Categoria: Work & Study

Quadro Europeu de Línguas: O que é e para que serve?

Todos aqueles que se matricularam em cursos de idiomas alguma vez na vida já se depararam com diferentes nomenclaturas para descrever o seu nível: Livro 1, Livro 2, Básico, Intermediário, Avançado, Starter, Progress, etc. Algumas ainda subdividem os níveis já existentes: Básico 1, Básico 2, Pré-Intermediário, Pós-Intermediário e por aí vai. E não há nada de errado nisso. Ao se transferir de uma escola para outra, com nomenclaturas diferentes, pode gerar alguma confusão, mas não chega exatamente a ser um problema. O que importa, na real, é o quanto cada um consegue se expressar em outro idioma. Justamente por isso, foi criado o Quadro Europeu de Línguas.

Por que o Quadro Europeu de Línguas foi criado? 

Com a unificação da Europa e a criação de um espaço de Livre Comércio e circulação entre os países integrantes desta União, os cidadãos passaram a assumir posições de trabalho e residência em países vizinhos – o que na Europa geralmente envolve uma nova língua.

Imagine a situação: ao se acertarem os detalhes de um processo de seleção numa empresa belga, cujo melhor candidato é espanhol, aparece a grande pergunta: “Você fala francês?” “Sim, estou no nível intermediário!” O que isso quer dizer?

A menos que a resposta fosse um redondo ‘não’, qualquer outra resposta seria igualmente evasiva: o que significa exatamente estar no nível intermediário? Se incluirmos as possíveis variáveis, a dúvida é ainda maior. Qual a diferença entre pós-intermediário e pré-avançado, na prática? E como saber se é isso mesmo?

Para resolver a questão e padronizar o entendimento, o Conselho Europeu instituiu uma régua mais objetiva que demonstra o que um falante de língua estrangeira consegue produzir. Com isso, procurou dar mais ênfase ao que ele de fato consegue produzir no segundo idioma.

Esta padronização foi apelidada de “Can Do (ou seja, “Consegue fazer”). E assim surgiu o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, ou Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Inicialmente idealizado para resolver uma questão entre as línguas da Europa, o quadro foi sendo aos poucos reconhecido e adotado ao redor do mundo.

Leia: O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

quadro europeu de línguas

Como funciona o Quadro Europeu de Línguas?

O CEFR abrange basicamente 3 patamares principais: falante básico, independente e proficiente. Se você consegue se expressar, compreender e ser compreendido sobre a boa parte dos assuntos que fazem parte do seu dia-a-dia, ainda que de maneira simples, podemos concluir que você é um falante que “transita” pelo patamar da base necessária para se expressar num idioma.

Se além dessa habilidade você tem um repertório de vocabulário um pouco mais abrangente e específico para cada situação, maior desenvoltura, consegue acompanhar pensamentos um pouco mais complexos, mesmo com alguns eventuais deslizes, você pode se considerar um falante independente.

Discurso mais elaborado, vocabulário mais preciso e nuances idiomáticas mais sutis (como ironia e humor negro, por exemplo) são características que demonstram que um aprendiz de idiomas é proficiente.

Para simplificar e agilizar a conceituação, chama-se de A o falante básico, B o independente, e C o proficiente. Como pode haver diferenças significativas dentro de um mesmo patamar, foi estipulado dividi-los em 2 subníveis cada, representadas pelos números 1 e 2.

E assim surgiram os famosos níveis no Quadro Europeu: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Portanto, mesmo que você não fale uma palavra de alemão, é possível estimar o que um estudante de alemão é capaz de produzir quando ele diz que é B1, por exemplo. Esta classificação mostrou-se bastante útil em processos seletivos de empresas e principalmente em processos de admissão em instituições de nível superior ao redor do mundo.

Todas as escolas de idiomas utilizam essa classificação?

Muitas escolas de idiomas já utilizam essa classificação para nivelar seus alunos enquanto outras continuam utilizando outras nomenclaturas. Porém todas, sem exceção, têm a devida correspondência ao Quadro Europeu. Assim, se na escola onde você estuda inglês você está no nível Progress 2, informe-se com a equipe pedagógica e saiba a qual nível do CEFR seu estágio corresponde.

Os exames TOEFL, IELTS e Cambridge também tem diferentes metodologias para apresentar resultados, mas todos eles convergem a uma equivalência aos níveis do CEFR. Assim fica muito mais fácil saber em que ponto estamos e quanto falta para atingir nossos objetivos, né?

Ficou curioso sobre a descrição de cada um dos 6 níveis? Veja aqui o que a Wikipedia diz a respeito do CEFR.

