Categoria: Work & Study

Planejar intercâmbio agora? O novo normal trouxe oportunidades e segurança para você

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 46 0

O “novo normal” tem sido muito comentado, já que realmente foi necessário adaptar diversos hábitos por conta da pandemia. Mas, considerando que nós já estamos vivendo essa realidade há 7 meses, o novo normal nem é mais tão novo assim, afinal de contas, todos já se acostumaram e entenderam que as coisas serão um pouco diferentes daqui pra frente. E não foram somente os hábitos que se modificaram. O rumo de nossas vidas também mudou, redefinimos prioridades, alteramos objetivos e é claro, nesse processo muitos planos foram criados ou adiados para o pós pandemia, inclusive a realização do intercâmbio. E, diante de tudo isso, existe uma dúvida recorrente chegando até nós: “vale a pena planejar intercâmbio agora?”

A resposta é: com certeza! 

Não podemos garantir quando os embarques começarão a ocorrer, mas independentemente disso, tem muita gente aproveitando as condições especiais que a TM e as escolas estão oferecendo. Por estarmos em 2020, agora é a hora de garantir essas vantagens para embarcar em 2021, ou até mesmo 2022.

A palavra-chave do intercâmbio sempre foi planejamento, e a gente pode entender esse tempo até a retomada de abertura das fronteiras justamente como mais tempo para planejar e organizar a sua viagem. 

 

Por que planejar intercâmbio agora?

Se tem uma lição que a quarentena nos deixou é que uma das coisas mais especiais que você pode fazer por você mesmo é viver! Viver novas experiências, novas culturas, novos aprendizados. E falando sério, se existe maneira melhor do que viajar para conquistar tudo isso, nós desconhecemos. 

O intercâmbio permite que você aprenda muito sobre o local, costumes e hábitos do destino escolhido, mas acima de tudo possibilita o autoconhecimento e colabora para o seu desenvolvimento pessoal. Sair da sua zona de conforto torna você mais flexível, te motiva a ir além, faz você ser mais independente, traz mais segurança e, de quebra, ainda te permite aperfeiçoar o idioma. 

É quase surreal tudo o que é possível vivenciar passando um período no exterior, então porque não aproveitar e planejar um intercâmbio em 2021 para resgatar um pouco do que “ficou para depois” de 2020

 

VIVER essa experiência pode inclusive ser o SEU diferencial

Todas as experiências que você tem em um país estrangeiro, não importa qual for o destino, além de colaborarem com o seu desenvolvimento pessoal, também podem ser um excelente diferencial em seu currículo

Assim como você espera pela reabertura das fronteiras para fazer sua viagem, as empresas esperam pela normalização das atividades para se recuperarem dos impactos econômicos. E, de fato, a corrida em busca de profissionais com um “algo a mais” será acirrada, e os que tiverem diferenciais em seu currículo certamente estarão à frente de outros candidatos. 

E sabe o que pode ser esse “algo a mais”? A fluência em outro idioma e as “soft skills”, competências extremamente valorizadas no mercado de trabalho. Aliás, nós até fizemos um artigo falando sobre como é possível adquirir essas habilidades no intercâmbio, já que elas são habilidades de comportamento e não podem ser ensinadas em sala de aula. 

E por falar em impactos econômicos, nós sabemos que essa questão não afetou somente as empresas. A população, como um todo, também precisou conter os gastos e replanejar seu orçamento. Entretanto, essa situação aconteceu no mundo todo, e lembra que falamos lá em cima sobre a palavra-chave do intercâmbio ser planejamento? É sobre planejamento financeiro também. E por isso a TravelMATE elaborou propostas diferenciadas de pagamento para que o seu sonho do intercâmbio não seja adiado – mais uma vez. As próprias escolas parceiras da TM também flexibilizaram suas condições e estão com valores super convidativos.  

Algumas condições especiais para seu intercâmbio:

  • Sem multas para remarcações: você pode remarcar quando quiser, até mesmo para 2022, se desejar
  • Pagamento facilitado, com entrada e até 60 dias para começar a pagar as parcelas
  • Aulas de inglês gratuitas para nossos intercambistas
  • Valores imperdíveis para fechamentos ainda em 2020 – aproveite os valores 2020 para embarcar em até dois anos!
  • Brindes exclusivos que só intercambistas TravelMATE recebem

E sabe por que estamos oferecendo tudo isso? Porque nós acreditamos muito no quanto a experiência do intercâmbio agrega coisas boas na vida das pessoas. Nós temos amor pelo que fazemos e temos a certeza de que não há nada mais enriquecedor do que viajar mundo afora

Portanto, converse com nossos consultores pelo WhatsApp e solicite informações sobre todas as vantagens e condições exclusivas que preparamos pra você. 

Bora fazer as malas para se aventurar em seu intercâmbio?

 

Estudar e trabalhar em Dubai: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 84 0

Estudar e trabalhar em Dubai pode ser uma experiência incrível. Dubai é conhecida como a cidade do futuro, e pensar sobre ela remete a riqueza, petróleo e uma arquitetura um tanto peculiar, o que realmente são características marcantes da cidade. Porém, muitas pessoas acreditam que fazer intercâmbio lá seja muito caro, o que é um engano. Comparado a outros destinos, pode ser até mais econômico. Além disso, o local é cheio de encantos que fazem de Dubai um ótimo destino para quem pretende viver momentos inesquecíveis no exterior. 

No artigo de hoje você vai conferir as principais informações sobre a cidade e perceber que Dubai pode ser ainda mais especial do que você imagina. 

O que torna o local especial para um intercâmbio? 

Trabalhar e estudar em Dubai

De imediato, é bem improvável pensar em Dubai como um destino de intercâmbio para estudar inglês, mas existem sim muitos fatores para que você considere essa possibilidade. Talvez o principal deles é que, diferente do que muitos pensam, o intercâmbio para Dubai é relativamente mais econômico do que outros destinos. Imagino que você deve ter se surpreendido com essa informação, não é mesmo?

O maior Emirado – e também cidade – dos Emirados Árabes tem grandes vantagens para quem pretende passar uma temporada fora do Brasil, e oferece oportunidades para todos os gostos. Mesmo com toda a riqueza, existe um estilo de vida menos luxuoso e mais adequado à vida dos intercambistas, e isso, é claro, possibilita maior tranquilidade durante a permanência no país. 

Outro ponto de destaque é que existem diversas opções para estudar inglês em Dubai, até mesmo porque há um interesse muito grande por parte dos estrangeiros em morarem na cidade. Em relação ao trabalho, também existe uma grande vantagem: a obtenção do visto é relativamente simples. Diferentemente de outros destinos, para Dubai existe uma facilidade muito grande no processo de visto para quem deseja estudar e trabalhar, principalmente no que diz respeito à comprovação financeira.  

E você já deve saber que Dubai é conhecida por ter uma infraestrutura de dar inveja e pelo Burj Khalifa Bin Zayid, não é? Essa construção é, atualmente, o prédio mais alto do mundo, que possui 160 andares e 828 metros de altura. Ainda no quesito arquitetura, podemos destacar o Burj Al Arab, o único hotel sete estrelas do mundo! A construção do prédio, que fica em uma ilha artificial, foi inspirada no formato de uma vela de barco. Ele possui 321 metros de altura e elevadores cobertos de ouro. Sim! Você não leu errado: O-U-R-O! Não é à toa que ele já foi considerado por especialistas como o melhor hotel do planeta. Puro luxo, não é mesmo?  

Em Dubai também existe uma vida noturna movimentada e cheia de agitos para aproveitar os momentos de lazer. Muitas baladas acontecem dentro dos hotéis, e os restaurantes de rua em Dubai normalmente não estão autorizados a vender bebidas alcoólicas. 

Há um comércio com lojas incríveis – e outlets ainda mais – para fazer aquelas comprinhas básicas, parques e diversos pontos turísticos para conhecer e desfrutar os momentos de lazer. 

 

Língua Oficial

 

O árabe é a língua oficial. Entretanto, o inglês é falado pela grande maioria da população. 

A cidade se tornou um grande centro urbano internacional: mais de 80% da população é formada por imigrantes e turistas de mais de 200 nacionalidades diferentes. Então, sendo o inglês a “língua universal”, não é de se estranhar que seja um idioma muito falado por lá. Até mesmo as placas de ruas escritas em Árabe sempre são acompanhadas de traduções em inglês. Não por menos, é muito comum se deparar com diferentes sotaques, já que tem gente de todos os cantos do mundo. 

 

Economia 

 

A base da economia local são os serviços financeiros, o setor imobiliário, o comércio e o turismo. Este último, por sua vez, movimenta muito a região, oferecendo maiores possibilidade de conseguir um emprego. Falando nisso, os brasileiros têm uma ótima fama em Dubai, o que aumenta as chances de conseguir um trabalho mais rápido.  

As receitas de petróleo e gás natural contribuem bem menos que os setores citados anteriormente. Contrariando o que a maioria das pessoas acredita sobre o local. 

A moeda oficial é o Dirham (AED), que, em comparação de câmbio, é bem parecido com o real. Os salários são pagos de acordo com a função e falaremos um pouco mais sobre isso logo abaixo. 

Clima 

Para os amantes do verão, Dubai é o local ideal, pois é um destino onde faz sol praticamente o ano todo, e por ser uma cidade litorânea, dá pra curtir dias lindos em praias extraordinárias. 

Como o calor na região é muito intenso, principalmente entre junho e agosto, todos os ambientes são climatizados. Contudo, para quem pretende trabalhar e estudar em Dubai, o mais indicado é esperar essa estação passar e começar seu intercâmbio na baixa temporada. Assim, além de passar menos calor, você economiza em estadia e nos gastos diários. 

Cultura local 

Dubai é uma cidade amigável, segura, muito organizada e com um multiculturalismo incrível. Por ter muitos estrangeiros vivendo lá, o povo costuma ser extremamente receptivo. Ela também é considerada a capital gastronômica do Oriente Médio, então, é possível encontrar todos os tipos de culinária, desde comidas típicas locais até pratos internacionais.

Existem muitos restaurantes luxuosos e sofisticados, com cardápios requintados e assinados por grandes chefs. Mas, calma! Também é possível encontrar diversos locais mais populares e com comidas igualmente deliciosas. 

Mesmo que haja pessoas de todos os lugares do mundo, ainda é possível se deparar com a população local usando dishdashas e abayas, que são as vestimentas tradicionais da região. O intercambista também irá ouvir o som das mesquitas durante as rezas, o que, é claro, é extremamente comum.

Uma das principais preocupações está relacionada à religião, já que os Emirados Árabes praticam o islâmismo. Mas, diferente do que se imagina, eles respeitam muito as outras crenças, tanto que há templos e igrejas de todos os credos espalhados por Dubai. 

Outra dúvida recorrente de quem pretende estudar e trabalhar em Dubai está relacionada a que tipo de roupa usar: se as mulheres precisam se adequar às regras e etc. A resposta é: não. A vestimenta é normal, como em qualquer outro lugar do mundo. Inclusive, meninas, podem levar – e usar – seus biquínis sem medo para curtir as praias de lá, viu?   

O cotidiano de Dubai é extremamente interessante. Ter a oportunidade de viver em uma cidade de primeiro mundo, com índice de violência de praticamente 0%, e com toda a diversidade cultural que existe por lá, é sem dúvidas uma experiência inesquecível, que agrega muitos benefícios para a vida pessoal. 

