Categoria: Work & Travel

5 dicas para desemvolver soft skills no intercâmbio

Soft Skills: 5 dicas para desenvolver através do Intercâmbio

Muito se fala sobre capacitação e qualificação através da Educação: graduação, pós, certificações, cursos de idiomas, treinamentos técnicos. Quanto mais gabaritado e atualizado for o indivíduo, melhor colocado e valorizado ele estará no mercado de trabalho. Porém, atualmente muito se fala sobre outras habilidades, as Soft Skills 

Mais recentemente, os profissionais de RH têm voltado sua atenção a qualidades que não necessariamente podem ser treinadas ou ensinadas. Adaptabilidade, resiliência, empatia, ‘accountability’ são alguns exemplos do que hoje em dia fazem parte do que se convencionou chamar Soft Skills, ou em tradução livre, ‘Habilidades Intangíveis’. Há quem defina estas habilidades como interpessoais ou mesmo comportamentais. 

Estas qualidades, mais subjetivas, não podem ser transmitidas concretamente através de uma receita (como num curso “Como ser flexível”, por exemplo) mas podem sim ser desenvolvidas ao longo do tempo

Veja a seguir alguns exemplos de como uma experiência internacional pode ajudar a desenvolver tais habilidades. 

1 – High School

O fato de um estudante adolescente ter a iniciativa de fazer uma parte do Ensino Médio no exterior já é, em si, um forte indício de curiosidade aguçada, desprendimento e interesse pelo que é novo.  Ao longo dessa experiência, o jovem é constantemente motivado a fazer novas amizades, aprender a superar uma eventual timidez, lidar com o que lhe parece estranho, desenvolver autonomia e a tomar decisões por conta própria sem estar diretamente monitorado pelos pais.  Contudo, o momento em que este tipo de intercâmbio acontece, geralmente entre os 15 e os 17 anos, contribui em muito para a formação da personalidade e do caráter do jovem. Vivenciar uma experiência internacional deste porte nesta faixa etária é altamente benéfico.

2 – Graduação e Pós

Embora o intuito seja a obtenção de uma titulação no exterior, o processo de admissão numa instituição de ensino já é o primeiro passo em que as Soft Skills vêm à tona. Como não costuma haver um vestibular ou prova de admissão (ou pelo menos esta não é a única etapa do processo), quem se candidata a uma vaga em graduação ou pós precisa demonstrar os motivos pelos quais deva ser considerado e aceito naquela instituição – e isto ocorre de várias maneiras. Uma análise subjetiva da história de vida do candidato e suas aspirações pode ser uma delas.

Uma vez iniciados os estudos no exterior, o aluno passa a desenvolver um maior senso de responsabilidade, não dependendo apenas de seus professores para absorver conteúdo. Desse modo, espera-se que ele mesmo se engaje em autoestudo, pesquisa, dissertações. Precisa se envolver nas atividades do campus, conciliar vida acadêmica com estágio, descobrir por si mesmo o funcionamento da vida cotidiana na nova comunidade – e tudo em outro idioma! Certamente tudo isso fará com que questões como resiliência, maleabilidade e visão de mundo sejam marcantes durante toda a trajetória.

3 – Voluntariado

Um programa de voluntariado na Ásia ou na África seja talvez o que mais explicitamente proporcione o desenvolvimento de habilidades interpessoais.  Ao se envolver em projetos ambientais ou sociais de cunho humanitário, o participante exercerá de maneira intensiva uma série de Soft SkillsEmpatia, altruísmo e solidariedade são apenas alguns exemplos. Por se tratar de um programa de curta duração (normalmente entre 2 e 4 semanas) e com custo muito acessível, o impacto de uma experiência assim no currículo é praticamente imediato. 

Imagine que, durante um processo seletivo, o recrutador veja que o candidato tem boa formação acadêmica, tem um bom nível de inglês e traz determinadas experiências profissionais em seu histórico.  Porém, além de tudo isso, constata que este candidato ensinou Matemática ou Artes para monges budistas na Tailândia. Ou que teve uma vivência na Namíbia prestando assistência médica numa comunidade carente. Não é difícil de prever que o recrutador se interessará em saber mais detalhes sobre essa história peculiar e inusitada. E claro, muito provavelmente associará essa vivência às Soft Skills que tanto se valorizam.  Então, se este tipo de experiência te atrai, não deixe de conferir todas as possibilidades clicando aqui.

4 – Trabalho durante as férias da faculdade

 

O objetivo aqui é aproveitar as férias da faculdade para adquirir experiência internacional nos Estados Unidos.  São posições temporárias, de 3 a 4 meses de duração, em estações de ski, resorts, cafés, restaurantes e hotéis.  Pela dinâmica e natureza das vagas, os participantes desta modalidade de intercâmbio trazem na bagagem, além das memórias, um forte senso de trabalho em equipe, pertencimento, agilidade, iniciativa, organização e método.