 

universidade no exterior: 7 motivos para você fazer

Universidade no exterior: 7 motivos para você estudar fora

Postado por: Tatiana Serbena/ 2211 0

Estudar em uma universidade no exterior vai trazer muitos benefícios, tanto para a sua vida pessoal, quanto para a sua vida profissional. 

Existem diversas razões para você ir estudar fora.Neste artigo, você vai ver 7 motivos para fazer universidade no exterior. Depois disso, você certamente começará a planejar sua viagem agora mesmo!  

1. Ensino de qualidade

8 motivos para fazer universidade no exterior

 

Quando alguém decide sair do seu país para estudar, uma das principais, se não a mais importantes razões, é uma universidade de qualidade

De acordo com QS World University Ranking 2021, entre as 20 melhores universidades do mundo, 10 ficam nos Estados Unidos, 5 ficam no Reino Unido, 2 na Suíça, 2 em Singapura e 1 na China.

Confira a lista completa das universidades

Nenhuma universidade brasileira entrou para o top 100 do mais recente ranking mundial de instituições de ensino superior publicado. 

A Universidade de São Paulo (USP), aparece em 115º lugar no ranking mundial e 3º na América Latina. Esse foi o melhor resultado no ranking, até agora. 

Então, se você quer ter um estudo de alta qualidade é melhor ir pegando seu passaporte e começar a pensar em qual lugar estudar! 

2. Aperfeiçoamento da língua

aperfeiçoar a lingua

 

Você nasceu, cresceu e viveu com a língua que seus grupos sociais falavam, e quando você for estudar em uma universidade no exterior não será diferente. Porém, não com sua língua nativa. Mesmo que você saiba falar outro idioma, com a vivência e as experiências de morar e estudar em outro país é que realmente você ficará fluente em outro idioma

Com a globalização, é muito importante dedicar-se a aprender novas línguas. O inglês não é mais um diferencial, é imprescindível ao candidatar-se a uma vaga de emprego. Além disso, é considerado hoje um fator preponderante para seleção dos candidatos. Com isso, transforma o espanhol na terceira língua, como verdadeiro elemento agregador de valor aos currículos. 

Quem pretende fazer uma universidade no exterior, o idioma será necessário e muito exigido, já que precisará adaptar-se e compreender as informações que pretende absorver e externar para obter conhecimento. 

Mesmo quando for viajar para curtir suas férias fora do país, a comunicação com guias turísticos, taxistas, garçons será muito importante para aproveitar os momentos de diversão. 

 

3. Fazer universidade no exterior abrange diversas áreas para se especializar

universidade no exterior

 

 

 

No Brasil, as universidades oferecem uma quantidade mais limitada de cursos se comparado às melhores universidades do mundo. Estudar fora do Brasil, além de possuir um estudo de alta qualidade, permite que você encontrará diversas áreas únicas para se especializar, que talvez por aqui seja mais difícil.

E mesmo nos cursos tradicionais, um diploma obtido no exterior é uma vantagem que colocará você muito à frente de qualquer concorrente no mercado de trabalho.

Então, se você quer realmente ser diferenciado, prepare as malas e bora lá!

 

4. Conhecer pessoas de diferentes lugares e culturas

 

universidade no exterior

 

 

Para fazer uma universidade no exterior, você precisará fazer alguns esforços, inclusive ficar distante da família e seus amigos. Por outro lado, pode ter a certeza que você vai encontrar pessoas novas e que elas vão agregar muito em sua vida. Suas histórias, modos de viver, culturas diferentes irão fazer você crescer muito. E claro, você também terá a oportunidade de compartilhar a sua cultura com as outras pessoas.

Morando em um novo país as “definições de amizade serão atualizadas”!  Você vai aprender a chamar um amigo para ir ao supermercado com você, por exemplo, e acredite: esses “passeios” são divertidíssimos. Os amigos em um país diferente são mais que amigos, se tornam referências, guias de viagens, críticos de restaurante, e na maioria das vezes, se tornam sua família longe de casa.

Em geral, as amizades são fortes, próximas e simples, e você sentirá um carinho por essas pessoas por muito tempo, mesmo depois de voltar para o Brasil.

Com certeza você terá outra visão do mundo e da sua própria cultura. Então prepare-se para conhecer novos amigos de diferentes estilos!

 

5. Adquirir conhecimento em uma universidade no exterior

 

conhecimento

 

 

Depois de estudar em uma universidade no exterior de qualidade, aperfeiçoar a língua do país, conhecer novos amigos e outras culturas, consequentemente você estará adquirindo conhecimento. E quando falamos em conhecimento, vai muito além do que vai ser ensinado em sala de aula! Conhecimento de vida! 