Como obter o visto para estudar e trabalhar em Dubai 

O visto é realmente muito descomplicado. Quem vai pra lá apenas para estudar ou turistar sequer precisa aplicá-lo: basta que se tenha o passaporte válido e, assim, é possível ficar até 3 meses no país. Para aqueles que pretendem ficar um período maior, fazendo um curso de idiomas e também trabalhando, a própria escola pode solicitar o visto. Para isso, é preciso ter passaporte escaneado e uma foto 3×4 em fundo branco.. e só! Sim, é só isso mesmo!

Diferentemente de toda a burocracia de outros países, para viver nos Emirados Árabes não é necessário comprovação de renda, extrato bancário ou aquele monte de outras comprovações que podem ser solicitadas. Além do citado no parágrafo anterior, o seguro saúde internacional é a única exigência que, recentemente, passou a ser solicitada. 

Como trabalhar em Dubai 

O estudante tem permissão de trabalho em Dubai sem limite de horas, ou seja, o intercambista pode adaptar seu horário de emprego ao curso e aproveitar ao máximo a oportunidade de fazer uma renda enquanto estiver morando no país. 

Tipos de curso com opção de trabalho 

A escola parceira da TravelMATE em Dubai é a English Studies Dubai – ES Dubai, que oferece diversas opções em curso de inglês intensivos e semi intensivos em 6 níveis diferentes. A carga horária varia de 15 a 30 lições por semana. 

Além disso, o estudante pode optar por um curso de inglês geral, inglês para negócios, aulas de conversação ou preparatório para  IELTS (exame de proficiência para quem quer ingressar em uma universidade). 

Para que se tenha permissão de trabalho, é necessário estar matriculado em um curso com duração mínima de 8 semanas, porém, o mais indicado é um curso com no mínimo 12 semanas, já que garante, ao menos, completar um nível de inglês geral na escola. Há também a possibilidade de se matricular em programas com duração de 20 ou 24 semanas, que dão o direito ao visto por seis meses. 

Principais vagas de emprego para intercambistas 

 

Geralmente, quem vai estudar e trabalhar em Dubai consegue empregos em restaurantes, lojas e hotéis. Para quem tem força de vontade, é relativamente simples encontrar uma vaga, pois existe muita oferta dentro dessas áreas para os brasileiros, e, ainda, há a grande vantagem de poder escolher permanecer no país somente durante o curso, ou ficar por lá com um contrato de trabalho, que geralmente dura 2 anos e pode ser renovado.  

Mas, diferentemente de outros países, em Dubai, as vagas para estrangeiros são divididas por nacionalidades. Funções como pedreiro, babá e limpeza, por exemplo, não são destinadas aos brasileiros. As vagas para nossos conterrâneos são, em geral, de atendimento ao cliente, tal como recepcionista, garçom, bartender ou vendas.

 

Como conseguir um emprego em Dubai

A ES Dubai, escola parceira da TravelMATE, presta todo o suporte necessário para que os estudantes ingressem no mercado de trabalho. São realizados workshops direcionados para dicas de como se portar nas entrevistas – o que é interessante responder e o que geralmente é perguntado – e como padronizar o currículo, ou seja, tudo o que é necessário saber para ter sucesso na busca por uma vaga. 

Além disso, a própria escola disponibiliza vagas para que os alunos se candidatem. Eles auxiliam na marcação de entrevistas, e até mesmo convida as empresas a irem até a instituição para conhecer os intercambistas e realizarem as entrevistas. 

Para aqueles que já têm um nível de inglês mais avançado e pretendem trabalhar em sua área, é importante levar o diploma com tradução juramentada. Entretanto, é importante já ter em mente a necessidade de ficar lá por um período maior, uma vez que costuma ser improvável esse tipo de emprego em caráter temporário

Mesmo quem pretende trabalhar na área de hospitalidade precisa falar ao menos o básico em inglês. Pessoas que não têm o domínio da língua podem ir para Dubai e frequentar um curso para iniciantes. A medida que for aprimorando o idioma e que já se sentir seguro(a) para desenvolver uma conversação, já é possível se candidatar para alguma oportunidade. 

Com as vagas que são destinadas aos estrangeiros brasileiros é totalmente possível se manter no país, pois somando todos os custos básicos, são necessários cerca de 2.200 dirhams, incluindo moradia, alimentação e transporte. 

O salário para funções de garçom, por exemplo, pagam em média 2.500 a 3.000 dirhams, e geralmente já oferecem acomodação. Caso não seja oferecida a moradia, o salário costuma ser ainda maior. Vagas de bartender pagam em torno de 5 mil dirhams e, de barista, em torno de 3.500. Já para aqueles que possuem diploma e um excelente nível de inglês, os salários são ainda mais atrativos.

Isso quer dizer que com uma boa organização financeira, ainda sobra um dinheirinho no final do mês para aproveitar todas as maravilhas que a cidade oferece. Então, Dubai realmente é um destino que merece atenção de quem pretende estudar e trabalhar no exterior. 

Programa disponível para estudar e trabalhar em Dubai 

O Study&Work é o programa ideal para quem quer se aventurar pelos Emirados Árabes. Por meio dele, o estudante pode se matricular em um curso de inglês geral, preparatório para teste IELTS, inglês para negócios, pronúncia ou conversação.

Todos esses cursos possibilitam que o estudante tenha permissão de trabalho, que, em Dubai, não possui limitação de horas, o que é muito positivo, pois o estudante pode se organizar e fazer uma jornada de trabalho de acordo com seus objetivos. 

Estudar e trabalhar em Dubai é realmente fantástico. É um lugar único, futurista, moderno, multicultural e totalmente diferente de tudo que estamos acostumados. Acredite: pode ser muito mais surpreendente do que você imagina. 

Se mesmo com tudo isso você ainda não se convenceu que Dubai é um excelente destino para você, confira também nossos conteúdos sobre estudar e trabalhar na Austrália, Canadá e Irlanda. Você vai encontrar informações super completas que podem te ajudar a planejar a experiência mais incrível de sua vida. 

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia - Tudo o que você precisa saber

Estudar e trabalhar na Nova Zelândia: tudo o que você precisa saber

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 63 0

Se você tem espírito aventureiro, gosta de contato com a natureza e não abre mão de um ensino de qualidade, você já deve considerar conhecer a Nova Zelândia. Mas, se você se identificou com tudo isso e nunca pensou nessa possibilidade, talvez esteja na hora de dar um pouco mais de atenção para o país que hospeda a “capital mundial da aventura”.

No artigo de hoje, separamos as principais informações que você precisa saber sobre o país.

Nova Zelândia: muito além da natureza e dos esportes radicais 

 

Dividida em duas grandes ilhas na Oceania, a Nova Zelândia é um dos países com a natureza mais surpreendente do mundo. As paisagens são realmente estonteantes de tão bonitas. Não é à toa que existe até um festival de contemplação à natureza: o Powerco Taranaki Garden Spectacular, um dos festivais mais tradicionais desse gênero, acontece por lá.

A fama dos esportes radicais se deve pelo fato de o bungee jumping ter sido oficialmente inventado por um neozelandês. Só que esse não é o único motivo!  A prática de descidas em corredeiras e escaladas nas montanhas glaciais contribuem para tornar o país no local ideal para quem gosta de aventura. Também há possibilidade de praticar esportes aquáticos e adrenalizar por trilhas em matas fechadas espalhadas pelos parques nacionais.

Além dos esportes radicais e de toda a sua riqueza cultural e natural, o país é o 2º colocado no ranking de países mais seguros do mundo. Esses dados são referentes ao relatório Global Peace Index 2020. Ou seja, é possível deixar suas coisas na areia e dar um mergulho na praia, aproveitar a balada e voltar a pé de madrugada, tudo com muita tranquilidade e total segurança.

E ainda tem mais: em relação à educação, o destino também é muito atrativo. Os cursos oferecidos são reconhecidos internacionalmente e possuem uma altíssima qualidade. Inclusive, a Universidade de Auckland está entre as 100 melhores do mundo de acordo com o QS World University Rankings 2020, e, claro, isso a torna a melhor do país.

Com tantas vantagens assim, é de se imaginar que a maioria dos estudantes intercambistas tenha a intenção de estender sua permanência ou até ficar por tempo indeterminado na Nova Zelândia, até mesmo porque o processo de renovação de visto é facilitado quando o aluno já está estudando e trabalhando legalmente por lá.

Então, se você curte momentos de adrenalina e está afim de fazer um curso no exterior, estudar e trabalhar na Nova Zelândia certamente é uma ótima opção.

Vem com a gente saber mais sobre esse país encantador.

 

Língua oficial 

A língua oficial é o inglês, que, inclusive, tem um sotaque bem característico. Porém, o idioma Maori é considerado um tesouro nacional e cerca de 23% dos neozelandeses falam a língua.

 

Economia

A economia da Nova Zelândia se destaca por seu planejamento e estabilidade. Parte importante está concentrada nas exportações, principalmente de ouro, carvão, areia, ferro, petróleo bruto e gás natural. Por se preocupar com os impactos dessas produções, o país investe muito em pesquisas na área de sustentabilidade.

O turismo, é claro, é outro setor que movimenta muito a economia local, mas o grande destaque é justamente o turismo educacional. Por lá, é possível encontrar cursos de idiomas, profissionalizantes, de graduação, pós-graduação, mestrado e até mesmo oportunidades direcionadas à pesquisas.

A moeda local é dólar neozelandês (NZD). O salário na Nova Zelândia – assim como na maioria dos países –  é pago por hora, e o valor mínimo é de NZ$ 17,70.

 

Clima 

O tempo no país pode mudar rapidamente, por isso, é preciso estar preparado para tudo! Costuma-se dizer que, por lá, é possível experimentar todas as estações do no em único dia!

O extremo norte tem clima subtropical durante o verão, enquanto as áreas alpinas no interior da ilha sul podem chegar ao frio de -10°C durante o inverno. Porém, a maior parte do país fica próximo à costa, o que significa que as temperaturas são amenas durante o ano inteiro. Mesmo no verão as temperaturas não costumam subir muito, ficando em torno de 25 graus, mas, eventualmente, os termômetros podem subir um pouco mais.

 

Cultura Neozelandesa

 

A cultura da Nova Zelândia tem origens europeias, mas também possui características bem distintas, que são uma evolução da cultura indígena Maori. O povo é conhecido por sua receptividade, educação e bom humor. Uma das principais características herdadas desse povo é o amor pela natureza. Ah! Eles também valorizam muito os bons momentos entre amigos e familiares.

O esporte referência no país é o rugby. Aliás, assim como os brasileiros são amantes do futebol, o mesmo acontece com os neozelandeses com esse esporte. Inclusive, a seleção de rugby, All Blacks, já conquistou diversos campeonatos importantes na modalidade.

Outra particularidade da cultura neozelandesa é o quanto levam a sério o trabalho. Eles acreditam que todo o esforço dedicado para alavancar a carreira profissional é uma virtude e deve passar de geração para geração.

Com isso, fica mais fácil entender porque um país que investe em educação e valoriza o trabalho é uma excelente opção para estudar e trabalhar, não é mesmo? E, como “bônus”, ainda oferece paisagens exuberantes de encher os olhos – e a alma.

 

E como é possível estudar e trabalhar na Nova Zelândia? 

Isso é possível através de um intercâmbio que conceda a permissão de trabalho. Para isso, o curso escolhido precisa ter uma duração mínima de 14 semanas. Dessa forma, o aluno terá permissão para trabalhar 20 horas semanais enquanto estuda. O trabalho ou estágio pode ou não ser remunerado, e a remuneração varia conforme a atividade e o nível de inglês do intercambista.