Não é incomum que alunos universitários recorram a este programa mais de uma vez durante sua graduação, não apenas pela viagem ao exterior e pela possibilidade de colocar o inglês em prática.  A sensação de “missão cumprida” ao término da temporada renova as energias e dá o gás necessário para mais um semestre de aulas.  Todo este traquejo adquirido interfere na autoestima e, por tabela, aflora uma série de Soft Skills. Já parou para pensar sob esta ótica?

5 – Cursos de Idiomas também ajudam a desenvolver Soft Skills

Soft Skills no intercâmbio

Matricular-se num curso de língua estrangeira tem como objetivo aprender o idioma, correto? Sim. E ao mesmo tempo, não apenas.  Aprender um idioma traz uma série de outros benefícios que nem sempre nos damos conta.  Quando passamos a nos comunicar em outra língua, programamos nosso cérebro para que simultaneamente lembremos de vocabulário, formulemos as frases, pronunciemos adequadamente ao mesmo tempo que ouvimos, entendemos, respondemos, interagimos.  Fazer tudo isso requer paciência, lidar com as próprias limitações, superando-as. É sentir-se exposto ao ‘julgamento’ dos colegas, é aprender a rir de si mesmo. É ter uma certa cara de pau, no melhor sentido da expressão.

Vale tanto para um período mais curto, de algumas semanas, como também por períodos mais longos em programas em que é possível, além de estudar, também trabalhar. Haverá momentos de extrema empolgação e outros de frustração, num novo ambiente com diferentes hábitos, costumes, crenças, comida.  Quantas Soft Skills já desenvolvemos só considerando esta parte?  Assim, ainda que o propósito do intercâmbio seja aparentemente um, os reflexos e os benefícios ultrapassam de longe o simples fato de fazer uma viagem.

Quais são as Soft Skills que você gostaria de desenvolver? Quais vivências você sente necessidade de propiciar a si mesmo? Fazendo esta breve reflexão, você já estará a meio caminho andado para a definição do seu programa de educação internacional.  E quando isso acontecer, vamos te ajudar em todo o processo. Visite nosso site e não deixe de nos mandar um WhatsApp!     

Trabalhar no exterior: saiba quais programas de intercâmbio te dão essa possibilidade

Postado por: TravelMATE Intercâmbio/ 117 0

Se alguma vez na vida já passou pela sua cabeça como seria trabalhar no exterior, nós podemos adiantar uma coisa: de forma resumida, é a oportunidade de ter uma experiência fantástica e enriquecer sua vida com habilidades que somente quem vive em um país diferente do seu de origem consegue adquirir. 

Mas, é claro que nós sabemos que existem muitas dúvidas sobre o assunto e, no post de hoje, vamos esclarecer alguns pontos importantes para quem pretende trabalhar no exterior

Vale a pena trabalhar no exterior? 

Certamente vale muito a pena! Não somente pela possibilidade da remuneração em outra moeda! Mas, principalmente pelo fato de que agregar uma experiência internacional ao seu currículo e à sua história faz toda a diferença em sua vida pessoal e, é claro, profissional. Viver em um local que tenha cultura e costumes diferentes é a melhor forma de viver coisas novas. É também uma ótima chance de conhecer modos de pensar e agir completamente distintos do que você vivencia no dia a dia. 

De forma mais ampla, as principais vantagens de trabalhar no exterior são:

  • Aperfeiçoar outro idioma 
  • Adaptação a diferentes ambientes e funções profissionais 
  • Desenvolvimento de novas habilidades 
  • Oportunidade de conhecer outras culturas 
  • Possibilidade de viajar para lugares extraordinários
  • E, claro, ter um excelente diferencial em seu currículo

É fácil trabalhar no exterior?

Isso depende muito do seu perfil. Algumas pessoas lidam com mudanças melhor do que outras e têm mais facilidade em se relacionar e ir em busca de oportunidades. É claro que trabalhar no exterior tem desafios, principalmente pelo fato de tudo ser em outro idioma! Então, tudo depende de como você se dispõe a enfrentar as adversidades que possam aparecer. 

Quem acorda cedo, corre atrás, demonstra disponibilidade e faz Networking tem mais facilidade nesse processo. Até mesmo porque os contratantes valorizam muito pessoas proativas e que não tenham medo de se comunicar, já que muitas vagas são justamente para lidar com o público.

Quais os programas de intercâmbio para quem quer trabalhar no exterior?

Existem diferentes formas de trabalhar no exterior. Cada vez mais as modalidades de intercâmbio que unem trabalho e algum tipo de aprendizado estão em alta. Isso porque, dependendo o tipo do programa, é possível pagar os custos da viagem e ainda se sustentar durante o tempo no país. 

Au Pair 

Trabalhar no exterior - Au pair

 

O Au Pair é nada mais que cuidar de crianças em outro país. Geralmente é mais comum a contratação de mulheres, mas isso não quer dizer que seja uma exclusividade. Apesar de ser mais incomum existem alguns programas que aceitam jovens do sexo masculino. 