Essa viagem mudará o seu estilo de vida, o seu senso crítico e alimentará ainda mais a sua vontade de viajar novamente e fazer tudo isso de novo. Viajar é viciante! 

 

6. Mercado de trabalho

 

universidade no exterior

 

Talvez um dos principais pensamentos que você tem quando vai sair do Brasil para fazer uma universidade no exterior está relacionado ao mercado de trabalho. Estudar fora tem relação direta com o seu currículo. E sim, ele será turbinado, não apenas pelo seu estudo na universidade do exterior, mas também por você demonstrar independência, conhecimento, opiniões diferenciadas, experiências fora da zona de conforto. 

Tudo isso te ajudará a dar um grande passo na direção do emprego que você sempre sonhou.

 

7. Novas ideias 

 

novas ideias

 

E por fim, temos a certeza que você vai voltar ao Brasil totalmente renovado e cheio de ideias

A experiência te trará novos olhares e com isso a vontade de colocar as ideias no papel. Elas podem ser soluções pequenas para a sua própria vida ou ainda poderá te dar todas as ferramentas, contatos e ideias para conseguir empreender. 

Viaje, estude e conquiste coisas incríveis em sua vida

Esses 7 motivos são mais que suficientes para te mostrar – e convencer – que estudar em uma universidade no exterior pode ser uma das melhores escolhas da sua vida, hein?

Por isso, não deixe de pensar nisso! Existe um mundo cheio de possibilidades esperando por você! 

Caso você queira mais informações sobre como estudar em uma universidade no exterior, leia mais sobre o Higher Education.  

 

O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 80 0

Escolher o que vai cursar na graduação é provavelmente uma das primeiras vezes que você realmente tem a oportunidade de decidir o seu futuro. E já pensou em o que fazer antes de entrar na faculdade?

Quando chega aquele momento que (nem) todos esperam – concluir o ensino médio – surgem muitos questionamentos. Até o final do terceirão, é bem provável que você tenha seguido os passos que outras pessoas desejavam pra você. Mas e agora? Como tomar a decisão que provavelmente guiará, no mínimo, os próximos quatro anos de sua vida? 

Take it easy! E se liga só: você realmente precisa decidir isso AGORA?

Portanto, respire e pense bem sobre isso! 

Ir direto para faculdade ou dar um tempo  

Não parece um tanto precipitado ter que definir, muitas vezes aos 17 anos, o que você vai querer para o resto da sua vida?

É verdade que essa passagem do ensino médio para a faculdade é uma transição muito importante na vida de qualquer pessoa. Mas a pressão dos pais, professores, amigos, e inclusive do próprio vestibular, somados à incerteza de qual curso escolher, pode causar muitas frustrações.

A faculdade é completamente diferente do ensino médio, é um novo universo, com vários desafios e que requer muita energia da sua parte.

E considerando que você estava buscando o que fazer antes de entrar na faculdade, é bem provável que ainda não tenha certeza sobre o que quer. E sabe, não há problema nenhum nisso! Até porque o mundo tem muito a oferecer e você não precisa definir seu futuro sem antes conhecer outras possibilidades. 

A gente quer te ajudar a tomar essa decisão!

Você já ouviu falar em softs skills? 

Segundo estudo do Núcleo Brasileiro de Estágios, o Nube, 46% dos recém-formados do Brasil são afetados pelo desemprego assim que concluem o ensino superior.

Porém, muitos dos jovens que conseguem uma colocação no mercado nem atuam em sua área de formação. E sabe o que é apontado como a principal causa disso? A falta de experiência

Mas, que tipo de experiência é essa? Outra pesquisa realizada com mais de 400 líderes executivos revelou que o ao contratar jovens recém formados, apesar de toda a qualificação, o que falta são habilidades de comportamento e relacionamento, ou as conhecidas soft skills

O perfil de um jovem que conclui os estudos cedo na graduação, socialmente é sinônimo de sucesso. Mas, muitas vezes eles não tem tempo de desenvolver essas habilidades comportamentais, tão requisitadas hoje em dia. 

Existem diferentes tipos de soft skills e algumas são mais valorizadas:

  • Colaboração: saber trabalhar bem em grupo
  • Flexibilidade: saber se adaptar às mudanças
  • Trabalhar sob pressão: gerenciar estresse sem perder o foco
  • Comunicação eficaz: ouvir atentamente e se comunicar de maneira clara
  • Orientação para resultados: atingir o resultado final da maneira mais eficaz possível
  • Liderança de equipe: saber como motivar e engajar grupos

Enfim, essas habilidades cada vez mais são mencionadas como um diferencial no mercado de trabalho e, infelizmente, as faculdades não ensinam isso. O que realmente ajuda a desenvolvê-las é a VIDA! Ou seja, a vivência e as experiências adquiridas ao longo do tempo. E olhando por esse lado, é bom saber que existem outras possibilidade de o que fazer antes de entrar na faculdade!