A educação neozelandesa recebe muitos investimentos e é muito valorizada, por isso, a qualidade de ensino acaba sendo um grande destaque do país. Há várias opções de cursos de inglês dentro de excelentes universidades. Há também a possibilidade de fazer diversos cursos profissionalizantes, como curso técnico em engenharia mecânica ou civil, ou especialização em marketing digital, por exemplo.

 

Como obter o visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia

As regras da imigração exigem que estudantes estrangeiros que pretendam trabalhar no país tenham o visto de estudante. Para isso, é necessário estar matriculado em uma instituição classificada na categoria 1 do New Zealand Qualifications Authority (NZQA), o que configura um ensino de qualidade.

Diferente de outros países, só é possível trabalhar em período integral durante as férias aqueles que estiverem matriculados em cursos com duração superior a 12 meses.

Para aplicação do visto é necessário:

  • Passaporte (com validade de, no mínimo, três meses após a data de saída da Nova Zelândia)
  • Uma foto recente (3×4)
  • Formulário online para Visto para Estudante
  • Autorização Eletrônica de Viagem (NZeTA)
  • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco
  • Comprovação de matrícula na instituição
  • Pagamento integral do curso
  • Garantia de acomodação com endereço de onde o aluno vai ficar hospedado
  • 6 extratos bancários de seis meses anteriores à aplicação do visto que comprovem NZD 1,250 para cada mês de permanência no país
  • Imposto de renda e holerite
  • Garantia de seguro saúde/viagem
  • Comprovante de pagamento da taxa de conservação e turismo (IVL)
  • Cópia da passagem aérea (ida e volta) ou print da reserva

Para cursos com mais de 6 meses de duração, é necessário realizar um exame médico, que deve ser emitido por um médico credenciado pela Imigração da Nova Zelândia

 

Quais são as opções de cidades para estudar e trabalhar na Nova Zelândia?

 

Wellington

 

Wellington é a capital do país. É uma cidade muito charmosa localizada ao sul de North Island e é uma capital cheia de estilo com tudo o que você precisa. Os neozelandeses a chamam de Windy Wellington, ou, a “Wellington dos ventos”. Conhecida por suas colinas verdes, é uma cidade rica em cultura, gastronomia, diversão e arte, tanto que seus museus são famosos no mundo todo.

A capital é cheia de bares, cafés e restaurantes, o que já aumenta a probabilidade de conseguir um emprego, já que a maioria dos brasileiros trabalha nesse tipo de lugar.

Há também muitos locais que vendem cervejas artesanais. Inclusive, todos os anos acontece o famoso festival Beervana, que reúne alguns dos melhores mestres cervejeiros do país. A Cuba Street, por exemplo, é um reduto bem boêmio cheio de estabelecimentos coloridos. Lá circulam muitos jovens, hipster e artistas, e, na rua, é possível encontrar músicos andarilhos, shows de teatro ou até performances com fogo. É ali também que está a Bucket Fountain, um dos cartões postais da cidade.

A beira-mar é um local que vale a pena conhecer. É o lugar em que os intercambistas se misturam com os moradores locais. É muito comum ver pessoas andando de skate, pedalando ou simplesmente curtindo uma praia. Lá também é possível fazer um passeio no histórico bonde de Wellington. Com seu vermelho vivo, é um ícone da capital, que parte de Lambton Quay e sobe até Kelburn, onde se pode visitar o Cable Car Museum — o museu do bonde, no Space Place do Carter Observatory.

 

Auckland

 

É a maior cidade da Nova Zelândia. Embora Wellington seja a capital neozelandesa, Auckland é o principal centro financeiro e econômico. Foi fundada em 1840, e foi a capital do país até 1865.

Auckland é atravessada pela Volcanic Field, uma região onde ficam cerca de 50 vulcões. Estes assumem a forma de cones, lagos, lagoas, ilhas e depressões, e têm produzido várias correntes de lava extensivas.

A cidade conta com uma ampla área verde. Em Auckland, você vai encontrar muita diversidade cultural, boas opções relacionadas a esportes, culinárias e viagens. Sem contar que a cidade foi eleita várias vezes uma das melhores em qualidade de vida do mundo. Desse modos, o grupos étnicos de todos os cantos do mundo a tornam a cidade mais cosmopolita do país.

Auckland também é conhecida por Cidade das Velas, porque este esporte é praticado por todos os lados da cidade, que é cercada de praias e com ventos favoráveis a quem deseja velejar.

Queenstown

 

Está situada na Ilha do Sul e fica às margens de um lago cristalino cercado de montanhas. Na cidade calma, vê-se poucos carros e várias ruas para pedestres lotadas de pequenas lojas de recordações. Ela ficou mundialmente conhecida como capital mundial dos esportes radicais.

Lá, é possível fazer passeios de barco pelo lago e parar numa típica fazenda de ovelhas. Ou saltar de bungee jumping, skydiving, praticar ski, fazer rafting, se aventurar por safáris em meio às montanhas ou praticar mountain biking. Ou seja, Queenstown é um prato cheio para quem gosta de todos os tipos de adrenalina. Em alguns pontos da cidade, também é possível observar um famoso conjunto de montanhas, conhecido como “The Remarkables”.

A região de Queenstown é um local com uma concentração maior de brasileiros que o restante da Nova Zelândia, e a maioria trabalha em áreas como hotelaria, construção e prestação de serviços.

As festas são outra grande atração turística, com várias casas noturnas espalhadas pelo centro da cidade, como a Winnies, Cowboys, Ice Bar, entre outros.

Christchurch

 

estudar e trabalhar na nova zelândia

É um dos destinos mais procurados na Nova Zelândia. Foi colonizada pela Inglaterra e até hoje tem o charme e um pouco da cultura inglesa.

Christchurch tem diversos parques e várias reservas naturais, além de ser conhecida como a “Cidade Jardim”. As pessoas gostam tanto de jardinagem na cidade, que realizam competições entre os bairros para eleger as ruas, residências e até as fábricas mais floridas.

Além disso, possui praias encantadoras de água cristalina e com um swell perfeito para surfar. Contrapondo a isso, há fácil acesso a estações de esqui.  O Trem Tranz Alpino é considerado um dos mais espetaculares passeios de trem no mundo, e sai de Christchurch em direção à costa oeste da Ilha Sul. Isso tudo pode tornar a experiência de intercâmbio em Christchurch ainda mais inesquecível.

Contudo, a cidade conta também com ótimas opções de instituições de ensino, o que torna o lugar uma excelente alternativa para quem pretende estudar e trabalhar na Nova Zelândia. É possível fazer um curso de inglês, profissionalizante, uma graduação ou até mesmo uma pós-graduação.

 

Tauranga

 

Tauranga: uma opção para estudar e tranalhar na Nova Zelândia

 

Tauranga é a cidade mais populosa da região de Bay of Plenty da Ilha Norte na Nova Zelândia. Para os amantes de esportes aquáticos, é um destino inesquecível. Com suas praias paradisíacas, encanta qualquer pessoa.  A cidade fica distante 15 minutos de carro de um dos lugares mais incríveis da Nova Zelândia, o  Monte Maunganui. Indo até lá, você encontra um camping e o “Hot Salt Water Pool”, um local cheio de piscinas de águas quentes e salinas.

Para quem curte dias ensolarados, Tauranga é o local perfeito: são 2400 horas de sol por ano.

Lá também fica um centro comercial muito conhecido, cheio de lojas, bares, restaurantes e cafés, o que a torna um destino muito interessante para o intercâmbio. Tauranga também ficou famosa por conta das trilogias Senhor dos Anéis e Hobbit, uma vez que que serviu de locação para as filmagens.

Como encontrar um emprego na Nova Zelândia 

Assim como em qualquer lugar, encontrar um emprego na Nova Zelândia depende da força de vontade de cada um. Para começar, você pode visitar sites especializados em vagas de emprego. Já existem, inclusive, alguns mais direcionados para estrangeiros, como os sites workhere.co.nz e workingin-newzealand.com. Normalmente, as vagas anunciadas nesses sites são feitas por empregadores que já estão acostumados a contratar estudantes de outros países. No site Careers New Zealand, você também pode acessar uma lista completa com as principais agências de emprego do país.

É claro que criar uma rede de contatos e perguntar sobre as possibilidades é outra excelente maneira de encontrar um emprego. Quando você iniciar os estudos, é válido conversar com seus colegas. Se eles estiverem lá há mais tempo que você, podem ter indicações de lugares que estejam contratando, e, caso recém estejam chegando, assim como você, podem compartilhar essa busca por uma oportunidade. Assim, ao menos você já estará construindo novas amizades.

Principais vagas de emprego 

 

 

Quem vai estudar e trabalhar na Nova Zelândia costuma ocupar vagas mais operacionais. Elas variam de acordo com o nível de inglês do candidato. Muitas vezes, os estudantes começam em funções que não exijam tanto contato com o público, enquanto ainda não estão familiarizados com o idioma. Conforme isso vai melhorando, conseguem vagas com maior contato, o que já ajuda muito a melhorar o inglês.

Portanto, enquanto estiver em busca de um emprego, permita-se viver novas experiências e não tenha medo de fazer algo que você jamais imaginou. O objetivo do intercâmbio é justamente esse: sair da zona de conforto. Tudo vira aprendizado e, com certeza, essas experiências vão agregar muitos valores em sua vida.

Programas disponíveis para estudar e trabalhar na Irlanda

 

A experiência de estudar e trabalhar na Nova Zelândia proporciona convívio com pessoas locais e, também, de diversos outros países. Portannto, essa imersão em outra cultura é uma vivência que todos deveriam ter ao menos uma vez na vida.

O Study&Work, da TravelMATE, é o programa de intercâmbio ideal para quem busca unir estudo e a possibilidade de ter um emprego e se manter no país.

Então, se você se identificou com todas as maravilhas que a Nova Zelândia oferece, entre em contato conosco! Nossos consultores terão o maior prazer em te explicar ainda mais sobre esse lugar encantador.

 

Bora viver momentos incríveis?

 

Você também pode gostar de ler sobre estudar e trabalhar: 

Na Austrália 

No Canadá 

Na Irlanda 

 

5 dicas para desemvolver soft skills no intercâmbio

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver em seu Intercâmbio

Muito se fala sobre capacitação e qualificação através da Educação: graduação, pós, certificações, cursos de idiomas, treinamentos técnicos. Quanto mais gabaritado e atualizado for o indivíduo, melhor colocado e valorizado ele estará no mercado de trabalho. Porém, atualmente muito se fala sobre outras habilidades, as Soft Skills 

Mais recentemente, os profissionais de RH têm voltado sua atenção a qualidades que não necessariamente podem ser treinadas ou ensinadas. Adaptabilidade, resiliência, empatia, ‘accountability’ são alguns exemplos do que hoje em dia fazem parte do que se convencionou chamar Soft Skills, ou em tradução livre, ‘Habilidades Intangíveis’. Há quem defina estas habilidades como interpessoais ou mesmo comportamentais. 

Estas qualidades, mais subjetivas, não podem ser transmitidas concretamente através de uma receita (como num curso “Como ser flexível”, por exemplo) mas podem sim ser desenvolvidas ao longo do tempo

Veja a seguir alguns exemplos de como uma experiência internacional pode ajudar a desenvolver tais habilidades. 

