionalizantes, como curso técnico em engenharia mecânica ou civil, ou especialização em marketing digital, por exemplo.

 

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia

As regras da imigração exigem que estudantes estrangeiros que pretendam trabalhar no país tenham o visto de estudante. Para isso, é necessário estar matriculado em uma instituição classificada na categoria 1 do New Zealand Qualifications Authority (NZQA), o que configura um ensino de qualidade.

Diferente de outros países, só é possível trabalhar em período integral durante as férias aqueles que estiverem matriculados em cursos com duração superior a 12 meses.

Para aplicação do visto é necessário:

  • Passaporte (com validade de, no mínimo, três meses após a data de saída da Nova Zelândia)
  • Uma foto recente (3×4)
  • Formulário online para Visto para Estudante
  • Autorização Eletrônica de Viagem (NZeTA)
  • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco
  • Comprovação de matrícula na instituição
  • Pagamento integral do curso
  • Garantia de acomodação com endereço de onde o aluno vai ficar hospedado
  • 6 extratos bancários de seis meses anteriores à aplicação do visto que comprovem NZD 1,250 para cada mês de permanência no país
  • Imposto de renda e holerite
  • Garantia de seguro saúde/viagem
  • Comprovante de pagamento da taxa de conservação e turismo (IVL)
  • Cópia da passagem aérea (ida e volta) ou print da reserva

Para cursos com mais de 6 meses de duração, é necessário realizar um exame médico, que deve ser emitido por um médico credenciado pela Imigração da Nova Zelândia

 

Quais são as opções de cidades para estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

 

Wellington

 

Wellington é a capital do país. É uma cidade muito charmosa localizada ao sul de North Island e é uma capital cheia de estilo com tudo o que você precisa. Os neozelandeses a chamam de Windy Wellington, ou, a “Wellington dos ventos”. Conhecida por suas colinas verdes, é uma cidade rica em cultura, gastronomia, diversão e arte, tanto que seus museus são famosos no mundo todo.

A capital é cheia de bares, cafés e restaurantes, o que já aumenta a probabilidade de conseguir um emprego, já que a maioria dos brasileiros trabalha nesse tipo de lugar.

Há também muitos locais que vendem cervejas artesanais. Inclusive, todos os anos acontece o famoso festival Beervana, que reúne alguns dos melhores mestres cervejeiros do país. A Cuba Street, por exemplo, é um reduto bem boêmio cheio de estabelecimentos coloridos. Lá circulam muitos jovens, hipster e artistas, e, na rua, é possível encontrar músicos andarilhos, shows de teatro ou até performances com fogo. É ali também que está a Bucket Fountain, um dos cartões postais da cidade.

A beira-mar é um local que vale a pena conhecer. É o lugar em que os intercambistas se misturam com os moradores locais. É muito comum ver pessoas andando de skate, pedalando ou simplesmente curtindo uma praia. Lá também é possível fazer um passeio no histórico bonde de Wellington. Com seu vermelho vivo, é um ícone da capital, que parte de Lambton Quay e sobe até Kelburn, onde se pode visitar o Cable Car Museum — o museu do bonde, no Space Place do Carter Observatory.

 

Auckland

 

É a maior cidade da Nova Zelândia. Embora Wellington seja a capital neozelandesa, Auckland é o principal centro financeiro e econômico. Foi fundada em 1840, e foi a capital do país até 1865.

Auckland é atravessada pela Volcanic Field, uma região onde ficam cerca de 50 vulcões. Estes assumem a forma de cones, lagos, lagoas, ilhas e depressões, e têm produzido várias correntes de lava extensivas.

A cidade conta com uma ampla área verde. Em Auckland, você vai encontrar muita diversidade cultural, boas opções relacionadas a esportes, culinárias e viagens. Sem contar que a cidade foi eleita várias vezes uma das melhores em qualidade de vida do mundo. Desse modos, o grupos étnicos de todos os cantos do mundo a tornam a cidade mais cosmopolita do país.

Auckland também é conhecida por Cidade das Velas, porque este esporte é praticado por todos os lados da cidade, que é cercada de praias e com ventos favoráveis a quem deseja velejar.

Queenstown

 

Está situada na Ilha do Sul e fica às margens de um lago cristalino cercado de montanhas. Na cidade calma, vê-se poucos carros e várias ruas para pedestres lotadas de pequenas lojas de recordações. Ela ficou mundialmente conhecida como capital mundial dos esportes radicais.

Lá, é possível fazer passeios de barco pelo lago e parar numa típica fazenda de ovelhas. Ou saltar de bungee jumping, skydiving, praticar ski, fazer rafting, se aventurar por safáris em meio às montanhas ou praticar mountain biking. Ou seja, Queenstown é um prato cheio para quem gosta de todos os tipos de adrenalina. Em alguns pontos da cidade, também é possível observar um famoso conjunto de montanhas, conhecido como “The Remarkables”.

A região de Queenstown é um local com uma concentração maior de brasileiros que o restante da Nova Zelândia, e a maioria trabalha em áreas como hotelaria, construção e prestação de serviços.

As festas são outra grande atração turística, com várias casas noturnas espalhadas pelo centro da cidade, como a Winnies, Cowboys, Ice Bar, entre outros.

Christchurch

 

estudar e trabalhar na nova zelândia

É um dos destinos mais procurados na Nova Zelândia. Foi colonizada pela Inglaterra e até hoje tem o charme e um pouco da cultura inglesa.

Christchurch tem diversos parques e várias reservas naturais, além de ser conhecida como a “Cidade Jardim”. As pessoas gostam tanto de jardinagem na cidade, que realizam competições entre os bairros para eleger as ruas, residências e até as fábricas mais floridas.

Além disso, possui praias encantadoras de água cristalina e com um swell perfeito para surfar. Contrapondo a isso, há fácil acesso a estações de esqui.  O Trem Tranz Alpino é considerado um dos mais espetaculares passeios de trem no mundo, e sai de Christchurch em direção à costa oeste da Ilha Sul. Isso tudo pode tornar a experiência de intercâmbio em Christchurch ainda mais inesquecível.

