Categoria: Universidades

Os três modelos de hospedagem mais comuns no intercâmbio

Postado por: Tatiana Serbena/ 425 0

Se tratando de intercâmbio, uma série de decisões devem ser tomadas. Para ter certeza de que você chegou na melhor opção, é preciso primeiramente conhecer as alternativas possíveis e fazer um balanço dos fatores que mais pesam. Uma importante decisão a ser tomada é com relação a sua moradia. Listamos abaixo as três modalidades mais comuns e pontuamos as vantagens e desvantagens mais evidentes de cada uma delas. Lembrando que essa é uma decisão que não precisa ser fixa do início ao fim do seu intercâmbio. Você pode mudar caso não se sinta à vontade ou perceba que não é da maneira como você esperava.

hospedagem mais comuns no intercâmbio
Hospedagem mais comuns no intercâmbio
  • Host Family 

Um dos modelos mais comuns de se hospedar no intercâmbio é o que chamamos de Host Family, que significa morar na casa de uma família e dividir com eles o dia a dia. Este, possivelmente, é o caminho mais curto para economizar e mergulhar na cultura de um país, pois é uma troca bastante significativa e diária. As três maiores vantagens que resumem essa modalidade de hospedagem são: economia, segurança e excelente custo-benefício. Além disso, esse tipo de acomodação costuma ter pelo menos uma refeição inclusa, um fator confortável e que reduz gastos.  Sem contar ainda que “ter uma família” do outro lado pode ser bastante confortante. Há momentos em que pode-se precisar de uma atenção um pouco mais particular.

Além disso, quem vivenciou na pele esse tipo de modalidade de hospedagem afirma ter tido uma melhora e aprofundamento significativo na língua materna local, seja ela qual for. Se a sua intenção for realmente aprender inglês, por exemplo, a Host Family é seguramente uma excelente opção.

No entanto, você pode estar indo para o intercâmbio com um espírito um pouquinho diferente, e opções como “residência estudantil” e “morar sozinho” podem ser mais adequadas.

 

  • Residência estudantil

O ambiente é outro. Você vive entre estudantes que geralmente tem a mesma idade que a sua e possivelmente as mesmas pretensões e objetivos. As acomodações nessa modalidade podem variar entre quartos compartilhados ou individuais. Aqui, você já é um pouco mais dono do próprio nariz e deve menos satisfações. É uma rotina um pouco mais autônoma que a intimidade vivida em uma casa de família. As residências estudantis costumam ter excelentes infraestrutura e localizações centrais privilegiadas. Algumas incluem até mesmo a facilidade das três refeições diárias, já outras oferecem cozinhas e a infraestrutura necessária para que você mesmo faça a sua própria comida. Existem outros tipos de variações, como banheiros compartilhados ou não.

Uma vantagem da residência estudantil que se assemelha à casa de família é o fator convivência diária com a língua diferente da sua e que você provavelmente tenha imenso interesse em aprender.

Uma das principais desvantagens, principalmente em comparação com a casa de família é o preço. Residências estudantis costumam ser mais caras e também mais concorridas. Em alguns casos há filas de espera para conseguir uma vaga. Por mais esse motivo é importante fazer tudo com antecedência.

Lembre-se também do fator convivência. Como você dividirá os espaços e possivelmente seu quarto com diferentes pessoas das mais distintas culturas, é preciso haver uma conversa para que haja a responsabilidade devida, respeito e organização, a fim de evitar conflitos futuros.

Por outro lado, se você pretende ficar muito tempo no local de destino, esse é um ambiente ótimo para a sua chegada. Lá, você irá fazer amigos e encontrar possíveis colegas para dividir um apartamento, opção que oferece um pouco mais de privacidade e conforto, além de criar laços e amizades duradoras com pessoas de diversos lugares.

 

  • Morar sozinho

Eis a opção que exigirá uma disposição maior em desembolsar um valor a mais por mês. Morar sozinho tem qualidades evidentes que atraem qualquer um que deseja uma experiência de autonomia no exterior. No entanto, costuma ser a menos popular entre as opções mais comuns de moradia, principalmente tratando-se de intercâmbio estudantil. Além de ser mais caro na grande maioria dos casos, morar sozinho exige que você tenha mais autonomia em resolver todos os seus problemas de maneira independente. É preciso também ter um pouco mais de controle com gastos e pagamentos de contas.

No entanto, ter o seu próprio cantinho pode significar um prazer imenso para quem não abre mão de conforto, liberdade total e principalmente privacidade.

Se o local comportar, nada impede também que futuramente você também opte por dividir com uma ou mais pessoas, já que existirá a liberdade de fazer esse tipo de escolha. Essa opção cai bem não só pela companhia, caso você deseje, como também para dar uma folga nos gastos mensais da casa.

Agora que você já conhece as principais vantagens e desvantagens de cada uma das principais modalidades de hospedagem para o seu intercâmbio, entre em contato com a Travelmate e dê o primeiro passo para o seu sonho de morar fora!