O que fazer antes de entrar na faculdade

Então como adquirir softs skills? Viajando!

Essas competências podem ser desenvolvidas, principalmente em situações do dia a dia. Como são competências sociais, emocionais e mentais ligadas à personalidade de cada um, a melhor maneira de aprimorar esses aspectos é criando oportunidades que desafiem a relação com outras pessoas e com as adversidades da vida.

Definitivamente, não tem oportunidade melhor para desenvolver todas essas – e muitas outras – habilidades do que realizar um intercâmbio. Não por nada! Mas é que quando uma pessoa se permite viver essa experiência, além do conhecimento geral, proporciona o autoconhecimento

Experienciar uma nova cultura, hábitos e regras que obrigatoriamente tiram qualquer pessoa da sua zona de conforto é uma excelente alternativa de crescer e conhecer a si mesmo. Além de transformar a vida, amplia a visão do mundo. 

As situações e os desafios de um intercâmbio vão facilmente proporcionar o desenvolvimento dessas competências, sem que se perceba!  Todas elas são essenciais para que suas vidas longe dos familiares, e em outro país, realmente aconteça.

Ou seja, é sem dúvida a melhor maneira de conseguir desenvolver as habilidades que líderes esperam. E isso, como dissemos, não é ensinado em sala de aula! E sabe o melhor disso tudo? Todas essas competências exigidas, as soft skills, são essenciais para a vida! Já que essas habilidades lidam diretamente com as relações e interações com os outros. 

Viajar transforma! 

A transformação de quem desfruta a incrível experiência – e aventura – de um intercâmbio é total. Morar sozinho, dividir uma casa ou alojamento com pessoas de diferentes culturas, resolver questões e conflitos, além de aprender outro idioma (habilidade muitíssimo valorizada nos dias de hoje) e longe de casa!

Tem como imaginar o quanto tudo isso traz vantagens, não só para um futuro profissional promissor, mas principalmente para a sua VIDA? Sendo assim, talvez o intercâmbio seja realmente uma excelente opção de o que fazer antes de entrar na faculdade, não é? 

A oportunidade de viver, mesmo que por um curto período, em outro país desafia o jovem a se virar e fortalecer soft skills de negociação, comunicação, relacionamento, flexibilidade, criatividade, responsabilidade e muitas outras. 

Depois de viver um intercâmbio e todas as possibilidades que isso proporciona, com certeza se tornará muito mais fácil definir um curso, uma formação, uma profissão e alcançar uma vida pessoal e profissional de sucesso

O que fazer antes de entrar na faculdade

Leia também: Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

O que fazer antes de entrar na faculdade? Intercâmbio

Em outras palavras, queremos te mostrar que dizer “viajei e vivi as melhores experiências da minha vida” vale muito mais do que “terminei o terceirão e entrei num curso que eu nem conhecia direito”

É claro que a faculdade é importante. E também é verdade que realizar um intercâmbio pode trazer incertezas. Antes de mais nada, você deve pensar fora da caixa e considerar o que realmente será mais valorizado nesse momento. Não para os outros, para você! 

Viajar faz com que qualquer pessoa amadureça e possa conhecer melhor a si mesmo. 

A grande vantagem é que você pode fazer isso de diversas formas e por períodos de tempos pré definidos de acordo com a sua realidade, necessidade e vontade. 

Caso você sinta vontade de viver algo incrível e que vai ficar marcado em sua vida para sempre, nós temos algumas sugestões para considerar essa possibilidade. 

Afinal, você está pronto para fazer sua própria história? 

Quer saber mais sobre os planos de intercâmbio e começar a viver a melhor experiência – e aprendizado – da sua vida? Converse com um de nossos consultores aqui e conheça mais sobre a TravelMATE.

BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 2081 2

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

viajar

  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

TRAVELMATE BLOG

  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

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  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e realize seu sonho!

 

Work&Study na Irlanda

Postado por: Tatiana Serbena/ 946 0

Pelos benefícios que a escolha de estudar e trabalhar ao mesmo tempo traz ao estudante, o Work&Study na Irlanda representa hoje um dos programas mais procurados pelos intercambistas que buscam uma experiência fora do país.

work&study na irlanda
Work&study na Irlanda

 

Uma das curiosidades mais comuns de quem pretende trabalhar no exterior é quanto à remuneração. “Quanto eu vou ganhar?” é uma pergunta muito comum, e aí vai a resposta: a remuneração gira em torno de 7 a 12 dólares por hora, dependendo muito, no entanto, do trabalho que você for exercer.