Contudo, a cidade conta também com ótimas opções de instituições de ensino, o que torna o lugar uma excelente alternativa para quem pretende estudar e trabalhar na Nova Zelândia. É possível fazer um curso de inglês, profissionalizante, uma graduação ou até mesmo uma pós-graduação.

 

Tauranga

 

Tauranga: uma opção para estudar e tranalhar na Nova Zelândia

 

Tauranga é a cidade mais populosa da região de Bay of Plenty da Ilha Norte na Nova Zelândia. Para os amantes de esportes aquáticos, é um destino inesquecível. Com suas praias paradisíacas, encanta qualquer pessoa.  A cidade fica distante 15 minutos de carro de um dos lugares mais incríveis da Nova Zelândia, o  Monte Maunganui. Indo até lá, você encontra um camping e o “Hot Salt Water Pool”, um local cheio de piscinas de águas quentes e salinas.

Para quem curte dias ensolarados, Tauranga é o local perfeito: são 2400 horas de sol por ano.

Lá também fica um centro comercial muito conhecido, cheio de lojas, bares, restaurantes e cafés, o que a torna um destino muito interessante para o intercâmbio. Tauranga também ficou famosa por conta das trilogias Senhor dos Anéis e Hobbit, uma vez que que serviu de locação para as filmagens.

Como encontrar um emprego na Nova Zelândia 

Assim como em qualquer lugar, encontrar um emprego na Nova Zelândia depende da força de vontade de cada um. Para começar, você pode visitar sites especializados em vagas de emprego. Já existem, inclusive, alguns mais direcionados para estrangeiros, como os sites workhere.co.nz e workingin-newzealand.com. Normalmente, as vagas anunciadas nesses sites são feitas por empregadores que já estão acostumados a contratar estudantes de outros países. No site Careers New Zealand, você também pode acessar uma lista completa com as principais agências de emprego do país.

É claro que criar uma rede de contatos e perguntar sobre as possibilidades é outra excelente maneira de encontrar um emprego. Quando você iniciar os estudos, é válido conversar com seus colegas. Se eles estiverem lá há mais tempo que você, podem ter indicações de lugares que estejam contratando, e, caso recém estejam chegando, assim como você, podem compartilhar essa busca por uma oportunidade. Assim, ao menos você já estará construindo novas amizades.

Principais vagas de emprego 

 

 

Quem vai estudar e trabalhar na Nova Zelândia costuma ocupar vagas mais operacionais. Elas variam de acordo com o nível de inglês do candidato. Muitas vezes, os estudantes começam em funções que não exijam tanto contato com o público, enquanto ainda não estão familiarizados com o idioma. Conforme isso vai melhorando, conseguem vagas com maior contato, o que já ajuda muito a melhorar o inglês.

Portanto, enquanto estiver em busca de um emprego, permita-se viver novas experiências e não tenha medo de fazer algo que você jamais imaginou. O objetivo do intercâmbio é justamente esse: sair da zona de conforto. Tudo vira aprendizado e, com certeza, essas experiências vão agregar muitos valores em sua vida.

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Irlanda

 

A experiência de estudar e trabalhar na Nova Zelândia proporciona convívio com pessoas locais e, também, de diversos outros países. Portannto, essa imersão em outra cultura é uma vivência que todos deveriam ter ao menos uma vez na vida.

O Study&Work, da TravelMATE, é o programa de intercâmbio ideal para quem busca unir estudo e a possibilidade de ter um emprego e se manter no país.

Então, se você se identificou com todas as maravilhas que a Nova Zelândia oferece, entre em contato conosco! Nossos consultores terão o maior prazer em te explicar ainda mais sobre esse lugar encantador.

 

Bora viver momentos incríveis?

 

Você também pode gostar de ler sobre estudar e trabalhar: 

Na Austrália 

No Canadá 

Na Irlanda 

 

5 dicas para desemvolver soft skills no intercâmbio

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver através do Intercâmbio

Muito se fala sobre capacitação e qualificação através da Educação: graduação, pós, certificações, cursos de idiomas, treinamentos técnicos. Quanto mais gabaritado e atualizado for o indivíduo, melhor colocado e valorizado ele estará no mercado de trabalho. Porém, atualmente muito se fala sobre outras habilidades, as Soft Skills 

Mais recentemente, os profissionais de RH têm voltado sua atenção a qualidades que não necessariamente podem ser treinadas ou ensinadas. Adaptabilidade, resiliência, empatia, ‘accountability’ são alguns exemplos do que hoje em dia fazem parte do que se convencionou chamar Soft Skills, ou em tradução livre, ‘Habilidades Intangíveis’. Há quem defina estas habilidades como interpessoais ou mesmo comportamentais. 

Estas qualidades, mais subjetivas, não podem ser transmitidas concretamente através de uma receita (como num curso “Como ser flexível”, por exemplo) mas podem sim ser desenvolvidas ao longo do tempo

Veja a seguir alguns exemplos de como uma experiência internacional pode ajudar a desenvolver tais habilidades. 

1 – High School

O fato de um estudante adolescente ter a iniciativa de fazer uma parte do Ensino Médio no exterior já é, em si, um forte indício de curiosidade aguçada, desprendimento e interesse pelo que é novo.  Ao longo dessa experiência, o jovem é constantemente motivado a fazer novas amizades, aprender a superar uma eventual timidez, lidar com o que lhe parece estranho, desenvolver autonomia e a tomar decisões por conta própria sem estar diretamente monitorado pelos pais.  Contudo, o momento em que este tipo de intercâmbio acontece, geralmente entre os 15 e os 17 anos, contribui em muito para a formação da personalidade e do caráter do jovem. Vivenciar uma experiência internacional deste porte nesta faixa etária é altamente benéfico.

2 – Graduação e Pós

Embora o intuito seja a obtenção de uma titulação no exterior, o processo de admissão numa instituição de ensino já é o primeiro passo em que as Soft Skills vêm à tona. Como não costuma haver um vestibular ou prova de admissão (ou pelo menos esta não é a única etapa do processo), quem se candidata a uma vaga em graduação ou pós precisa demonstrar os motivos pelos quais deva ser considerado e aceito naquela instituição – e isto ocorre de várias maneiras. Uma análise subjetiva da história de vida do candidato e suas aspirações pode ser uma delas.