1 – High School

O fato de um estudante adolescente ter a iniciativa de fazer uma parte do Ensino Médio no exterior já é, em si, um forte indício de curiosidade aguçada, desprendimento e interesse pelo que é novo.  Ao longo dessa experiência, o jovem é constantemente motivado a fazer novas amizades, aprender a superar uma eventual timidez, lidar com o que lhe parece estranho, desenvolver autonomia e a tomar decisões por conta própria sem estar diretamente monitorado pelos pais.  Contudo, o momento em que este tipo de intercâmbio acontece, geralmente entre os 15 e os 17 anos, contribui em muito para a formação da personalidade e do caráter do jovem. Vivenciar uma experiência internacional deste porte nesta faixa etária é altamente benéfico.

2 – Graduação e Pós

Embora o intuito seja a obtenção de uma titulação no exterior, o processo de admissão numa instituição de ensino já é o primeiro passo em que as Soft Skills vêm à tona. Como não costuma haver um vestibular ou prova de admissão (ou pelo menos esta não é a única etapa do processo), quem se candidata a uma vaga em graduação ou pós precisa demonstrar os motivos pelos quais deva ser considerado e aceito naquela instituição – e isto ocorre de várias maneiras. Uma análise subjetiva da história de vida do candidato e suas aspirações pode ser uma delas.

Uma vez iniciados os estudos no exterior, o aluno passa a desenvolver um maior senso de responsabilidade, não dependendo apenas de seus professores para absorver conteúdo. Desse modo, espera-se que ele mesmo se engaje em autoestudo, pesquisa, dissertações. Precisa se envolver nas atividades do campus, conciliar vida acadêmica com estágio, descobrir por si mesmo o funcionamento da vida cotidiana na nova comunidade – e tudo em outro idioma! Certamente tudo isso fará com que questões como resiliência, maleabilidade e visão de mundo sejam marcantes durante toda a trajetória.

3 – Voluntariado

Um programa de voluntariado na Ásia ou na África seja talvez o que mais explicitamente proporcione o desenvolvimento de habilidades interpessoais.  Ao se envolver em projetos ambientais ou sociais de cunho humanitário, o participante exercerá de maneira intensiva uma série de Soft SkillsEmpatia, altruísmo e solidariedade são apenas alguns exemplos. Por se tratar de um programa de curta duração (normalmente entre 2 e 4 semanas) e com custo muito acessível, o impacto de uma experiência assim no currículo é praticamente imediato. 

Imagine que, durante um processo seletivo, o recrutador veja que o candidato tem boa formação acadêmica, tem um bom nível de inglês e traz determinadas experiências profissionais em seu histórico.  Porém, além de tudo isso, constata que este candidato ensinou Matemática ou Artes para monges budistas na Tailândia. Ou que teve uma vivência na Namíbia prestando assistência médica numa comunidade carente. Não é difícil de prever que o recrutador se interessará em saber mais detalhes sobre essa história peculiar e inusitada. E claro, muito provavelmente associará essa vivência às Soft Skills que tanto se valorizam.  Então, se este tipo de experiência te atrai, não deixe de conferir todas as possibilidades clicando aqui.

4 – Trabalho durante as férias da faculdade

 

O objetivo aqui é aproveitar as férias da faculdade para adquirir experiência internacional nos Estados Unidos.  São posições temporárias, de 3 a 4 meses de duração, em estações de ski, resorts, cafés, restaurantes e hotéis.  Pela dinâmica e natureza das vagas, os participantes desta modalidade de intercâmbio trazem na bagagem, além das memórias, um forte senso de trabalho em equipe, pertencimento, agilidade, iniciativa, organização e método.

Não é incomum que alunos universitários recorram a este programa mais de uma vez durante sua graduação, não apenas pela viagem ao exterior e pela possibilidade de colocar o inglês em prática.  A sensação de “missão cumprida” ao término da temporada renova as energias e dá o gás necessário para mais um semestre de aulas.  Todo este traquejo adquirido interfere na autoestima e, por tabela, aflora uma série de Soft Skills. Já parou para pensar sob esta ótica?

5 – Cursos de Idiomas também ajudam a desenvolver Soft Skills

Soft Skills no intercâmbio

Matricular-se num curso de língua estrangeira tem como objetivo aprender o idioma, correto? Sim. E ao mesmo tempo, não apenas.  Aprender um idioma traz uma série de outros benefícios que nem sempre nos damos conta.  Quando passamos a nos comunicar em outra língua, programamos nosso cérebro para que simultaneamente lembremos de vocabulário, formulemos as frases, pronunciemos adequadamente ao mesmo tempo que ouvimos, entendemos, respondemos, interagimos.  Fazer tudo isso requer paciência, lidar com as próprias limitações, superando-as. É sentir-se exposto ao ‘julgamento’ dos colegas, é aprender a rir de si mesmo. É ter uma certa cara de pau, no melhor sentido da expressão.

Vale tanto para um período mais curto, de algumas semanas, como também por períodos mais longos em programas em que é possível, além de estudar, também trabalhar. Haverá momentos de extrema empolgação e outros de frustração, num novo ambiente com diferentes hábitos, costumes, crenças, comida.  Quantas Soft Skills já desenvolvemos só considerando esta parte?  Assim, ainda que o propósito do intercâmbio seja aparentemente um, os reflexos e os benefícios ultrapassam de longe o simples fato de fazer uma viagem.

Quais são as Soft Skills que você gostaria de desenvolver? Quais vivências você sente necessidade de propiciar a si mesmo? Fazendo esta breve reflexão, você já estará a meio caminho andado para a definição do seu programa de educação internacional.  E quando isso acontecer, vamos te ajudar em todo o processo. Visite nosso site e não deixe de nos mandar um WhatsApp!     

Study Work - Trabalhar e estudar no exterior

Study & Work: o programa para quem pretende trabalhar e estudar no exterior

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 100 0

Muitas pessoas têm o sonho de trabalhar e estudar no exterior.  E essa é uma excelente opção para estudantes que querem aperfeiçoar o idioma, viver momentos incríveis e ter experiência profissional fora do país. No dia a dia do trabalho e da escola que você frequentar conhecerá pessoas de todos os lugares do mundo. O próprio convívio com os chefes e seus colegas de trabalho locais vão te ensinar mais sobre a cultura e os costumes do país. Ou seja, você vai praticar seu inglês em situações da vida real, conseguirá ganhar uma grana e conhecer lugares fantásticosAté mesmo porque se você souber administrar o salário que vai receber, poderá aproveitar para viajar – e muito, pelos países próximos.

Então se você é do time que pensa em estudar e trabalhar no exterior precisa conferir o nosso post de hoje. 

Por que estudar e trabalhar no exterior?

Simplesmente pelo fato de ser uma das experiências mais ricas de intercâmbio. Toda a nossa história se constrói através de nossas vivências, das situações que enfrentamos, das pessoas com quem nos relacionamos e da maneira como decidimos viver a vida. E, talvez, não exista nada mais gratificante do que abrir sua mente e desfrutar de todas as maravilhas que o mundo tem a oferecer

De verdade mesmo, há muito o que ser explorado por aí. Sem contar que você vai aperfeiçoar outra língua através de uma imersão total nos costumes do país escolhido. Isso porque você terá que trabalhar, estudar e viver sua vida normalmente, porém, longe de casa.

Imergir na cultura local faz com que você aprenda muito mais do que imagina. Até mesmo porque irá ter contato com pessoas de outros locais. Conviver com a diversidade e o multiculturalismo contribuiu para que você expanda os seus conhecimentos e aprenda a respeitar ainda mais as diferenças. Crenças, formas de pensar, agir, costumes, alimentação, tudo pode ser diferente ao que você está habituado. Portanto, terá que se acostumar com uma realidade que, até então, não era a sua. O que é MUITO enriquecedor, acredite. Quem vai trabalhar e estudar no exterior desenvolve habilidades extremamente requisitadas hoje em dia. São elas: 

1 – Capacidade de adaptação a diferentes ambientes e situações

 

Não importa qual seja o tipo de trabalho nem mesmo o destino escolhido você vai aprender a se adaptar ao meio e começará a ter mais flexibilidade para se adequar às mais diversas situações. Inclusive, a própria questão de trabalhar com algo que nunca pensou antes – e em outro idioma –  já é uma forma de ser mais flexível em suas escolhas. E num mundo onde as coisas mudam a todo o momento, ser flexível é uma das qualidades mais interessantes em seus relacionamentos interpessoais. 

2 – Boa comunicação 

 

Conseguir se expressar de forma clara e objetiva vai facilitar muito a adaptação em outro país. Mesmo que no início você tenha certa dificuldade com o idioma – o que é normal – vai exercer essa questão de se comunicar. Afinal de contas, se você for trabalhar e estudar no exterior terá que conversar com seus colegas de aula, professores, chefe, colegas de trabalho e clientes. 

3- Proatividade 

Sim. Você não vai poder ficar parado esperando que as oportunidades caiam do céu. E tem maneira mais eficiente de ser proativo que ir em busca de seus propósitos? Essa capacidade de tomar a iniciativa e ir atrás da solução, de uma vaga de emprego ou qualquer que seja a situação, é um aprendizado que vai fazer você crescer tanto pessoalmente quanto profissionalmente

Além dessas três habilidades, existem muitas outras conquistadas no intercâmbio. Independência, segurança, maturidade. Quer dizer, é impossível que essa experiência não enriqueça ainda mais sua vida. Se você conversar com pessoas que tenham feito intercâmbio vai perceber que é unânime: todos afirmam ter sido um dos períodos mais incríveis de suas vidas.  

Como trabalhar e estudar no exterior? Study&Work

 

Para que seja possível trabalhar e estudar no exterior, antes de tudo, é necessário escolher um programa de intercâmbio que permita que, além de frequentar o curso, você tenha também um emprego. Aqui na TravelMATE o nosso programa destinado a isso é o Study&Work

Ele é destinado justamente para aqueles que desejam estudar e trabalhar enquanto vivem em um país estrangeiro. É um dos programas mais procurados para os que buscam uma experiência fora do Brasil, já que une duas coisas que todos querem: aprendizado da língua e remuneração.

Falando nisso, uma dúvida recorrente de quem busca uma oportunidade de trabalhar e estudar no exterior é sobre salário e as funções disponíveis para os intercambistas. Isso depende muito do domínio da língua que cada um tem. Pessoas mais fluentes no idioma local costumam encontrar cargos de atendimento ao público e que pagam um pouco melhor. Já quem tem dificuldade de se comunicar acaba conquistando vagas mais operacionais, as quais não são tão bem remuneradas. Mas vai depender muito da força de vontade. Uma coisa é certa: quem mais procura acha as melhores oportunidades.

De um modo geral as principais vagas são: ajudante de cozinha, auxiliar de limpeza, garçom, barista,  recepção de restaurantes, atendente em bares, jardineiro. Todas são vagas sem muita exigência técnica e geralmente têm bastante demanda em qualquer um dos destinos disponíveis. Mas, como dito anteriormente, tudo pode variar conforme o local escolhido. 

Nós até já fizemos posts super completos sobre trabalhar e estudar no exterior para Austrália, Canadá e Irlanda. Mas, além desses também há possibilidade de fazer o programa em Dubai, Malta ou Nova Zelândia

Cada país tem suas regras e exigências, mas o tempo mínimo de duração do programa para que se possa trabalhar é de 8 semanas em Dubai, 14 semanas na Austrália e na Nova Zelândia, 24 semanas no Canadá e 25 semanas para Irlanda.