Mas muito além do dinheiro, existe o fator “bagagem” e o fator “experiência”. Quem estuda e trabalha em um país estrangeiro adquire habilidades e competências que muitas vezes são características do estilo de trabalho local, e dessa forma, serve como um diferenciador na sua trajetória. O trabalho impulsiona ainda o conhecimento e domínio da língua estrangeira, a qual se desenvolve principalmente pelo contato diário com pessoas diferentes, pela troca de experiências e necessidades de comunicação.

Se a sua vontade é trabalhar enquanto estuda, é fundamental analisar todos os países que dizem sim ao quesito “permissão para trabalhar”. Existe uma lista diversa de países que são ideais para um excelente Work&Study e escolher entre um deles, além da compatibilidade com o seu perfil, vai depender muito das oportunidades do momento e do estilo de vida que você pretende levar.

As cidades de Cork, Limerick e principalmente Dublin, na Irlanda, são muito desejadas por aventureiros que querem mergulhar nos estudos e conseguir uma memorável experiência de trabalho. Você tem chances de aprimorar o seu currículo, tanto em qualificações quanto experiência.

Em comparação à outros destinos, o Work&Study na Irlanda tem uma grande vantagem no que diz respeito à burocracia e custo. Dublin é o destino mais procurado. A capital cultural, política e de negócios da Irlanda está recheada de opções de escolas de inglês como ISE, Dorset College e Griffith College e, além da qualidade de ensino, por lá é possível se divertir muito. A cidade abriga inúmeros pubs característicos que são a alma do povo irlandês. O “The Temple Bar” é tão ponto turístico quanto a The Spire, a maior escultura da Europa.

Em um dos pacotes da Travelmate, você realiza um curso de inglês por 25 semanas e tem direito a 8 semanas de férias destinadas ao trabalho. Nesta estrutura, o estudante é encarregado por procurar e escolher o trabalho de sua preferência e pode iniciá-lo uma vez que as horas destinadas ao estudo tenham sido cumpridas. Além da Irlanda, as outras opções de destinos oferecidas pela Travelmate condizem com os destinos mais procurados para se fazer intercâmbio. É o caso do Canadá, no topo da lista, seguido por Austrália, Nova Zelândia e nosso mais novo destino, Dubai.

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Já pensou fazer intercâmbio em Dubai?

Postado por: Tatiana Serbena/ 2118 1

Dubai, é a maior cidade dos Emirados Árabes Unidos e também a mais populosa. A cidade já possui o prédio mais alto do mundo, e um mais alto ainda continua nos planos para os próximos anos. Dubai é mais conhecida por ser exótica, e no mínimo, diferente. A cidade vive de excentricidades e atualmente têm se tornado um destino cada vez mais requisitado por jovens e adultos para uma experiência no exterior. Estudar e trabalhar em Dubai pode ser a escolha certa para quem está buscando sair do comum e mergulhar em uma experiência fascinante e inesperada.

Cosmopolita pode ser um excelente adjetivo para Dubai: Milhões de pessoas embarcam e desembarcam na cidade anualmente, e no ano de 2015, seu aeroporto internacional foi o número 1 do mundo em número de passageiros, o que representa mais de 78 milhões de pessoas indo e vindo de Dubai. No entanto, os objetivos são ainda mais ambiciosos. A partir de 2020, a cidade pretende passar a receber mais de 20 milhões de turistas por ano.

Existem inúmeras opções para estudar inglês em Dubai considerando a enorme quantidade de pessoas que vão à cidade com este objetivo. Outra vantagem que Dubai oferece é com relação a trabalho, pois além da obtenção do visto ser relativamente simples, o governo facilita o processo para todas as áreas de trabalho, e não apenas para aquelas onde há escassez de mão de obra, como costuma ocorrer em outros países.

Além de conhecer construções exorbitantes, praias belíssimas, gastronomia do mundo inteiro e ainda um dos maiores ski indoors do mundo, existe mais uma boa vantagem de mergulhar em um destino como Dubai. Além de estudar inglês, é possível conhecer e se aprofundar na língua e na cultura árabe, que é muito diferente dos costumes da maioria dos viajantes que se interessam em conhecer Dubai.

Novas experiências não vão faltar se o destino do seu intercâmbio for Dubai. Fale com a Travelmate para conhecer o nosso novo pacote de work & study e esteja pronto para tirar o melhor que Dubai tem para oferecer!

Como escolher o seu intercâmbio?