Uma vez iniciados os estudos no exterior, o aluno passa a desenvolver um maior senso de responsabilidade, não dependendo apenas de seus professores para absorver conteúdo. Desse modo, espera-se que ele mesmo se engaje em autoestudo, pesquisa, dissertações. Precisa se envolver nas atividades do campus, conciliar vida acadêmica com estágio, descobrir por si mesmo o funcionamento da vida cotidiana na nova comunidade – e tudo em outro idioma! Certamente tudo isso fará com que questões como resiliência, maleabilidade e visão de mundo sejam marcantes durante toda a trajetória.

3 – Voluntariado

Um programa de voluntariado na Ásia ou na África seja talvez o que mais explicitamente proporcione o desenvolvimento de habilidades interpessoais.  Ao se envolver em projetos ambientais ou sociais de cunho humanitário, o participante exercerá de maneira intensiva uma série de Soft SkillsEmpatia, altruísmo e solidariedade são apenas alguns exemplos. Por se tratar de um programa de curta duração (normalmente entre 2 e 4 semanas) e com custo muito acessível, o impacto de uma experiência assim no currículo é praticamente imediato. 

Imagine que, durante um processo seletivo, o recrutador veja que o candidato tem boa formação acadêmica, tem um bom nível de inglês e traz determinadas experiências profissionais em seu histórico.  Porém, além de tudo isso, constata que este candidato ensinou Matemática ou Artes para monges budistas na Tailândia. Ou que teve uma vivência na Namíbia prestando assistência médica numa comunidade carente. Não é difícil de prever que o recrutador se interessará em saber mais detalhes sobre essa história peculiar e inusitada. E claro, muito provavelmente associará essa vivência às Soft Skills que tanto se valorizam.  Então, se este tipo de experiência te atrai, não deixe de conferir todas as possibilidades clicando aqui.

4 – Trabalho durante as férias da faculdade

 

O objetivo aqui é aproveitar as férias da faculdade para adquirir experiência internacional nos Estados Unidos.  São posições temporárias, de 3 a 4 meses de duração, em estações de ski, resorts, cafés, restaurantes e hotéis.  Pela dinâmica e natureza das vagas, os participantes desta modalidade de intercâmbio trazem na bagagem, além das memórias, um forte senso de trabalho em equipe, pertencimento, agilidade, iniciativa, organização e método.

Não é incomum que alunos universitários recorram a este programa mais de uma vez durante sua graduação, não apenas pela viagem ao exterior e pela possibilidade de colocar o inglês em prática.  A sensação de “missão cumprida” ao término da temporada renova as energias e dá o gás necessário para mais um semestre de aulas.  Todo este traquejo adquirido interfere na autoestima e, por tabela, aflora uma série de Soft Skills. Já parou para pensar sob esta ótica?

5 – Cursos de Idiomas também ajudam a desenvolver Soft Skills

Soft Skills no intercâmbio

Matricular-se num curso de língua estrangeira tem como objetivo aprender o idioma, correto? Sim. E ao mesmo tempo, não apenas.  Aprender um idioma traz uma série de outros benefícios que nem sempre nos damos conta.  Quando passamos a nos comunicar em outra língua, programamos nosso cérebro para que simultaneamente lembremos de vocabulário, formulemos as frases, pronunciemos adequadamente ao mesmo tempo que ouvimos, entendemos, respondemos, interagimos.  Fazer tudo isso requer paciência, lidar com as próprias limitações, superando-as. É sentir-se exposto ao ‘julgamento’ dos colegas, é aprender a rir de si mesmo. É ter uma certa cara de pau, no melhor sentido da expressão.

Vale tanto para um período mais curto, de algumas semanas, como também por períodos mais longos em programas em que é possível, além de estudar, também trabalhar. Haverá momentos de extrema empolgação e outros de frustração, num novo ambiente com diferentes hábitos, costumes, crenças, comida.  Quantas Soft Skills já desenvolvemos só considerando esta parte?  Assim, ainda que o propósito do intercâmbio seja aparentemente um, os reflexos e os benefícios ultrapassam de longe o simples fato de fazer uma viagem.

Quais são as Soft Skills que você gostaria de desenvolver? Quais vivências você sente necessidade de propiciar a si mesmo? Fazendo esta breve reflexão, você já estará a meio caminho andado para a definição do seu programa de educação internacional.  E quando isso acontecer, vamos te ajudar em todo o processo. Visite nosso site e não deixe de nos mandar um WhatsApp!     

Trabalhar no exterior: saiba quais programas de intercâmbio te dão essa possibilidade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 117 0

Se alguma vez na vida já passou pela sua cabeça como seria trabalhar no exterior, nós podemos adiantar uma coisa: de forma resumida, é a oportunidade de ter uma experiência fantástica e enriquecer sua vida com habilidades que somente quem vive em um país diferente do seu de origem consegue adquirir. 

Mas, é claro que nós sabemos que existem muitas dúvidas sobre o assunto e, no post de hoje, vamos esclarecer alguns pontos importantes para quem pretende trabalhar no exterior

Vale a pena trabalhar no exterior? 

Certamente vale muito a pena! Não somente pela possibilidade da remuneração em outra moeda! Mas, principalmente pelo fato de que agregar uma experiência internacional ao seu currículo e à sua história faz toda a diferença em sua vida pessoal e, é claro, profissional. Viver em um local que tenha cultura e costumes diferentes é a melhor forma de viver coisas novas. É também uma ótima chance de conhecer modos de pensar e agir completamente distintos do que você vivencia no dia a dia. 

De forma mais ampla, as principais vantagens de trabalhar no exterior são:

  • Aperfeiçoar outro idioma 
  • Adaptação a diferentes ambientes e funções profissionais 
  • Desenvolvimento de novas habilidades 
  • Oportunidade de conhecer outras culturas 
  • Possibilidade de viajar para lugares extraordinários
  • E, claro, ter um excelente diferencial em seu currículo

É fácil trabalhar no exterior?