Portanto, o mais adequado é que você acesse a página oficial do Study&Work clicando aqui para viajar pelas opções que nós oferecemos. Talvez você se encante por um destino específico e comece a arrumar as malas para realizar seu sonho de trabalhar e estudar no exterior. Acha uma boa ideia? 

Mas, se você preferir pode tirar todas as suas dúvidas com um de nossos consultores através de nosso WhatsApp. Será um prazer te auxiliar para que você embarque nessa aventura. 

 

Trabalhar no exterior: saiba quais programas de intercâmbio te dão essa possibilidade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 139 1

Se alguma vez na vida já passou pela sua cabeça como seria trabalhar no exterior, nós podemos adiantar uma coisa: de forma resumida, é a oportunidade de ter uma experiência fantástica e enriquecer sua vida com habilidades que somente quem vive em um país diferente do seu de origem consegue adquirir. 

Mas, é claro que nós sabemos que existem muitas dúvidas sobre o assunto e, no post de hoje, vamos esclarecer alguns pontos importantes para quem pretende trabalhar no exterior

Vale a pena trabalhar no exterior? 

Certamente vale muito a pena! Não somente pela possibilidade da remuneração em outra moeda! Mas, principalmente pelo fato de que agregar uma experiência internacional ao seu currículo e à sua história faz toda a diferença em sua vida pessoal e, é claro, profissional. Viver em um local que tenha cultura e costumes diferentes é a melhor forma de viver coisas novas. É também uma ótima chance de conhecer modos de pensar e agir completamente distintos do que você vivencia no dia a dia. 

De forma mais ampla, as principais vantagens de trabalhar no exterior são:

  • Aperfeiçoar outro idioma 
  • Adaptação a diferentes ambientes e funções profissionais 
  • Desenvolvimento de novas habilidades 
  • Oportunidade de conhecer outras culturas 
  • Possibilidade de viajar para lugares extraordinários
  • E, claro, ter um excelente diferencial em seu currículo

É fácil trabalhar no exterior?

Isso depende muito do seu perfil. Algumas pessoas lidam com mudanças melhor do que outras e têm mais facilidade em se relacionar e ir em busca de oportunidades. É claro que trabalhar no exterior tem desafios, principalmente pelo fato de tudo ser em outro idioma! Então, tudo depende de como você se dispõe a enfrentar as adversidades que possam aparecer. 

Quem acorda cedo, corre atrás, demonstra disponibilidade e faz Networking tem mais facilidade nesse processo. Até mesmo porque os contratantes valorizam muito pessoas proativas e que não tenham medo de se comunicar, já que muitas vagas são justamente para lidar com o público.

Quais os programas de intercâmbio para quem quer trabalhar no exterior?

Existem diferentes formas de trabalhar no exterior. Cada vez mais as modalidades de intercâmbio que unem trabalho e algum tipo de aprendizado estão em alta. Isso porque, dependendo o tipo do programa, é possível pagar os custos da viagem e ainda se sustentar durante o tempo no país. 

Au Pair 

Trabalhar no exterior - Au pair

 

O Au Pair é nada mais que cuidar de crianças em outro país. Geralmente é mais comum a contratação de mulheres, mas isso não quer dizer que seja uma exclusividade. Apesar de ser mais incomum existem alguns programas que aceitam jovens do sexo masculino. 

Nesse tipo de serviço a moradia acontece na casa de famílias e a função é tomar conta de crianças e de tudo o que esteja relacionado a elas: roupa, alimentação, tarefas, lazer, brincadeiras, banho, hora de dormir. Portanto, é essencial conseguir suprir a necessidade de forma completa. 

É claro que cada caso é acertado de acordo com a proposta dos contratantes. 

Um dos motivos que torna essa possibilidade tão atrativa é o seu custo, que é um dos mais baixos entre todas as opções de trabalho no exterior. Contudo, o fato de ser possível imergir totalmente na cultura local e vivenciar o dia a dia de uma família estrangeira, mostram que os aprendizados e benefícios vão muito além da remuneração.

Quem faz Au Pair cria laços com sua família hospedeira e, principalmente, com as crianças. Sendo assim, o contato costuma perdurar por muito tempo, mesmo depois do término do serviço. 

Sua duração é de no mínimo um ano completo e pode ser estendido por 6, 9 ou 12 meses, caso haja interesse. É possível permanecer no país por 30 dias após o término da contratação, o que possibilita viagens e passeios para conhecer melhor o país. 

Porém, isso pode variar de acordo com a região escolhida. Para saber mais sobre cada uma delas acesse os links abaixo: 

Au Pair Alemanha

Au Pair Estados Unidos

Au Pair Plus Holanda

Camp Leader (monitor de acampamento) 

Trabalhar no exterior - Camp Leader

Sabe aqueles acampamentos de verão que assistimos em filmes americanos? Sim, eles existem e você pode monitorar um deles caso pense em trabalhar no exterior. Mas, é necessário muito empenho e disposição. Nessa modalidade é necessário trabalhar se dedicando exclusivamente às crianças e adolescentes do acampamento. 

Esse tipo de intercâmbio acontece nas férias de inverno aqui do Brasil, entre Junho e Agosto. Então, dá pra aproveitar até mesmo a pausa entre um semestre e outro e curtir essa experiência maravilhosa – e bem animada – de ser Camp Leader. 

Os dias de folgas são determinados por cada acampamento, mas, geralmente, os monitores costumam ter um dia de folga por semana ou algumas noites. Após a conclusão do programa, pode-se aproveitar o Grace Period, que dá o direito de ficar legalmente por 30 dias de férias no país.

Clique aqui e saiba mais sobre o esse intercâmbio. 

Estágio também é uma possibilidade para quem pretende trabalhar no exterior! 

Estágios no Exterior

 

Para quem tem o sonho de seguir a carreira profissional em uma área específica, fazer um estágio em uma empresa renomada já é um grande diferencial. Agora, imagina fazer isso no exterior! Quem tem essa oportunidade certamente sai na frente de muitos concorrentes. 

Por meio do programa de Estágio da TravelMATE, você dá aquele up em seu currículo com uma experiência na Austrália, nas áreas de gastronomia, hotelaria, recursos humanos e marketing. Além disso, ainda há a possibilidade de fazer um estágio não remunerado em qualquer outra área, com exceção da saúde.

Não é nem preciso dizer o quanto isso vai agregar ao seu currículo e permitir que você se transforme em um profissional requisitado no mercado de trabalho, não é mesmo?

E voluntariado no exterior, você já pensou em fazer?

Voluntariado é uma das possibilidades de trabalhar no exterior

Quer fazer algo especial pela humanidade? Trabalhar em prol de uma causa e saber que você está cumprindo seu papel é uma experiência de vida inesquecível. Mesmo não sendo remunerado é um das funções mais enriquecedoras com experiências incríveis. 

Praticar o bem, seja da forma que for, reforça valores, princípios e ajuda a melhorar o mundo. Trabalhar no exterior com voluntarismo permite viver a cultura de forma total e aprimorar o idioma do país. E o mais legal disso tudo é que dá pra retribuir através do envolvimento em projetos sociais ou ambientais. Então, se você quer fazer algo realmente humanitário deve mesmo considerar o voluntariado no exterior. 

 Para saber mais sobre o programa clique aqui.   

Study&Work 

Study and Work - Trabalho no exterior

Esse é um intercâmbio voltado para os estudantes que pretendem aprender ou aperfeiçoar a língua e unir a uma oportunidade de trabalho. Aliás, com a possibilidade de trabalhar é possível pôr em prática tudo o que é ensinado em sala, através da vivência real do dia a dia. Isso inclusive é ótimo, já que é uma maneira de imergir totalmente na cultura local. 

O salário ajuda a custear as despesas da viagem e colabora muito para enriquecer o currículo, tanto em qualificações, como em experiência.

Nós já fizemos conteúdos completos com tudo o que você precisa saber sobre estudar e trabalhar na Austrália, Canadá e Irlanda. Portanto, não deixe de ler! 

Para saber mais sobre o programa, como regras, duração e outros destinos disponíveis clique aqui. 

Work&Travel 

Work&Travel trabalhar no exterior

Para quem é universitário essa é uma excelente opção para viver momentos inesquecíveis em lugares incríveis sem perder o tempo de estudo. Isso porque esse tipo de trabalho no exterior é realizado durante as férias de verão (aqui do Brasil) por um período de 3 a 4 meses, o que dispensa a necessidade de trancar o semestre. 

Aqui na TravelMATE nós trabalhamos com duas modalidades: o Work e Travel Independent em que o estudante fica responsável por conseguir sua vaga de trabalho ou o Work & Travel Premium em que nós auxiliamos em todo o processo de colocação em uma vaga disponibilizada pelos mais de 40 empregadores confirmados.  

Vamos embarcar nessa aventura de trabalhar no exterior? 

É claro que existe diferença, inclusive por questões culturais entre trabalhar no exterior e no Brasil. Mas, para quem tem a mente aberta o processo de adaptação ao novo país e as novas funções acontecem naturalmente. 

Por isso, para embarcar nessa aventura é fundamental estar disponível e ter gás para conseguir absorver ao máximo sobre a nova cultura, uma nova maneira de trabalhar em um outro idioma e novos hábitos.

Ficou com alguma dúvida? Então entre em contato conosco em nosso WhastApp e aproveite também para acompanhar os conteúdos exclusivos que nós preparamos em nosso Instagram sobre cada uma dessas opções. 

 

Quadro Europeu de Línguas: O que é e para que serve?

Todos aqueles que se matricularam em cursos de idiomas alguma vez na vida já se depararam com diferentes nomenclaturas para descrever o seu nível: Livro 1, Livro 2, Básico, Intermediário, Avançado, Starter, Progress, etc. Algumas ainda subdividem os níveis já existentes: Básico 1, Básico 2, Pré-Intermediário, Pós-Intermediário e por aí vai. E não há nada de errado nisso. Ao se transferir de uma escola para outra, com nomenclaturas diferentes, pode gerar alguma confusão, mas não chega exatamente a ser um problema. O que importa, na real, é o quanto cada um consegue se expressar em outro idioma. Justamente por isso, foi criado o Quadro Europeu de Línguas.

Por que o Quadro Europeu de Línguas foi criado? 

Com a unificação da Europa e a criação de um espaço de Livre Comércio e circulação entre os países integrantes desta União, os cidadãos passaram a assumir posições de trabalho e residência em países vizinhos – o que na Europa geralmente envolve uma nova língua.

Imagine a situação: ao se acertarem os detalhes de um processo de seleção numa empresa belga, cujo melhor candidato é espanhol, aparece a grande pergunta: “Você fala francês?” “Sim, estou no nível intermediário!” O que isso quer dizer?

A menos que a resposta fosse um redondo ‘não’, qualquer outra resposta seria igualmente evasiva: o que significa exatamente estar no nível intermediário? Se incluirmos as possíveis variáveis, a dúvida é ainda maior. Qual a diferença entre pós-intermediário e pré-avançado, na prática? E como saber se é isso mesmo?

Para resolver a questão e padronizar o entendimento, o Conselho Europeu instituiu uma régua mais objetiva que demonstra o que um falante de língua estrangeira consegue produzir. Com isso, procurou dar mais ênfase ao que ele de fato consegue produzir no segundo idioma.