Nesse tipo de serviço a moradia acontece na casa de famílias e a função é tomar conta de crianças e de tudo o que esteja relacionado a elas: roupa, alimentação, tarefas, lazer, brincadeiras, banho, hora de dormir. Portanto, é essencial conseguir suprir a necessidade de forma completa. 

É claro que cada caso é acertado de acordo com a proposta dos contratantes. 

Um dos motivos que torna essa possibilidade tão atrativa é o seu custo, que é um dos mais baixos entre todas as opções de trabalho no exterior. Contudo, o fato de ser possível imergir totalmente na cultura local e vivenciar o dia a dia de uma família estrangeira, mostram que os aprendizados e benefícios vão muito além da remuneração.

Quem faz Au Pair cria laços com sua família hospedeira e, principalmente, com as crianças. Sendo assim, o contato costuma perdurar por muito tempo, mesmo depois do término do serviço. 

Sua duração é de no mínimo um ano completo e pode ser estendido por 6, 9 ou 12 meses, caso haja interesse. É possível permanecer no país por 30 dias após o término da contratação, o que possibilita viagens e passeios para conhecer melhor o país. 

Porém, isso pode variar de acordo com a região escolhida. Para saber mais sobre cada uma delas acesse os links abaixo: 

Au Pair Alemanha

Au Pair Estados Unidos

Au Pair Plus Holanda

Camp Leader (monitor de acampamento) 

Trabalhar no exterior - Camp Leader

Sabe aqueles acampamentos de verão que assistimos em filmes americanos? Sim, eles existem e você pode monitorar um deles caso pense em trabalhar no exterior. Mas, é necessário muito empenho e disposição. Nessa modalidade é necessário trabalhar se dedicando exclusivamente às crianças e adolescentes do acampamento. 

Esse tipo de intercâmbio acontece nas férias de inverno aqui do Brasil, entre Junho e Agosto. Então, dá pra aproveitar até mesmo a pausa entre um semestre e outro e curtir essa experiência maravilhosa – e bem animada – de ser Camp Leader. 

Os dias de folgas são determinados por cada acampamento, mas, geralmente, os monitores costumam ter um dia de folga por semana ou algumas noites. Após a conclusão do programa, pode-se aproveitar o Grace Period, que dá o direito de ficar legalmente por 30 dias de férias no país.

Clique aqui e saiba mais sobre o esse intercâmbio. 

Estágio também é uma possibilidade para quem pretende trabalhar no exterior! 

Estágios no Exterior

 

Para quem tem o sonho de seguir a carreira profissional em uma área específica, fazer um estágio em uma empresa renomada já é um grande diferencial. Agora, imagina fazer isso no exterior! Quem tem essa oportunidade certamente sai na frente de muitos concorrentes. 

Por meio do programa de Estágio da TravelMATE, você dá aquele up em seu currículo com uma experiência na Austrália, nas áreas de gastronomia, hotelaria, recursos humanos e marketing. Além disso, ainda há a possibilidade de fazer um estágio não remunerado em qualquer outra área, com exceção da saúde.

Não é nem preciso dizer o quanto isso vai agregar ao seu currículo e permitir que você se transforme em um profissional requisitado no mercado de trabalho, não é mesmo?

E voluntariado no exterior, você já pensou em fazer?

Voluntariado é uma das possibilidades de trabalhar no exterior

Quer fazer algo especial pela humanidade? Trabalhar em prol de uma causa e saber que você está cumprindo seu papel é uma experiência de vida inesquecível. Mesmo não sendo remunerado é um das funções mais enriquecedoras com experiências incríveis. 

Praticar o bem, seja da forma que for, reforça valores, princípios e ajuda a melhorar o mundo. Trabalhar no exterior com voluntarismo permite viver a cultura de forma total e aprimorar o idioma do país. E o mais legal disso tudo é que dá pra retribuir através do envolvimento em projetos sociais ou ambientais. Então, se você quer fazer algo realmente humanitário deve mesmo considerar o voluntariado no exterior. 

 Para saber mais sobre o programa clique aqui.   

Study&Work 

Study and Work - Trabalho no exterior

Esse é um intercâmbio voltado para os estudantes que pretendem aprender ou aperfeiçoar a língua e unir a uma oportunidade de trabalho. Aliás, com a possibilidade de trabalhar é possível pôr em prática tudo o que é ensinado em sala, através da vivência real do dia a dia. Isso inclusive é ótimo, já que é uma maneira de imergir totalmente na cultura local. 

O salário ajuda a custear as despesas da viagem e colabora muito para enriquecer o currículo, tanto em qualificações, como em experiência.

Nós já fizemos conteúdos completos com tudo o que você precisa saber sobre estudar e trabalhar na Austrália, Canadá e Irlanda. Portanto, não deixe de ler! 

Para saber mais sobre o programa, como regras, duração e outros destinos disponíveis clique aqui. 