Isso depende muito do seu perfil. Algumas pessoas lidam com mudanças melhor do que outras e têm mais facilidade em se relacionar e ir em busca de oportunidades. É claro que trabalhar no exterior tem desafios, principalmente pelo fato de tudo ser em outro idioma! Então, tudo depende de como você se dispõe a enfrentar as adversidades que possam aparecer. 

Quem acorda cedo, corre atrás, demonstra disponibilidade e faz Networking tem mais facilidade nesse processo. Até mesmo porque os contratantes valorizam muito pessoas proativas e que não tenham medo de se comunicar, já que muitas vagas são justamente para lidar com o público.

Quais os programas de intercâmbio para quem quer trabalhar no exterior?

Existem diferentes formas de trabalhar no exterior. Cada vez mais as modalidades de intercâmbio que unem trabalho e algum tipo de aprendizado estão em alta. Isso porque, dependendo o tipo do programa, é possível pagar os custos da viagem e ainda se sustentar durante o tempo no país. 

Au Pair 

Trabalhar no exterior - Au pair

 

O Au Pair é nada mais que cuidar de crianças em outro país. Geralmente é mais comum a contratação de mulheres, mas isso não quer dizer que seja uma exclusividade. Apesar de ser mais incomum existem alguns programas que aceitam jovens do sexo masculino. 

Nesse tipo de serviço a moradia acontece na casa de famílias e a função é tomar conta de crianças e de tudo o que esteja relacionado a elas: roupa, alimentação, tarefas, lazer, brincadeiras, banho, hora de dormir. Portanto, é essencial conseguir suprir a necessidade de forma completa. 

É claro que cada caso é acertado de acordo com a proposta dos contratantes. 

Um dos motivos que torna essa possibilidade tão atrativa é o seu custo, que é um dos mais baixos entre todas as opções de trabalho no exterior. Contudo, o fato de ser possível imergir totalmente na cultura local e vivenciar o dia a dia de uma família estrangeira, mostram que os aprendizados e benefícios vão muito além da remuneração.

Quem faz Au Pair cria laços com sua família hospedeira e, principalmente, com as crianças. Sendo assim, o contato costuma perdurar por muito tempo, mesmo depois do término do serviço. 

Sua duração é de no mínimo um ano completo e pode ser estendido por 6, 9 ou 12 meses, caso haja interesse. É possível permanecer no país por 30 dias após o término da contratação, o que possibilita viagens e passeios para conhecer melhor o país. 

Porém, isso pode variar de acordo com a região escolhida. Para saber mais sobre cada uma delas acesse os links abaixo: 

Au Pair Alemanha

Au Pair Estados Unidos

Au Pair Plus Holanda

Camp Leader (monitor de acampamento) 

Trabalhar no exterior - Camp Leader

Sabe aqueles acampamentos de verão que assistimos em filmes americanos? Sim, eles existem e você pode monitorar um deles caso pense em trabalhar no exterior. Mas, é necessário muito empenho e disposição. Nessa modalidade é necessário trabalhar se dedicando exclusivamente às crianças e adolescentes do acampamento. 

Esse tipo de intercâmbio acontece nas férias de inverno aqui do Brasil, entre Junho e Agosto. Então, dá pra aproveitar até mesmo a pausa entre um semestre e outro e curtir essa experiência maravilhosa – e bem animada – de ser Camp Leader. 

Os dias de folgas são determinados por cada acampamento, mas, geralmente, os monitores costumam ter um dia de folga por semana ou algumas noites. Após a conclusão do programa, pode-se aproveitar o Grace Period, que dá o direito de ficar legalmente por 30 dias de férias no país.

Clique aqui e saiba mais sobre o esse intercâmbio. 

Estágio também é uma possibilidade para quem pretende trabalhar no exterior! 

Estágios no Exterior

 

Para quem tem o sonho de seguir a carreira profissional em uma área específica, fazer um estágio em uma empresa renomada já é um grande diferencial. Agora, imagina fazer isso no exterior! Quem tem essa oportunidade certamente sai na frente de muitos concorrentes. 

Por meio do programa de Estágio da TravelMATE, você dá aquele up em seu currículo com uma experiência na Austrália, nas áreas de gastronomia, hotelaria, recursos humanos e marketing. Além disso, ainda há a possibilidade de fazer um estágio não remunerado em qualquer outra área, com exceção da saúde.

Não é nem preciso dizer o quanto isso vai agregar ao seu currículo e permitir que você se transforme em um profissional requisitado no mercado de trabalho, não é mesmo?

E voluntariado no exterior, você já pensou em fazer?

Voluntariado é uma das possibilidades de trabalhar no exterior

Quer fazer algo especial pela humanidade? Trabalhar em prol de uma causa e saber que você está cumprindo seu papel é uma experiência de vida inesquecível. Mesmo não sendo remunerado é um das funções mais enriquecedoras com experiências incríveis. 

Praticar o bem, seja da forma que for, reforça valores, princípios e ajuda a melhorar o mundo. Trabalhar no exterior com voluntarismo permite viver a cultura de forma total e aprimorar o idioma do país. E o mais legal disso tudo é que dá pra retribuir através do envolvimento em projetos sociais ou ambientais. Então, se você quer fazer algo realmente humanitário deve mesmo considerar o voluntariado no exterior. 

 Para saber mais sobre o programa clique aqui.   

Study&Work 

Study and Work - Trabalho no exterior

Esse é um intercâmbio voltado para os estudantes que pretendem aprender ou aperfeiçoar a língua e unir a uma oportunidade de trabalho. Aliás, com a possibilidade de trabalhar é possível pôr em prática tudo o que é ensinado em sala, através da vivência real do dia a dia. Isso inclusive é ótimo, já que é uma maneira de imergir totalmente na cultura local. 

O salário ajuda a custear as despesas da viagem e colabora muito para enriquecer o currículo, tanto em qualificações, como em experiência.