Postado por: Tatiana Serbena/ 3123 0

Uma hora chega o momento de decidir: Vou fazer um intercâmbio! Mas por onde começar? Para onde eu vou? O que posso gastar? Veja os principais passos para você escolher o seu intercâmbio.

  • Que idioma você quer aprender?

Antes de mais nada, o principal é saber qual idioma você quer aperfeiçoar e assim decidir o país de seu destino. Existem países que possuem várias línguas, por ser povoado por diversas culturas, como o Canadá, normalmente as pessoas vão até lá para falar inglês, mas caso você queira estudar francês, você terá muita facilidade em encontrar pessoas que falam a língua, principalmente em Montreal e Quebec.

como escolher o seu intercambio

  • Que país quer conhecer?

Talvez a parte mais difícil e a mais legal, escolher o país é uma decisão que vai mudar a sua vida! Sim, é meio radical, mas escolher o país, principalmente para seu primeiro intercâmbio, é escolher o destino onde você vai realizar seu sonho e conhecer lugares que você sempre quis.

Quem nunca sonhou em conhecer o Grand Canyon ou a Torre Eifel. Então, para sua viagem ser perfeita, escolha o lugar do seus sonhos e embarque no avião.

Dica: Se você não possui condições financeiras em escolher o local que você desejaria, alguns lugares são incríveis e ainda você vai sair economizando, como Malta, Canadá, Irlanda e Argentina.

  • Em que cidade quer morar?

Sim, quando você acha que a parte difícil de escolher o país acabou, vem a parte de escolher a cidade, óbvio. Normalmente as cidades mais famosas tem todos os tipos de cursos de intercâmbio, então a escolha também vai ser feita um pouquinho com o coração.

Recomendamos que você escolha uma cidade com vários lugares legais e com muitas atrações (Quase todas são assim, então complica mais um pouco), como Nova York que tem a famosa Estátua da Liberdade ou a Times Square, ou Toronto, que possui uma das maiores torres do mundo e também possui parques de diversão incríveis como o Canadá’s Wonderland.

malta

  • Qual tipo de curso de idioma no exterior quer fazer?

O próximo passo é escolher qual o tipo de programa que você quer fazer. Existem programas para estudar, trabalhar ou fazer ambos. Clique neles para saber mais informações.

Estudar:

Trabalhar:

Ambos:

high school

 

  • Quanto tempo estudar no exterior?

O tempo que você vai ficar no exterior é influenciado por várias coisas, como o tipo de curso escolhido e a sua condição financeira.

Outro fator importante é o seu tempo disponível, normalmente as pessoas que trabalham fazem um intercâmbio de 4 semanas, já as pessoas que apenas estudam têm a disponibilidade das férias do fim de ano, podendo chegar até 3 meses.

Dependendo do curso, você pode fazer um intercâmbio com até 2 anos de duração.

  • Onde ficar durante o intercâmbio?

Também dependendo do seu destino e o tempo, saber escolher onde ficar no intercâmbio é muito importante.

Se for ficar entre 4 e 12 semanas recomendamos ficar em uma casa de família, além de você treinar seu inglês com as pessoas da casa, você também pode optar por fazer as refeições na própria casa, assim dedicando seu tempo inteiro ao estudo e em conhecer os lugares da sua cidade, e o melhor, é o mais econômico.

Outra opção de moradia é a residência estudantil, que na maioria oferece quarto individual. Banheiro e cozinha são coletivos. Pode ficar dentro da escola/universidade ou em prédios (geralmente) próximos ao local de estudo.

Se for ficar mais de 6 meses, você provavelmente (depende das regras do país) poderá trabalhar, sendo assim fica mais fácil para alugar uma casa.

intercambio

  • Entrar em contato com a melhor agência de todas

Você pode resolver todos esses passos sozinhos, mas caso queira alguma ajuda pode saber que a Travelmate vai te auxiliar do começo ao fim. Para entrar em contato clique aqui e converse com nossos representantes.

Quer conhecer alguns pacotes de intercâmbio? Clique aqui

Depois de tudo resolvido, basta pegar sua bagagem e partiu viajar!