Work&Travel 

Work&Travel trabalhar no exterior

Para quem é universitário essa é uma excelente opção para viver momentos inesquecíveis em lugares incríveis sem perder o tempo de estudo. Isso porque esse tipo de trabalho no exterior é realizado durante as férias de verão (aqui do Brasil) por um período de 3 a 4 meses, o que dispensa a necessidade de trancar o semestre. 

Aqui na TravelMATE nós trabalhamos com duas modalidades: o Work e Travel Independent em que o estudante fica responsável por conseguir sua vaga de trabalho ou o Work & Travel Premium em que nós auxiliamos em todo o processo de colocação em uma vaga disponibilizada pelos mais de 40 empregadores confirmados.  

Vamos embarcar nessa aventura de trabalhar no exterior? 

É claro que existe diferença, inclusive por questões culturais entre trabalhar no exterior e no Brasil. Mas, para quem tem a mente aberta o processo de adaptação ao novo país e as novas funções acontecem naturalmente. 

Por isso, para embarcar nessa aventura é fundamental estar disponível e ter gás para conseguir absorver ao máximo sobre a nova cultura, uma nova maneira de trabalhar em um outro idioma e novos hábitos.

Ficou com alguma dúvida? Então entre em contato conosco em nosso WhastApp e aproveite também para acompanhar os conteúdos exclusivos que nós preparamos em nosso Instagram sobre cada uma dessas opções. 

 

Quadro Europeu de Línguas: O que é e para que serve?

Todos aqueles que se matricularam em cursos de idiomas alguma vez na vida já se depararam com diferentes nomenclaturas para descrever o seu nível: Livro 1, Livro 2, Básico, Intermediário, Avançado, Starter, Progress, etc. Algumas ainda subdividem os níveis já existentes: Básico 1, Básico 2, Pré-Intermediário, Pós-Intermediário e por aí vai. E não há nada de errado nisso. Ao se transferir de uma escola para outra, com nomenclaturas diferentes, pode gerar alguma confusão, mas não chega exatamente a ser um problema. O que importa, na real, é o quanto cada um consegue se expressar em outro idioma. Justamente por isso, foi criado o Quadro Europeu de Línguas.

Por que o Quadro Europeu de Línguas foi criado? 

Com a unificação da Europa e a criação de um espaço de Livre Comércio e circulação entre os países integrantes desta União, os cidadãos passaram a assumir posições de trabalho e residência em países vizinhos – o que na Europa geralmente envolve uma nova língua.

Imagine a situação: ao se acertarem os detalhes de um processo de seleção numa empresa belga, cujo melhor candidato é espanhol, aparece a grande pergunta: “Você fala francês?” “Sim, estou no nível intermediário!” O que isso quer dizer?

A menos que a resposta fosse um redondo ‘não’, qualquer outra resposta seria igualmente evasiva: o que significa exatamente estar no nível intermediário? Se incluirmos as possíveis variáveis, a dúvida é ainda maior. Qual a diferença entre pós-intermediário e pré-avançado, na prática? E como saber se é isso mesmo?

Para resolver a questão e padronizar o entendimento, o Conselho Europeu instituiu uma régua mais objetiva que demonstra o que um falante de língua estrangeira consegue produzir. Com isso, procurou dar mais ênfase ao que ele de fato consegue produzir no segundo idioma.

Esta padronização foi apelidada de “Can Do (ou seja, “Consegue fazer”). E assim surgiu o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas, ou Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Inicialmente idealizado para resolver uma questão entre as línguas da Europa, o quadro foi sendo aos poucos reconhecido e adotado ao redor do mundo.

Leia: O que ninguém te contou sobre o que fazer antes de entrar na faculdade

quadro europeu de línguas

Como funciona o Quadro Europeu de Línguas?

O CEFR abrange basicamente 3 patamares principais: falante básico, independente e proficiente. Se você consegue se expressar, compreender e ser compreendido sobre a boa parte dos assuntos que fazem parte do seu dia-a-dia, ainda que de maneira simples, podemos concluir que você é um falante que “transita” pelo patamar da base necessária para se expressar num idioma.

Se além dessa habilidade você tem um repertório de vocabulário um pouco mais abrangente e específico para cada situação, maior desenvoltura, consegue acompanhar pensamentos um pouco mais complexos, mesmo com alguns eventuais deslizes, você pode se considerar um falante independente.

Discurso mais elaborado, vocabulário mais preciso e nuances idiomáticas mais sutis (como ironia e humor negro, por exemplo) são características que demonstram que um aprendiz de idiomas é proficiente.

Para simplificar e agilizar a conceituação, chama-se de A o falante básico, B o independente, e C o proficiente. Como pode haver diferenças significativas dentro de um mesmo patamar, foi estipulado dividi-los em 2 subníveis cada, representadas pelos números 1 e 2.

E assim surgiram os famosos níveis no Quadro Europeu: A1, A2, B1, B2, C1, C2. Portanto, mesmo que você não fale uma palavra de alemão, é possível estimar o que um estudante de alemão é capaz de produzir quando ele diz que é B1, por exemplo. Esta classificação mostrou-se bastante útil em processos seletivos de empresas e principalmente em processos de admissão em instituições de nível superior ao redor do mundo.