Nós já fizemos conteúdos completos com tudo o que você precisa saber sobre estudar e trabalhar na Austrália, Canadá e Irlanda. Portanto, não deixe de ler! 

Para saber mais sobre o programa, como regras, duração e outros destinos disponíveis clique aqui. 

Work&Travel 

Work&Travel trabalhar no exterior

Para quem é universitário essa é uma excelente opção para viver momentos inesquecíveis em lugares incríveis sem perder o tempo de estudo. Isso porque esse tipo de trabalho no exterior é realizado durante as férias de verão (aqui do Brasil) por um período de 3 a 4 meses, o que dispensa a necessidade de trancar o semestre. 

Aqui na TravelMATE nós trabalhamos com duas modalidades: o Work e Travel Independent em que o estudante fica responsável por conseguir sua vaga de trabalho ou o Work & Travel Premium em que nós auxiliamos em todo o processo de colocação em uma vaga disponibilizada pelos mais de 40 empregadores confirmados.  

Vamos embarcar nessa aventura de trabalhar no exterior? 

É claro que existe diferença, inclusive por questões culturais entre trabalhar no exterior e no Brasil. Mas, para quem tem a mente aberta o processo de adaptação ao novo país e as novas funções acontecem naturalmente. 

Por isso, para embarcar nessa aventura é fundamental estar disponível e ter gás para conseguir absorver ao máximo sobre a nova cultura, uma nova maneira de trabalhar em um outro idioma e novos hábitos.

Ficou com alguma dúvida? Então entre em contato conosco em nosso WhastApp e aproveite também para acompanhar os conteúdos exclusivos que nós preparamos em nosso Instagram sobre cada uma dessas opções. 

 

Quadro Europeu de Línguas: O que é e para que serve?

Todos aqueles que se matricularam em cursos de idiomas alguma vez na vida já se depararam com diferentes nomenclaturas para descrever o seu nível: Livro 1, Livro 2, Básico, Intermediário, Avançado, Starter, Progress, etc. Algumas ainda subdividem os níveis já existentes: Básico 1, Básico 2, Pré-Intermediário, Pós-Intermediário e por aí vai. E não há nada de errado nisso. Ao se transferir de uma escola para outra, com nomenclaturas diferentes, pode gerar alguma confusão, mas não chega exatamente a ser um problema. O que importa, na real, é o quanto cada um consegue se expressar em outro idioma. Justamente por isso, foi criado o Quadro Europeu de Línguas.

Por que o Quadro Europeu de Línguas foi criado? 

Com a unificação da Europa e a criação de um espaço de Livre Comércio e circulação entre os países integrantes desta União, os cidadãos passaram a assumir posições de trabalho e residência em países vizinhos – o que na Europa geralmente envolve uma nova língua.

Imagine a situação: ao se acertarem os detalhes de um processo de seleção numa empresa belga, cujo melhor candidato é espanhol, aparece a grande pergunta: “Você fala francês?” “Sim, estou no nível intermediário!” O que isso quer dizer?

A menos que a resposta fosse um redondo ‘não’, qualquer outra resposta seria igualmente evasiva: o que significa exatamente estar no nível intermediário? Se incluirmos as possíveis variáveis, a dúvida é ainda maior. Qual a diferença entre pós-intermediário e pré-avançado, na prática? E como saber se é isso mesmo?

Para resolver a questão e padronizar o entendimento, o Conselho Europeu instituiu uma régua mais objetiva que demonstra o que um falante de língua estrangeira consegue produzir. Com isso, procurou dar mais ênfase ao que ele de fato consegue produzir no segundo idioma.

Esta padronização foi apelidada de “Can Do (ou seja, “Consegue fazer”). E assim surgiu o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, ou Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Inicialmente idealizado para resolver uma questão entre as línguas da Europa, o quadro foi sendo aos poucos reconhecido e adotado ao redor do mundo.

Leia: O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

quadro europeu de línguas

Como funciona o Quadro Europeu de Línguas?

O CEFR abrange basicamente 3 patamares principais: falante básico, independente e proficiente. Se você consegue se expressar, compreender e ser compreendido sobre a boa parte dos assuntos que fazem parte do seu dia-a-dia, ainda que de maneira simples, podemos concluir que você é um falante que “transita” pelo patamar da base necessária para se expressar num idioma.

Se além dessa habilidade você tem um repertório de vocabulário um pouco mais abrangente e específico para cada situação, maior desenvoltura, consegue acompanhar pensamentos um pouco mais complexos, mesmo com alguns eventuais deslizes, você pode se considerar um falante independente.

Discurso mais elaborado, vocabulário mais preciso e nuances idiomáticas mais sutis (como ironia e humor negro, por exemplo) são características que demonstram que um aprendiz de idiomas é proficiente.

Para simplificar e agilizar a conceituação, chama-se de A o falante básico, B o independente, e C o proficiente. Como pode haver diferenças significativas dentro de um mesmo patamar, foi estipulado dividi-los em 2 subníveis cada, representadas pelos números 1 e 2.

E assim surgiram os famosos níveis no Quadro Europeu: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Portanto, mesmo que você não fale uma palavra de alemão, é possível estimar o que um estudante de alemão é capaz de produzir quando ele diz que é B1, por exemplo. Esta classificação mostrou-se bastante útil em processos seletivos de empresas e principalmente em processos de admissão em instituições de nível superior ao redor do mundo.

Todas as escolas de idiomas utilizam essa classificação?

Muitas escolas de idiomas já utilizam essa classificação para nivelar seus alunos enquanto outras continuam utilizando outras nomenclaturas. Porém todas, sem exceção, têm a devida correspondência ao Quadro Europeu. Assim, se na escola onde você estuda inglês você está no nível Progress 2, informe-se com a equipe pedagógica e saiba a qual nível do CEFR seu estágio corresponde.

Os exames TOEFL, IELTS e Cambridge também tem diferentes metodologias para apresentar resultados, mas todos eles convergem a uma equivalência aos níveis do CEFR. Assim fica muito mais fácil saber em que ponto estamos e quanto falta para atingir nossos objetivos, né?