Thiago Sotto - Work&Study

Thiago Sotto – Work&Study

Postado por: Marketing Travelmate/ 1087 0

O Thiago se aventurou em um programa de Work&Study na Irlanda e estudou na ISI General English, tudo isso com a ajuda da TM Maringá! Olha o que ele achou:

 

“Há quatro meses eu nunca pensava que o que aconteceu comigo aqui na Irlanda aconteceria. Foram tantas coisas, tantas amizades que conquistei, tantos lugares que fui, tantas experiências. E quem diria que tudo isso teria um começo quando eu decidi que queria viajar para o exterior. Entrei em contato com a Minds que me passou o contato da Débora da Travelmate. Foram muitas opções até vir a Irlanda. Confesso que não conhecia o país e mesmo assim fui para essa aventura e, quem diria, de tudo que aconteceu parece até que se passou um ano. Primeiro mês tive a oportunidade de estudar na ISI, uma escola muito boa em que aprendi muita coisa, além também de procurar emprego e acomodação. Segundo mês conquistei algo que nunca pensei que pudesse conquistar. Um cargo dos sonhos em uma empresa multinacional. Foi de lá que passei um dos melhores momentos na minha vida em que conversei com gente de todo mundo, além também de ter tido a oportunidade de viajar para outro país. Posso dizer que me sinto realizado depois de tudo isso. Quem diria que vir para a Irlanda era a escolha certa. Voltarei em breve ao meu país com o sentimento de dever cumprido. Certamente nunca esquecerei do que passei aqui na terra do Leprechaun.”

 

 

6 programas de intercâmbio para trabalhar no exterior

Postado por: Tatiana Serbena/ 2346 0

Nessa terça-feira, a EXAME.COM publicou uma notícia sobre programas de intercâmbio para trabalhar no exterior. Camila Pati, a autora, listou seis tipos de programas para trabalhar no exterior e o que cada um deles tem a oferecer.  Se você tem vontade de fazer intercâmbio e quer investir em sua carreira, essa é a oportunidade! Sem contar o salário, né?

Programas de intercâmbio que incluem trabalho têm feito sucesso entre os brasileiros. Em muitos casos é possível, além de recuperar o dinheiro investido, ainda garantir recursos para viajar e se manter durante a estada no país.

Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, França, Alemanha e Holanda são alguns dos países para os quais há opções de trabalho que pode ser remunerado ou não.

Confira alguns dos programas que o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann, cita entre os mais procurados na agência.

 

TRABALHO NOS EUA

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O Work & Travel nos Estados Unidos é programa de trabalho mais procurado da Travelmate, segundo Eduardo Heidemann, diretor de intercâmbio. Ele é realizado durante as férias de verão aqui no Brasil e é voltado para universitários entre 18 e 28 anos com conhecimento intermediário, no mínimo, de inglês.

Os jovens passam entre três e quatro meses trabalhando em estações de esqui, hotéis, resorts e restaurantes. A média salarial fica normalmente entre 7,25 e 12 dólares por hora, variando conforme empregador e função.

Heidemann aponta o custo, que não é alto, como o principal atrativo do programa. “Além disso, trabalhando, o jovem consegue recuperar o dinheiro investido e se manter enquanto está lá, além de não prejudicar as aulas no Brasil”, diz.

 

TRABALHO E ESTUDO

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Muitos brasileiros estão preferindo países que permitem que estudantes estrangeiros trabalhem. É o caso de Canadá, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia (foto), em que é possível frequentar uma escola de idiomas, por exemplo, e também trabalhar nas horas vagas.

A busca de emprego fica por conta do estudante, mas há algumas escolas que dão auxílio aos seus alunos interessados em trabalhar. Na Travelmate, programas desse tipo são chamados Work & Study.

 

ESTÁGIO NOS EUA E AUSTRÁLIA

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Interessados em adquirir experiência profissional e que tenham nível avançado de inglês podem optar por fazer estágio. Programas dessa modalidade são para universitários, estudantes de pós-graduação e recém-formados há, no máximo, um ano.

Há vagas em diversas áreas nos Estados Unidos e também na Austrália (foto), segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. “Tem estágio em engenharia, administração, tecnologia, recursos humanos. Mas há maior número de oportunidades nos dois países para trabalhar com hospitalidade e gastronomia”, diz Eduardo Heidemann.

O processo seletivo é feito no Brasil, o jovem já sai daqui sabendo para quem vai trabalhar e há opções remuneradas e não remuneradas que duram de três a 18 meses nos Estados Unidos.

Na Austrália há também estágios pagos e não pagos e a duração pode variar entre um mês e seis meses. Há limite de idade de 35 anos para estágio nos Estados Unidos e 30 anos para estágio na Austrália.

 

AU PAIR E DEMI PAIR

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Os dois são programas de trabalho remunerado, em que o estrangeiro mora com uma família e ajuda no cuidado com as crianças da casa. Nível, ao menos, intermediário de inglês ou do idioma do país de destino é um requisito, assim como experiência prévia no trabalho com crianças.