Todas as escolas de idiomas utilizam essa classificação?

Muitas escolas de idiomas já utilizam essa classificação para nivelar seus alunos enquanto outras continuam utilizando outras nomenclaturas. Porém todas, sem exceção, têm a devida correspondência ao Quadro Europeu. Assim, se na escola onde você estuda inglês você está no nível Progress 2, informe-se com a equipe pedagógica e saiba a qual nível do CEFR seu estágio corresponde.

Os exames TOEFL, IELTS e Cambridge também tem diferentes metodologias para apresentar resultados, mas todos eles convergem a uma equivalência aos níveis do CEFR. Assim fica muito mais fácil saber em que ponto estamos e quanto falta para atingir nossos objetivos, né?

Ficou curioso sobre a descrição de cada um dos 6 níveis? Veja aqui o que a Wikipedia diz a respeito do CEFR.

 

BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR

6 benefícios de viajar para o exterior, um deles é te deixar mais esperto!

Postado por: Tatiana Serbena/ 2115 2

Poucas pessoas têm a oportunidade de viajar – Existem algumas coisas irresistíveis sobre escapar da nossa rotina.

Uma recente pesquisa mostrou que viver no exterior pode não apenas fazer você se sentir bem, mas pode fazer você ficar mais esperto também.

Em 2013 um estudo encontrou que 3,2% da população do mundo vivem fora do seu país de nascença – Isso é 210 milhões de pessoas.

Um estudo de 50 anos de 3.400 intercambistas encontrou que 82% deles desenvolveu um caminho mais sofisticado de olhar o mundo após a viagem. Esse estudo foi feito pela Indiana University, no qual encontrou que pessoas que viajaram para o exterior usaram mais criatividade e inteligência para solucionar os problemas.

Aqui estão os 6 benefícios de viajar para o exterior, e porque – cientificamente – eles vão deixar você mais esperto que quando você viajou.

  1. Despertar criatividade

Quando estamos com o psicológico fora da nossa zona de conforto, novas possibilidades e resultados aparecerão. Isto é por causa do nosso cérebro que está em estado de ‘atenção relaxada’, na viagem, o cérebro possibilita você fazer ações de uma outra maneira.

  • 220 estudantes de MBA da Northwestern’s Kellogg School estavam perguntando como resolver um famoso jogo, o “duncker candle”. 60% dos estudantes que tinham vivido no exterior resolveram o problema e apenas 42% dos que não tinham viajado resolveram.

viajar

  1. Boa comunicação

Quando você não pode falar o idioma, você não tem escolha, precisa aprender a como se comunicar não verbalmente. Reconhecendo aquela comunicação seu multissensorial é forçado, você desenvolve alternativas, ainda efetivas, modos de comunicação. São habilidades transferidas para muitas outras coisas na vida.

  • Um estudo de 2014 baseado em chineses que viajaram, encontraram que a maioria dos participantes reportaram boas comunicações e relações sociais depois de viver no tempo no exterior.

TRAVELMATE BLOG

  1. Maiores chances no mercado de trabalho

Viver no exterior ajudará você a construir conexões estrangeiras e desenvolver seu entendimento sobre várias culturas – duas habilidades cruciais no mundo profissional.

  • Um estude de 10 meses feito pela INSEAD encontrou que quem foi inserido em culturas com ambientes diferentes estavam oferecendo mais trabalhando do que quem nunca viveu fora.BENEFÍCIOS DE VIAJAR PARA O EXTERIOR
  1. Habilidades do intelectual melhorado

Se você vive em um país com uma linguagem diferente por muito tempo, você aprenderá facilmente a linguagem, no qual melhora muito seu intelectual.

  • Em 2012 a Swedish MRI realizou um estudo onde encontrou que pessoas que estão aprendendo uma segunda linguagem mudam o tamanho e forma do cérebro pelo melhoramento da espessura cortical – a camada de massa dos neurônios responsável através de memórias e consciências.

  1. Aumento da produtividade

Enquanto muitas vezes achamos que trabalhar o tempo todo e até em feriados aumenta a produtividade, a pesquisa mostra que o tempo livre realmente ajuda para você voltar e ter produtividade no trabalho.

  • Países como a França, com 40 feriados no ano, tem uma econômica melhor do que países que possuem apenas 25 dias.

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  1. Aumento da autoconsciência

A autoconsciência é um dos muitos reconhecimentos traçados para o sucesso, e isto vem sem nenhuma surpresa para quem viveu no exterior, e encontrou e melhorou sua autoconsciência.

  • Um recente teste de psicológica distante concebeu sugestões que viajar ou planejar sua viagem e imaginando você mesmo em outra família e distante da sua localização, melhora sua autoconsciência.

Embora nossa casa ainda seja a mesma quando nós retornamos, através da viagem algumas coisas em nossas mentes têm sido mudadas, e que tem um poder de transformar qualquer coisa em nossas vidas.