Esta padronização foi apelidada de “Can Do (ou seja, “Consegue fazer”). E assim surgiu o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, ou Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Inicialmente idealizado para resolver uma questão entre as línguas da Europa, o quadro foi sendo aos poucos reconhecido e adotado ao redor do mundo.

Leia: O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

quadro europeu de línguas

Como funciona o Quadro Europeu de Línguas?

O CEFR abrange basicamente 3 patamares principais: falante básico, independente e proficiente. Se você consegue se expressar, compreender e ser compreendido sobre a boa parte dos assuntos que fazem parte do seu dia-a-dia, ainda que de maneira simples, podemos concluir que você é um falante que “transita” pelo patamar da base necessária para se expressar num idioma.

Se além dessa habilidade você tem um repertório de vocabulário um pouco mais abrangente e específico para cada situação, maior desenvoltura, consegue acompanhar pensamentos um pouco mais complexos, mesmo com alguns eventuais deslizes, você pode se considerar um falante independente.

Discurso mais elaborado, vocabulário mais preciso e nuances idiomáticas mais sutis (como ironia e humor negro, por exemplo) são características que demonstram que um aprendiz de idiomas é proficiente.

Para simplificar e agilizar a conceituação, chama-se de A o falante básico, B o independente, e C o proficiente. Como pode haver diferenças significativas dentro de um mesmo patamar, foi estipulado dividi-los em 2 subníveis cada, representadas pelos números 1 e 2.

E assim surgiram os famosos níveis no Quadro Europeu: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Portanto, mesmo que você não fale uma palavra de alemão, é possível estimar o que um estudante de alemão é capaz de produzir quando ele diz que é B1, por exemplo. Esta classificação mostrou-se bastante útil em processos seletivos de empresas e principalmente em processos de admissão em instituições de nível superior ao redor do mundo.

Todas as escolas de idiomas utilizam essa classificação?

Muitas escolas de idiomas já utilizam essa classificação para nivelar seus alunos enquanto outras continuam utilizando outras nomenclaturas. Porém todas, sem exceção, têm a devida correspondência ao Quadro Europeu. Assim, se na escola onde você estuda inglês você está no nível Progress 2, informe-se com a equipe pedagógica e saiba a qual nível do CEFR seu estágio corresponde.

Os exames TOEFL, IELTS e Cambridge também tem diferentes metodologias para apresentar resultados, mas todos eles convergem a uma equivalência aos níveis do CEFR. Assim fica muito mais fácil saber em que ponto estamos e quanto falta para atingir nossos objetivos, né?

Ficou curioso sobre a descrição de cada um dos 6 níveis? Veja aqui o que a Wikipedia diz a respeito do CEFR.

 

universidade no exterior: 7 motivos para você fazer

Universidade no exterior: 7 motivos para você estudar fora

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 2327 0

Estudar em uma universidade no exterior vai trazer muitos benefícios, tanto para a sua vida pessoal, quanto para a sua vida profissional. 

Existem diversas razões para você ir estudar fora.Neste artigo, você vai ver 7 motivos para fazer universidade no exterior. Depois disso, você certamente começará a planejar sua viagem agora mesmo!  

1. Ensino de qualidade

8 motivos para fazer universidade no exterior

 

Quando alguém decide sair do seu país para estudar, uma das principais, se não a mais importantes razões, é uma universidade de qualidade

De acordo com QS World University Ranking 2021, entre as 20 melhores universidades do mundo, 10 ficam nos Estados Unidos, 5 ficam no Reino Unido, 2 na Suíça, 2 em Singapura e 1 na China.

Confira a lista completa das universidades

Nenhuma universidade brasileira entrou para o top 100 do mais recente ranking mundial de instituições de ensino superior publicado. 

A Universidade de São Paulo (USP), aparece em 115º lugar no ranking mundial e 3º na América Latina. Esse foi o melhor resultado no ranking, até agora. 

Então, se você quer ter um estudo de alta qualidade é melhor ir pegando seu passaporte e começar a pensar em qual lugar estudar! 

2. Aperfeiçoamento da língua

aperfeiçoar a lingua

 

Você nasceu, cresceu e viveu com a língua que seus grupos sociais falavam, e quando você for estudar em uma universidade no exterior não será diferente. Porém, não com sua língua nativa. Mesmo que você saiba falar outro idioma, com a vivência e as experiências de morar e estudar em outro país é que realmente você ficará fluente em outro idioma

Com a globalização, é muito importante dedicar-se a aprender novas línguas. O inglês não é mais um diferencial, é imprescindível ao candidatar-se a uma vaga de emprego. Além disso, é considerado hoje um fator preponderante para seleção dos candidatos. Com isso, transforma o espanhol na terceira língua, como verdadeiro elemento agregador de valor aos currículos. 

Quem pretende fazer uma universidade no exterior, o idioma será necessário e muito exigido, já que precisará adaptar-se e compreender as informações que pretende absorver e externar para obter conhecimento. 

Mesmo quando for viajar para curtir suas férias fora do país, a comunicação com guias turísticos, taxistas, garçons será muito importante para aproveitar os momentos de diversão. 

 

3. Fazer universidade no exterior abrange diversas áreas para se especializar

universidade no exterior

 

 

 

No Brasil, as universidades oferecem uma quantidade mais limitada de cursos se comparado às melhores universidades do mundo. Estudar fora do Brasil, além de possuir um estudo de alta qualidade, permite que você encontrará diversas áreas únicas para se especializar, que talvez por aqui seja mais difícil.

E mesmo nos cursos tradicionais, um diploma obtido no exterior é uma vantagem que colocará você muito à frente de qualquer concorrente no mercado de trabalho.

Então, se você quer realmente ser diferenciado, prepare as malas e bora lá!

 

4. Conhecer pessoas de diferentes lugares e culturas

 

universidade no exterior

 

 

Para fazer uma universidade no exterior, você precisará fazer alguns esforços, inclusive ficar distante da família e seus amigos. Por outro lado, pode ter a certeza que você vai encontrar pessoas novas e que elas vão agregar muito em sua vida. Suas histórias, modos de viver, culturas diferentes irão fazer você crescer muito. E claro, você também terá a oportunidade de compartilhar a sua cultura com as outras pessoas.

Morando em um novo país as “definições de amizade serão atualizadas”!  Você vai aprender a chamar um amigo para ir ao supermercado com você, por exemplo, e acredite: esses “passeios” são divertidíssimos. Os amigos em um país diferente são mais que amigos, se tornam referências, guias de viagens, críticos de restaurante, e na maioria das vezes, se tornam sua família longe de casa.

Em geral, as amizades são fortes, próximas e simples, e você sentirá um carinho por essas pessoas por muito tempo, mesmo depois de voltar para o Brasil.

Com certeza você terá outra visão do mundo e da sua própria cultura. Então prepare-se para conhecer novos amigos de diferentes estilos!

 

5. Adquirir conhecimento em uma universidade no exterior

 

conhecimento

 

 

Depois de estudar em uma universidade no exterior de qualidade, aperfeiçoar a língua do país, conhecer novos amigos e outras culturas, consequentemente você estará adquirindo conhecimento. E quando falamos em conhecimento, vai muito além do que vai ser ensinado em sala de aula! Conhecimento de vida! 

Essa viagem mudará o seu estilo de vida, o seu senso crítico e alimentará ainda mais a sua vontade de viajar novamente e fazer tudo isso de novo. Viajar é viciante! 

 

6. Mercado de trabalho

 

universidade no exterior

 

Talvez um dos principais pensamentos que você tem quando vai sair do Brasil para fazer uma universidade no exterior está relacionado ao mercado de trabalho. Estudar fora tem relação direta com o seu currículo. E sim, ele será turbinado, não apenas pelo seu estudo na universidade do exterior, mas também por você demonstrar independência, conhecimento, opiniões diferenciadas, experiências fora da zona de conforto. 

Tudo isso te ajudará a dar um grande passo na direção do emprego que você sempre sonhou.

 

7. Novas ideias 

 

novas ideias

 

E por fim, temos a certeza que você vai voltar ao Brasil totalmente renovado e cheio de ideias

A experiência te trará novos olhares e com isso a vontade de colocar as ideias no papel. Elas podem ser soluções pequenas para a sua própria vida ou ainda poderá te dar todas as ferramentas, contatos e ideias para conseguir empreender. 

Viaje, estude e conquiste coisas incríveis em sua vida

Esses 7 motivos são mais que suficientes para te mostrar – e convencer – que estudar em uma universidade no exterior pode ser uma das melhores escolhas da sua vida, hein?

Por isso, não deixe de pensar nisso! Existe um mundo cheio de possibilidades esperando por você! 

Caso você queira mais informações sobre como estudar em uma universidade no exterior, leia mais sobre o Higher Education.  

 

O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 160 0

Escolher o que vai cursar na graduação é provavelmente uma das primeiras vezes que você realmente tem a oportunidade de decidir o seu futuro. E já pensou em o que fazer antes de entrar na faculdade?

Quando chega aquele momento que (nem) todos esperam – concluir o ensino médio – surgem muitos questionamentos. Até o final do terceirão, é bem provável que você tenha seguido os passos que outras pessoas desejavam pra você. Mas e agora? Como tomar a decisão que provavelmente guiará, no mínimo, os próximos quatro anos de sua vida? 

Take it easy! E se liga só: você realmente precisa decidir isso AGORA?

Portanto, respire e pense bem sobre isso! 

Ir direto para faculdade ou dar um tempo  

Não parece um tanto precipitado ter que definir, muitas vezes aos 17 anos, o que você vai querer para o resto da sua vida?

É verdade que essa passagem do ensino médio para a faculdade é uma transição muito importante na vida de qualquer pessoa. Mas a pressão dos pais, professores, amigos, e inclusive do próprio vestibular, somados à incerteza de qual curso escolher, pode causar muitas frustrações.

A faculdade é completamente diferente do ensino médio, é um novo universo, com vários desafios e que requer muita energia da sua parte.

E considerando que você estava buscando o que fazer antes de entrar na faculdade, é bem provável que ainda não tenha certeza sobre o que quer. E sabe, não há problema nenhum nisso! Até porque o mundo tem muito a oferecer e você não precisa definir seu futuro sem antes conhecer outras possibilidades. 

A gente quer te ajudar a tomar essa decisão!

Você já ouviu falar em softs skills? 

Segundo estudo do Núcleo Brasileiro de Estágios, o Nube, 46% dos recém-formados do Brasil são afetados pelo desemprego assim que concluem o ensino superior.

Porém, muitos dos jovens que conseguem uma colocação no mercado nem atuam em sua área de formação. E sabe o que é apontado como a principal causa disso? A falta de experiência

Mas, que tipo de experiência é essa? Outra pesquisa realizada com mais de 400 líderes executivos revelou que o ao contratar jovens recém formados, apesar de toda a qualificação, o que falta são habilidades de comportamento e relacionamento, ou as conhecidas soft skills

O perfil de um jovem que conclui os estudos cedo na graduação, socialmente é sinônimo de sucesso. Mas, muitas vezes eles não tem tempo de desenvolver essas habilidades comportamentais, tão requisitadas hoje em dia. 