Nova Zelândia: Cada vez mais um destino atrativo

Postado por: Tatiana Serbena/ 1276 0

Recentemente, a Nova Zelândia ultrapassou a vizinha Austrália e foi para a 4ª posição no ranking de países mais procurados por intercambistas, perdendo apenas para EUA (1º lugar), Canadá (2º lugar) e Reino Unido (3º lugar), segundo lista divulgada pela Pesquisa Selo Belta 2017. As razões pelo crescimento da procura não são difíceis de apontar: O país oferece excelência acadêmica no ensino do inglês, proporciona conciliar trabalho com estudo, todas as universidades estão classificadas entre as 450 melhores do mundo (segundo QS World University Rankings 2018) e possui uma coleção de cidades incríveis que não podem estar de fora da sua lista de prioridades.

 

Nova Zelândia

Por ser a cidade mais visitada da Nova Zelândia, há grandes chances de você já ter ouvido falar muito bem de Auckland, mas o país tem outras cidades bem conhecidas e tão interessantes quanto, são elas: Wellington, que é a capital, Christchurch e Queenstown. Cada uma com sua singularidade, magia e beleza própria, porém, com algumas características em comum: todas elas refletem a posição do país no topo do ranking das melhores qualidades de vida do mundo, excelente infraestrutura e uma natureza exuberante. Falando em natureza, o país coleciona apaixonados por suas paisagens espetaculares, e não é à toa que encaixou perfeitamente no cenário da trilogia que virou sucesso nos cinemas, o filme “O senhor dos anéis”. Um terço do território está coberto por parques e reservas naturais. Uma sinergia perfeita entre mar e montanhas, bosques com zonas verdes abertas, colinas e ovelhas, praias de areia rodeadas de vinhedos que sobem as ladeiras.

Uma vantagem deste encantador país é com relação ao custo de vida: Viver na Nova Zelândia costuma sair bem mais barato que países muito procurados para fazer intercâmbio, como Inglaterra, Austrália e Estados Unidos. Se compararmos por exemplo Auckland com Londres, você gastará pelo menos 35% a mais se escolher se mudar para a terra britânica. Além do custo de vida mais baixo em comparação com outros destinos procurados, ainda há um outro fator que favorece a escolha pela Nova Zelândia: o câmbio favorável. O dólar Neozeolandês (NZD) tem uma das cotações mais baixas entre os países da língua inglesa. Somado à isso, quem escolhe a convive ainda com a excelente reputação do país em recepcionar estudantes estrangeiros e não passa por tantas dificuldades para obtenção do visto. Uma curiosidade, principalmente para quem gosta de esportes radicais, é que vários deles nasceram na Nova Zelândia, como o bungee jumping, rapel, a escalada, paraquedismo, rafting e por lá, são bastante praticados.

 

 

A cultura do país é riquíssima e muito particular. Além da educação de seu povo e seus bonitos costumes, valorização e convívio com a natureza, a Nova Zelândia divide com Dinamarca e Finlândia o posto de país menos corrupto do mundo, de acordo com o Índice de Transparência Internacional.

Razões não faltam para você optar por passar um tempo neste encantador país. Seja pela cultura, qualidade de vida, paisagens fantásticas, trabalhar e estudar ao mesmo tempo com um custo de vida mais acessível, a Nova Zelândia será uma escolha acertada.

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Intercâmbio na Irlanda

Brasil é o país fora da Europa com mais estudantes na Irlanda

Postado por: Tatiana Serbena/ 1135 1

Sonha em fazer intercâmbio na Irlanda? Como você, milhares de brasileiros amam esse país incrível!

Um estudo realizado mostrou que os brasileiros são os que mais vão para a Irlanda estudar dos países fora da Europa.

O Departamento de Justiça mostrou que o Brasil tem em torno de 9.225 alunos estudando na Irlanda. Os chineses estão em segundo lugar na lista das 10 principais nacionalidades em termos de números de estudantes na Irlanda com 3.127.

Os americanos são os terceiros (2.578 alunos) seguidos em ordem decrescente por nacionais da Índia (2.151), Malásia (1.587), Arábia Saudita (1.151), Canadá (956), Coréia do Sul (868), México (853) e Paquistão (597).

A maioria dos estudantes de fora da Europa estão na Irlanda para aprender inglês em Dublin. A IBAT College que também oferece cursos de graduação e pós-graduação, é a escola com o maior número de estudantes internacionais que frequentam seu programa de ensino de língua inglesa, com 1.500 alunos.

A escola de idiomas The English Studio, com sedes em Dublin e Londres, possui a segunda maior população estudantil não-nacional do Estado atualmente, com 1.368 estudantes internacionais aprendendo inglês em suas instituições. Em seguida do Griffith College, que possui 1.320 estudantes de inglês nos seus campuses de Limerick, Cork e Dublin.

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Intercâmbio na Irlanda
Griffith College – Dublin