Se abra para novos ambientes, tenha uma vida no exterior e encontre seu verdadeiro potencial intelectual.

Entre em contato com a Travelmate clicando aqui e realize seu sonho!

 

Work and Travel Estados Unidos

Work and Travel Estados Unidos – TravelMate

Postado por: Sirius/ 784 1
Work and Travel Estados Unidos

Trabalhar durante o seu intercâmbio pode ser o melhor dos mundos para a maioria dos intercambistas que se aventuram em viver no exterior. O Work and Travel é um programa de trabalho remunerado ideal para estudantes que sonham em ter uma experiência completa que abrange um dos principais campos de interesse de um intercambista: ser remunerado enquanto desbrava uma nova cultura.

 

Devido aos moldes do programa, é possível aproveitar as férias da Universidade para viajar sem precisar perder ou adiar os estudos aqui no Brasil. O programa é exclusivo para jovens universitários que tenham entre 18 e 28 anos de idade e o período no exterior varia de 3 a 4 meses. O Work and Travel é realizado nos Estados Unidos, sempre durante as férias de verão do Brasil, justamente para que os estudantes possam voltar ao país e continuar os seus estudos normalmente, mas agora, com uma bela bagagem a mais. Ter que interromper os estudos para fazer intercâmbio nem sempre é a melhor escolha para os estudantes, e de fato, muitos não querem adiar um pouco mais a formação universitária.

 

O contato com o idioma vai ser constante, e você vai poder praticar o seu inglês com pessoas de vários lugares do mundo, conhecer de perto as gírias locais e se acostumar com diferentes sotaques. É por isso que, sem sombra de dúvidas, o nível de inglês para quem passa 3 ou 4 meses nos EUA melhora consideravelmente. Porém, visando um melhor aproveitamento no trabalho, é importante que o estudante já possua um conhecimento de inglês pelo menos a nível intermediário.

 

O Work and Travel é um programa baseado em experiência de trabalho, e o trabalho no exterior compete testar novas capacidades, possibilita a descoberta de novos talentos e ainda desenvolve a sua capacidade de adaptação e aprendizado. Mas, e agora, ele é o melhor programa pra você?

 

 

Para responder essa pergunta, veja se você se adequa ao primeiro critério do programa: a idade. Ter entre 18 e 28 anos e ser estudante universitário são pré-requisitos para ter o passe livre e então se aventurar em uma experiência Work and Travel. Se você se encaixa nestes critérios, sorriso no rosto!

 

Você vai poder aproveitar as férias universitárias para conhecer uma nova cultura, conhecer pessoas diferentes, fazer amizades de todas as partes do mundo, ganhar experiência profissional em terras americanas e ainda levar o seu inglês a um nível excelente, é claro, se houver dedicação o bastante. Com estes benefícios, é difícil achar alguém que não se interesse em viver um Work and Travel. Portanto, se você é jovem, tem uma grande de vontade de se desenvolver, tanto profissionalmente quanto pessoalmente, quer conhecer pessoas, lugares e costumes novos e de quebra voltar com um inglês redondinho, o Work and Travel é pra você.

 

A Travelmate trabalha com duas modalidades dentro do programa. Uma delas, é o WT Independent, onde o estudante é responsável por conseguir a sua própria oferta de trabalho. A outra modalidade é o Work and Travel Premium. Nesta, a oferta de trabalho é providenciada pela Travelmate através de seus parceiros nos EUA. Esta modalidade se torna ideal para quem está participando do programa pela primeira vez e/ou quem não quer se preocupar em procurar a sua própria oferta de trabalho.

 

Ficou com vontade de trabalhar nos EUA? Entre em contato com a Travelmate e feche o seu pacote. Esperamos você!

 

 

 

 

Como escolher o seu intercâmbio?

Postado por: Tatiana Serbena/ 3155 0

Uma hora chega o momento de decidir: Vou fazer um intercâmbio! Mas por onde começar? Para onde eu vou? O que posso gastar? Veja os principais passos para você escolher o seu intercâmbio.

  • Que idioma você quer aprender?

Antes de mais nada, o principal é saber qual idioma você quer aperfeiçoar e assim decidir o país de seu destino. Existem países que possuem várias línguas, por ser povoado por diversas culturas, como o Canadá, normalmente as pessoas vão até lá para falar inglês, mas caso você queira estudar francês, você terá muita facilidade em encontrar pessoas que falam a língua, principalmente em Montreal e Quebec.

como escolher o seu intercambio

  • Que país quer conhecer?

Talvez a parte mais difícil e a mais legal, escolher o país é uma decisão que vai mudar a sua vida! Sim, é meio radical, mas escolher o país, principalmente para seu primeiro intercâmbio, é escolher o destino onde você vai realizar seu sonho e conhecer lugares que você sempre quis.

Quem nunca sonhou em conhecer o Grand Canyon ou a Torre Eifel. Então, para sua viagem ser perfeita, escolha o lugar do seus sonhos e embarque no avião.