O trabalho como au pair é integral e há oportunidades nos Estados Unidos, Alemanha, França e Holanda, segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. O estrangeiro recebe, além da remuneração, estadia e alimentação. Nos Estados Unidos, a passagem de ida e volta também é paga pela família contratante. O programa dura, geralmente, um ano, mas pode chegar a dois anos, período máximo permitido. É para quem tem entre 18 e 26 anos, é solteiro e não tem filhos.

Já o programa de demi pair é realizado na Austrália é de meio período de trabalho cuidado de crianças e meio período de estudo obrigatório em escola de inglês. Podem se candidatar solteiros sem filhos que tenham entre 18 e 35 anos.

De acordo com Eduardo Heidemann, mulheres geralmente têm a preferência das famílias, mas homens que sejam qualificados também podem ser aceitos. ” Já tivemos casos de sucesso com candidatos homens também”, diz.

 

TRABALHO NA FRANÇA

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Jovens universitários entre 18 e 26 anos podem participar de programa de trabalho na França voltado para a área de hospitalidade e gastronomia. Dura entre dois e três meses e é feito durante as férias de verão aqui e de inverno lá.

É preciso ter nível de francês no mínimo intermediário para trabalhar em bares, restaurantes, hotéis e estações de esqui francesas.

 

CURSOS PROFISSIONALIZANTES E TRABALHO NO CANADÁ

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“Temos visto aumentar o número de interessados em emigrar do Brasil”, diz o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann.

O país que mais atrai atualmente, de acordo com ele, é o Canadá. O caminho escolhido, geralmente, passa pela matrícula em curso profissionalizante de longa duração nos chamados Colleges, que permitem trabalho durante meio período. “Depois deste curso, o estrangeiro pode ficar até dois anos trabalhando no país e então pode dar entrada no pedido de visto permanente”, diz Heidemann.

Ele explica que muita gente tem levado a família junto. E que a vantagem é que o acompanhante pode trabalhar período integral e os filhos podem ser matriculados no ensino público canadense durante o programa.

 

Se você quiser ver a matéria na íntegra, é só clicar aqui.

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Work & Study na Nova Zelândia

Postado por: Tatiana Serbena/ 1736 2

A Nova Zelândia ganha cada vez mais evidência no mercado de intercâmbio, e Work & Study na Nova Zelândia é uma excelente opção pra quem deseja desfrutar desse país incrível!

A Nova Zelândia se destaca cada vez mais no meio dos países desenvolvidos, as duas grandes ilhas (Ilha do Norte e Ilha do Sul) localizadas na Oceania possuem excelentes índices de qualidade de vida, educação e emprego. Com escolas de idiomas que são referências mundiais no ensino de inglês, a Nova Zelândia atrai os jovens também pelo mercado de trabalho, que nos últimos anos cresceu muito e abriu várias oportunidades para estrangeiros, um prato cheio para quem sonha em fazer Work & Study na Nova Zelândia.

Com o mercado em rápida ascensão, a indústria e o turismo geram grande parte do PIB neozelandês. O país recebe anualmente cerca de 2,4 milhões de turistas internacionais, número extremamente positivo, uma vez que o país tem pouco mais de quatro milhões de habitantes. Só no setor de turismo, a Nova Zelândia emprega aproximadamente 180 mil pessoas em tempo integral, isto é, cerca de 10% da força de trabalho no país.

No País, estão presentes escolas de idiomas que são referências mundiais em ensino de inglês e graduação, como a Embassy English e a NZIE. O sotaque do inglês neozelandês é bem semelhante ao britânico, assim, você aprende inglês com qualidade e de referência, Com o Work & Study na Nova Zelândia, você tem uma experiência completa com o seu inglês.

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Se você gosta de aventuras, a Nova Zelândia é o país certo para você! E se duvida, temos o argumento perfeito para te convencer: o bungee jumping foi inventado por um kiwi (forma que os neozelandeses são conhecidos, o kiwi é um animal típico do país). As praias paradisíacas e as montanhas que dividem neve com vegetação são um prato cheio para os amantes de natureza e belas paisagens. O isolamento geográfico da Nova Zelândia fez do país um habitat único de várias espécies animais, principalmente pássaros, que dominam a fauna da Nova Zelândia.

Se pensa em fazer Work & Study, a Nova Zelândia é o destino certo para você, com escolas excelentes e um amplo mercado de trabalho, o seu intercâmbio será um sucesso! Aqui na Travelmate temos opções de intercâmbio para Auckland e Queenstown, duas das maiores cidades da Nova Zelândia. Se você está interessado em fazer Work & Study na Nova Zelândia, ou se ficou com dúvida sobre os nossos programas, entre em contato com os nossos consultores, eles estão sempre prontos para atender você.

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