Ficou curioso sobre a descrição de cada um dos 6 níveis? Veja aqui o que a Wikipedia diz a respeito do CEFR.

 

Monitor de Acampamento de Verão | Conheça o Camp Leader

Postado por: Marketing Travelmate/ 2338 0

Cuidar de crianças em um acampamento de verão nos Estado Unidos. Um intercâmbio chamado Camp Leader

 

Quem nunca sonhou em participar ou então trabalhar em acampamentos de verão nos Estados Unidos?

E você sabia que pode viver esta experiência mágica de ser monitor de acampamento de verão?  Estes são os chamados Camp Leaders. Já ouviu falar?

O Camp Leader é um programa de intercâmbio remunerado para os Estados Unidos em que você trabalha cuidando e liderando crianças e adolescentes em acampamentos de verão.

 

OS ACAMPAMENTOS

Os acampamentos de verão nos Estados Unidos funcionam como uma colônia de férias aqui no Brasil, a diferença é que as crianças e jovens bem como os monitores pernoitam no acampamento. Eles estão localizados em cidades pequenas e rurais, repletos de natureza e espaço ao ar livre, onde a diversão é garantida!

 

A ROTINA DO MONITOR DE ACAMPAMENTO

Os Camp Leaders internacionais são muito bem recebidos nos acampamentos e desde o primeiro dia já farão parte da equipe! Após o treinamento assim que chega, o monitor é selecionado para cuidar de um grupo específico.

O leader trabalha em regime de dedicação exclusiva, portanto deve estar disposto a se dedicar dia e noite cuidando das crianças e adolescentes. A responsabilidade do Leader é garantir a segurança e bem-estar das crianças e adolescentes. Portanto é necessário muita paciência, a habilidade de ensinar e compartilhar o conhecimento.
A criançada e os monitores não têm moleza! As atividades dentro do acampamento de verão começam cedo e terminam tarde.

Além de ser responsável pelo cuidado das crianças e adolescentes, é interessante que o Leader possa ensinar e compartilhar habilidades ou talentos que tenha. Não importa se você é bom em algum esporte, artes, música.. o importante é encantar e poder compartilhar o que você sabe!

 

O MONITOR DE ACAMPAMENTO TEM “FREE TIME”?

Esse é um programa de intercâmbio que demanda muito empenho e energia dos monitores, afinal, são responsáveis pelas crianças e adolescentes 24 horas por dia. Mas isso não faz com que você não tenha tempo livre. Terá sim! Mas o seu tempo livre e folgas serão definidos por cada camp. Geralmente, os monitores costumam ter um dia de folga por semana ou algumas noites. Tudo isso será combinado depois que você chegar lá.

 

DURAÇÃO DO TRABALHO DO CAMP LEADER

Você pode trabalhar de 8 semanas a 15 semanas, entre Junho e Agosto. Isso será definido por você e pelo acampamento durante a etapa das entrevistas e colocação. Depois que finalizar seu trabalho no acampamento, você tem direto ao Grace Period, que nada mais é que 30 dias de férias nos EUA. Neste período você está livre para viajar e curtir o melhor que os EUA pode oferecer.

 

PROCESSO DE COLOCAÇÃO NO PROGRAMA

O processo de colocação em um acampamento é bem simples. Você precisa apresentar os requisitos para participar no programa, dar uma conferida no nível de inglês e então fazer a sua inscrição.
Depois disso, você terá acesso a um portal online onde poderá receber propostas dos acampamentos, agendar entrevistas, falar sobre você, etc.

SE INTERESSOU EM SE TORNAR UM MONITOR DE ACAMPAMENTO NOS EUA?

CLIQUE AQUI E CONHEÇA OS REQUISITOS, REMUNERAÇÃO, ATIVIDADES, ETC.

BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 2115 2

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

viajar

  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

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  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

travelmate

  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e realize seu sonho!

 

5 respostas para as grandes dúvidas de um intercâmbio

Postado por: Sirius/ 467 0

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A simples ideia de fazer um intercâmbio, de imediato, traz uma série de questionamentos que costumam deixar os aspirantes a intercambistas um tanto quanto ansiosos. De fato, a preparação para uma fase da vida tão relevante e de tamanha importância, envolve diretamente a tomada de uma série de decisões.

Para tomá-las de maneira certeira, é preciso explorar mais profundamente questões que à primeira vista parecem básicas, mas que fazem diferença para desenhar a sua trajetória fora do país com mais segurança, confiança e tranquilidade.

Para isso, o importante é você estar orientado e certo de que todas as questões mais importantes para um excelente intercâmbio tenham sido colocadas na mesa e você veja com clareza, qual é a sua verdadeira vontade e reais necessidades.  

 

O que se encaixa como um intercâmbio?

 

De forma geral, um intercâmbio tem como essência promover uma troca de culturas, ou seja, se você for sair do seu país nativo seja para estudar, trabalhar, estudar e trabalhar conjuntamente, fazer um voluntariado ou simplesmente imergir em uma viagem de turismo que lhe permita explorar diferentes hábitos, costumes, idiomas, pessoas e lugares, você está fazendo um intercâmbio.

Portanto, a principal diferença entre uma simples viagem de férias e um intercâmbio, é justamente a questão da imersão. Em suas férias, você está relaxado para explorar o lugar de destino e seus principais pontos turísticos, sem se preocupar profundamente com as demais questões que envolvem um verdadeiro intercâmbio: seu lugar de moradia, sua rotina, sua escola, seu trabalho, a necessidade do aprendizado da língua local e por aí vai. Um intercâmbio vai além.

 

Como é possível fazer um intercâmbio gastando pouco?

 

A questão financeira de um intercâmbio pode ser delicada para uma grande parcela da população, visto que viajar e se manter no exterior exige acima de tudo, planejamento. Sendo assim, essa é uma questão relevante e que impacta o tipo de intercâmbio que você vai ter e o local de destino que ele vai acontecer. Tenha em mente que acima de tudo, um intercâmbio é um investimento. Melhor do que isso, é perceber que o resultado desse investimento é tão precioso e único de pessoa para pessoa, que cada centavo despendido nessa empreitada, é absolutamente recompensador.