Existem diferentes tipos de soft skills e algumas são mais valorizadas:

  • Colaboração: saber trabalhar bem em grupo
  • Flexibilidade: saber se adaptar às mudanças
  • Trabalhar sob pressão: gerenciar estresse sem perder o foco
  • Comunicação eficaz: ouvir atentamente e se comunicar de maneira clara
  • Orientação para resultados: atingir o resultado final da maneira mais eficaz possível
  • Liderança de equipe: saber como motivar e engajar grupos

Enfim, essas habilidades cada vez mais são mencionadas como um diferencial no mercado de trabalho e, infelizmente, as faculdades não ensinam isso. O que realmente ajuda a desenvolvê-las é a VIDA! Ou seja, a vivência e as experiências adquiridas ao longo do tempo. E olhando por esse lado, é bom saber que existem outras possibilidade de o que fazer antes de entrar na faculdade!

O que fazer antes de entrar na faculdade

Então como adquirir softs skills? Viajando!

Essas competências podem ser desenvolvidas, principalmente em situações do dia a dia. Como são competências sociais, emocionais e mentais ligadas à personalidade de cada um, a melhor maneira de aprimorar esses aspectos é criando oportunidades que desafiem a relação com outras pessoas e com as adversidades da vida.

Definitivamente, não tem oportunidade melhor para desenvolver todas essas – e muitas outras – habilidades do que realizar um intercâmbio. Não por nada! Mas é que quando uma pessoa se permite viver essa experiência, além do conhecimento geral, proporciona o autoconhecimento

Experienciar uma nova cultura, hábitos e regras que obrigatoriamente tiram qualquer pessoa da sua zona de conforto é uma excelente alternativa de crescer e conhecer a si mesmo. Além de transformar a vida, amplia a visão do mundo. 

As situações e os desafios de um intercâmbio vão facilmente proporcionar o desenvolvimento dessas competências, sem que se perceba!  Todas elas são essenciais para que suas vidas longe dos familiares, e em outro país, realmente aconteça.

Ou seja, é sem dúvida a melhor maneira de conseguir desenvolver as habilidades que líderes esperam. E isso, como dissemos, não é ensinado em sala de aula! E sabe o melhor disso tudo? Todas essas competências exigidas, as soft skills, são essenciais para a vida! Já que essas habilidades lidam diretamente com as relações e interações com os outros. 

Viajar transforma! 

A transformação de quem desfruta a incrível experiência – e aventura – de um intercâmbio é total. Morar sozinho, dividir uma casa ou alojamento com pessoas de diferentes culturas, resolver questões e conflitos, além de aprender outro idioma (habilidade muitíssimo valorizada nos dias de hoje) e longe de casa!

Tem como imaginar o quanto tudo isso traz vantagens, não só para um futuro profissional promissor, mas principalmente para a sua VIDA? Sendo assim, talvez o intercâmbio seja realmente uma excelente opção de o que fazer antes de entrar na faculdade, não é? 

A oportunidade de viver, mesmo que por um curto período, em outro país desafia o jovem a se virar e fortalecer soft skills de negociação, comunicação, relacionamento, flexibilidade, criatividade, responsabilidade e muitas outras. 

Depois de viver um intercâmbio e todas as possibilidades que isso proporciona, com certeza se tornará muito mais fácil definir um curso, uma formação, uma profissão e alcançar uma vida pessoal e profissional de sucesso

O que fazer antes de entrar na faculdade

Leia também: Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

O que fazer antes de entrar na faculdade? Intercâmbio

Em outras palavras, queremos te mostrar que dizer “viajei e vivi as melhores experiências da minha vida” vale muito mais do que “terminei o terceirão e entrei num curso que eu nem conhecia direito”

É claro que a faculdade é importante. E também é verdade que realizar um intercâmbio pode trazer incertezas. Antes de mais nada, você deve pensar fora da caixa e considerar o que realmente será mais valorizado nesse momento. Não para os outros, para você! 

Viajar faz com que qualquer pessoa amadureça e possa conhecer melhor a si mesmo. 

A grande vantagem é que você pode fazer isso de diversas formas e por períodos de tempos pré definidos de acordo com a sua realidade, necessidade e vontade. 

Caso você sinta vontade de viver algo incrível e que vai ficar marcado em sua vida para sempre, nós temos algumas sugestões para considerar essa possibilidade. 

Afinal, você está pronto para fazer sua própria história? 

Quer saber mais sobre os planos de intercâmbio e começar a viver a melhor experiência – e aprendizado – da sua vida? Converse com um de nossos consultores aqui e conheça mais sobre a TravelMATE.

BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 2152 2

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

viajar

  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

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  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

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  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e realize seu sonho!

 

Work&Study na Irlanda

Postado por: Tatiana Serbena/ 988 0

Pelos benefícios que a escolha de estudar e trabalhar ao mesmo tempo traz ao estudante, o Work&Study na Irlanda representa hoje um dos programas mais procurados pelos intercambistas que buscam uma experiência fora do país.

work&study na irlanda
Work&study na Irlanda

 

Uma das curiosidades mais comuns de quem pretende trabalhar no exterior é quanto à remuneração. “Quanto eu vou ganhar?” é uma pergunta muito comum, e aí vai a resposta: a remuneração gira em torno de 7 a 12 dólares por hora, dependendo muito, no entanto, do trabalho que você for exercer.

Mas muito além do dinheiro, existe o fator “bagagem” e o fator “experiência”. Quem estuda e trabalha em um país estrangeiro adquire habilidades e competências que muitas vezes são características do estilo de trabalho local, e dessa forma, serve como um diferenciador na sua trajetória. O trabalho impulsiona ainda o conhecimento e domínio da língua estrangeira, a qual se desenvolve principalmente pelo contato diário com pessoas diferentes, pela troca de experiências e necessidades de comunicação.

Se a sua vontade é trabalhar enquanto estuda, é fundamental analisar todos os países que dizem sim ao quesito “permissão para trabalhar”. Existe uma lista diversa de países que são ideais para um excelente Work&Study e escolher entre um deles, além da compatibilidade com o seu perfil, vai depender muito das oportunidades do momento e do estilo de vida que você pretende levar.

As cidades de Cork, Limerick e principalmente Dublin, na Irlanda, são muito desejadas por aventureiros que querem mergulhar nos estudos e conseguir uma memorável experiência de trabalho. Você tem chances de aprimorar o seu currículo, tanto em qualificações quanto experiência.

Em comparação à outros destinos, o Work&Study na Irlanda tem uma grande vantagem no que diz respeito à burocracia e custo. Dublin é o destino mais procurado. A capital cultural, política e de negócios da Irlanda está recheada de opções de escolas de inglês como ISE, Dorset College e Griffith College e, além da qualidade de ensino, por lá é possível se divertir muito. A cidade abriga inúmeros pubs característicos que são a alma do povo irlandês. O “The Temple Bar” é tão ponto turístico quanto a The Spire, a maior escultura da Europa.

Em um dos pacotes da Travelmate, você realiza um curso de inglês por 25 semanas e tem direito a 8 semanas de férias destinadas ao trabalho. Nesta estrutura, o estudante é encarregado por procurar e escolher o trabalho de sua preferência e pode iniciá-lo uma vez que as horas destinadas ao estudo tenham sido cumpridas. Além da Irlanda, as outras opções de destinos oferecidas pela Travelmate condizem com os destinos mais procurados para se fazer intercâmbio. É o caso do Canadá, no topo da lista, seguido por Austrália, Nova Zelândia e nosso mais novo destino, Dubai.

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Já pensou fazer intercâmbio em Dubai?

Postado por: Tatiana Serbena/ 2181 1

Dubai, é a maior cidade dos Emirados Árabes Unidos e também a mais populosa. A cidade já possui o prédio mais alto do mundo, e um mais alto ainda continua nos planos para os próximos anos. Dubai é mais conhecida por ser exótica, e no mínimo, diferente. A cidade vive de excentricidades e atualmente têm se tornado um destino cada vez mais requisitado por jovens e adultos para uma experiência no exterior. Estudar e trabalhar em Dubai pode ser a escolha certa para quem está buscando sair do comum e mergulhar em uma experiência fascinante e inesperada.

Cosmopolita pode ser um excelente adjetivo para Dubai: Milhões de pessoas embarcam e desembarcam na cidade anualmente, e no ano de 2015, seu aeroporto internacional foi o número 1 do mundo em número de passageiros, o que representa mais de 78 milhões de pessoas indo e vindo de Dubai. No entanto, os objetivos são ainda mais ambiciosos. A partir de 2020, a cidade pretende passar a receber mais de 20 milhões de turistas por ano.

Existem inúmeras opções para estudar inglês em Dubai considerando a enorme quantidade de pessoas que vão à cidade com este objetivo. Outra vantagem que Dubai oferece é com relação a trabalho, pois além da obtenção do visto ser relativamente simples, o governo facilita o processo para todas as áreas de trabalho, e não apenas para aquelas onde há escassez de mão de obra, como costuma ocorrer em outros países.

Além de conhecer construções exorbitantes, praias belíssimas, gastronomia do mundo inteiro e ainda um dos maiores ski indoors do mundo, existe mais uma boa vantagem de mergulhar em um destino como Dubai. Além de estudar inglês, é possível conhecer e se aprofundar na língua e na cultura árabe, que é muito diferente dos costumes da maioria dos viajantes que se interessam em conhecer Dubai.

Novas experiências não vão faltar se o destino do seu intercâmbio for Dubai. Fale com a Travelmate para conhecer o nosso novo pacote de work & study e esteja pronto para tirar o melhor que Dubai tem para oferecer!

Como escolher o seu intercâmbio?

Postado por: Tatiana Serbena/ 3173 0

Uma hora chega o momento de decidir: Vou fazer um intercâmbio! Mas por onde começar? Para onde eu vou? O que posso gastar? Veja os principais passos para você escolher o seu intercâmbio.

  • Que idioma você quer aprender?

Antes de mais nada, o principal é saber qual idioma você quer aperfeiçoar e assim decidir o país de seu destino. Existem países que possuem várias línguas, por ser povoado por diversas culturas, como o Canadá, normalmente as pessoas vão até lá para falar inglês, mas caso você queira estudar francês, você terá muita facilidade em encontrar pessoas que falam a língua, principalmente em Montreal e Quebec.

como escolher o seu intercambio

  • Que país quer conhecer?

Talvez a parte mais difícil e a mais legal, escolher o país é uma decisão que vai mudar a sua vida! Sim, é meio radical, mas escolher o país, principalmente para seu primeiro intercâmbio, é escolher o destino onde você vai realizar seu sonho e conhecer lugares que você sempre quis.

Quem nunca sonhou em conhecer o Grand Canyon ou a Torre Eifel. Então, para sua viagem ser perfeita, escolha o lugar do seus sonhos e embarque no avião.

Dica: Se você não possui condições financeiras em escolher o local que você desejaria, alguns lugares são incríveis e ainda você vai sair economizando, como Malta, Canadá, Irlanda e Argentina.

  • Em que cidade quer morar?

Sim, quando você acha que a parte difícil de escolher o país acabou, vem a parte de escolher a cidade, óbvio. Normalmente as cidades mais famosas tem todos os tipos de cursos de intercâmbio, então a escolha também vai ser feita um pouquinho com o coração.

Recomendamos que você escolha uma cidade com vários lugares legais e com muitas atrações (Quase todas são assim, então complica mais um pouco), como Nova York que tem a famosa Estátua da Liberdade ou a Times Square, ou Toronto, que possui uma das maiores torres do mundo e também possui parques de diversão incríveis como o Canadá’s Wonderland.

malta

  • Qual tipo de curso de idioma no exterior quer fazer?

O próximo passo é escolher qual o tipo de programa que você quer fazer. Existem programas para estudar, trabalhar ou fazer ambos. Clique neles para saber mais informações.