Dica: Se você não possui condições financeiras em escolher o local que você desejaria, alguns lugares são incríveis e ainda você vai sair economizando, como Malta, Canadá, Irlanda e Argentina.

  • Em que cidade quer morar?

Sim, quando você acha que a parte difícil de escolher o país acabou, vem a parte de escolher a cidade, óbvio. Normalmente as cidades mais famosas tem todos os tipos de cursos de intercâmbio, então a escolha também vai ser feita um pouquinho com o coração.

Recomendamos que você escolha uma cidade com vários lugares legais e com muitas atrações (Quase todas são assim, então complica mais um pouco), como Nova York que tem a famosa Estátua da Liberdade ou a Times Square, ou Toronto, que possui uma das maiores torres do mundo e também possui parques de diversão incríveis como o Canadá’s Wonderland.

malta

  • Qual tipo de curso de idioma no exterior quer fazer?

O próximo passo é escolher qual o tipo de programa que você quer fazer. Existem programas para estudar, trabalhar ou fazer ambos. Clique neles para saber mais informações.

Estudar:

Trabalhar:

Ambos:

high school

 

  • Quanto tempo estudar no exterior?

O tempo que você vai ficar no exterior é influenciado por várias coisas, como o tipo de curso escolhido e a sua condição financeira.

Outro fator importante é o seu tempo disponível, normalmente as pessoas que trabalham fazem um intercâmbio de 4 semanas, já as pessoas que apenas estudam têm a disponibilidade das férias do fim de ano, podendo chegar até 3 meses.

Dependendo do curso, você pode fazer um intercâmbio com até 2 anos de duração.

  • Onde ficar durante o intercâmbio?

Também dependendo do seu destino e o tempo, saber escolher onde ficar no intercâmbio é muito importante.

Se for ficar entre 4 e 12 semanas recomendamos ficar em uma casa de família, além de você treinar seu inglês com as pessoas da casa, você também pode optar por fazer as refeições na própria casa, assim dedicando seu tempo inteiro ao estudo e em conhecer os lugares da sua cidade, e o melhor, é o mais econômico.

Outra opção de moradia é a residência estudantil, que na maioria oferece quarto individual. Banheiro e cozinha são coletivos. Pode ficar dentro da escola/universidade ou em prédios (geralmente) próximos ao local de estudo.

Se for ficar mais de 6 meses, você provavelmente (depende das regras do país) poderá trabalhar, sendo assim fica mais fácil para alugar uma casa.

intercambio

  • Entrar em contato com a melhor agência de todas

Você pode resolver todos esses passos sozinhos, mas caso queira alguma ajuda pode saber que a Travelmate vai te auxiliar do começo ao fim. Para entrar em contato clique aqui e converse com nossos representantes.

Quer conhecer alguns pacotes de intercâmbio? Clique aqui

Depois de tudo resolvido, basta pegar sua bagagem e partiu viajar!

Marcelo Gomes - Work&Travel

Marcelo Gomes – Work&Travel

Postado por: Marketing Travelmate/ 986 0

Já pensou em passar suas férias trabalhando em um resort no EUA? O Marcelo embarcou nessa aventura e fez um vídeo contando a experiência!

Aspen é, literalmente, cenário de filme ?

 

Ruan Silva – Work&Travel

Postado por: Tatiana Serbena/ 1320 1

O Ruan Ribeiro Silva é de Campinas, e realizou o programa de Work&Travel na cidade de Billings, nos Estados Unidos. Olha só o que ele contou sobre a viagem:

 

“Com certeza uma das melhores, senão a melhor viagem da minha vida. Essa experiência fora do Brasil deveria ser obrigatória a todos os jovens, pois com ela evoluímos e descobrimos que o mundo tem muito mais a nos oferecer. O programa superou todas as minhas expectativas e me trouxe muitas vantagens profissionais, pois uma vivência fora do Brasil conta muito para o currículo, não só pela mudança drástica do inglês, mas também pela experiência empresarial em outro País.
Se você quer ter uma vivência fora do Brasil, conhecer outra cultura, se divertir e puder fazer tudo isso se mantendo financeiramente fora no exterior, esse é o programa certo para você. O único problema dessa viagem é que talvez você não queira voltar.”

 

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6 programas de intercâmbio para trabalhar no exterior

Postado por: Tatiana Serbena/ 2371 0

Nessa terça-feira, a EXAME.COM publicou uma notícia sobre programas de intercâmbio para trabalhar no exterior. Camila Pati, a autora, listou seis tipos de programas para trabalhar no exterior e o que cada um deles tem a oferecer.  Se você tem vontade de fazer intercâmbio e quer investir em sua carreira, essa é a oportunidade! Sem contar o salário, né?

Programas de intercâmbio que incluem trabalho têm feito sucesso entre os brasileiros. Em muitos casos é possível, além de recuperar o dinheiro investido, ainda garantir recursos para viajar e se manter durante a estada no país.

Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, França, Alemanha e Holanda são alguns dos países para os quais há opções de trabalho que pode ser remunerado ou não.

Confira alguns dos programas que o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann, cita entre os mais procurados na agência.

 

TRABALHO NOS EUA

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O Work & Travel nos Estados Unidos é programa de trabalho mais procurado da Travelmate, segundo Eduardo Heidemann, diretor de intercâmbio. Ele é realizado durante as férias de verão aqui no Brasil e é voltado para universitários entre 18 e 28 anos com conhecimento intermediário, no mínimo, de inglês.

Os jovens passam entre três e quatro meses trabalhando em estações de esqui, hotéis, resorts e restaurantes. A média salarial fica normalmente entre 7,25 e 12 dólares por hora, variando conforme empregador e função.

Heidemann aponta o custo, que não é alto, como o principal atrativo do programa. “Além disso, trabalhando, o jovem consegue recuperar o dinheiro investido e se manter enquanto está lá, além de não prejudicar as aulas no Brasil”, diz.

 

TRABALHO E ESTUDO

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Muitos brasileiros estão preferindo países que permitem que estudantes estrangeiros trabalhem. É o caso de Canadá, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia (foto), em que é possível frequentar uma escola de idiomas, por exemplo, e também trabalhar nas horas vagas.

A busca de emprego fica por conta do estudante, mas há algumas escolas que dão auxílio aos seus alunos interessados em trabalhar. Na Travelmate, programas desse tipo são chamados Work & Study.

 

ESTÁGIO NOS EUA E AUSTRÁLIA

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Interessados em adquirir experiência profissional e que tenham nível avançado de inglês podem optar por fazer estágio. Programas dessa modalidade são para universitários, estudantes de pós-graduação e recém-formados há, no máximo, um ano.

Há vagas em diversas áreas nos Estados Unidos e também na Austrália (foto), segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. “Tem estágio em engenharia, administração, tecnologia, recursos humanos. Mas há maior número de oportunidades nos dois países para trabalhar com hospitalidade e gastronomia”, diz Eduardo Heidemann.

O processo seletivo é feito no Brasil, o jovem já sai daqui sabendo para quem vai trabalhar e há opções remuneradas e não remuneradas que duram de três a 18 meses nos Estados Unidos.

Na Austrália há também estágios pagos e não pagos e a duração pode variar entre um mês e seis meses. Há limite de idade de 35 anos para estágio nos Estados Unidos e 30 anos para estágio na Austrália.

 

AU PAIR E DEMI PAIR

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Os dois são programas de trabalho remunerado, em que o estrangeiro mora com uma família e ajuda no cuidado com as crianças da casa. Nível, ao menos, intermediário de inglês ou do idioma do país de destino é um requisito, assim como experiência prévia no trabalho com crianças.

O trabalho como au pair é integral e há oportunidades nos Estados Unidos, Alemanha, França e Holanda, segundo o diretor de intercâmbio da Travelmate. O estrangeiro recebe, além da remuneração, estadia e alimentação. Nos Estados Unidos, a passagem de ida e volta também é paga pela família contratante. O programa dura, geralmente, um ano, mas pode chegar a dois anos, período máximo permitido. É para quem tem entre 18 e 26 anos, é solteiro e não tem filhos.

Já o programa de demi pair é realizado na Austrália é de meio período de trabalho cuidado de crianças e meio período de estudo obrigatório em escola de inglês. Podem se candidatar solteiros sem filhos que tenham entre 18 e 35 anos.

De acordo com Eduardo Heidemann, mulheres geralmente têm a preferência das famílias, mas homens que sejam qualificados também podem ser aceitos. ” Já tivemos casos de sucesso com candidatos homens também”, diz.

 

TRABALHO NA FRANÇA

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Jovens universitários entre 18 e 26 anos podem participar de programa de trabalho na França voltado para a área de hospitalidade e gastronomia. Dura entre dois e três meses e é feito durante as férias de verão aqui e de inverno lá.

É preciso ter nível de francês no mínimo intermediário para trabalhar em bares, restaurantes, hotéis e estações de esqui francesas.

 

CURSOS PROFISSIONALIZANTES E TRABALHO NO CANADÁ

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“Temos visto aumentar o número de interessados em emigrar do Brasil”, diz o diretor de intercâmbio da Travelmate, Eduardo Heidemann.

O país que mais atrai atualmente, de acordo com ele, é o Canadá. O caminho escolhido, geralmente, passa pela matrícula em curso profissionalizante de longa duração nos chamados Colleges, que permitem trabalho durante meio período. “Depois deste curso, o estrangeiro pode ficar até dois anos trabalhando no país e então pode dar entrada no pedido de visto permanente”, diz Heidemann.

Ele explica que muita gente tem levado a família junto. E que a vantagem é que o acompanhante pode trabalhar período integral e os filhos podem ser matriculados no ensino público canadense durante o programa.

 

Se você quiser ver a matéria na íntegra, é só clicar aqui.

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