Para gastar menos, você tem algumas alternativas. Comece pela questão de sua hospedagem. Morar sozinho é sempre mais caro que dividir quarto com alguém ou morar em uma residência de estudantes, também em quartos compartilhados. Outra alternativa que costuma ser mais acessível, é opção de moradia em casas de famílias, que ainda permitem o convívio bastante próximo com hábitos e costumes locais.

 

A localização de sua moradia também é um ponto relevante no fim das contas. Aproveite que a grande maioria dos países no exterior oferecem um bom sistema de transporte, facilitando o acesso aos principais pontos da cidade e permitindo que você more um pouco mais afastado do centro, que costuma ser sempre mais caro, por ser mais concorrido.

Além disso, cozinhe em casa, caminhe o máximo que puder, evite gastos supérfluos e recorrentes como festas, jantares e viagens caras. Tudo isso fará parte do seu intercâmbio, mas para gastar pouco, você precisa usufruí-los com moderação.

 

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Posso fazer um intercâmbio e ficar por lá?

 

Gostar muito do local em que está e não querer voltar na data estipulada para finalizar o seu intercâmbio não é muito difícil de acontecer. É sempre tão bom que muitos pensam seriamente nessa possibilidade. A questão é: pode ou não pode? De forma direta, sim, é possível, mas tem um porém. A dificuldade para ter êxito e cumprir essa vontade não é nada simples. O nível de dificuldade varia de país para país, mas sempre será necessário comprovar um motivo para a permanência, seja ele por trabalho ou estudo.

Alguns países possuem políticas de imigração menos rígidas e mais flexíveis, como por exemplo a Irlanda, Nova Zelândia, Canadá e Austrália. No entanto, em todo caso será necessário o entendimento completo da situação para superar esse obstáculo e seguir com a sua vontade.

 

 

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Existem opções de intercâmbios para maiores de 30, 40 ou 60 anos?

 

Com exceção de cursos específicos para determinada idade, como por exemplo os intercâmbios teens voltados para adolescentes de até 17 anos, não existe restrição de idade alguma para fazer intercâmbio. Existem várias opções de programas que podem variar com relação ao tempo de duração assim como o perfil dos interessados em vivê-los. Os programas mais recorrentes para interessados maiores de 30 anos são os cursos de idiomas.

Por mais que a duração do curso varie de acordo com as intenções e necessidades de cada um dos intercambistas, normalmente estes cursos são um pouco mais curtos que os cursos de graduação, por exemplo. Neste caso, é importante que o interessado garanta estar matriculado em uma turma compatível com seu nível de fluência e tenha claro quais são as expectativas de cada programa.

 

 

Qual é o destino ideal para um intercâmbio?

 

A definição do destino de um intercâmbio provavelmente seja a mais interessante que um futuro intercambista tem para tomar. Sempre que nos imaginamos passando um tempo fora do Brasil, naturalmente imaginamos o cenário por trás disso tudo. No entanto, a resposta para essa pergunta é o bom e velho “depende”. Tudo depende da língua que você quer aprender, do custo de vida das suas opções e quanto você está disposto a gastar, do nível de rigor das estações mais extremas, como inverno e verão entre outros.

Os países mais procurados continuam sendo Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Estados Unidos. Na contramão, nada impede que você cogite opções menos em evidência que pareçam à primeira vista bastante exóticas, mas que merecem ser consideradas com toda a certeza. É o caso de destinos como Malta, África do Sul, países da América do Sul, Japão, Coréia do Sul, Dubai, Suíça e por aí vai.

No entanto, mesmo que você esteja determinado a escolher um certo país em evidência e que consequentemente tenha um custo de vida maior, a escolha pela cidade pode fazer bastante diferença no seu orçamento. Pense em suas possibilidades e compare.

 

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Esses e outros questionamentos envolvendo um intercâmbio são comuns e o ideal é que você esteja munido de informações e orientado da melhor forma possível, a fim de estar seguro na hora de tomar as decisões mais importantes e ter uma experiência perfeita.

 

Conte com a Travelmate para desenhar o melhor plano para o seu intercâmbio. Clique aqui e fale com um de nossos consultores!

 

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Como escolher o seu intercâmbio?

Postado por: Tatiana Serbena/ 3155 0

Uma hora chega o momento de decidir: Vou fazer um intercâmbio! Mas por onde começar? Para onde eu vou? O que posso gastar? Veja os principais passos para você escolher o seu intercâmbio.

  • Que idioma você quer aprender?

Antes de mais nada, o principal é saber qual idioma você quer aperfeiçoar e assim decidir o país de seu destino. Existem países que possuem várias línguas, por ser povoado por diversas culturas, como o Canadá, normalmente as pessoas vão até lá para falar inglês, mas caso você queira estudar francês, você terá muita facilidade em encontrar pessoas que falam a língua, principalmente em Montreal e Quebec.

como escolher o seu intercambio

  • Que país quer conhecer?

Talvez a parte mais difícil e a mais legal, escolher o país é uma decisão que vai mudar a sua vida! Sim, é meio radical, mas escolher o país, principalmente para seu primeiro intercâmbio, é escolher o destino onde você vai realizar seu sonho e conhecer lugares que você sempre quis.

Quem nunca sonhou em conhecer o Grand Canyon ou a Torre Eifel. Então, para sua viagem ser perfeita, escolha o lugar do seus sonhos e embarque no avião.

Dica: Se você não possui condições financeiras em escolher o local que você desejaria, alguns lugares são incríveis e ainda você vai sair economizando, como Malta, Canadá, Irlanda e Argentina.

  • Em que cidade quer morar?

Sim, quando você acha que a parte difícil de escolher o país acabou, vem a parte de escolher a cidade, óbvio. Normalmente as cidades mais famosas tem todos os tipos de cursos de intercâmbio, então a escolha também vai ser feita um pouquinho com o coração.