Estudar:

Trabalhar:

Ambos:

high school

 

  • Quanto tempo estudar no exterior?

O tempo que você vai ficar no exterior é influenciado por várias coisas, como o tipo de curso escolhido e a sua condição financeira.

Outro fator importante é o seu tempo disponível, normalmente as pessoas que trabalham fazem um intercâmbio de 4 semanas, já as pessoas que apenas estudam têm a disponibilidade das férias do fim de ano, podendo chegar até 3 meses.

Dependendo do curso, você pode fazer um intercâmbio com até 2 anos de duração.

  • Onde ficar durante o intercâmbio?

Também dependendo do seu destino e o tempo, saber escolher onde ficar no intercâmbio é muito importante.

Se for ficar entre 4 e 12 semanas recomendamos ficar em uma casa de família, além de você treinar seu inglês com as pessoas da casa, você também pode optar por fazer as refeições na própria casa, assim dedicando seu tempo inteiro ao estudo e em conhecer os lugares da sua cidade, e o melhor, é o mais econômico.

Outra opção de moradia é a residência estudantil, que na maioria oferece quarto individual. Banheiro e cozinha são coletivos. Pode ficar dentro da escola/universidade ou em prédios (geralmente) próximos ao local de estudo.

Se for ficar mais de 6 meses, você provavelmente (depende das regras do país) poderá trabalhar, sendo assim fica mais fácil para alugar uma casa.

intercambio

  • Entrar em contato com a melhor agência de todas

Você pode resolver todos esses passos sozinhos, mas caso queira alguma ajuda pode saber que a Travelmate vai te auxiliar do começo ao fim. Para entrar em contato clique aqui e converse com nossos representantes.

Quer conhecer alguns pacotes de intercâmbio? Clique aqui

Depois de tudo resolvido, basta pegar sua bagagem e partiu viajar!

Thiago Sotto - Work&Study

Thiago Sotto – Work&Study

Postado por: Marketing Travelmate/ 1124 0

O Thiago se aventurou em um programa de Work&Study na Irlanda e estudou na ISI General English, tudo isso com a ajuda da TM Maringá! Olha o que ele achou:

 

“Há quatro meses eu nunca pensava que o que aconteceu comigo aqui na Irlanda aconteceria. Foram tantas coisas, tantas amizades que conquistei, tantos lugares que fui, tantas experiências. E quem diria que tudo isso teria um começo quando eu decidi que queria viajar para o exterior. Entrei em contato com a Minds que me passou o contato da Débora da Travelmate. Foram muitas opções até vir a Irlanda. Confesso que não conhecia o país e mesmo assim fui para essa aventura e, quem diria, de tudo que aconteceu parece até que se passou um ano. Primeiro mês tive a oportunidade de estudar na ISI, uma escola muito boa em que aprendi muita coisa, além também de procurar emprego e acomodação. Segundo mês conquistei algo que nunca pensei que pudesse conquistar. Um cargo dos sonhos em uma empresa multinacional. Foi de lá que passei um dos melhores momentos na minha vida em que conversei com gente de todo mundo, além também de ter tido a oportunidade de viajar para outro país. Posso dizer que me sinto realizado depois de tudo isso. Quem diria que vir para a Irlanda era a escolha certa. Voltarei em breve ao meu país com o sentimento de dever cumprido. Certamente nunca esquecerei do que passei aqui na terra do Leprechaun.”

 

 

6 programas de intercâmbio para trabalhar no exterior

Postado por: Tatiana Serbena/ 2388 0

Nessa terça-feira, a EXAME.COM publicou uma notícia sobre programas de intercâmbio para trabalhar no exterior. Camila Pati, a autora, listou seis tipos de programas para trabalhar no exterior e o que cada um deles tem a oferecer.  Se você tem vontade de fazer intercâmbio e quer investir em sua carreira, essa é a oportunidade! Sem contar o salário, né?

Programas de intercâmbio que incluem trabalho têm feito sucesso entre os brasileiros. Em muitos casos é possível, além de recuperar o dinheiro investido, ainda garantir recursos para viajar e se manter durante a estada no país.

Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, França, Alemanha e Holanda são alguns dos países para os quais há opções de trabalho que pode ser remunerado ou não.

Confira alguns dos programas que o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann, cita entre os mais procurados na agência.

 

TRABALHO NOS EUA

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O Work & Travel nos Estados Unidos é programa de trabalho mais procurado da Travelmate, segundo Eduardo Heidemann, diretor de intercâmbio. Ele é realizado durante as férias de verão aqui no Brasil e é voltado para universitários entre 18 e 28 anos com conhecimento intermediário, no mínimo, de inglês.

Os jovens passam entre três e quatro meses trabalhando em estações de esqui, hotéis, resorts e restaurantes. A média salarial fica normalmente entre 7,25 e 12 dólares por hora, variando conforme empregador e função.

Heidemann aponta o custo, que não é alto, como o principal atrativo do programa. “Além disso, trabalhando, o jovem consegue recuperar o dinheiro investido e se manter enquanto está lá, além de não prejudicar as aulas no Brasil”, diz.

 

TRABALHO E ESTUDO

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Muitos brasileiros estão preferindo países que permitem que estudantes estrangeiros trabalhem. É o caso de Canadá, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia (foto), em que é possível frequentar uma escola de idiomas, por exemplo, e também trabalhar nas horas vagas.

A busca de emprego fica por conta do estudante, mas há algumas escolas que dão auxílio aos seus alunos interessados em trabalhar. Na Travelmate, programas desse tipo são chamados Work & Study.

 

ESTÁGIO NOS EUA E AUSTRÁLIA

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Interessados em adquirir experiência profissional e que tenham nível avançado de inglês podem optar por fazer estágio. Programas dessa modalidade são para universitários, estudantes de pós-graduação e recém-formados há, no máximo, um ano.

Há vagas em diversas áreas nos Estados Unidos e também na Austrália (foto), segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. “Tem estágio em engenharia, administração, tecnologia, recursos humanos. Mas há maior número de oportunidades nos dois países para trabalhar com hospitalidade e gastronomia”, diz Eduardo Heidemann.

O processo seletivo é feito no Brasil, o jovem já sai daqui sabendo para quem vai trabalhar e há opções remuneradas e não remuneradas que duram de três a 18 meses nos Estados Unidos.

Na Austrália há também estágios pagos e não pagos e a duração pode variar entre um mês e seis meses. Há limite de idade de 35 anos para estágio nos Estados Unidos e 30 anos para estágio na Austrália.

 

AU PAIR E DEMI PAIR

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Os dois são programas de trabalho remunerado, em que o estrangeiro mora com uma família e ajuda no cuidado com as crianças da casa. Nível, ao menos, intermediário de inglês ou do idioma do país de destino é um requisito, assim como experiência prévia no trabalho com crianças.

O trabalho como au pair é integral e há oportunidades nos Estados Unidos, Alemanha, França e Holanda, segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. O estrangeiro recebe, além da remuneração, estadia e alimentação. Nos Estados Unidos, a passagem de ida e volta também é paga pela família contratante. O programa dura, geralmente, um ano, mas pode chegar a dois anos, período máximo permitido. É para quem tem entre 18 e 26 anos, é solteiro e não tem filhos.

Já o programa de demi pair é realizado na Austrália é de meio período de trabalho cuidado de crianças e meio período de estudo obrigatório em escola de inglês. Podem se candidatar solteiros sem filhos que tenham entre 18 e 35 anos.

De acordo com Eduardo Heidemann, mulheres geralmente têm a preferência das famílias, mas homens que sejam qualificados também podem ser aceitos. ” Já tivemos casos de sucesso com candidatos homens também”, diz.

 

TRABALHO NA FRANÇA

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Jovens universitários entre 18 e 26 anos podem participar de programa de trabalho na França voltado para a área de hospitalidade e gastronomia. Dura entre dois e três meses e é feito durante as férias de verão aqui e de inverno lá.

É preciso ter nível de francês no mínimo intermediário para trabalhar em bares, restaurantes, hotéis e estações de esqui francesas.

 

CURSOS PROFISSIONALIZANTES E TRABALHO NO CANADÁ

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“Temos visto aumentar o número de interessados em emigrar do Brasil”, diz o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann.

O país que mais atrai atualmente, de acordo com ele, é o Canadá. O caminho escolhido, geralmente, passa pela matrícula em curso profissionalizante de longa duração nos chamados Colleges, que permitem trabalho durante meio período. “Depois deste curso, o estrangeiro pode ficar até dois anos trabalhando no país e então pode dar entrada no pedido de visto permanente”, diz Heidemann.

Ele explica que muita gente tem levado a família junto. E que a vantagem é que o acompanhante pode trabalhar período integral e os filhos podem ser matriculados no ensino público canadense durante o programa.

 

Se você quiser ver a matéria na íntegra, é só clicar aqui.

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Work & Study na Nova Zelândia

Postado por: Tatiana Serbena/ 1956 3

A Nova Zelândia ganha cada vez mais evidência no mercado de intercâmbio, e Work & Study na Nova Zelândia é uma excelente opção pra quem deseja desfrutar desse país incrível!

A Nova Zelândia se destaca cada vez mais no meio dos países desenvolvidos, as duas grandes ilhas (Ilha do Norte e Ilha do Sul) localizadas na Oceania possuem excelentes índices de qualidade de vida, educação e emprego. Com escolas de idiomas que são referências mundiais no ensino de inglês, a Nova Zelândia atrai os jovens também pelo mercado de trabalho, que nos últimos anos cresceu muito e abriu várias oportunidades para estrangeiros, um prato cheio para quem sonha em fazer Work & Study na Nova Zelândia.

Com o mercado em rápida ascensão, a indústria e o turismo geram grande parte do PIB neozelandês. O país recebe anualmente cerca de 2,4 milhões de turistas internacionais, número extremamente positivo, uma vez que o país tem pouco mais de quatro milhões de habitantes. Só no setor de turismo, a Nova Zelândia emprega aproximadamente 180 mil pessoas em tempo integral, isto é, cerca de 10% da força de trabalho no país.

No País, estão presentes escolas de idiomas que são referências mundiais em ensino de inglês e graduação, como a Embassy English e a NZIE. O sotaque do inglês neozelandês é bem semelhante ao britânico, assim, você aprende inglês com qualidade e de referência, Com o Work & Study na Nova Zelândia, você tem uma experiência completa com o seu inglês.

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Se você gosta de aventuras, a Nova Zelândia é o país certo para você! E se duvida, temos o argumento perfeito para te convencer: o bungee jumping foi inventado por um kiwi (forma que os neozelandeses são conhecidos, o kiwi é um animal típico do país). As praias paradisíacas e as montanhas que dividem neve com vegetação são um prato cheio para os amantes de natureza e belas paisagens. O isolamento geográfico da Nova Zelândia fez do país um habitat único de várias espécies animais, principalmente pássaros, que dominam a fauna da Nova Zelândia.

Se pensa em fazer Work & Study, a Nova Zelândia é o destino certo para você, com escolas excelentes e um amplo mercado de trabalho, o seu intercâmbio será um sucesso! Aqui na Travelmate temos opções de intercâmbio para Auckland e Queenstown, duas das maiores cidades da Nova Zelândia. Se você está interessado em fazer Work & Study na Nova Zelândia, ou se ficou com dúvida sobre os nossos programas, entre em contato com os nossos consultores, eles estão sempre prontos para atender você.

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