Recomendamos que você escolha uma cidade com vários lugares legais e com muitas atrações (Quase todas são assim, então complica mais um pouco), como Nova York que tem a famosa Estátua da Liberdade ou a Times Square, ou Toronto, que possui uma das maiores torres do mundo e também possui parques de diversão incríveis como o Canadá’s Wonderland.

malta

  • Qual tipo de curso de idioma no exterior quer fazer?

O próximo passo é escolher qual o tipo de programa que você quer fazer. Existem programas para estudar, trabalhar ou fazer ambos. Clique neles para saber mais informações.

Estudar:

Trabalhar:

Ambos:

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  • Quanto tempo estudar no exterior?

O tempo que você vai ficar no exterior é influenciado por várias coisas, como o tipo de curso escolhido e a sua condição financeira.

Outro fator importante é o seu tempo disponível, normalmente as pessoas que trabalham fazem um intercâmbio de 4 semanas, já as pessoas que apenas estudam têm a disponibilidade das férias do fim de ano, podendo chegar até 3 meses.

Dependendo do curso, você pode fazer um intercâmbio com até 2 anos de duração.

  • Onde ficar durante o intercâmbio?

Também dependendo do seu destino e o tempo, saber escolher onde ficar no intercâmbio é muito importante.

Se for ficar entre 4 e 12 semanas recomendamos ficar em uma casa de família, além de você treinar seu inglês com as pessoas da casa, você também pode optar por fazer as refeições na própria casa, assim dedicando seu tempo inteiro ao estudo e em conhecer os lugares da sua cidade, e o melhor, é o mais econômico.

Outra opção de moradia é a residência estudantil, que na maioria oferece quarto individual. Banheiro e cozinha são coletivos. Pode ficar dentro da escola/universidade ou em prédios (geralmente) próximos ao local de estudo.

Se for ficar mais de 6 meses, você provavelmente (depende das regras do país) poderá trabalhar, sendo assim fica mais fácil para alugar uma casa.

intercambio

  • Entrar em contato com a melhor agência de todas

Você pode resolver todos esses passos sozinhos, mas caso queira alguma ajuda pode saber que a Travelmate vai te auxiliar do começo ao fim. Para entrar em contato clique aqui e converse com nossos representantes.

Quer conhecer alguns pacotes de intercâmbio? Clique aqui

Depois de tudo resolvido, basta pegar sua bagagem e partiu viajar!

Bruno Puorto – Voluntariado

Postado por: Tatiana Serbena/ 995 0

O Bruno foi voluntário por duas vezes na África do Sul e nos contou como essa experiência mudou sua vida:

 

Acho que a pergunta que mais me fizeram foi: quando você decidiu isso? Bom há uns três anos procurei a TravelMate para fazer um programa de High School no Canadá e vi que além dos intercâmbios mais comuns eles também tinham voluntariado, achei interessante mas não era algo que cabia naquele momento. Enfim, fui pro Canadá, voltei e comecei a participar de feiras junto com a TravelMate para contar um pouco da experiência que eu vivi. Nessas feiras acabei dando de cara com o programa de voluntários de novo e decidi que era algo que eu gostaria de fazer e na África, porém sem data e nem nada programado, era apenas uma ideia.

 

Bruno Puorto 3

 

Esse ano, mais ou menos em maio, depois de acompanhar as fotos de uma amiga de uma amiga minha no Facebook que fez voluntariado, fui na TravelMate, assim do nada, para saber tudo sobre o programa. A ideia era, talvez, ir no final do ano, mas depois de ouvir todas as explicações a única coisa que me veio na cabeça foi “dá tempo de fazer em julho?” E assim aconteceu, agora estou escrevendo esse depoimento no avião indo de Johanesburgo para São Paulo com o coração apertado mas com o sentimento de missão cumprida e com a certeza de que deixei uma parte de mim na África e que estou levando uma parte da África em mim.

 

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Fiz dois programas de voluntariado na África do Sul. Fiz duas semanas em um hospital de crianças no subúrbio de Cape Town – é o único hospital infantil na África Subsaariana, e é da Cruz Vermelha. Trabalhar com crianças foi simplesmente incrível, não vou falar que foi fácil, tinha horas que tanto eu quanto os outros voluntários tínhamos que dar aquela respirada e tentar controlar o emocional. Mas sensação de quando a gente chegava no corredor com o carrinho cheio de brinquedos e elas abriam aquele sorriso, afinal são crianças e o que mais querem é brincar, não tem preço.

 

Bruno Puorto 1

 

Depois do trabalho, íamos para a casa dos voluntários e trocávamos as experiências do dia e ver todo mundo empenhado nesse trabalho era incrível.

Depois dessas duas primeiras semanas fui para uma cidadezinha chamada Plettemberg Bay, que fica na famosa Garden Route. Lá trabalhei com wildcats em um santuário que resgata esses animais que não tem condições de viver na selva mais. Nosso trabalho como voluntários ia desde limpar as jaulas e preparar a comida desses animais até montar e preparar uma nova jaula para receber um animal.

Fora o trabalho, também tínhamos tempo para curtir esses lugares incríveis, momentos de descontração em que tínhamos a chance de conhecer melhor as pessoas com quem estávamos vivendo essa experiência e turistar.

 

Bruno Puorto 2

 

O trabalho com crianças exigia muito mais do lado emocional, já o com wildcats era mais braçal. Costumam me perguntar qual que eu mais gostei, essa pergunta é simplesmente impossível de responder, os dois são coisas diferentes, não tem como comparar, mas posso afirmar que ambos me mudaram como ser humano, foram experiências incríveis que eu jamais irei esquecer. Tive a oportunidade de conhecer pessoas que eu vou levar pra vida toda, mesmo estando a milhares de quilômetros de mim, separados por oceanos, estávamos todos trabalhando com um mesmo objetivo, passando muito tempo juntos e essas pessoas -outros voluntários- com certeza fizeram dessa experiência algo melhor ainda.

Só tenho a agradecer por ter tido a oportunidade de ter vivido tudo isso.

É como uma antiga filosofia africana diz: Ubuntu. Que resumindo que dizer “Eu sou o que eu sou por causa de quem todos nós somos.”

 

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Mais informações sobre destinos de intercâmbio e programas, entre em contato com a gente!
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